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Londres exportou para o mundo um jeito de tratar o bem-estar como experiência completa, e agora esse conceito britânico desembarca em São Paulo

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Aquele banho quentinho que você ama pode estar danificando sua pele

Aquele banho quentinho no fim do dia pode estar cobrando um preço que você não está vendo no espelho ainda. A água em alta temperatura remove a camada protetora natural da pele e acelera sinais de envelhecimento, dissolvendo os lipídios que formam a barreira cutânea responsável por manter a hidratação e proteger contra agentes externos. O que a água quente faz com a sua barreira de proteção? Sem essa camada de lipídios intacta, a pele perde água com muito mais facilidade. O resultado aparece como ressecamento, sensibilidade e inflamação. Com exposição frequente ao calor excessivo, o quadro evolui para linhas finas, descamação, aspecto opaco e maior suscetibilidade a irritações ao longo do tempo. Quem sente o impacto com mais força? Crianças, idosos e pessoas com dermatite atópica, psoríase, rosácea ou pele naturalmente sensível sofrem efeitos ainda mais intensos com a água muito quente. Para esses grupos, o hábito diário do banho quente pode transformar uma condição controlada em um problema crônico. Aquele banho quentinho vira inimigo da pele justamente quando deixa de ser exceção e passa a ser rotina. Trocar a água muito quente pela morna é uma das decisões mais simples e mais estratégicas que você pode tomar pela sua saúde de longo prazo, sem gastar um real a mais em produto nenhum. Quer continuar por dentro do que realmente está apostando no bem-estar? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Inscreva-se em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

A Retatrutida pode reduzir até 22% do peso em um ano e meio

Esqueça o teto de 20% de perda de peso que as canetas emagrecedoras da atual geração conseguem entregar. A retatrutida, um dos medicamentos mais esperados no combate à obesidade, reduziu até 22,6% do peso corporal em 80 semanas, pouco mais de um ano e meio de tratamento. Como o medicamento age no corpo? A retatrutida funciona como uma caneta injetável que atua diretamente no cérebro, reduzindo o apetite e aumentando a sensação de saciedade. É a mesma lógica das canetas que já dominam o mercado hoje, só que levada a um novo patamar de potência. Os números por trás da promessa Em testes com pessoas que tinham diabetes tipo 2 associada à obesidade, a dose maior de 12 mg resultou em perda média de 20,8% do peso no período estudado. Já entre pacientes com doença cardiovascular, a redução chegou a 22,6%. São números que colocam a retatrutida à frente das gerações anteriores de medicamentos para emagrecimento. Por que ainda não dá para comprar O remédio segue sem autorização oficial de venda em qualquer país do mundo. A fabricante Eli Lilly pretende protocolar o primeiro pedido junto às autoridades americanas apenas em 2027. E atenção redobrada aqui. Canetas vendidas pela internet ou no Paraguai sob esse nome são falsificadas, e não têm nenhuma relação com o produto testado nos estudos clínicos. Um medicamento promissor não é um atalho disponível agora, por mais que a euforia do mercado sugira o contrário. A retatrutida mostra até onde a ciência do emagrecimento injetável pode chegar, mas o calendário real de disponibilidade ainda está a alguns anos de distância. Quer continuar por dentro do que realmente está apostando no bem-estar? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Inscreva-se em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Anvisa libera novo medicamento que trata o câncer de pulmão

A imunoterapia deixou de ser a última cartada da oncologia para virar protagonista logo na abertura do jogo. A Anvisa aprovou o Olizu, novo medicamento voltado para o tratamento do câncer de pulmão de pequenas células em estágio avançado, um tipo de tumor conhecido por sua agressividade e por opções terapêuticas limitadas. Como um anticorpo monoclonal ataca o câncer? O Olizu é um anticorpo monoclonal, uma proteína desenvolvida para ensinar o próprio sistema imunológico a reconhecer e atacar as células cancerígenas. Em vez de agir como um veneno direto contra o tumor, ele reforça a defesa natural do corpo, fazendo com que o organismo assuma parte do trabalho de combate à doença. O que os testes clínicos mostraram? Nos estudos, pacientes que receberam Olizu combinado com quimioterapia apresentaram sobrevida global melhor do que aqueles que fizeram apenas o tratamento quimioterápico tradicional. É um resultado que confirma uma tendência maior na oncologia. As imunoterapias deixaram de ser reservadas para quando as outras alternativas já não funcionam mais e passaram a entrar como primeira linha de tratamento. O câncer de pulmão avançado ganha mais uma arma no arsenal, e ela funciona pelo lado que mais importa no longo prazo, o do próprio sistema imunológico do paciente. É esse tipo de avanço que sustenta a aposta crescente do mercado de saúde em terapias que tratam o corpo como um todo, e não só o sintoma na frente dos olhos. Quer continuar por dentro do que realmente está apostando no bem-estar? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Inscreva-se em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

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