O portal de notícias sobre o
ecossistema do bem-estar e
da wellness economy no Brasil.

Agora

Microsoft acaba de estrear IA que cuida da sua saúde

Veja mais

Nike aposta em tênis de basquete “futurista” que melhora a performance

O modelo ainda não foi oficialmente anunciado, mas já começou a circular entre atletas e convidados no NBA All-Star Game. O possível nome do tênis é GT Future, e as primeiras aparições sugerem que ele pode ser a próxima aposta da marca dentro da categoria performance basketball. Quem chamou atenção para o modelo foi o rapper Wale, conhecido há anos por sua ligação com o universo sneaker. Durante o Nike Future Game, realizado em fevereiro, Wale apareceu usando uma versão inédita do tênis. A cena lembrou os anos 2010, quando o artista frequentemente revelava modelos secretos da Nike antes dos lançamentos oficiais. Na época, suas aparições eram muitas vezes o primeiro sinal de que um novo tênis estava a caminho. Uma estética que lembra a era futurista da Nike Basketball As primeiras imagens do modelo indicam uma estética fortemente inspirada no início dos anos 2000. A silhueta traz referências visuais que lembram modelos como o Nike Zoom Hyperflight, conhecido por seu design futurista e linhas aerodinâmicas. Alguns observadores também apontaram semelhanças com o clássico Nike Air Foamposite, outro ícone da Nike Basketball daquela época. O design parece apostar em uma construção mais robusta e escultórica, algo que marcou muitos tênis da marca no começo do século. Segundo rumores do mercado, o projeto estaria ligado a designers históricos da marca, como Eric Avar e Aaron Cooper. Ambos tiveram participação importante em alguns dos modelos mais icônicos da Nike Basketball. Caso confirmado, o GT Future poderia representar uma tentativa da marca de recuperar a energia criativa daquela fase. Outro ponto que chamou atenção foi a escolha de Wale para apresentar o modelo. Nos últimos anos, muitas marcas passaram a priorizar grandes influenciadores para lançar produtos. Ao trazer alguém profundamente ligado à cultura sneaker, a Nike parece sinalizar um retorno a uma estratégia mais conectada com a comunidade que acompanha o universo dos tênis há décadas. Quando o tênis pode chegar ao mercado? Até agora, três combinações de cores do GT Future já foram vistas circulando em eventos ligados ao All-Star Weekend. Apesar de ainda não existir confirmação oficial da Nike, a expectativa é que o modelo chegue ao mercado ainda em 2025. Se isso acontecer, ele pode se tornar uma das novas apostas da marca dentro do basquete.

O Boticário escolhe Malu Borges para lançar creme que hidrata a pele

A O Boticário acaba de apresentar uma nova extensão de uma de suas linhas mais icônicas. O lançamento da fragrância e do creme Lily Cashmere chega acompanhado de uma campanha digital liderada pela influenciadora Malu Borges. A proposta é transformar o produto em um símbolo de sofisticação dentro da rotina de autocuidado. O universo Lily ganha uma nova assinatura A linha Lily já é conhecida no Brasil pelos cremes acetinados que misturam hidratação profunda com perfumaria intensa. Com Lily Cashmere, a marca expande esse território. A ideia é trazer uma nova interpretação olfativa e sensorial para a coleção, mantendo o DNA de elegância que tornou a linha uma das mais desejadas da marca. O lançamento reforça o posicionamento de Lily dentro da categoria de cremes corporais premium, onde textura, fragrância e experiência sensorial se tornaram elementos centrais. Uma campanha construída nas redes sociais A estratégia de lançamento foi pensada para nascer diretamente no ambiente digital. Malu Borges aparece como protagonista da campanha, compartilhando conteúdos que mostram o produto integrado à sua rotina. O formato aposta em vídeos e publicações que destacam textura, brilho acetinado na pele e a experiência sensorial do produto. Em vez de uma campanha tradicional, o lançamento segue o formato que domina o mercado de beleza atualmente. Conteúdo que parece parte da vida real de quem usa o produto. Depois da primeira ativação com Malu, a campanha se expande com um grande squad de criadoras de conteúdo. Influenciadoras e consumidoras que já são fãs da marca começam a testar e avaliar o produto. A ideia é criar uma onda de reviews e comparações entre o Lily Cashmere e outras versões da linha. Esse movimento reforça uma tendência clara no setor de beleza. Hoje, a opinião da comunidade pesa tanto quanto a comunicação oficial da marca. Um dos ícones de cuidado corporal no Brasil Segundo a marca, o creme acetinado de Lily já ocupa um lugar especial na rotina de muitas consumidoras brasileiras. Ele se tornou um produto conhecido por unir hidratação intensa e perfumaria sofisticada, algo que ajudou a consolidar a linha como referência dentro do portfólio da empresa. O lançamento do Lily Cashmere surge justamente para ampliar essa experiência, oferecendo novas nuances de fragrância sem perder a identidade da linha. Criado em 1977, O Boticário se tornou uma das maiores empresas de beleza do país. A marca possui presença em mais de 1.650 cidades brasileiras e também opera em diversos mercados internacionais. Além de perfumaria e cuidados pessoais, a empresa mantém iniciativas ligadas à sustentabilidade, como o programa Boti Recicla, considerado um dos maiores sistemas de logística reversa de embalagens do setor.

Cientistas criam minirrobô capaz de entrar no corpo e remover pedras nos rins

Pesquisadores estão desenvolvendo uma tecnologia que parece saída de um filme de ficção científica. Pequenos robôs capazes de dissolver pedras nos rins diretamente dentro do corpo, sem necessidade de cirurgia. O estudo foi publicado na revista científica Advanced Healthcare Materials e descreve dispositivos minúsculos guiados por campos magnéticos que conseguem alterar a química da urina para dissolver cálculos renais. Nos testes de laboratório, a técnica conseguiu reduzir cerca de 30% da massa de pedras de ácido úrico em apenas cinco dias. Como os minirrobôs atuam dentro do corpo Nem todas as pedras nos rins são iguais. Cerca de 13% dos casos são formados principalmente por ácido úrico, que se cristaliza quando a urina se torna muito ácida. O tratamento tradicional nesses casos muitas vezes tenta aumentar o pH da urina, tornando o ambiente menos ácido para que os cristais comecem a se dissolver. Os minirrobôs foram criados justamente para provocar esse processo de forma localizada. Cada dispositivo carrega uma enzima chamada urease. Quando essa enzima entra em contato com a ureia presente naturalmente na urina, ocorre uma reação química que libera amônia e altera o pH do ambiente. Com a urina menos ácida, os cristais de ácido úrico começam a se dissolver. Como os robôs são guiados Os dispositivos têm cerca de 1 milímetro de espessura e 12 milímetros de comprimento. Eles são feitos de um material semelhante a hidrogel, parecido com gelatina, que permite flexibilidade dentro do corpo. No interior existe um microímã, que permite movimentar o robô com campos magnéticos externos. Na prática, o procedimento funcionaria assim. O robô seria inserido no trato urinário por meio de um cateter fino.Campos magnéticos externos guiariam o dispositivo até a pedra nos rins.Ao chegar ao local, a enzima iniciaria a reação química que altera o pH da urina. Esse ambiente mais alcalino ajuda a dissolver o cálculo renal. Nos testes, o pH da urina passou de cerca de 6 para aproximadamente 7, faixa considerada ideal para dissolver esse tipo de pedra. Quanto tempo levaria para dissolver uma pedra O tempo de dissolução depende muito do tamanho do cálculo. Segundo os pesquisadores, o processo pode levar de alguns dias a algumas semanas. A boa notícia é que a pedra não precisa desaparecer completamente. Cálculos menores que cerca de 4 milímetros já podem ser eliminados naturalmente pelo organismo. Como os robôs seriam removidos? Após o tratamento, os dispositivos não precisariam necessariamente de cirurgia para serem retirados. Eles poderiam ser eliminados naturalmente pela urina ou removidos com ajuda de um ímã externo. Isso reduziria ainda mais o caráter invasivo do procedimento. Apesar do potencial, a tecnologia ainda está em fase inicial. Os testes até agora foram feitos apenas em urina sintética e modelos artificiais do trato urinário criados com impressão 3D. Antes de chegar a pacientes reais, os cientistas ainda precisam testar como os robôs se comportam no fluxo real de urinase eles podem ser guiados com precisão dentro do corpoe se existe risco de resposta inflamatória ou imunológica Os pesquisadores estimam que testes em humanos ainda podem levar pelo menos cinco anos. Um possível futuro para tratamentos menos invasivos Se a tecnologia funcionar em humanos, ela pode abrir caminho para um novo tipo de tratamento médico. Menos invasivo, mais preciso e direcionado. No futuro, dispositivos semelhantes também poderiam ser usados para levar medicamentos diretamente ao trato urinário, como antibióticos para tratar infecções recorrentes.