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Putin investe US$ 26 bilhões para criar vacina contra o envelhecimento

A Rússia colocou na mesa um projeto que parece ficção mas já virou pauta real desenvolver uma vacina capaz de desacelerar o envelhecimento humano a proposta ganhou atenção global e também levantou dúvidas sobre viabilidade e evidência Não é vacina no sentido clássico Apesar do nome a ideia não segue o modelo tradicional de imunização o caminho proposto envolve terapia genética atuando direto nas células o foco está em um receptor ligado ao envelhecimento chamado RAGE a estratégia seria bloquear esse mecanismo para reduzir o desgaste celular ao longo do tempo Promessa grande ciência complexa Na teoria isso poderia prolongar a juventude celular mas o envelhecimento não depende de um único fator é um processo multifatorial que envolve inflamação metabolismo genética e ambiente por isso especialistas tratam o tema com cautela propostas anteriores já prometeram muito e entregaram pouco Por que investir nisso agora O movimento também tem leitura estratégica países com população envelhecendo buscam soluções que mantenham pessoas ativas por mais tempo reduzindo pressão sobre sistemas de saúde e economia no caso russo o projeto faz parte de um pacote maior de pesquisas consideradas prioritárias Entre expectativa e realidade Até aqui não existe aplicação prática nem prazo claro o projeto ainda está em fase inicial e depende de validação científica robusta o avanço em áreas como genética e medicina regenerativa abre caminho mas transformar isso em algo escalável ainda está distante Quer continuar por dentro do que realmente está apostando no bem-estar? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Inscreva-se em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Gatorade começa a investir pesado na nutrição e hidratação feminina

A Gatorade decidiu mirar em um novo alvo. Com a iniciativa global ‘Body of Science’, a marca está investindo pesado em pesquisa científica focada exclusivamente em necessidades de hidratação e nutrição das mulheres, um campo especificamente focado em dados masculinos. O movimento reposiciona a gigante de bebidas esportivas no centro do crescente mercado de bem-estar feminino. Chega de fórmulas genéricas: por que agora? Uma verdade? A ciência do esporte foi construída, em grande parte, com base em estudos com homens. Apenas 6% das pesquisas globais focaram exclusivamente em mulheres, criando uma lacuna que o Gatorade agora se propõe a vaga. A iniciativa responde a uma demanda forte do mercado: os consumidores buscam soluções personalizadas e com embasamento científico, que respeitem suas diferenças fisiológicas e ciclos hormonais, desde o ciclo menstrual até a perimenopausa. Da teoria à quadra: o que a pesquisa revela? Liderada pelo Gatorade Sports Science Institute (GSSI), uma pesquisa já envolveu mais de 500 mulheres e não para por aí. E para dar peso à campanha, a marca convocou a tenista Venus Williams como embaixadora, reforçando a adição e a conexão com seu público. Os estudos já mostram que, embora as necessidades de macronutrientes por quilo sejam semelhantes, fatores como o maior risco de hiponatremia associado ao exercício em mulheres exigem uma abordagem mais direcionada. O que muda na prateleira e no mercado? Essa aposta na ciência não fica só no laboratório. Paralelamente, a Gatorade está atualizando seu portfólio com bebidas com menos açúcar e sem corantes artificiais. A estratégia é clara: transformar insights científicos em produtos que realmente atendem às mulheres, criando um diferencial competitivo e fidelizando um público que valoriza saúde e desempenho com propósito. Ao colocar a saúde feminina no centro de sua inovação, a Gatorade não está apenas lançando uma nova linha de produtos, mas sinalizando uma mudança de paradigma para a indústria de nutrição esportiva. O recado é direto: o futuro do bem-estar é específico, científico e, finalmente, feminino. Quer continuar por dentro do que realmente está apostando no bem-estar? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Inscreva-se em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Amsterdã passa a proibir o anúncio de alimentos que tenham carne

A Amsterdã deu um passo diferente na pauta climática ao limitar a presença de certos anúncios em espaços públicos o foco está em categorias com maior impacto ambiental como consumo de carne e produtos ligados a combustíveis fósseis a ideia não é só reduzir emissão mas também repensar o tipo de mensagem que circula no cotidiano Comunicação entra na conta do carbono A decisão parte de um ponto menos óbvio a relação entre publicidade e comportamento de consumo ao restringir esse tipo de comunicação a cidade tenta atuar antes da escolha acontecer influenciando o ambiente que molda decisões no dia a dia e conectando a pauta de marketing com metas ambientais Carne no centro do debate O consumo de carne entra nessa discussão pela cadeia produtiva que envolve alto uso de energia transporte e emissão de gases o que aproxima o tema do debate sobre clima e coloca a categoria dentro de uma estratégia mais ampla de redução de impacto Implementação gradual e reação do mercado A nova regra começou a ser aplicada de forma progressiva desde maio e já gera questionamentos sobre liberdade comercial mesmo assim a aposta da cidade é que a mudança no ambiente de comunicação pode influenciar comportamento coletivo ao longo do tempo Quer continuar por dentro do que realmente está apostando no bem-estar? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Inscreva-se em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/