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A corrida virou febre: por que o esporte se tornou um negócio de R$ 1,1 bilhão no Brasil?

A corrida não é mais só sobre suar a camisa. No Brasil, ela se consolidou como um pilar de wellness que movimenta um mercado de R$ 1,1 bilhão e engaja 13 milhões de praticantes. Impulsionado pela pandemia e transformado pelas redes sociais, o “corre” evoluiu de um hobby solitário para um poderoso estilo de vida que conecta pessoas e gera negócios.

O que está por trás dessa explosão?

A grande virada de chave aconteceu durante a pandemia, quando a corrida se tornou uma válvula de escape segura e acessível, fazendo com que a saúde física se tornasse a principal motivação para novos adeptos. Globalmente, cerca de 20 milhões de pessoas começaram a correr desde 2020. No Brasil, a tendência foi amplificada pelo crescimento de grupos de corrida e, principalmente, pelo poder de plataformas como TikTok e Strava, que transformaram a prática em um evento social e aspiracional, especialmente para a Geração Z.

Os números não deixam mentir

As estatísticas confirmam o boom. Uma pesquisa da Olympikus revela que 77% dos brasileiros já consideram a corrida parte integral de seu lifestyle. O Strava aponta a atividade como a mais praticada no mundo em 2025, com um aumento expressivo de estreantes em provas. No Brasil, o perfil é diverso, com 58% de homens e 42% de mulheres, majoritariamente das classes B e C, mostrando que o esporte rompeu barreiras socioeconômicas.

Do asfalto ao ecossistema de negócios

Essa popularidade abriu um leque de oportunidades no mercado de wellness. O crescimento vai além da venda de tênis, englobando um ecossistema de fitness tech com wearables, aplicativos e programas de treinamento personalizados. Para marcas e empreendedores, o segredo é investir em soluções integradas que combinem tecnologia e experiências sociais. A recomendação de especialistas é clara: a longevidade do corredor depende de uma abordagem focada em saúde preventiva, com avaliações clínicas e treinos progressivos.

A corrida deixou de ser apenas uma meta de performance para se tornar uma jornada de bem-estar integral. Ela conecta saúde física, mental e social, criando uma base de consumidores engajados e leais. O futuro do “corre” pertence às marcas que entenderem essa mudança e oferecerem não apenas produtos, mas um ecossistema completo para esse novo estilo de vida.

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