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A virada da proteína: como a Max Titanium está redefinindo a forma de suplementar

Quando o treino muda, a proteína precisa mudar junto

A Max Titanium nasceu de uma inquietação real em um momento em que suplementar no Brasil era quase um ato de fé: rótulos confusos, promessas exageradas, pouca rastreabilidade e uma qualidade tão inconsistente que, na prática, quem buscava algo confiável precisava pagar caro por produtos importados. Foi nesse cenário que Mariane Morelli e seus dois sócios enxergaram o que quase ninguém queria admitir: o consumidor não precisava de mais um suplemento no mercado, precisava de confiança.

Esse foi o estopim que levou ao nascimento da Max, uma marca criada para preencher uma lacuna que só aumentava. A proposta era clara desde o início: trazer transparência a um mercado que escondia mais do que revelava, oferecer qualidade com padrão internacional a um preço acessível e garantir controle total da cadeia em um ambiente onde quase tudo parecia improviso. Dessa combinação de rigor, seriedade técnica e compromisso com resultado concreto, a Max se tornou referência entre quem leva treino e performance a sério.

O incômodo silencioso que transformou a estratégia

Nos últimos anos, a proteína deixou de ser só um shake pós-treino. Ela virou parte da rotina, da composição corporal, do bem-estar, das dietas low carb, das estratégias com GLP-1 e das manhãs corridas em que ninguém tem tempo para cerimônia.

As pessoas começaram a buscar leveza, digestão fácil, praticidade. Procuravam proteína que não pesasse, que não estufasse, que não tivesse aquele sensorial lácteo que, para muitos, sempre foi um obstáculo.

E lá estava a Max, mais uma vez, observando uma lacuna que poucos percebiam: a forma como o brasileiro consumia proteína precisava evoluir. A categoria já era madura, mas a experiência continuava presa a hábitos antigos, desconfortáveis e pouco práticos. Esse incômodo se transformou em decisão, e essa decisão acabou moldando toda a nova fase da marca.

O ponto de virada foi entender que a proteína não precisava abandonar a performance para ganhar leveza. Era possível unir rigor técnico, matéria-prima premium e conveniência real e criar algo que acompanhasse o consumidor moderno sem traição nutricional. Foi dessa leitura que nasceu o primeiro protagonista dessa virada.

ISO Clear: a proteína translúcida que muda a relação das pessoas com o whey

A ISO Clear não tenta imitar o whey tradicional, ela cria outra categoria. É uma proteína que parece suco (translúcida, refrescante e leve), mas que ainda entrega tudo o que realmente importa, com 20 g de proteína isolada, menos de 100 calorias, matéria-prima importada da Holanda com pureza superior e uma linha de sabores tropicais pensados especialmente para o clima brasileiro.

Ela resolve uma dor que quase todo mundo conhece, mas poucos nomeiam: a sensação pesada, a digestão lenta, o desconforto lácteo.

O ISO Clear é para quem treina pesado, mas não quer sentir o peso no estômago. Para quem busca constância, mas não tolera sacrifícios desnecessários. Para quem quer proteína que respeita ritmo, rotina e corpo.

Whey Drink: a proteína que acompanha o movimento da vida

Se o ISO Clear redesenha a experiência, o Whey Drink redesenha a rotina. Com 12 g de proteína isolada, zero lactose, 3 g de carboidratos e só 60 calorias, ele transforma proteína em algo que cabe no bolso, na mochila, no trabalho, no trânsito, no intervalo — fora do ritual do shake .

É proteína que se adapta à vida, não o contrário. Uma forma de democratizar a categoria, abrir novas ocasiões de consumo e facilitar a adesão nutricional de quem precisa de constância, não de complexidade. É a resposta para uma geração que não tem tempo, mas tem intenção.

O vilão invisível que a Max segue enfrentando

Mesmo com novas soluções, o inimigo continua o mesmo: um mercado que ainda insiste em fórmulas sem critério, em comunicação que promete mais do que entrega, em produtos que não acompanham o consumidor real. O ruído das promessas vazias e dos atalhos fáceis continua forte.

E é exatamente esse ruído que a Max combate com técnica, rastreabilidade, matéria-prima premium e inovação com propósito. Não como ruptura, mas como continuidade daquilo que sempre definiu a marca.

A visão que guia os próximos anos

A Max Titanium quer que a proteína deixe de ser um ritual pontual e passe a fazer parte do dia a dia do brasileiro, equilibrando performance, tecnologia e leveza de um jeito que acompanhe a rotina real das pessoas. Quer ser lembrada como a marca que puxou a nova geração de suplementos, aquela que evoluiu com o consumidor e elevou o setor sem abandonar a seriedade técnica que sempre foi seu DNA .

Se estivesse em uma capa de revista daqui cinco anos, o título seria direto: “Max Titanium transforma proteína em categoria de consumo diário no Brasil.”

E talvez seja exatamente isso que os lançamentos ISO Clear e Whey Drink representam: o começo de uma nova fase na relação do brasileiro com a proteína mais leve, mais prática e mais inteligente.

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