Um levantamento da Vidalink ouviu 11,6 mil profissionais de 250 empresas grandes e trouxe um dado que bate forte: apenas 41% praticam atividade física ao menos uma vez por semana.
O pior? Em 2024, esse número era 52%.
Isso significa uma queda de 11 pontos percentuais em apenas um ano. Não é variação estatística. É movimento real de pessoas abandonando o hábito de se exercitar.
Nunca se falou tanto em saúde, bem-estar e qualidade de vida no ambiente corporativo. Podcasts sobre longevidade, posts sobre rotina matinal, empresas criando programas de wellness. O discurso tá em todo lugar. Mas na prática? A galera tá se movimentando cada vez menos.
O problema não é falta de informação
Todo mundo sabe que exercício faz bem. Todo mundo sabe que sedentarismo mata. Todo mundo conhece alguém que transformou a vida treinando. A informação tá aí, gratuita, em volume infinito. O problema é execução. É prioridade. É conseguir encaixar movimento em uma rotina que já tá no limite.
Enquanto todo mundo fala sobre autocuidado nas redes sociais, a rotina real dos brasileiros mostra exatamente o contrário. O gap entre intenção e ação nunca foi tão visível.
E se a tendência continuar caindo, em alguns anos a gente vai ter uma geração inteira que sabe tudo sobre saúde, mas não pratica nada.
O verdadeiro desafio não é convencer as pessoas de que exercício é importante. É ajudá-las a encaixar isso na vida real, sem romantização, sem culpa, só com consistência.
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