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No Brasil, o mercado de bem-estar movimenta cerca de US$ 96 bilhões, o maior da América Latina e um dos 12 maiores do mundo. Agora esse mercado ganha um ponto de encontro à altura do seu tamanho.

De 27 a 29 de agosto de 2027, o Life Global Rio ocupa o Riocentro, no Rio de Janeiro, com realização do Grupo Open Brasil e uma proposta que reúne ciência, saúde, inovação, experiências e negócios dentro de um único ecossistema.

De onde vem o Life Global Rio?

O evento não nasce do zero, e isso faz diferença. Ele é a evolução de duas décadas de estrada da Estética In, plataforma conduzida há 20 anos por Fátima Facuri, e do Nutri In Rio, o congresso de nutrição que cresceu dentro dela.

Foi acompanhando esse congresso de perto que Fátima percebeu uma virada de chave no mercado. A saúde estava deixando de ser assunto restrito à estética e à medicina e passando a atravessar a rotina, as escolhas de consumo e os negócios. Ao lado da filha, ela transformou essa percepção em pesquisa de mercado e chegou a uma conclusão clara. Havia espaço, e era o momento certo, para o Brasil assumir protagonismo no wellness global.

O ponto de virada veio em 2026, no próprio Nutri In Rio, quando foi anunciado que o congresso deixaria a plataforma Estética In para se tornar um movimento independente de saúde, bem-estar e longevidade. Ali, a ideia virou projeto.

Um ecossistema em três frentes

O Life Global Rio não foi pensado como um congresso tradicional nem como uma feira isolada. A proposta é integrar, no mesmo espaço e nos mesmos três dias, três frentes que se complementam.

Arenas de conteúdo. Seis arenas temáticas reúnem especialistas e prescritores em torno de Longevidade, Neuro Wellness, Health Tech, Odontologia do Esporte, Wellness Business e Nutri In Rio, herdeira direta do congresso que deu origem a tudo. É onde o conhecimento circula e as tendências do setor ganham base científica.

Experiências imersivas. Além de ouvir, o público vive o bem-estar na prática. Os espaços de experiência colocam visitantes em contato direto com práticas, produtos e tecnologias, aproximando marcas de quem usa e recomenda.

Feira de negócios. Na área de exposição, marcas, fornecedores, distribuidores e compradores se encontram com um objetivo prático: gerar conexões e fechar negócios.

A lógica é complementar. O conteúdo atrai quem prescreve, a experiência aproxima quem consome e a feira conecta quem compra e vende. Saúde e bem-estar já não cabem em uma única indústria, e o evento foi desenhado para refletir isso.

Por que isso importa para quem está no mercado?

Os números do setor mostram um jogo concentrado. Os dez maiores mercados respondem por 70% da economia global do wellness, e só os Estados Unidos somaram 32% do volume mundial em 2023. O Brasil tem escala para estar nessa conversa, mas a América Latina ainda não tem um polo de wellness reconhecido internacionalmente.

É esse espaço que o Life Global Rio quer ocupar. E a estrutura acompanha a ambição. São 13.500 m² de evento, 8.000 m² de área de exposição e salas com capacidade simultânea para participantes.

O público também foi desenhado de forma estratégica, com especialistas e prescritores como protagonistas. No B2B, o evento mira supermercados, lojas especializadas, distribuidores, farmácias, academias, clubes, atacadistas, clínicas, hospitais, hotéis, spas, entidades e associações, imprensa, universidades, escolas técnicas e órgãos do governo. No B2P, nutricionistas, médicos, profissionais da saúde, dentistas, nutrólogos, terapeutas e chefs de cozinha. E no B2C, atletas, entusiastas e estudantes.

Para quem tem uma marca, um serviço ou um negócio de bem-estar, isso abre caminhos concretos para se destacar no mercado de saúde e bem-estar do Rio de Janeiro: ganhar autoridade nas arenas, criar conexão real com o público nas experiências e gerar negócios na feira. Em vez da vitrine isolada do marketplace, a marca se coloca diante de quem decide, prescreve e compra.

O Rio como cenário, o mundo como mercado

À frente do projeto, Fátima Facuri, CEO e cofundadora do Life Global Rio, é embaixadora do Global Wellness Institute. O selo dá peso institucional a uma iniciativa que já nasce com apoio de entidades como o Conselho Regional de Nutricionistas, a Ascoferj, a Ubrafe e órgãos de turismo da cidade e do estado do Rio.

A meta vai além de uma boa edição. O objetivo é que o mercado, incluindo consumidores, investidores e formuladores de políticas públicas, passe a enxergar o Rio como polo produtivo e econômico do setor, e não apenas como cartão-postal de bem-estar. A visão de longo prazo é ver a cidade citada em relatórios internacionais de wellness como um dos hubs relevantes do setor.

O Rio sempre teve o estilo de vida. O que faltava era um palco para o mercado que existe por trás dele. Com o Life Global Rio, o wellness brasileiro deixa de ser um conjunto de nichos separados e passa a se apresentar como ecossistema, conectando o Rio ao mundo wellness. É a prova de que o bem-estar do futuro é menos categoria e mais estratégia de negócio. Acompanhe as novidades em @lifeglobalrio.

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