Em Dubai, a adidas decidiu entrar no running de um jeito que foge do óbvio. Em vez de só aparecer com logo, ativação genérica e foto bonita, a marca entrou no ritual que todo corredor já faz. O famoso carb loading. Nasceu aí a Adizero Pasta. Um ravioli em edição limitada, criado em parceria com a Sagra Italian pastificio, um laboratório artesanal de massas da cidade, inspirado no Adizero EVO SL e na cultura de abastecer o corpo nos dias que antecedem a prova. Carregar carboidrato é uma das poucas coisas que conecta todo mundo antes de uma maratona. Do iniciante ao sub 3h. Do metódico ao caótico. Cada um do seu jeito, mas todo mundo faz. A adidas entrou nesse hábito já existente e deu forma, lugar e narrativa para ele. Um dia antes da corrida, corredores foram convidados a retirar a Adizero Pasta de graça apresentando o número de peito ou um runner ID. Vira um ponto de encontro. Um check in emocional. Um “agora é sério”. Você senta, come, respira e entende que está na reta final. A marca também ampliou a experiência para fora do evento físico. Fechou com a Careem para disponibilizar a massa em Dubai por tempo limitado, levando o ritual para a cidade inteira com o que mais importa em ativação bem feita: acesso e conveniência. O resultado é simples de explicar e difícil de executar. Em vez de tratar alimentação pré prova como “necessidade funcional”, a adidas reposicionou como cultura. Um momento compartilhado. Um símbolo da semana de corrida. 📩 Jornal FitFeed Para acompanhar o mundo de saúde e bem-estar pelo nosso jornal 🧬 👉 Inscreva-se aqui
A Function se uniu à Erewhon para lançar o “The World’s Healthiest Smoothie?” Em vez de começar com uma promessa genérica de “super saudável” e depois montar a lista de ingredientes, eles fizeram o caminho inverso. Olharam para dados reais da base de membros da Function e formularam a receita a partir daí. A assinatura técnica leva o nome de Mark Hyman, médico e cofundador da Function. O que vem no produto? O smoothie vem em garrafa de vidro e foi pensado para funcionar como uma refeição completa. São 20 ingredientes escolhidos para apoiar função metabólica, estabilidade de açúcar no sangue, saúde do microbioma e equilíbrio inflamatório. A fórmula puxa forte para suporte glicêmico e cardiovascular. Canela do Ceilão e suco de beterraba prensado a frio entram como aliados metabólicos. Óleos ricos em ômega ajudam na qualidade das gorduras consumidas. A base de fibras vem de linhaça, chia e banana verde. A proteína é de chocho, uma leguminosa cultivada em grandes altitudes nos Andes, combinada com BCAAs e creatina para suporte muscular. Mirtilos silvestres, romã e cranberry reforçam o perfil antioxidante. Rúcula, ervas frescas e gengibre completam o pacote com micronutrientes adicionais. Por que esses ingredientes? A Function analisou dados da própria base e identificou dois padrões recorrentes. Mais de 65% dos membros estão fora da faixa ideal de insulina em jejum, muitas vezes relacionada ao padrão alimentar. E 54% apresentam Apolipoproteína B elevada, marcador associado à qualidade da gordura consumida e ao risco cardiovascular. A lista de ingredientes foi montada mirando exatamente esses marcadores. Não é wellness genérico. É tentativa de intervenção direcionada. Se o smoothie, de fato, muda marcadores metabólicos, é uma conversa mais longa. Mas o método chama atenção. É um produto formulado a partir de dados clínicos reais, não apenas tendência. O que está por trás da estratégia Cada garrafa vem com um QR code oferecendo 25 dólares de desconto na assinatura da Function, que custa 365 dólares por ano e dá acesso a mais de 160 exames laboratoriais, incluindo hormônios, tireoide, fígado, rins, metais pesados, níveis nutricionais e marcadores inflamatórios. Ou seja, o smoothie é porta de entrada. O produto maior é entender sua própria biologia. 📩 Jornal FitFeed Para acompanhar o mundo de saúde e bem-estar pelo nosso jornal 🧬 👉 Inscreva-se aqui
A Minimis anunciou o Flow, um óculos esportivo inteligente que promete fazer o trabalho do seu GPS watch, do ciclocomputador e até do celular. Tudo direto na lente. Sem olhar para o pulso. Sem suporte no guidão. Sem depender do telefone no bolso. A proposta é simples: colocar seus dados de performance no campo de visão, em tempo real. O que o Minimis Flow faz? No lado direito da lente, um pequeno display projeta informações como frequência cardíaca, pace, distância e navegação curva a curva. Você continua olhando para frente. Os dados aparecem sobrepostos, sem bloquear a visão natural. Dentro da armação, vem um pacote tecnológico completo: Os óculos ainda contam com lente fotocromática que se adapta à luz, proteção UV400, tratamento antiembaçante, apoio nasal antiderrapante e opção de lente magnética com grau. O apelo do head up display é manter os olhos na rota e as mãos livres. Segurança e fluidez. Óculos inteligentes para atletas não são novidade. O problema sempre foi peso, bateria ou tela ilegível sob sol forte. A Minimis afirma ter resolvido esses gargalos com conectividade independente e uma tecnologia de display mais eficiente. Se entregar o que promete, pode transformar o relógio esportivo em intermediário desnecessário. Em vez de olhar para baixo para entender seu treino, você passa a viver o treino com dados integrados ao ambiente. É uma camada digital sobre a realidade física. Performance sem distração. A Minimis também abriu lista de espera no site minimis.co e está captando investimento via Wefunder, com planos de expandir para golfe, esportes de neve e natação. 📩 Jornal FitFeed Para acompanhar o mundo de saúde e bem-estar pelo nosso jornal 🧬 👉 Inscreva-se aqui
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