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Serena Williams vira garota propaganda da Mounjaro

Serena Williams, 23 vezes campeã de Grand Slam e aposentada desde 2022, acabou de fazer algo que muita celebridade evita: falou abertamente que usou um GLP-1 para emagrecimento e ainda virou rosto de campanha. O medicamento em questão é o Mounjaro (tirzepatida), que nos EUA também aparece no papo de perda de peso como Zepbound. E a parceria é com a Ro, empresa americana de telemedicina que vende tratamento com GLP-1 com acompanhamento clínico. Porque ela teve que usar a caneta? Segundo a própria Serena, ela treinou pesado, manteve dieta “limpa” e, depois de ter filhos, o corpo “não respondia” do jeito que respondia antes. A virada veio quando ela entendeu que o bloqueio não era moral, era biológico e que o caminho seria GLP-1 + suporte clínico. Em peça da campanha, ela diz que perdeu cerca de 14 kg em 8 meses e bate na tecla de que “não é atalho, é ciência”. A Ro anunciou uma campanha de marketing grande, com mídia digital, TV e OOH, e posicionou a parceria como um esforço de normalização do uso desses medicamentos para perda de peso. E tem um detalhe que muda a leitura do público: Alexis Ohanian, marido da Serena, é investidor e conselheiro da Ro. Ou seja, não é só publicidade, é também alinhamento de interesses. Isso não começou com ela A Ro já vinha montando esse “time” de celebridades. Em 2025, a empresa anunciou Charles Barkley como primeiro embaixador de GLP-1, também com narrativa de jornada, peso, recaída e recomeço. O que essa história sinaliza pro mercado? Aqui é onde a notícia fica interessante de verdade. o GLP-1 está saindo do “segredo” e virando identidade pública. Quando uma celebridade assume, ela muda o clima do assunto, tira do submundo da fofoca e leva para o território de tratamento, com menos vergonha e mais conversa aberta. Ao mesmo tempo, o marketing também está mudando de pele: sai a promessa de “corpo perfeito” e entra a narrativa de “saúde com suporte”, batendo em estigma, cuidado contínuo e acompanhamento, não só em estética. E tem mais um detalhe que explica por que isso está escalando tão rápido: a telemedicina está virando a porta de entrada do emagrecimento medicamentoso. Não é só a farmacêutica vendendo uma caneta, é um ecossistema inteiro rodando junto, com prescrição, acesso, acompanhamento e recorrência. 📩 Jornal FitFeed Para acompanhar o mundo de saúde e bem-estar pelo nosso jornal 🧬 👉 Inscreva-se aqui

Cientistas criam chiclete feito de plantas que mata vírus na boca

Pensa no seguinte: em vez de tentar barrar vírus só com vacina, remédio ou “fica em casa”, a ciência começa a brincar com uma ideia bem simples. Se a transmissão acontece muito pela boca, por que não reduzir o vírus dentro da própria boca? É exatamente isso que um time da Penn Dental Medicine (Universidade da Pensilvânia) e parceiros da Finlândia testou: uma goma de mascar “clínica” com uma proteína antiviral capaz de derrubar a carga viral de influenza A e herpes simples em modelos experimentais. O problema que ninguém vê A gente vive num mundo conectado e as ameaças “grandes” já deixaram trauma coletivo: COVID-19, H1N1, SARS, Ebola, Zika, H5N1. Mas tem um ponto que o estudo martela: as infecções comuns também custam caro e pegam geral. E aqui entra a dor do sistema: vacinação para gripe ainda é baixa em muita gente, e não existe vacina para HSV. Então o raciocínio é: “ok, e se a gente reduzir a carga viral no lugar em que o vírus pega carona pra passar adiante?” E como funciona esse chiclete? O ingrediente-chave vem de um feijão chamado lablab (Lablab purpureus), que naturalmente carrega uma proteína antiviral descrita como FRIL. A goma foi desenhada para liberar FRIL de forma consistente bem no local onde o vírus está ativo ( na cavidade oral ) Nos testes, eles avaliaram: E viram uma queda maior que 95% na carga viral usando 40 mg do componente ativo dentro de um tablete de goma de 2 g. Por que isso chama atenção em 2026? Porque não é a primeira vez que esse grupo brinca com essa lógica. Eles citam um trabalho anterior (que já estaria em ensaio clínico) em que uma abordagem parecida teria reduzido SARS-CoV-2 em saliva/amostras de swab em mais de 95%. Agora, a aposta é: se funciona tão bem em laboratório e o produto é “grau clínico”, dá pra ir pra testes em humanos pensando em redução de transmissão. E tem mais: eles montaram a goma como produto compatível com especificações da FDA e reportaram que, nesse formato, foi considerada segura no que foi avaliado até aqui. Tudo isso ainda é um modelo experimental para gripe e herpes, reduzir a “carga viral” é promissor, mas a transmissão real depende de vários outros fatores, como dose, tempo, comportamento e ambiente. Mesmo que avance, isso entra como camada extra, não substituto de vacina (quando existe), higiene, cuidado e políticas de saúde. 📩 Jornal FitFeed Para acompanhar o mundo de saúde e bem-estar pelo nosso jornal 🧬 👉 Inscreva-se aqui

Bob’s anuncia whey no sabor milk shake de morango

Sabe aquele Milk Shake de Morango clássico do Bob’s, que tem cara de “infância no shopping”?Ele acabou de ganhar uma versão bem 2026: sabor de fast food, formato de suplemento. A jogada é uma collab entre Bob’s + Atlhetica Nutrition, que pegou o gosto do milk shake e colocou dentro da linha Best Whey. A promessa é simples: unir nutrição funcional com memória afetiva, sem parecer que você está tomando “whey com gosto de laboratório”. O porquê disso fazer sentido O Bob’s vem empurrando forte o projeto Bob’s em Casa, que é basicamente levar a marca para fora do balcão e para dentro do varejo, em novos momentos do dia. Hoje, essa linha já tem:molhos (tipo Big Bob e outros) e até batata frita congelada. Agora, o whey entra como mais um “pedaço” dessa estratégia: estar presente quando a pessoa não está no restaurante, mas ainda quer a experiência. O detalhe que eles estão vendendo como diferencial A Atlhetica diz que o produto foi pensado para imitar a sensação do milk shake, não só o sabor. Por isso, eles colocaram pedaços desidratados de morango que “voltam” no preparo, além de focar na cremosidade. E na parte funcional, a entrega que aparece na embalagem é direta: 25 g de proteína por porção. Essa collab bate numa tendência clara: suplemento deixando de ser só performance e virando experiência.A ideia é diminuir a barreira mental do “preciso me cuidar, então preciso sofrer”, e colocar o cuidado em algo mais prazeroso e fácil de manter no dia a dia. Onde compra e como chega O whey está sendo vendido em potes de 900g e 450g, além de sachês de dose única, com foco em praticidade. A distribuição está acontecendo pelos canais oficiais da fabricante e lojas especializadas. 📩 Jornal FitFeed Para acompanhar o mundo de saúde e bem-estar pelo nosso jornal 🧬 👉 Inscreva-se aqui