Pela décima vez, a Smart Fit foi eleita a melhor academia de São Paulo, consolidando sua liderança absoluta no mercado. Mas o sucesso da gigante do fitness vai muito além dos números: a empresa construiu um império ao mirar de frente em um dos maiores problemas de saúde do país, o sedentarismo, que atinge 47% dos brasileiros e nos coloca no topo do ranking da América Latina. Tecnologia e expansão: uma estratégia para combater a inércia A grande sacada do Smart Fit foi entender que a falta de tempo e o acesso são as principais barreiras para a prática de exercícios. Uma resposta? Uma estratégia agressiva de expansão, com a revelação de 360 novas unidades para acabar com a superlotação, e um forte investimento em tecnologia. Seu aplicativo oferece treinos rápidos de 15 a 20 minutos, levando o fitness para quem não consegue ir até uma unidade física e reforçando a tendência de serviços híbridos no setor de bem-estar. Mais que músculos: a academia como um centro de bem-estar Alinhada à mudança de comportamento do consumidor pós-pandemia, que busca saúde além da estética, a empresa evoluiu seu modelo de negócio. A Smart Fit não é mais apenas um lugar para treinar. Com a incorporação de serviços como bioimpedância e acompanhamento nutricional, a rede se posiciona como um centro de saúde integrado, focando em um bem-estar holístico e na longevidade. A estratégia é reforçada por uma rede social interna, que cria um senso de comunidade e aumenta a motivação, especialmente para iniciantes. O futuro é phygital e com propósito O case da Smart Fit deixa uma lição clara para o mercado: a liderança sustentável vem de um entendimento profundo da jornada do cliente, integrando o físico e o digital. Ao focar no público jovem e transformar o combate ao sedentarismo em seu core business, a empresa não apenas garante seu crescimento, mas redefine o que significa ser uma academia no século XXI. Quer continuar por dentro do que realmente está apostando no bem-estar? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Inscreva-se em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/
Quando a rotina vira estratégia Na Suécia onde a bicicleta faz parte do dia a dia o McDonald’s decidiu não inventar nada novo apenas observar o comportamento local e adaptar sua operação algumas unidades passaram a oferecer o chamado cycle thru permitindo que ciclistas façam pedidos direto na janela como qualquer carro O mesmo fluxo outro veículo Na prática nada muda no cardápio ou no processo o que muda é o meio em vez de volante o cliente chega pedalando faz o pedido e segue o fluxo normal isso reduz atrito e encaixa a marca na rotina real das pessoas sem precisar forçar uma mudança de hábito Um insight simples bem executado A força da ação está na simplicidade olhar para um comportamento já existente e amplificar isso na comunicação as peças mostram o consumidor em movimento comendo enquanto pedala criando uma narrativa direta que não precisa de explicação porque já faz parte da cultura local Marca que acompanha o contexto Esse tipo de movimento mostra uma mudança importante não é mais sobre adaptar o consumidor à marca mas adaptar a marca ao consumidor quando a operação acompanha o estilo de vida a experiência deixa de ser exceção e vira extensão natural do dia O que isso diz sobre o mercado No fim o cycle thru reforça uma lógica que está crescendo dentro do branding as melhores ideias muitas vezes não vêm de inovação radical mas de leitura de contexto quem entende o comportamento certo consegue criar experiências mais relevantes com menos esforço Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/
A Eli Lilly que ganhou protagonismo recente com o Mounjaro agora está olhando para outro campo e fez um acordo que pode chegar a 2,3 bilhões de dólares para reforçar sua presença no tratamento de câncer com a aquisição da Ajax Therapeutics O foco está no câncer de sangue O movimento é direcionado principalmente para cânceres hematológicos e o principal ativo envolvido é um medicamento experimental voltado para mielofibrose um tipo raro de câncer do sangue ainda em fase inicial de testes clínicos com expectativa de novos dados em breve A lógica do investimento Parte relevante do valor do acordo depende do avanço desses estudos ou seja não é só compra é aposta em validação clínica isso mostra como o risco e o potencial caminham juntos nesse tipo de inovação Um passo além na estratégia Além desse movimento a empresa também vem negociando outras aquisições no mesmo espaço ampliando sua atuação em terapias mais avançadas incluindo abordagens que buscam reprogramar células do próprio paciente algo que pode simplificar tratamentos complexos no futuro O que isso diz sobre o momento Mesmo com o sucesso em medicamentos para obesidade o segmento de oncologia já representa uma fatia relevante da receita da companhia o que reforça que o jogo não está em uma única categoria mas na capacidade de atuar em diferentes frentes ao mesmo tempo Para onde o mercado está indo No fim o movimento mostra uma virada clara grandes farmacêuticas estão usando o caixa gerado por blockbusters para acelerar inovação em áreas mais complexas e de alto impacto como o câncer quem conseguir transformar pesquisa em terapia viável mais rápido tende a liderar a próxima fase da indústria Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/
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