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5 marcas da ExpoWest que mostram para onde vai o mercado de alimentos saudáveis

A Natural Products Expo West é o lugar onde o futuro da alimentação saudável costuma aparecer primeiro. Entre milhares de produtos expostos, algumas marcas mostram com clareza para onde a indústria está caminhando. Da hidratação funcional aos superfoods regenerativos, essas empresas ajudam a entender como saúde, nutrição e sustentabilidade estão se misturando no mesmo produto. Leisure Hydration Essa marca nasceu de uma ideia simples Se hidratação melhora a performance de atletas, por que não poderia melhorar também o dia a dia de qualquer pessoa. A marca criou uma bebida funcional com apenas 30 calorias, baixo açúcar e uma combinação de eletrólitos, vitaminas e ingredientes que ajudam no foco e na redução do estresse. Entre os principais compostos estão magnésio, vitamina C, vitamina B6, vitamina B12 e adaptógenos como ashwagandha e L-teanina. A proposta é transformar a hidratação em algo que impacta não só o corpo, mas também o humor e a clareza mental. Kuli Kuli A Kuli Kuli nasceu de uma experiência no Corpo de Paz. A fundadora Lisa Curtis conheceu o poder nutritivo da moringa enquanto trabalhava com agricultoras no Níger e decidiu levar esse superfood para o mercado americano. Hoje a empresa trabalha com ingredientes como moringa, baobá, hibisco, lucuma e cacau, sempre com foco em agricultura regenerativa e comércio justo. A ideia é transformar superfoods em alimentos do dia a dia, ao mesmo tempo em que fortalece comunidades agrícolas ao redor do mundo. Maeve A Maeve Chocolate representa outra tendência crescente. Produtos indulgentes que também carregam valores de sustentabilidade e impacto social. A marca nasceu em Seattle e ganhou força após um terremoto destruir a fábrica original da empresa no início dos anos 2000. Hoje a operação é liderada por Jean Thompson e sua filha Ellie, que transformaram o chocolate em uma plataforma para ingredientes éticos, cadeia produtiva transparente e uma marca com identidade forte. Coyotas A Coyotas Tortillas aposta em um conceito simples. Quanto menos ingredientes, melhor. A empresa criou tortillas feitas com apenas quatro componentes. Farinha de mandioca orgânica, água, óleo de coco e sal marinho. O produto não tem glúten, grãos ou aditivos artificiais e é produzido em pequenos lotes na Califórnia. É um exemplo claro do movimento de “clean label”, onde alimentos voltam a ter listas de ingredientes curtas e reconhecíveis. Pacha A Pacha Bread nasceu de uma frustração comum. Encontrar pão sem glúten que realmente seja nutritivo. A solução da marca foi criar um pão feito a partir de sementes de trigo sarraceno germinadas e fermentadas naturalmente. O ingrediente também é usado na agricultura regenerativa porque melhora a saúde do solo e aumenta a biodiversidade. Além disso, a empresa utiliza embalagens compostáveis e destina parte das vendas para apoiar fazendas regenerativas. O que essas marcas mostram Mesmo sendo categorias diferentes, todas seguem a mesma lógica. A alimentação saudável está deixando de ser apenas sobre calorias ou macronutrientes. Agora ela também envolve origem, sustentabilidade e impacto social. A NaturalTech e a fitfeed estão juntas na cobertura do evento.

6 movimentos que estão moldando o futuro da saúde na Expo West

A Natural Products Expo West é o maior encontro do mundo para quem trabalha com produtos naturais, suplementos e alimentos funcionais. E o que aparece por lá normalmente vira tendência global pouco tempo depois. Na edição de 2026, até agora seis movimentos ficaram claros. Eles mostram para onde a indústria da saúde e da nutrição está caminhando. A economia dos medicamentos GLP-1 Os medicamentos da família GLP-1 estão mudando a forma como os produtos são desenvolvidos. Esses remédios aumentam a sensação de saciedade. As pessoas passam a comer menos e procuram alimentos mais nutritivos. Por isso, muitas empresas estão criando produtos pensados especificamente para quem usa essas medicações. A nutrição líquida aparece como uma solução prática para garantir proteína e nutrientes sem sobrecarregar o sistema digestivo. A proteína saiu da academia Proteína deixou de ser algo exclusivo do universo fitness. Na Expo West ela aparece cada vez mais ligada ao envelhecimento saudável. Marcas estão posicionando proteínas de alta pureza e tecnologia como solução para combater a sarcopenia, a perda de massa muscular associada à idade. O nutriente virou peça central da nutrição moderna. Colágeno virou padrão do mercado O colágeno continua forte, mas a conversa evoluiu. Ele deixou de ser novidade e passou a ser quase um ingrediente obrigatório dentro do mercado funcional. Agora o foco está na bioatividade comprovada e na transparência da cadeia de produção. Empresas começam a destacar como o colágeno é produzido, qual tecnologia foi usada e quais benefícios realmente são comprovados. O movimento das bebidas sem álcool ta ganhando espaço O chamado movimento “curiously sober” ganhou uma nova camada que não se trata apenas de bebidas sem álcool. As marcas estão adicionando nootrópicos e adaptógenos para criar bebidas que ajudam a relaxar e socializar. A ideia é manter a experiência social da bebida sem os efeitos negativos do álcool. O varejo está mudando de lógica Outra mudança importante está acontecendo dentro das lojas. Em vez de organizar produtos por categoria, muitos varejistas começam a organizar por missão de saúde. Isso significa que as prateleiras passam a ser estruturadas por objetivos como imunidade, sono, metabolismo, cognição ou suporte para usuários de GLP-1. O consumidor deixa de comprar um produto isolado e passa a buscar uma solução completa. A inteligência artificial entrou no desenvolvimento de alimentos A inteligência artificial também está mudando a forma como novos produtos são criados. Empresas estão usando algoritmos para prever sabores, testar formulações e desenvolver produtos personalizados. Com isso, o tempo de inovação diminui drasticamente. Algo que antes levava trimestres para ser desenvolvido agora pode acontecer em poucas semanas. O que isso mostra? A Expo West continua sendo um dos principais termômetros da economia da saúde. As tendências deste ano mostram uma indústria cada vez mais conectada com ciência, tecnologia e comportamento do consumidor. Não é mais só sobre vender alimentos, é sobre construir soluções completas para saúde, longevidade e performance. A NaturalTech e a fitfeed estão juntas na cobertura do evento.

O Própolis mais eficaz do mundo é brasileiro e usa nanotecnologia

O própolis faz parte da rotina de saúde de milhões de brasileiros há décadas. Aparece no cházinho da vovó, na farmácia do bairro, na gôndola do mercado. Mas poucos sabem que o organismo aproveita apenas uma fração do que ingere. A própolis é uma substância altamente resinosa, suas moléculas são grandes, instáveis e difíceis de absorver. O composto passa pelo sistema digestivo e boa parte dos ativos vai embora antes de chegar às células. O consumidor paga pelo produto, mas recebe menos do que ele poderia oferecer. Esse limite existe há décadas e o mercado simplesmente aprendeu a conviver com ele. Foi exatamente nesse ponto que a APISVIDA decidiu inovar O que a ciência tem a dizer? A própolis verde brasileiro é reconhecido como o mais estudado do mundo, só na base de dados científica PubMed são mais de 700 estudos publicados documentando suas propriedades antimicrobianas, antioxidantes, anti-inflamatórias e imunomoduladoras. É exatamente esse ponto que a nanotecnologia veio resolver. Ao reduzir as partículas do ativo à escala nanométrica, a tecnologia permite que os compostos atravessem as barreiras biológicas com muito mais eficiência, biodisponibilidade, estabilidade, e aproveitamento real pelo organismo. A indústria brasileira que foi buscar a solução na universidade A APISVIDA carrega mais de 32 anos no setor apícola e uma trajetória que começa ainda em 1958, quando a família fundadora iniciou sua relação com as abelhas. Com esse domínio sobre as matérias-primas, a empresa se fez uma pergunta que o mercado ainda não tinha respondido: como fazer a própolis entregar, de verdade, tudo que contém? A resposta veio de uma parceria com pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) e com anos de desenvolvimento criaram a Nanoprópolis, primeiro suplemento de própolis produzido com nanotecnologia do mundo. A tecnologia utiliza nanoestruturas lipídicas que encapsulam os ativos da própolis verde e aumentam em até 400% a eficácia em relação aos extratos de própolis convencionais. Sem álcool, sem glúten, com liberação prolongada e absorção máxima. Um produto que, também, pode ser consumido por toda a família, incluindo gestantes e pessoas com restrição ao álcool, algo que os extratos tradicionais não permitem. Em 2025, a Nanoprópolis foi premiada em primeiro lugar no Naturaltech Awards na categoria de inovação do ano. Natureza e ciência nunca foram opostos. A ciência existe para entender a natureza e para ajudar o organismo a se beneficiar dela de forma mais completa. A pergunta que fica é: Se a nanotecnologia te permite consumir um suplemento de própolis de alta absorção, faz sentido continuar com a versão que entrega menos?