24 - 26 de Abril

Expo Center Norte - SP

Redbull ajuda a criar competição global de Hyrox

A Red Bull está mais uma vez no centro de um novo movimento e agora dentro do fitness competitivo global Em parceria com a F45 a marca lança o PEAK500 um evento que transforma o treino tradicional em uma competição simultânea dentro de estúdios ao redor do mundo no dia 28 de março colocando a experiência de performance como protagonista e conectando treino comunidade e competição em escala global Como funciona o PEAK500? O formato é direto e pensado para intensidade cinco estações que combinam bike ski remo devil press e corrida com thrusters cada uma com cinco minutos de execução e um minuto de descanso entre elas a pontuação é baseada em repetições ou calorias e pode chegar a 500 pontos com ranking global em tempo real dentro do aplicativo da F45 permitindo que qualquer pessoa participe individualmente ou em dupla e compare sua performance com atletas do mundo inteiro Antes do evento o treino já foi liberado dentro dos estúdios como preparação o que reforça a lógica central da proposta o treino deixa de ser apenas rotina e passa a ser preparação para competir A movimentação não é isolada e mostra um posicionamento claro da Red Bull dentro do universo de performance e esporte a marca entra como peça central ao transformar um protocolo de treino em um evento global com escala narrativa e engajamento algo que já faz em outros territórios mas que agora ganha força dentro do fitness funcional A conexão com a HYROX acelera o movimento Ao mesmo tempo a F45 amplia sua parceria com a HYROX e confirma presença em 12 eventos ao longo de 2026 incluindo cidades como Londres Berlim Nova York e Sydney além de assumir o patrocínio principal do campeonato regional das Américas Dentro dos estúdios isso se traduz em treinos específicos e clubes de corrida criando um caminho direto entre o treino do dia a dia e a entrada em competições oficiais O movimento reforça uma mudança importante o fitness está deixando de ser apenas prática individual e se tornando experiência coletiva com métrica desafio e progressão clara marcas como Red Bull entram exatamente nesse ponto conectando performance com entretenimento e criando formatos que transformam treino em evento O que vem agora? A tendência é de expansão mais academias integradas a competições mais formatos híbridos e mais pessoas buscando medir sua evolução de forma concreta o PEAK500 funciona como um primeiro passo mas aponta para algo maior o fitness cada vez mais próximo do esporte competitivo

Novo exame de sangue detecta o envelhecimento antes dos sintomas

A sua idade pode não contar a história completa Um novo estudo identificou que o sangue pode mostrar com mais precisão o ritmo real de envelhecimento do corpo Pesquisadores encontraram 10 marcadores que ajudam a medir a chamada idade biológica que nem sempre acompanha a idade cronológica Na prática isso significa entender se o corpo está envelhecendo mais rápido ou mais devagar do que deveria O que o sangue consegue mostrar O estudo analisou mais de 3000 pessoas entre 35 e 74 anos Foram avaliados centenas de parâmetros diferentes no sangue incluindo sinais genéticos celulares e moleculares Com ajuda de modelos estatísticos e inteligência artificial os cientistas reduziram esse volume para os 10 marcadores mais relevantes para cada sexo Esses marcadores funcionam como um retrato do estado atual do organismo Quando o resultado não bate com a idade real é um sinal de alerta Ou o corpo está mais preservado ou já apresenta desgaste acelerado Um dos pontos mais importantes do estudo é que o envelhecimento não segue um padrão único Cada pessoa envelhece de forma diferente Fatores como estilo de vida genética e ambiente influenciam diretamente esse processo O estudo mostrou isso de forma clara Pessoas da mesma idade podem ter níveis completamente diferentes de envelhecimento biológico O que acelera ou desacelera o corpo Para validar os resultados os pesquisadores testaram grupos com padrões já conhecidos Fumantes pessoas com síndrome de Down e mulheres em terapia hormonal Os exames conseguiram identificar corretamente quando o envelhecimento estava acelerado ou desacelerado Isso reforça que os marcadores realmente capturam mudanças reais no organismo Além disso os cientistas identificaram algo importante Alguns marcadores parecem causar o envelhecimento enquanto outros apenas indicam que ele está acontecendo A principal aplicação é antecipar riscos Um exame de sangue pode funcionar como um sistema de alerta para doenças relacionadas à idade Também pode ser usado para acompanhar se intervenções estão funcionando Desde mudanças de hábito até tratamentos médicos A lógica é simples: se o corpo responde o marcador muda

Estados Unidos querem liberar uso de 14 peptídeos que eram banidos

O mercado de peptídeos pode estar prestes a mudar de direção Uma fala recente de Robert F. Kennedy Jr. indicou que parte dos peptídeos proibidos nos Estados Unidos pode voltar a ser liberada para manipulação farmacêutica A mudança ainda não é oficial mas já movimenta o setor O que está sendo discutido Em 2023 a Food and Drug Administration restringiu o uso de diversos peptídeos em farmácias de manipulação Agora existe a possibilidade de que até 14 desses compostos sejam liberados novamente Entre eles estão substâncias como BPC 157 e Timosina Alfa 1 que ganharam espaço em protocolos de recuperação e longevidade O argumento central é que a proibição anterior se baseou mais na falta de evidência de eficácia do que em riscos claros de segurança A diferença entre acesso e aprovação Aqui está o ponto mais importante Ser liberado para manipulação não significa ser aprovado como medicamento Farmácias de manipulação seguem regras diferentes da indústria farmacêutica tradicional Elas são reguladas por órgãos locais e não passam pelo mesmo nível de controle de qualidade exigido para medicamentos aprovados Na prática isso significa variação de pureza dose e consistência entre produtos Outro ponto central é a base científica ainda limitada Grande parte dos estudos com esses peptídeos foi feita em animais ou modelos experimentais Existem poucos dados robustos em humanos Isso cria um cenário comum no mercado de saúde Substâncias com potencial teórico alto mas com pouca validação clínica E isso muda completamente o nível de confiança no uso A restrição de 2023 teve um impacto indireto relevante Muitos usuários migraram para o mercado paralelo Produtos sem controle sem rastreabilidade e sem garantia de composição Nesse cenário o risco não está só na substância em si Mas no que realmente está sendo consumido O que pode mudar agora? A possível liberação busca justamente trazer esse consumo de volta para um ambiente mais controlado A ideia é permitir acesso a fornecedores mais confiáveis Mesmo assim o cenário continua com uma limitação clara O acesso pode mudar rápido A ciência não acompanha na mesma velocidade

Guerra no Oriente Médio deve deixar os remédios mais caros no Brasil

O que acontece fora do Brasil pode impactar diretamente o preço dos remédios. O Ministério da Saúde já começou a monitorar os possíveis efeitos do conflito no Oriente Médio sobre a produção e o abastecimento de medicamentos no país. O alerta é direto. Se a cadeia global for afetada, o impacto chega até a farmácia. A base da indústria farmacêutica começa no petróleo Grande parte dos medicamentos depende de uma mesma origem. O petróleo. Derivados como benzeno, tolueno e etileno são usados na produção de compostos químicos que formam os princípios ativos. Além disso, solventes, excipientes, cápsulas, comprimidos e até embalagens têm base petroquímica. Ou seja, não é só o remédio em si. Toda a estrutura ao redor dele depende dessa cadeia. O ponto crítico está no Estreito de Ormuz. Um corredor marítimo por onde passa cerca de 40% do petróleo transportado por mar no mundo. Essa rota conecta o Golfo Pérsico a países como Índia e China. E esses dois países são alguns dos principais fornecedores de insumos farmacêuticos para o Brasil. Quando essa região entra em instabilidade, o efeito é imediato. Frete mais caro, atrasos logísticos e aumento no custo de produção. O impacto vai além da saúde Esse tipo de cenário não é só sobre medicamento. É sobre geopolítica, economia e dependência global. A recente escalada de tensão, com ataques envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã, aumentou o risco nessa região. Mesmo sem interrupção total, a simples instabilidade já pressiona preços. E isso se reflete na cadeia inteira. O que pode acontecer no Brasil? No curto prazo, a tendência é de pressão nos custos. Isso pode significar medicamentos mais caros ou maior dificuldade de abastecimento em alguns casos. O Brasil depende de insumos importados. E quando o custo lá fora sobe, ele chega aqui. Existe saída para esse cenário, não uma solução imediata, mas existe um caminho, que é reduzir a dependência externa. O próprio Ministério da Saúde aponta a necessidade de fortalecer a produção nacional de insumos farmacêuticos. Isso diminui a exposição a crises internacionais. E aumenta a estabilidade da cadeia no longo prazo.

Conheça a marca que está simplificando a alimentação saudável

Durante anos, o discurso da alimentação saudável seguiu sempre a mesma lógica. Comer bem exige planejamento, preparo e uma relação com a cozinha que nem todo mundo tem. A Inate parte justamente do oposto dessa ideia. Comer bem não deveria exigir tanto da pessoa. Cardápios estruturados, ingredientes frescos comprados na véspera, refeições pensadas com antecedência. É um projeto de vida bonito, mas difícil de sustentar no ritmo real das pessoas. Falta tempo, sobra demanda. E quando isso vira peso, a alimentação saudável deixa de ser prioridade. Entre trabalho, deslocamento, treino e uma agenda que nunca desacelera, muita gente esbarra num problema que a indústria da nutrição demorou para admitir em voz alta. Não é que as pessoas não querem comer melhor. É que o modelo que foi construído para isso raramente cabe dentro de uma terça-feira normal. E é justamente aí que uma nova categoria de alimentos começa a abrir espaço. O Overnight Oats, consegue ser nutricionalmente equilibrado, versátil, facilita a rotina e a busca por uma alimentação mais saudável. Foi nesse espaço que começaram a ganhar força produtos que equilibram as duas coisas: rótulo limpo e praticidade de verdade. E nesse contexto o overnight oats começou a ganhar tração. Uma combinação de aveia com ingredientes funcionais capaz de se transformar em uma refeição completa com pouco preparo. A marca que nasceu de uma transformação pessoal Camila passou anos trabalhando com oncologia na indústria farmacêutica. Ao longo desse tempo, foi estudando e observando de perto uma conexão que a ciência já aponta há décadas, mas que a rotina moderna insiste em ignorar. Grande parte das doenças crônicas que ela via tinha relação direta com o estilo de vida e, principalmente, com a alimentação. Esse processo virou estudo, o estudo virou mudança pessoal e a mudança pessoal virou produto. Foi na própria rotina que o overnight oats apareceu. Um formato comum nos Estados Unidos e na Europa, frequentemente recomendado por nutricionistas pelo alto valor nutricional, mas ainda pouco estruturado no Brasil. Camila começou a testar, adaptar e entender o que realmente funcionava. Com apoio de profissionais da área e engenharia de alimentos, percebeu um padrão nos produtos disponíveis: muito açúcar, pouca fibra e proteína insuficiente para sustentar como refeição. Foi a partir daí que surgiu a INATE O primeiro Overnight Oats Proteico do Brasil, feito apenas com ingredientes limpos e realmente saboroso. Um lanche pensado para a vida real A proposta da marca não tenta reinventar a nutrição. Ela resolve um problema prático que muita gente vive, mas nem sempre sabe nomear. O mix da INATE pode virar café da manhã, lanche da tarde ou ceia, dependendo de como a semana está. Pode ser preparado com antecedência, misturado com iogurte ou até virar um mingau proteico rápido quando o tempo aperta. Desde o início, alguns pilares foram inegociáveis: aveia sem glúten, proteína de alta qualidade e um perfil nutricional que sustentasse de verdade. A fórmula inclui ainda fibras como chia e linhaça, oleaginosas para textura e um leve dulçor natural. A ideia é simples: ter uma opção nutritiva sempre à mão, principalmente nos momentos em que a rotina aperta. Inclusive em viagens e deslocamentos, onde normalmente comer bem vira um desafio. Talvez a grande virada do mercado de alimentação saudável não esteja só em novos ingredientes, mas na forma como eles chegam até o consumidor. Hoje, o que ganha espaço são produtos que conseguem equilibrar três coisas ao mesmo tempo: saúde, sabor e praticidade. O consumidor não quer mais escolher entre um ou outro. Ele quer os três. Saúde não pode ser um projeto paralelo. Ela precisa caber na vida real. E quando um produto resolve isso sem exigir esforço extra, ele deixa de ser só uma boa opção e vira hábito.

Nike anuncia nova versão de tênis de corrida com super amortecimento

O Pegasus sempre ocupou um lugar específico dentro da corrida Um modelo confiável, pensado para o dia a dia, que equilibra conforto e desempenho sem exigir adaptação Agora, na sua versão 42, ele passa por uma atualização que mexe exatamente no ponto que mais importa para quem corre A sensação de retorno a cada passada A evolução acontece sem mudar o que já funciona Desde 1982, o Pegasus construiu uma base sólida entre corredores por manter uma proposta consistente Um tênis para rodar, treinar e usar com frequência O que a Nike faz nessa nova versão não é mudar essa identidade, mas ajustar a experiência O Pegasus 42 mantém o mesmo papel, mas aumenta a entrega A principal mudança está na nova unidade Air Zoom de comprimento total, agora com formato curvado, que aumenta o retorno de energia em cerca de 15% em comparação com a versão anterior Na prática, isso aparece na corrida com mais impulso, resposta e menos sensação de esforço O tipo de ajuste que não muda o estilo de quem corre, mas melhora a eficiência Conforto e suporte entram no mesmo nível de importância Além da resposta, o modelo também avança na construção A entressola com espuma ReactX continua presente, mas agora combinada com mais amortecimento na parte frontal do pé, sem aumentar a altura do tênis Isso mantém estabilidade e melhora a transição da passada O sistema de suporte no mediopé foi atualizado, a palmilha passa a ser totalmente moldada e o cabedal segue mais leve e respirável, ajustando melhor ao pé ao longo do uso O Pegasus continua sendo um modelo de uso diário Não é um tênis específico para prova, nem focado em um único tipo de treino Ele se posiciona como base Aquele que entra na rotina, sustenta volume e acompanha diferentes ritmos sem exigir troca constante Isso explica por que continua sendo um dos modelos mais utilizados dentro da linha de corrida da Nike Pequenos ajustes que mudam a experiência A sola foi redesenhada para melhorar tração e suavizar as transições, algo que impacta diretamente quem corre em asfalto com frequência O conjunto geral não busca reinventar o modelo Ele busca refinar E isso aparece mais na sensação do que na aparência Os produtos começam a evoluir em camadas menores, mas mais precisas O corredor já sabe o que funciona O que ele busca agora é eficiência, consistência e conforto ao longo do tempo O Pegasus 42 entra exatamente nesse lugar Um tênis que não muda a forma de correr Mas melhora a forma como o corpo responde ao longo da corrida

Existe uma maratona que acontece nas Pirâmides do Egito todo ano

A corrida de rua sempre foi sobre tempo, distância e superação pessoal, mas alguns eventos começam a mudar esse eixo ao colocar o ambiente como parte central da prova, é o que acontece com a Meia Maratona das Pirâmides de Marakez, que acontece em dezembro de 2026 e leva corredores do mundo inteiro para um percurso ao redor das Pirâmides de Gizé, criando uma experiência que vai além do esforço físico Quando o cenário muda a forma de correr Correr ao lado de um dos maiores patrimônios históricos do mundo muda a percepção da prova, o percurso deixa de ser apenas técnico e passa a carregar contexto, são mais de 5 mil anos de história no mesmo trajeto onde os corredores passam, o que transforma a corrida em algo que combina movimento, cultura e memória dentro de um único evento A prova mantém três distâncias, 5 km, 10 km e 21 km, permitindo que desde iniciantes até corredores mais experientes participem, ao mesmo tempo em que mantém certificação internacional nas distâncias maiores, garantindo padrão técnico para quem busca performance sem perder o apelo de experiência para quem está ali por outros motivos A corrida começa a fazer parte da viagem Esse tipo de evento acompanha um movimento que vem ganhando força, o das corridas-destino, onde a escolha da prova passa tanto pelo lugar quanto pela distância, o corredor não viaja só para competir, ele viaja para viver o percurso, o evento deixa de ser apenas um dia e passa a fazer parte de uma experiência mais ampla que envolve deslocamento, cultura e contexto Chegando à sua oitava edição, a prova reúne milhares de participantes de diferentes países, o que mostra que esse formato não é pontual, existe uma demanda crescente por eventos que entreguem mais do que performance pura, o interesse passa por vivência, cenário e significado O que isso indica para o futuro das corridas? A tendência é que mais provas sigam esse caminho, integrando esporte com ambiente e experiência, o tempo continua sendo relevante, mas deixa de ser o único foco, o percurso ganha protagonismo e passa a influenciar a decisão de quem corre Participar de uma prova como essa muda a relação com a corrida, o resultado continua importando, mas o que fica não é só o tempo no relógio, é o contexto em que ele foi construído

Cientistas descobrem que sangue de cobra pode ajudar a tratar obesidade

Cientistas da Universidade do Colorado identificaram uma molécula no sangue de pítons que conseguiu reduzir o apetite sem causar efeitos colaterais comuns como desconforto gastrointestinal, queda de energia ou perda de massa muscular O achado ainda está em fase inicial, mas chama atenção porque ataca um dos principais problemas dos tratamentos atuais Controlar a fome sem comprometer o funcionamento do corpo O metabolismo da píton ajuda a explicar o interesse A lógica começa no próprio animal Uma píton pode passar meses sem comer e, quando se alimenta, ativa um dos sistemas metabólicos mais extremos da natureza Após uma refeição, seu metabolismo acelera de forma significativa e órgãos como o coração chegam a aumentar de tamanho temporariamente para lidar com a digestão Esse tipo de resposta levou os pesquisadores a olhar com mais atenção para o que acontece no sangue durante esse processo Mais de 200 moléculas foram analisadas, uma se destacou Os cientistas identificaram centenas de metabólitos que aumentam no organismo da cobra após a alimentação Entre eles, uma molécula chamou atenção pela intensidade da resposta A para-tiramina-O-sulfato, conhecida como pTOS, chegou a aumentar mil vezes no sangue após uma refeição Essa substância é produzida por bactérias intestinais e ainda é pouco explorada em humanos Quando a molécula foi administrada em camundongos obesos, os animais passaram a comer menos e apresentaram redução de cerca de 9% no peso ao longo de quatro semanas O dado mais relevante não está só na perda de peso Está na ausência de efeitos colaterais comuns em estratégias de controle de apetite Não houve alteração gastrointestinal relevante, queda de energia ou perda de massa muscular O que isso muda na discussão sobre obesidade Grande parte das soluções atuais atua reduzindo o apetite, mas com impacto colateral no organismo Isso inclui desde desconforto digestivo até perda de massa magra O que esse estudo sugere é a possibilidade de um novo caminho Controlar a ingestão sem gerar esse tipo de efeito Ainda é cedo para qualquer aplicação prática, mas o direcionamento é claro Os pesquisadores agora consideram desenvolver versões sintéticas da molécula para testes mais avançados Mas existe um ponto importante Resultados em camundongos não garantem o mesmo efeito em humanos Entre descoberta e aplicação, existe um processo longo que envolve validação, segurança e adaptação

Quanto tempo demora para a musculação começar a fazer efeito?

Muita gente entra na academia esperando uma resposta rápida, treina por alguns dias, não vê mudança visível e começa a questionar se está funcionando, mas o corpo responde em tempos diferentes dependendo do objetivo e do ponto de partida. Nas primeiras semanas, a mudança não aparece no espelho, o que acontece é um ajuste interno de metabolismo, circulação e capacidade de esforço, algo que já começa a gerar resultado mesmo sem percepção estética imediata. O ponto de partida muda o tempo de resposta Para quem está com sobrepeso ou obesidade, os resultados podem aparecer mais rápido, em cerca de duas semanas já é possível perceber redução de peso quando treino, alimentação e hidratação estão alinhados, isso acontece porque quanto maior o peso corporal, maior o gasto energético necessário para manter o funcionamento do corpo, o que acelera o déficit calórico. Já para quem está mais próximo do peso saudável, o processo tende a ser mais gradual, com mudanças começando a aparecer entre três e quatro semanas, muitas vezes mais ligadas à disposição e ao condicionamento do que ao visual. Ganho de músculo segue outra lógica Quando o objetivo é ganhar massa muscular, o tempo de resposta muda, os primeiros sinais aparecem entre cinco e seis semanas de treino consistente, mas não dependem apenas da frequência, dependem de progressão de carga, o músculo precisa de estímulo crescente para continuar respondendo, sem isso o corpo se adapta rapidamente. Mesmo com tudo alinhado, o crescimento acontece de forma lenta, estudos mostram ganhos médios de 0,5 kg a 1 kg de músculo por mês, o que explica por que a transformação visual demora mais do que a maioria espera. Treinar mais não significa evoluir mais rápido Existe uma tendência de aumentar volume quando o resultado não aparece, mas o crescimento muscular acontece durante a recuperação, não durante o treino, sem descanso o corpo acumula fadiga, reduz desempenho e aumenta risco de lesão, por isso alternar grupos musculares e respeitar pausas faz parte do processo tanto quanto o treino em si. A velocidade da mudança passa por alguns fatores que vão além do treino, peso corporal, nível de condicionamento inicial, alimentação, sono e consistência ao longo do tempo influenciam diretamente, o treino sozinho não sustenta resultado se o resto da rotina não acompanha. O corpo responde a estímulo repetido ao longo do tempo, não a pressa, quem consegue manter consistência começa a perceber mudanças progressivas que aparecem primeiro na energia, depois na performance e só depois na aparência, a diferença não está em fazer mais em menos tempo, mas em sustentar o processo por tempo suficiente para o corpo responder.

Fundador da nike doa 2 bilhões de dólares para acelerar a cura do câncer

Phil Knight, cofundador da Nike, destinou US$ 2 bilhões para um centro de pesquisa oncológica nos Estados Unidos O valor, equivalente a cerca de R$ 11 bilhões, é o maior já recebido por uma universidade no país O investimento foi direcionado para a Oregon Health & Science University, onde o instituto de câncer que leva seu nome passa agora por uma nova fase de expansão O impacto não está só no tamanho da doação O centro deve dobrar de capacidade e ampliar o acesso a diagnósticos, tratamentos e ensaios clínicos Existe uma proposta clara por trás disso Integrar pesquisa, diagnóstico e acompanhamento do paciente dentro do mesmo sistema Na prática, isso significa encurtar o tempo entre descoberta científica e aplicação real E reduzir fricções que hoje existem no caminho de quem enfrenta a doença O histórico mostra que o investimento já vinha sendo construído Essa não é a primeira movimentação de Knight nessa direção Anos atrás, ele e sua esposa lançaram um desafio público de arrecadação, prometendo aportar centenas de milhões caso a universidade conseguisse mobilizar o mesmo valor O resultado foi um ciclo de financiamento que viabilizou pesquisas importantes em detecção precoce e tratamento Entre elas, o desenvolvimento do medicamento Gleevec, que mudou o prognóstico de pacientes com leucemia e ampliou significativamente a expectativa de vida A nova fase amplia o escopo do tratamento O investimento atual permite expandir esse modelo O centro passa a oferecer um cuidado mais integrado, que inclui suporte nutricional, acompanhamento psicológico, orientação genética e gestão de sintomas A proposta não gira só em torno da doença Inclui todo o contexto do paciente Isso muda a forma como o tratamento é estruturado E aproxima a oncologia de uma lógica mais completa de cuidado O movimento conecta saúde, inovação e capital de longo prazo Esse tipo de doação não é isolado Ele reflete uma mudança maior na forma como grandes fortunas estão sendo direcionadas Menos foco em filantropia pontualMais foco em infraestrutura de saúde e pesquisa No caso de Knight, existe uma visão clara de continuidade Investir em um sistema capaz de acelerar descobertas e ampliar acesso ao longo do tempo O que isso sinaliza para o futuro da saúde A discussão sobre câncer vem evoluindo Diagnóstico precoce, personalização de tratamento e integração de dados começam a ganhar mais espaço Iniciativas desse porte aceleram esse processo Não só pelo recurso financeiro Mas pela capacidade de estruturar centros que concentram pesquisa, tecnologia e atendimento no mesmo lugar Quando capital encontra direção A fala do próprio Knight aponta esse caminho A ideia não está apenas em apoiar a pesquisa Mas em viabilizar um modelo que consiga transformar descoberta em cuidado real Com escala E com continuidade Esse tipo de movimento não resolve o problema sozinho Mas acelera o que já está em curso E, em um campo onde tempo é determinante, isso faz diferença