As chuvas que atingiram Juiz de Fora e Ubá, na Zona da Mata Mineira, deixaram rastro de destruição. E quando a água baixa, começa outra fase crítica: garantir acesso a medicamentos e manter o sistema local de saúde funcionando.
A EMS, maior indústria farmacêutica do Brasil e 100% nacional, anunciou um pacote de apoio às vítimas e aos parceiros locais.
A iniciativa inclui doação de medicamentos, água e alimentos, além do perdão de dívidas de farmácias parceiras nas duas cidades.
Reposição integral de estoques
Além da ajuda humanitária direta, a empresa informou que fará a reposição integral dos estoques de medicamentos comprometidos pelas enchentes.
Na prática, isso significa ajudar farmácias atingidas a retomarem suas operações o mais rápido possível. Em cenários de desastre, manter o fluxo de remédios básicos pode ser tão urgente quanto garantir abrigo e alimentação.
Segundo a companhia, o objetivo é assegurar que a população continue tendo acesso a tratamentos essenciais durante o período de reconstrução.
O impacto para a saúde local
Quando farmácias fecham por perda de estoque, a cadeia de cuidado é interrompida. Pacientes crônicos ficam sem medicação. Tratamentos são suspensos. Emergências se agravam.
Ao perdoar dívidas e repor medicamentos, a EMS atua não apenas na assistência emergencial, mas na sustentação do sistema de atendimento primário dessas cidades.
O vice presidente Marcus Sanchez afirmou que a empresa busca agir com responsabilidade e agilidade para apoiar tanto famílias quanto empreendedores locais.
Mais do que filantropia
Em momentos de crise climática cada vez mais frequentes, a resposta corporativa deixa de ser apenas reputacional e passa a ser estrutural.
A indústria farmacêutica ocupa um ponto estratégico na linha de frente da saúde pública. Garantir acesso contínuo a medicamentos em cenários de enchente é parte da engrenagem de resiliência urbana.