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Nike retoma linha de produtos com foco em corredores de trilha

A Nike está trazendo de volta a All Conditions Gear como uma marca outdoor de verdade e já chega mirando um público específico: trail runners, a galera que troca asfalto por terra, pedra, subida e lama. Porque, vamos ser honestos, nos últimos anos a ACG tinha virado mais streetwear com estética de aventura do que performance pra trilha. Esse relançamento é um reset. E tem uma decisão simbólica aqui: a Nike Trail será absorvida pela ACG, como se a Nike estivesse dizendo que agora a disputa é pra valer. O lineup estreia com quatro peças que funcionam como cartão de visita dessa nova fase. Um detalhe importante é que todos os produtos foram desenvolvidos com o All Conditions Racing Department da Nike, um grupo formado por 28 trail runners de elite em oito países que testaram protótipos e devolveram feedback real de uso. E o timing não é aleatório. A participação no trail running nos Estados Unidos cresceu mais de 25% nos últimos anos. Até agora, esse território era dominado por marcas nativas do outdoor como Salomon e Hoka. A ACG é a primeira tentativa realmente séria da Nike de competir nesse espaço com produtos pensados do zero para trilha, e não adaptações de tênis de rua com sola agressiva. No fundo, a mensagem é clara. A Nike quer voltar a ser relevante onde o suor não é instagramável, é real. 📩 Jornal FitFeed Para acompanhar o mundo de saúde e bem-estar pelo nosso jornal 🧬 👉 Inscreva-se aqui

Skol lança cerveja zero açúcar e zero álcool

Neste Carnaval, a Skol lança a Skol Zero Zero, sua primeira cerveja com zero álcool e zero açúcar, e apenas 12 calorias por lata. É puro malte, sem glúten e, segundo a empresa, a primeira do país a reunir os dois atributos no mesmo produto. O ponto aqui não é restrição. É comportamento. A Ambev trata o lançamento como a maior aposta da Skol nos últimos cinco anos e usa a força da marca para acelerar a categoria de cervejas sem álcool no Brasil, hoje ainda pequena, mas em crescimento acelerado. A leitura é clara: quando o “zero” entra na marca mais consumida do país, ele deixa de ser nicho e vira opção de ocasião. Do lado técnico, o desafio foi grande. A fermentação transforma açúcar em álcool. Tirar o álcool já é complexo. Chegar ao zero açúcar exige controle ainda mais rigoroso do processo produtivo. A Skol Zero Zero começa a ser fabricada na cervejaria de Lages (SC), considerada pela empresa a unidade mais preparada para esse tipo de produção no Brasil. A escolha da Skol também tem lógica de escala. Estimativas citadas pela companhia indicam que cerca de 50% dos consumidores de cerveja no país consumiram Skol nos últimos três meses. Para a marca, o “zero” cresce quando a alternativa está dentro do rótulo que já faz parte da rotina. O lançamento começa por São Paulo, com distribuição via Zé Delivery, lojas Oxxo e venda de rua durante o Carnaval. O preço fica alinhado ao da Skol tradicional. A estratégia inclui ativações em grandes eventos, estações de metrô e ações de experimentação digital, com expectativa de impactar mais de 1 milhão de pessoas. O movimento acontece em um momento-chave. Dados recentes mostram que a categoria de cervejas sem álcool é a que mais cresce no Brasil, impulsionada por mudanças de hábito. 56% dos brasileiros dizem reduzir o consumo de álcool e, entre a Geração Z, esse número sobe para 61%. 📩 Jornal FitFeed Para acompanhar o mundo de saúde e bem-estar pelo nosso jornal 🧬 👉 Inscreva-se aqui

SmartFit aposta em nova IA que economiza 480 horas de trabalho

A Magnotech, startup por trás da plataforma SmartOffice, virou uma das apostas do ecossistema Smart Fit depois de crescer 1772% em 2025. O ponto aqui não é “negócio crescendo”. É o que essa automação destrava no mundo real: menos fricção na operação = mais energia pro que importa na experiência wellness. Porque academia não é só esteira e halter. É atendimento, suporte, comunicação, rotina, agendamento, reembolso, dúvidas, cobrança, cancelamento, reativação, esse “miolo invisível” é o que define se a pessoa mantém o hábito ou desiste na 3ª semana. A promessa da SmartOffice é automatizar tarefas repetitivas em áreas como finanças, marketing e atendimento. Segundo a empresa, isso pode economizar até 480 horas por mês. Por que isso é a cara da Smart Fit? A Smart Fit opera em escala. E, quanto mais gente, mais pontos de fricção aparecem. Aposta em IA, aqui, é sobre padronizar o básico (o operacional repetitivo) para liberar o humano onde ele é insubstituível: acolhimento, orientação, motivação, comunidade. É quase um upgrade de “academia como lugar” para “academia como sistema de suporte”. O que fica de leitura do movimento O recado dessa história é: wellness está virando infraestrutura. E infraestrutura não se sustenta só com treino bom. Ela precisa de operação que funcione sem sugar energia de todo mundo. IA não entra pra “substituir”. Entra pra tirar peso morto do dia e deixar o time focar em criar experiência, consistência e adesão. 📩 Jornal FitFeed Para acompanhar o mundo de saúde e bem-estar pelo nosso jornal 🧬 👉 Inscreva-se aqui