O mercado de energia foi construído em cima de uma lógica que nunca foi questionada, porque para ter energia, você precisa tomar algo.
Uma lata. Um shot. Um pó dissolvido em água. Um ritual que leva tempo, gera dependência de recipiente e, na maioria das vezes, traz junto açúcar, excesso de calorias e um pico que vai embora em 90 minutos.
Funcionou por décadas. Mas o consumidor mudou, e o formato não acompanhou.
A nova geração de pessoas que busca performance, seja no treino, no trabalho ou nas duas coisas, quer energia que caiba na rotina. Não uma rotina que se adapte à energia.
E é exatamente aí que o modelo tradicional começa a rachar.
O problema que ninguém colocou em palavras
Quem já tomou energético antes de uma reunião importante conhece a sensação. A latinha abre, o efeito demora 30, 40, às vezes até 45 minutos para aparecer.
O problema não é a cafeína, é como os produtos usam ela.
A substância em si, quando consumida na dose certa e de forma inteligente, é uma das mais estudadas e validadas do mundo para foco e performance. O que o mercado errou foi o formato.
Bebida energética nasce pra ser social, pra ser grande, pra ser barulhenta. Não foi desenhada pra ser ferramenta. E a diferença entre os dois é enorme para quem precisa de previsibilidade no rendimento.
O que os dados mostram sobre energia e cafeína no Brasil
O Brasil consome 21,9 milhões de sacas de café por ano e é o segundo maior consumidor global da bebida em volume, segundo a ABIC. São aproximadamente 1.430 xícaras per capita ao ano. O brasileiro não tem problema nenhum com cafeína. O que ele tem é um vício em formato.
No mercado de energéticos, o movimento é igualmente expressivo. A categoria atingiu 38% dos lares brasileiros até setembro de 2024, trazendo 22 milhões de novos domicílios consumidores em um único ano, conforme levantamento da Kantar Worldpanel. Outros 9 milhões de compradores passaram a consumir energéticos fora de casa no mesmo período.
Globalmente, o mercado de bebidas energéticas foi avaliado em US$ 68,6 bilhões em 2024 e deve chegar a US$ 109,8 bilhões até 2030, crescendo a uma taxa anual de 8,2%, de acordo com a Grand View Research.
É um setor em expansão acelerada. Mas expansão de um modelo que ainda não foi atualizado.
O consumidor de 2025 lê rótulo, evita açúcar, busca ingredientes limpos e quer controlar a dose de acordo com o momento do dia, seja para uma reunião ou para um treino pesado. Essa mudança de comportamento está documentada em pesquisas da McKinsey e do Sebrae sobre tendências de consumo: o que cresce não é o apetite por energia a qualquer custo. É o apetite por energia inteligente.
E o formato de lata nunca foi desenhado para isso.
A tecnologia que chegou do esporte de alta performance
A First Energy Gum chegou ao Brasil com algo que o mercado local nunca tinha visto: um chiclete com cafeína desenvolvido com tecnologia da Holanda e aprovado pelo Comitê Olímpico Europeu como produto não-doping.
O diferencial central não é o chiclete em si. É a via de absorção.
Quando a cafeína entra pela mucosa bucal, ela evita a primeira passagem pelo fígado e começa a ser detectada na corrente sanguínea entre 5 e 15 minutos. Uma bebida energética ingerida por via líquida passa pelo trato gastrointestinal e leva entre 30 e 120 minutos para atingir o pico de concentração, segundo estudos publicados no Journal of Food Science.
Para um atleta que precisa de ativação exata antes de uma prova, ou para um profissional que tem uma apresentação em 15 minutos, essa diferença muda completamente a equação.
O produto existe em duas versões: 40mg de cafeína, para foco leve no dia a dia, e 80mg, para performance em treino pesado ou demandas cognitivas de maior intensidade. Cada gominha tem 4 calorias, zero açúcar e o selo Nutri Score A , que representa o mais alto nível de qualidade em certificação internacional de alimentos funcionais.

Uma marca que veio do esporte e chegou ao cotidiano
A First nasceu dentro de um contexto de alta performance esportiva. A ideia original era resolver um problema específico de atletas que precisavam de ativação rápida sem sobrecarregar o organismo antes de competições.
Mas o percurso da marca no Brasil tomou um rumo diferente.
A diretora da marca identificou, através de pesquisa com o público, que o produto tinha uma aplicação muito maior do que o pré-treino. Profissionais ocupados, pessoas que buscam foco sem os efeitos colaterais dos estimulantes tradicionais, consumidores que querem uma alternativa limpa ao café da tarde. O produto era o mesmo. O público era muito maior.
Esse reposicionamento mudou a mensagem central: de ferramenta de atleta para alicerce do dia a dia. Prático, de baixo custo relativo e saudável para quem não pode parar, mas também não pode ir a mil o tempo todo.
A First vai estar no Arnold Sports Festival, de 24 a 26 de abril em São Paulo, com degustação no stand e preços de lançamento. É o primeiro contato físico em larga escala com o consumidor brasileiro, em um dos maiores eventos de performance do país.
Quando um produto chega com validação científica, certificação internacional e uma origem legítima na alta performance, ele não apenas conquista consumidores. Ele muda o padrão do que o consumidor passa a exigir do mercado.
E aí não tem mais como voltar para o energético de lata de 45 minutos como se fosse a única opção disponível.
A pergunta que fica é essa: se a cafeína que você consome hoje demora quase uma hora pra agir e deixa você acelerado depois, por que você ainda está usando o mesmo formato de sempre?
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