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Anvisa recolhe esmalte famoso por conter substâncias proibidas

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária determinou o recolhimento de cinco linhas de esmaltes em gel da marca Impala após a identificação de uma substância proibida em cosméticos.

A decisão foi publicada no Diário Oficial da União e envolve produtos da empresa Laboratório Avamiller de Cosméticos LTDA, responsável pela marca.

A medida atinge todos os lotes de cinco versões da linha Gel Plus.

Qual substância levou ao recolhimento

O motivo do recolhimento é a presença do composto Trimethylbenzoyl Diphenylphosphine Oxide, conhecido como TPO.

A substância passou a integrar a lista de ingredientes proibidos em produtos de higiene pessoal, cosméticos e perfumes no Brasil após uma resolução publicada pela Anvisa em 30 de outubro de 2025.

Com a atualização regulatória, empresas tiveram um prazo de adaptação para retirar produtos contendo o ingrediente do mercado.

Quais produtos foram afetados

A medida envolve cinco linhas de esmaltes em gel da Impala.

Entre os produtos atingidos estão versões da linha Impala Gel Plus, incluindo esmaltes em gel e o Top Coat Gel Plus Clear.

Segundo a agência reguladora, o recolhimento se aplica a todos os lotes desses produtos.

A própria Impala informou à Anvisa que iniciou um processo de recolhimento voluntário dos itens após tomar conhecimento da atualização regulatória.

De acordo com o posicionamento oficial da empresa, os produtos foram desenvolvidos e comercializados dentro das regras vigentes na época de sua fabricação.

A retirada do mercado foi adotada posteriormente para garantir a conformidade com a nova resolução sanitária.

A marca também informou que nem todos os produtos da linha Gel Plus continham o composto TPO.

Orientação para consumidores

Consumidores que possuam produtos da linha atingida pela medida podem entrar em contato com o Serviço de Atendimento ao Consumidor da Impala para receber orientações e esclarecimentos.

A empresa afirmou que está trabalhando junto a distribuidores e varejistas para retirar os itens do mercado e garantir o cumprimento das determinações da Anvisa.

O caso também reforça como atualizações regulatórias na área de cosméticos podem exigir ajustes rápidos por parte da indústria para manter padrões de segurança e conformidade.