A Nestlé acaba de lançar, em parceria com a Nutrata, o Charge Proteico. Uma barra de 45 gramas com 11 gramas de proteína, sem adição de açúcar e zero glúten. A proposta é simples no papel e ambiciosa na prática: manter o sabor icônico do Charge, mas entrar de vez na onda dos alimentos funcionais.
Segundo dados da Euromonitor, o segmento de alimentos com proteína movimenta cerca de 2 bilhões de reais por ano no Brasil. E cresce rápido. Não é mais nicho de marombeiro. É prateleira de supermercado.
A barra foi desenvolvida pela equipe da Nutrata e combina chocolate ao leite, caramelo, amendoim e proteína do whey protein. A promessa é equilibrar indulgência com funcionalidade. Ou, como o próprio discurso das marcas sugere, provar que prazer e performance não precisam ser opostos.

Charles Formigari, sócio fundador da Nutrata, afirma que o foco foi preservar a identidade sensorial do clássico da Nestlé. Já Nathaly Glashan, gerente executiva de Marketing da divisão de Chocolates da Nestlé, reforça que o consumidor brasileiro vive um momento de convergência. Energia, sabor e nutrição no mesmo produto, alinhados à rotina de quem busca performance sem abrir mão do prazer.
Quando um dos chocolates mais tradicionais do país ganha versão proteica, não estamos falando só de inovação de portfólio. Estamos falando de um reposicionamento cultural da indulgência.
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