24 - 26 de Abril

Expo Center Norte - SP

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O Brasil foi à maior feira de fitness do mundo com uma tecnologia que o setor ainda tentava construir

A FIBO Global Fitness aconteceu entre os dias 16 e 19 de abril em Colônia, na Alemanha.

São mais de 1.100 expositores de 50 países num único lugar. Cerca de 145 mil visitantes de mais de 130 nações. Grandes nomes como Nike, Peloton, Les Mills e TRX marcando presença com lançamentos e tecnologia de ponta.

É o evento onde o mercado global de fitness decide o que vem a seguir.

E este ano, uma empresa brasileira estava lá.

O que dominou os pavilhões da Alemanha

A edição de 2026 foi clara sobre onde o setor está caminhando.

Dois temas ocuparam os pavilhões de forma absoluta. O primeiro foi longevidade, com foco em saúde preventiva e recuperação inteligente. A academia deixou de ser entendida como um lugar para estética e passou a ser tratada como parte de uma estratégia de saúde de longo prazo.

O segundo foi hiper-personalização com inteligência artificial. Equipamentos que reconhecem o usuário, ajustam parâmetros em tempo real e aprendem com cada sessão deixaram de ser conceito e se tornaram o padrão que as marcas mais relevantes do mundo estão perseguindo.

O setor finalmente está reconhecendo o que sempre foi óbvio: tratar todo mundo igual é exatamente o motivo pelo qual todo mundo para.

E é aqui que a história da Goper começa a fazer muito sentido.

O problema que ninguém quis resolver antes

70% das pessoas que entram numa academia abandonam nos primeiros meses.

É um número que o setor repete com uma certa resignação, como se fosse lei da natureza. E a narrativa dominante sempre culpa a falta de disciplina.

Mas Luís, Marília e Karine Canevari cresceram dentro de uma academia. O pai deles fundou um espaço fitness há mais de duas décadas, e os três irmãos acompanharam de perto algo que nenhum dado captura com precisão: o rosto de quem desiste.

Pessoas com objetivo, disposição e tempo. Que paravam sem conseguir explicar direito o motivo.

A conclusão que chegaram é que um dos culpados disso tudo eram os equipamentos.

A esteira não sabia o nome de ninguém. Não conhecia histórico, não entendia condicionamento, não adaptava nada. Tratava o aluno iniciante exatamente igual ao atleta experiente. Uma máquina para todos os corpos, uma experiência para todos os objetivos.

O fitness evoluiu em marketing, em formato, em estética. Mas o equipamento em si permaneceu fundamentalmente passivo por décadas.

Foi dessa inquietação que nasceu a Goper.

A tecnologia que foi a Colônia

A Goper não é uma esteira com tela maior ou uma bike com design diferente.

É um ecossistema construído em torno de uma premissa direta: o equipamento precisa reconhecer quem está em cima dele para ser útil de verdade.

O ponto de partida é o reconhecimento facial integrado. Quando o usuário chega ao equipamento, o sistema identifica quem é aquela pessoa, carrega o perfil completo, o histórico de treinos e os parâmetros ideais para aquela sessão. Sem digitar nada. Sem lembrar onde parou na última vez.

A partir daí, o cálculo do FTP, a percepção de esforço individual de cada usuário, define o Guia de Intensidade em tempo real. Um sistema de cores que indica se o treino está dentro da zona ideal para aquele corpo naquele momento, com parâmetros específicos de velocidade, carga e inclinação.

Dois usuários usando o mesmo equipamento vivem experiências completamente diferentes. Não por escolha manual, mas porque o sistema entende que são pessoas diferentes.

Na FIBO, a Goper também apresentou o lançamento da sua nova bike, um equipamento que aprende com quem está sentado nela. O mesmo princípio da esteira aplicado ao universo do pedal: a máquina reconhece o usuário e adapta a experiência a partir do que já sabe sobre ele.

O Goper Metrics fecha o ecossistema registrando cada sessão e construindo um histórico contínuo de evolução, seja na academia, em casa ou em qualquer equipamento conectado. O usuário carrega sua jornada com ele.

Foi esse ecossistema completo, desenvolvido e fabricado no Brasil, em Atibaia, no interior de São Paulo, que chegou à FIBO 2026 num momento em que o mercado internacional estava explicitamente buscando exatamente isso.

A marca que não foi para estar presente

Aparecer na FIBO é uma coisa. Chegar com uma tecnologia que o setor global ainda estava tentando construir é outra.

A esteira Goper Pro Max, com tela de 27 polegadas e motor AC de 7 HP, é apresentada como o primeiro equipamento de cardio do mundo com reconhecimento facial integrado. Mas o hardware é só a superfície. O que a Goper levou pra Alemanha foi a prova de que um ecossistema completo de personalização com origem brasileira é capaz de competir no mais alto nível global.

“A estreia da Goper na FIBO foi uma validação internacional de modelo de negócio. Apresentamos nossos equipamentos inteligentes, mas, mais do que isso, mostramos uma forma diferente de operar o fitness, baseada em tecnologia, dados e hiperpersonalização com foco em retenção de clientes e engajamento. Existe uma percepção de que inovação em fitness ainda está concentrada fora da América Latina. Estar na FIBO mostrou que o Brasil já está produzindo soluções competitivas globalmente”, afirma Luis Canevari, CEO da Goper. 

O Brasil tem uma tradição longa no mercado de fitness, mas raramente como protagonista de inovação tecnológica num evento dessa escala.

A Goper inverteu esse jogo.

A pergunta que fica não é se o fitness vai se tornar personalizado. Essa resposta a FIBO de 2026 já deu com clareza.

A pergunta é quem vai liderar essa transformação. E uma empresa brasileira está disputando esse espaço de igual para igual com as maiores marcas do mundo.

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