10 - 13 de Junho

DISTRITO ANHEMBI - SP

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A academia do prédio sempre foi a parte mais bem fotografada e menos frequentada de um empreendimento.

A academia aparece em todo material de venda e quando o corretor mostra, o cliente já se imagina ali dentro e a decisão de compra ganha mais um argumento de peso.

Depois da mudança, a história costuma ser bem diferente.

Passada algumas semanas, o espaço fica vazio e aquela promessa de vida saudável que estava no folder some no meio da correria do dia a dia.

O abandono começa no projeto

O ponto é que quase ninguém abandona a academia do condomínio por falta de vontade.

As pessoas param porque o espaço foi pensado como item de checklist, não como experiência. Dois ou três aparelhos genéricos, manutenção que atrasa, nada que mude com o tempo. O que deveria sustentar um hábito acaba virando só mais um cômodo parado.

E aí aparece um descompasso que o mercado imobiliário demorou a enxergar: a distância entre morar bem e viver bem.

O que os dados mostram

O bem-estar deixou de ser um detalhe na decisão de compra e virou um dos eixos centrais do mercado imobiliário.

Segundo o Global Wellness Institute, o setor de wellness real estate, que reúne imóveis projetados para favorecer a saúde de quem vive neles, alcançou US$ 876 bilhões em 2025 e deve chegar a US$ 1,8 trilhão até 2030. É o segmento que mais cresce dentro de toda a economia do bem-estar, e a América Latina aparece entre as regiões de expansão mais acelerada.

Muita gente comprando a ideia de morar para viver melhor. Mas, na prática, a entrega nem sempre acompanha a promessa.

No Brasil, estimativas do setor apontam que, em média, apenas cerca de 20% dos moradores chegam a usar a academia do próprio condomínio, segundo levantamentos divulgados pelo Sindiconet. O motivo mais citado para o abandono é quase sempre o mesmo: equipamento ultrapassado, mal cuidado ou que não oferece razão para voltar.

A conta não fecha. O consumidor quer bem-estar como estilo de vida, mas recebe uma salinha de ginástica que envelhece rápido e cansa antes mesmo de virar rotina.

Existe uma diferença sutil que separa quem só vende bem-estar de quem realmente entrega.

Bem-estar de verdade não está no tamanho da sala nem na vista bonita. Está na capacidade do espaço de fazer a pessoa voltar amanhã, depois de amanhã e na semana seguinte.

A marca que tratou bem-estar como essência

É nesse espaço que a Living se posiciona.

Marca do grupo Cyrela especialista em construir bem-estar, a Living parte de uma leitura simples: o cliente de hoje não procura apenas um apartamento, mas um estilo de vida saudável que se reflita em todos os aspectos da rotina. Em vez de tratar a academia como mais um item da lista de lazer, a marca passou a encarar esses espaços como parte de um ecossistema pensado para a saúde de quem mora ali.

E é aí que as parcerias transformam o discurso em estrutura.

As academias dos empreendimentos Living contam com equipamentos da Matrix, marca reconhecida globalmente por aparelhos de alta performance para espaços fitness. É a base sólida, o padrão profissional dentro de casa.

O salto, porém, vem de uma parceria exclusiva de um ano com a SPlan, tecnologia que estará presente nas academias dos empreendimentos Living entregues a partir desse ano. 

A SPlan é uma academia inteligente que concentra mais de 250 exercícios em um único equipamento. Em vez de ocupar uma sala inteira com várias máquinas, ela permite treinos completos para braços, pernas, costas, peito e abdômen em um só lugar.

A diferença mais marcante está em como a resistência funciona. Não há pesos físicos. O equipamento usa motores eletromagnéticos com resistência digital adaptativa, que se ajusta a cada exercício e a cada usuário, com quatro modos de treino: padrão, excêntrico, isocinético e fluído.

Durante a atividade, a pessoa acompanha métricas em tempo real na própria tela do aparelho, e tudo fica registrado no aplicativo, permitindo ver a evolução ao longo das semanas. Com conexão Wi-Fi, Bluetooth e compartilhamento de tela, a experiência fica mais conectada e personalizada.

O detalhe importante não é a ficha técnica. É o que ela resolve.

Uma academia que se adapta ao nível de cada morador e que mostra progresso responde justamente ao motivo pelo qual as pessoas largam o treino: a falta de novidade e de sentido na repetição. Quando o espaço evolui junto com quem usa, ele deixa de ser um cômodo parado e volta a fazer parte da rotina.

O mercado imobiliário passou anos vendendo a fotografia de uma vida saudável. O passo seguinte é entregar a estrutura que faz essa vida acontecer de verdade, todos os dias.

Quando o bem-estar deixa de ser argumento de venda e vira parte do projeto, morar e viver finalmente param de ser coisas separadas.

E você, quantas vezes desistiu da academia do prédio não por falta de tempo, mas porque o espaço nunca foi pensado para te fazer voltar?

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