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Hyrox anuncia primeiro cruzeiro fitness do mundo

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ARC-4: O tênis pensado para quem corre e faz academia ao mesmo tempo

Tem uma cena nova crescendo no fitness: gente que faz quilômetro na rua e, no mesmo dia, vai pro agachamento. E aí nasce um problema real:o tênis bom pra correr (leve, rápido, com placa) quase sempre é ruim pra treinar (instável, “mole” pro lado).E o tênis bom pra treinar, normalmente, mata sua corrida. Foi exatamente nessa lacuna que a 247, braço performance da Represent, decidiu entrar com o ARC-4: um modelo com placa de carbono, mas com a promessa de manter estabilidade pra movimentos híbridos. Como funciona sua tecnologia? A ideia do ARC-4 é misturar “cara de tênis de prova” com “pé no chão de academia”: Tradução FitFeed: é um tênis tentando ser dois mundos ao mesmo tempo sem virar “meio-boca” em ambos. Por que isso importa agora Porque o “atleta híbrido” deixou de ser nicho. A cultura de treino misto (corrida + força + condicionamento) está empurrando o mercado a criar produtos mais específicos, inclusive pra provas híbridas como HYROX. E o próprio George Heaton resume bem o espírito: ele queria um tênis que funcionasse tanto na corrida quanto no treino híbrido. 📩 Jornal FitFeed Para acompanhar o mundo de saúde e bem-estar pelo nosso jornal 🧬 👉 Inscreva-se aqui

A formação médica no Brasil está falhando?

Tem um dado que bate diferente: quase 1 em cada 3 cursos de medicina avaliados ficou nas faixas mais baixas. Na edição de 2025, 351 cursos foram avaliados e mais de 30% entraram em zona de alerta (conceitos 1 e 2), segundo a divulgação oficial do governo. Mas o que essa nota mede? O critério do exame é direto: qual porcentagem de concluintes atinge um nível mínimo de proficiência. O próprio Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira explica que o Enamed nasce para avaliar competências esperadas pelas diretrizes curriculares e unificar instrumentos que antes estavam espalhados (incluindo a parte do Enade de medicina). E olha o que acontece com quem foi mal Aqui o recado ficou mais duro: tem consequência regulatória. Pelos critérios anunciados pelo Ministério da Educação, cursos com baixa proficiência podem sofrer desde redução de vagas até suspensão de novos ingressos, além de restrições relacionadas a programas federais. Ou seja: não é só “nota feia”. É tentativa de frear uma máquina que pode estar formando gente sem lastro. O dilema por trás do dilema O Brasil está numa fase de “boom” de formandos. E o dado que deixa isso ainda mais sensível é a projeção: estudos de demografia médica indicam que o país pode chegar perto de 1,2 milhão de médicos por volta de 2035, com crescimento forte da força de trabalho médica. Só que aqui entra a pergunta que ninguém quer responder no automático: Formar mais médicos melhora a assistência… ou só aumenta o volume? Porque medicina não é linha de produção.É decisão clínica. É segurança do paciente. É humildade pra pedir ajuda. É supervisão de verdade. Sem estrutura, hospital-escola, preceptoria e régua alta de competência, o risco é um só: a conta estoura no sistema e no paciente (e aí não tem jaleco que resolva). O movimento do Conselho Federal de Medicina adiciona mais pressão Pra piorar (ou “pra ajustar”, dependendo do lado), o CFM avalia medidas para impedir que parte dos recém-formados com desempenho muito baixo consiga registro para atender, segundo reportagens recentes. É uma discussão espinhosa: de um lado, proteção do paciente. Do outro, o que fazer com quem já está no sistema, com diploma na mão, dívida no bolso e futuro travado. 📩 Jornal FitFeed Para acompanhar o mundo de saúde e bem-estar pelo nosso jornal 🧬 👉 Inscreva-se aqui

1 em cada 3 mulheres no Brasil relatam insônia

Tem um dado que dá aquele incômodo bom, porque obriga a gente a encarar a realidade. Pela primeira vez, o Vigitel 2025 colocou o sono no centro do retrato da saúde nas capitais brasileiras. E o recado é direto: as mulheres dormem pior que os homens. O que o Vigitel está mostrando Na média, 36,2% das mulheres relataram sintomas de insônia. Entre os homens, 26,2%. E tem mais um corte que pesa: 21,3% das mulheres disseram dormir menos de 6 horas por noite (nos homens, 18,9%). Agora olha o mapa. Em algumas capitais, a coisa piora: Pergunta honesta: em que momento a gente normalizou viver cansada? A biologia ajuda a explicar, mas não carrega a culpa sozinha Sim, tem corpo na história. Ciclo menstrual, gestação e climatério mexem com temperatura, humor, dor, ansiedade, despertares. Isso existe. Mas tem o outro lado que costuma ser o mais ignorado: a carga mental. Quando o dia nunca termina, o cérebro não entende que “agora é hora de desligar”.Ele só entende que ainda tem coisa pendente. Tudo isso tem causa um risco grave Dormir pouco, repetidamente, costuma andar junto de um combo que cobra juros: O “futuro do descanso” já virou pauta de wellness Tem duas tendências acontecendo ao mesmo tempo: Só que tem um lembrete importante: wearable nenhum resolve uma vida impossível.Ele só te mostra o tamanho do incêndio. O caminho mais pé no chão costuma começar pelo básico: rotina mais regular, menos tela perto da hora de dormir, luz mais baixa à noite, cafeína mais cedo. E, quando tem componente hormonal, ansiedade importante ou insônia frequente, vale buscar avaliação profissional. No fim, a pergunta que fica é simples: o seu sono está sendo prioridade ou está sobrando para depois? 📩 Jornal FitFeed Para acompanhar o mundo de saúde e bem-estar pelo nosso jornal 🧬 👉 Inscreva-se aqui