Belo Horizonte anunciou a ampliação do Complexo Público Veterinário da cidade e, na prática, está organizando um novo modelo de saúde animal com três frentes integradas: o Complexo Médico Veterinário, a UBS Animal e o SAMUVET, um serviço móvel de urgência e emergência médico veterinária.
O que muda no dia a dia é simples de entender: mais estrutura, mais capilaridade e mais chance de o animal ser atendido a tempo, principalmente em casos de urgência.
Três frentes e um sistema mais organizado
O novo desenho integra atendimento clínico em base fixa, atenção básica e resposta rápida na rua.
Complexo Médico Veterinário entra como o núcleo mais estruturado para atendimentos e procedimentos.
UBS Animal funciona como porta de entrada e acompanhamento, organizando demanda e reduzindo lotação desnecessária em atendimentos mais complexos.
SAMUVET é o diferencial: atendimento móvel para situações urgentes em vias públicas e também em residências, com unidades circulando pela cidade.
Capacidade sobe de 45 para 75 atendimentos por dia
Com a reestruturação, a capacidade diária anunciada passa de 45 para 75 atendimentos.
É um salto que parece pequeno no papel, mas muda a fila real, especialmente quando falamos de população vulnerável que depende do serviço público para cuidar de animais de companhia.
O complexo, localizado no bairro Madre Gertrudes, já realizou cerca de 50 mil atendimentos.
Agora a rede ganha um motor novo para escalar.
Mais investimento e uma mensagem política clara
O prefeito Álvaro Damião afirmou que o investimento da Prefeitura voltado à causa animal aumentou de R$ 395 mil para R$ 625 mil já no primeiro ano de mandato.
O secretário municipal de Meio Ambiente, João Paulo Menna Barreto, posicionou a ampliação como uma mudança de qualidade e organização do fluxo, com impacto na cidade inteira.