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Marca brasileira lança suplemento em goma anti-ansiedade

O Brasil já aparece há anos como um dos países mais ansiosos do mundo e isso deixou de ser só estatística para virar mercado. São mais de 18 milhões de pessoas convivendo com transtornos de ansiedade e entre os mais jovens o cenário é ainda mais intenso com a maioria relatando desafios de saúde mental de forma recorrente É nesse contexto que surge a Dozze com uma proposta direta transformar cuidado mental em algo simples de consumir no dia a dia. A marca criou gummies voltadas para ansiedade um formato que conversa mais com hábito do que com tratamento tradicional A fórmula combina magnésio L teanina inositol e taurina ingredientes já estudados por seu potencial de ajudar na regulação do estresse e do humor. A lógica é prática duas unidades por dia sem açúcar sem glúten e sem lactose entrando na rotina sem fricção Mas o movimento vai além do produto. Existe uma tentativa clara de reposicionar a forma como as pessoas se relacionam com esse tipo de cuidado. Menos cara de remédio mais integração com o cotidiano tirando o peso e aproximando o tema de algo mais leve e constante O desenvolvimento levou cerca de um ano e meio com apoio de profissionais de nutrição e psicologia buscando equilibrar eficácia segurança e experiência de consumo. E a distribuição já acompanha esse posicionamento com presença em varejo premium e avanço forte no modelo direto ao consumidor Esse lançamento também encaixa em uma tendência maior. O mercado global de gummies funcionais cresce rápido e projeta mais que dobrar de tamanho até o fim da década mostrando que formato e conveniência estão ganhando tanto peso quanto a fórmula No fim a Dozze não está só lançando um suplemento está testando um novo jeito de consumir saúde mental mais simples mais acessível e mais próximo da rotina Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Dor no Joelho: Por Que Ela Está Cada Vez Mais Comum?

Se você sentiu dor no joelho nos últimos meses, saiba que não está sozinho. A queixa é cada vez mais frequente nos consultórios — e não atinge apenas pessoas sedentárias ou idosas. Atletas, jovens e adultos ativos estão na lista. Mas por que isso está acontecendo? E o que é possível fazer para correr (ou simplesmente viver) com mais qualidade? Neste artigo, vou responder essas perguntas de forma simples e direta, falar sobre inovações que já chegaram ao mercado — incluindo tênis com tecnologias surpreendentes — e explicar como abordo esse problema de forma ampla e personalizada nos meus pacientes. 1. O Joelho Sob Pressão: Uma Articulação Que Trabalha Demais O joelho é a maior articulação do corpo humano. Ele une o fêmur, a tíbia e a patela, e é responsável por suportar todo o peso do tronco a cada passo. Ao subir uma escada, ele aguenta até 4 vezes o seu peso corporal. Ao correr, esse número pode chegar a 7 ou 8 vezes. Não é à toa que ele seja tão vulnerável. Qualquer desequilíbrio — muscular, postural, de calçado ou de sobrecarga — pode desencadear um processo inflamatório que, com o tempo, evolui para dor crônica. 2. Por Que a Dor no Joelho Está Aumentando? Alguns fatores explicam esse crescimento: “A dor no joelho raramente tem uma causa única. Na maioria das vezes, é uma soma de fatores — e é por isso que o tratamento também precisa ser múltiplo.” — Dr. Marcelo 3. A Corrida e o Joelho: Vilã ou Aliada? Existe um mito comum de que correr ‘destrói o joelho’. A ciência, no entanto, mostra uma realidade mais nuançada: corredores recreativos têm MENOS artrose do que pessoas sedentárias. O problema não é correr — é correr mal. Os erros mais comuns dos corredores que acabam com dor no joelho: 4. Inovação no Calçado: Como a Tecnologia Pode Ajudar (e Muito) Nos últimos anos, as grandes marcas investiram bilhões em pesquisa para criar tênis que realmente fazem diferença — não apenas em desempenho, mas na proteção articular. Veja alguns destaques: Nike Air Zoom Alphafly — O Tênis da Quebra de Recordes O Alphafly foi o tênis que ajudou Eliud Kipchoge a quebrar a marca de 2 horas na maratona. O segredo está na combinação de três tecnologias: a espuma ZoomX (ultra leve e com alto retorno de energia), câmaras de ar Air Zoom no antepé, e uma placa de fibra de carbono embutida. Para quem corre com dor no joelho, o resultado prático é uma redução significativa do impacto em cada passada, menor esforço muscular e uma corrida mais fluida. É um equipamento de alto custo, mas que representa o estado da arte em proteção e performance. Adidas 4DFWD — Amortecimento do Futuro, Feito em Impressora 3D A Adidas trouxe uma revolução com o 4DFWD: a sola intermediária é impressa em 3D com uma estrutura reticulada que não apenas absorve o impacto vertical, mas o redireciona para a frente. Isso significa menos pressão sobre joelhos e quadris, e uma passada mais eficiente. A tecnologia foi desenvolvida com dados de mais de 5 milhões de pontos de pressão coletados de corredores reais. O resultado é um tênis que parece quase personalizado em como distribui as forças do impacto. Nike Mind 001 — O Tênis de Recuperação que Fala com o Cérebro Esse é talvez o mais inovador e menos conhecido. O Nike Mind 001 parece uma sandália simples — mas foi desenvolvido para uso na recuperação pós-treino com um conceito fascinante: estimular regiões sensoriais específicas da planta do pé para ativar circuitos neurológicos ligados à recuperação muscular e ao relaxamento do sistema nervoso. A sola usa diferentes texturas e densidades para criar estímulos que, segundo a Nike, reduzem a tensão muscular e melhoram o sono reparador. Para atletas mais velhos — ou qualquer pessoa que busca recuperação mais eficiente — ele representa uma forma inteligente de usar o calçado como ferramenta terapêutica. 5. Mas o Tênis Resolve Sozinho? Não. Tecnologia no calçado é um passo importante — mas é apenas uma peça do quebra-cabeça. O erro mais comum que vejo no consultório é focar apenas no joelho como se ele fosse uma peça isolada. O joelho dói porque algo no sistema como um todo está desequilibrado. Pode ser fraqueza nos glúteos, inflamação sistêmica por alimentação inadequada, deficiência de vitamina D e magnésio, um sistema nervoso sobrecarregado ou cartilagem que precisa de suporte regenerativo. 6. Como Abordo o Paciente com Dor no Joelho: Uma Visão Integrativa Na minha prática clínica, não trato uma articulação. Trato uma pessoa. Isso significa avaliar o paciente de forma ampla, considerando todos os sistemas envolvidos. Minha abordagem inclui: Avaliação Clínica Completa Suplementação Estratégica Quando identifico deficiências, corrijo com suplementação direcionada: vitamina D, colágeno tipo II, magnésio, ômega-3, entre outros. A cartilagem precisa de nutrientes para se regenerar — e muitas pessoas estão cronicamente deficientes. Procedimentos Regenerativos Para casos de artrose, desgaste ou inflamação persistente, utilizo procedimentos minimamente invasivos que estimulam a regeneração tecidual: Esses procedimentos não se limitam ao joelho — podem ser aplicados no quadril, ombro, coluna e outras articulações comprometidas. Neuromodulação com Tecnologia REAC Aqui está um diferencial que poucos médicos no Brasil oferecem. A tecnologia REAC (Radio Electric Asymmetric Conveyor) é uma forma de neuromodulação cerebral não invasiva que reorganiza o sistema nervoso autônomo — o sistema que regula inflamação, dor, sono, energia e recuperação. Quando o sistema nervoso está em desequilíbrio crônico (o que é muito comum em pessoas com dor crônica, atletas sobretreinados ou indivíduos sob estresse prolongado), o corpo perde a capacidade de se recuperar adequadamente. A REAC restaura esse equilíbrio, melhorando a resposta inflamatória, a qualidade do sono e a regeneração muscular e articular. Utilizo essa tecnologia há mais de uma década e ela é parte central do meu protocolo para pacientes com dor crônica, fibromialgia, artrose e atletas que buscam recuperação e performance. 7. O Que Você Pode Fazer Agora Independentemente de buscar atendimento médico, existem ações que você pode tomar hoje: Conclusão: O Joelho

China se torna o segundo país mais inovador na criação de remédios

A China está mudando o jogo da indústria farmacêutica e fazendo isso rápido. Em menos de uma década o país saiu de uma participação pequena e passou a responder por mais de 30 por cento do desenvolvimento global de novos medicamentos Enquanto isso o modelo tradicional começa a sentir pressão. Os Estados Unidos ainda são referência mas perderam espaço relativo e viram o número de programas chineses explodir de cerca de mil para mais de seis mil. No começo o movimento era focado em descoberta mas agora a China começa a avançar também nas fases finais e na criação de produtos próprios Esse ponto muda tudo porque historicamente as grandes farmacêuticas ocidentais licenciavam essas inovações. Agora o país começa a capturar mais valor dentro da própria cadeia e se posiciona não só como laboratório mas como protagonista Existe um impacto direto nisso custo. Desenvolver medicamentos na China é mais barato e isso abre espaço para uma possível redução de preços no futuro. Se esse modelo escalar ele pressiona o sistema atual baseado em altos custos de pesquisa e pode forçar uma reprecificação global beneficiando pacientes Mas o avanço vem com um desafio importante regulação. Órgãos como a FDA vão precisar decidir como validar estudos feitos fora do eixo tradicional principalmente quando os dados vêm de populações e contextos diferentes No fim o que está em jogo não é só liderança em inovação é o próprio modelo de acesso à saúde. Se a China conseguir sustentar qualidade e escala ao mesmo tempo ela pode mudar não só quem cria os remédios mas quanto o mundo paga por eles Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/