Esqueça a chuteira genérica de performance. A Adidas e a Pixar lançaram chuteiras de futebol americano inspiradas em “Carros”, para comemorar os 20 anos do filme. Uma traz o visual do Relâmpago McQueen, com o número 95 e chamas. A outra é do Mate, com cor de ferrugem, detalhes em azul e os olhos do personagem na lingueta. O que chegou às lojas Os modelos são da linha Adizero. O do McQueen sai por US$ 130 e o do Mate, por US$ 110. Estão à venda nos Estados Unidos e esgotaram rápido. Ainda não há previsão de chegada ao Brasil. Por que a nostalgia virou estratégia A collab não é um caso isolado. A Adidas vem apostando numa sequência de lançamentos movidos à memória afetiva, juntando cultura pop, moda e esporte. E o timing não é por acaso. A geração que viu “Carros” criança em 2006 hoje tem dinheiro para comprar o produto. Outras marcas também entraram na onda dos 20 anos do filme, como a Crocs, com uma coleção própria. É a prova de que a nostalgia virou um nicho disputado no varejo esportivo. Quando uma memória de infância vira produto de alta performance, a marca vende identidade, não só utilidade. E no mercado de bem-estar e esporte, quem consegue ocupar um lugar emocional na vida do consumidor ganha um engajamento que nenhuma ficha técnica entrega sozinha. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/
Nova York ficou em primeiro lugar no Global Cities Index 2026, da Oxford Economics, pelo segundo ano seguido. O ranking avaliou as 1.000 maiores cidades do mundo. Mas o recado mais interessante não está no topo da lista, está nos critérios. Como o ranking é montado O índice olha cinco áreas, economia, capital humano, qualidade de vida, meio ambiente e governança. Nova York tirou nota máxima em economia, puxada pela concentração de empresas, universidades e empregos bem pagos. Ficou à frente de Londres e Paris. Seattle, San Francisco, Dublin, Boston, San Jose, Tóquio e Zurique completam o top 10. Os Estados Unidos ocupam cinco das dez primeiras posições. O calcanhar de Aquiles das grandes metrópoles Nem tudo é vitória. O relatório aponta que Londres, Dublin e Nova York sofrem com o custo da moradia, o que derruba suas notas de qualidade de vida apesar da renda alta. Já as cidades europeias se destacam justamente em qualidade de vida, meio ambiente e governança. O mapa está mudando O ranking também mostra o avanço da Ásia e do Oriente Médio. Dubai e Riad entraram no top 50. A Oxford Economics projeta ainda que, até 2050, cidades chinesas e indianas devem gerar uma fatia do PIB urbano global maior que a da Europa. É a prova de que o conceito de “bom lugar para viver” virou ativo estratégico. Qualidade de vida e meio ambiente já pesam tanto quanto dinheiro, e isso define onde talentos, empresas e investimentos em bem-estar vão se instalar. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/
Trocar a caneta pelo comprimido funciona? Os primeiros dados de vida real começam a responder. Pacientes que saíram das canetas emagrecedoras e passaram para o Wegovy em comprimido perderam, em média, 4,1% do peso em três meses. Os números são do estudo OCTANE, apresentado no EASD 2026, o congresso europeu de diabetes, em Milão. O que o estudo analisou O OCTANE acompanhou 194 adultos com sobrepeso ou obesidade. Todos usavam semaglutida ou tirzepatida injetável e migraram para a semaglutida oral, de dose diária. Os dados vieram da plataforma de telessaúde americana Ro e foram divulgados pela Novo Nordisk, fabricante do remédio. Cerca de 40,7% dos participantes perderam pelo menos 5% do peso no período. Em média, passaram 36,8 dias entre a última receita da caneta e o início do comprimido. O que o estudo não prova Aqui mora a parte que você não pode pular. O OCTANE é observacional e não teve grupo de controle. Ele não comparou diretamente o comprimido com as canetas. Por isso, não dá para afirmar que o comprimido funciona melhor, ou sequer igual. Também só entraram na análise pessoas que seguiram o tratamento por três meses seguidos, o que tende a favorecer o resultado. Qualquer troca de tratamento precisa de acompanhamento médico. A briga agora é por conveniência O movimento de mercado é claro. A disputa dos remédios para obesidade saiu do campo da eficácia pura e entrou no da experiência do paciente. Comprimido não exige agulha nem refrigeração, e isso pesa na adesão. O estudo usar dados de uma plataforma de telessaúde também diz muito. O emagrecimento farmacológico está virando um ecossistema digital, em que prescrição, acompanhamento e coleta de dados acontecem no mesmo lugar. O futuro do tratamento da obesidade é menos sobre a molécula e mais sobre a jornada inteira do paciente. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/
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