24 - 26 de Abril

Expo Center Norte - SP

Eight Sleep: o futuro do sono (e dos colchões)

A Eight Sleep, marca que transformou o colchão em um gadget de bem-estar, levantou US$ 100 milhões para turbinar seu próximo passo: criar um Agente de Sono com IA, buscar aprovação da FDA e expandir globalmente, começando pela China e lojas físicas. Colchão milionário Desde 2019, a capa inteligente Pod já movimentou US$ 500 milhões em vendas e multiplicou a receita por dez. No total, a empresa captou US$ 260 milhões e já vende em mais de 30 países. Ah, e agora também tem sua própria linha de suplementos de sono de precisão. O tal Agente do Sono Baseado em 1 bilhão de horas de dados de sono, o sistema está sendo desenhado para prever interrupções antes mesmo de acontecerem. Como? Ajustando automaticamente temperatura, altura da cama e até rotinas em tempo real. Além disso, o monitoramento de batimentos cardíacos e respiração, sem precisar usar nada no corpo, pode virar solução médica para apneia do sono e até suporte à menopausa. O Modo Ondas de Calor já é realidade. A real do sono ruim Só 7% dos americanos acordam realmente descansados, e as mulheres sofrem mais com isso. Com maus hábitos e descompasso do ciclo circadiano crescendo, o mercado de tecnologia do sono já vale US$ 21 bilhões, sendo US$ 1,8 bilhão só em colchões inteligentes. A maioria já sabe quando dormiu mal, sem precisar de gráfico no app. Mas, se a IA realmente entregar noites melhores, talvez ninguém se importe em dividir o travesseiro com ela. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Como a Genera está transformando testes genéticos em Netflix da saúde preventiva?

A Genera não está apenas fazendo testes genéticos – está reinventando como consumimos informação sobre nossa própria saúde. Fundada em 2010 por Ricardo di Lazzaro e André Santos, a empresa brasileira criou o Genera Sempre, um modelo de assinatura que transforma um teste único em um serviço contínuo de monitoramento genético. É o Netflix da medicina preventiva, onde você paga R$ 29,90 mensais após uma taxa inicial de R$ 299 e recebe atualizações regulares sobre seus riscos de saúde. Da ancestralidade ao bem-estar: o que mudou na proposta Com mais de 400.000 clientes no Brasil, Argentina, Chile e Uruguai, a Genera evoluiu de testes básicos de ancestralidade para uma plataforma completa de saúde personalizada. O segredo está na parceria com a Dasa, que em 2019 investiu R$ 60 milhões em um centro de genética em São Paulo capaz de processar até 3.000 exames por dia. Resultado? Preços mais acessíveis e sequenciamento local que democratiza o acesso à informação genética.  Os números que provam: 64% mudaram hábitos de vida O impacto vai além dos dados: 64% dos clientes do plano anual relataram melhorias em hábitos de saúde. Não é à toa que a empresa projeta R$ 3,5 milhões em receita nos próximos meses. O plano anual já gerou R$ 166.000, sinalizando uma demanda crescente por soluções de saúde personalizadas que integram genética ao cotidiano. O futuro da medicina preventiva está na sua caixa de entrada A estratégia da Genera capitaliza uma tendência irreversível: a personalização contínua em wellness. Assim como apps de fitness se tornaram companheiros diários, os testes genéticos estão deixando de ser eventos únicos para se transformarem em monitoramento regular. A empresa oferece planos que variam de R$ 279 a R$ 419, mas é o modelo de assinatura que realmente diferencia a proposta da concorrência internacional como 23andMe. A revolução está acontecendo: transformar dados genéticos em insights acionáveis para uma vida mais saudável, mês após mês. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Sorriso high-tech: a revolução da Lura Health

A Lura Health, fabricante de sensores biométricos que ficam direto na boca, acabou de receber um investimento da gigante japonesa SCO Group, focada em tecnologia odontológica. O dinheiro vai acelerar os testes clínicos e abrir novas frentes de uso. Cuspe inteligente Parece coisa de filme, mas não é: os microssensores da Lura se conectam ao aparelho dentário ou até direto no dente e monitoram em tempo real o pH e os metabólitos da saliva. Isso gera alertas instantâneos sobre sua saúde, sem precisar de exame de laboratório. A ideia é simples: transformar o diagnóstico em algo contínuo e preventivo. Em vez de marcar consulta e esperar resultados, você tem dados na hora, direto da sua boca. Próximo passo: FDA A meta da Lura é conseguir aprovação da FDA até 2027. Enquanto isso, já estão desenvolvendo aplicações para performance esportiva, cuidados com idosos e bem-estar. Com o apoio do SCO Group, o plano é expandir iniciativas públicas de saúde bucal, diabetes e monitoramento de medicamentos na Ásia, começando pelo Japão. Menos tela, mais saúde A trend é clara: as pessoas querem mais insights sobre saúde sem ficar grudadas no celular. A tecnologia de “lab-on-a-chip” está levando o monitoramento além da glicose, explorando sangue, suor e saliva como fontes de dados. De CGMs multimoléculas da Sava e Biolinq a brincos que rastreiam hormônios (Incora) e adesivos que medem hidratação (Nix e Epicore), os wearables estão ficando cada vez menores e mais poderosos. E o recado é esse: os dispositivos que “quase esquecemos que estão lá” podem ser a chave para um bem-estar realmente preventivo. A Lura quer estar no centro dessa próxima onda, unindo assinatura clínica com estilo de vida. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Como uma dor pessoal virou uma healthtech de R$8 milhões?

João Vitor Innecco transformou a perda de sua avó Marisa em combustível para revolucionar a saúde preventiva no Brasil. A Marisa.Care, fundada em 2023, acabou de captar R$ 8 milhões em rodada pré-seed liderada pela Afya e já impacta mais de 5 milhões de vidas com inteligência artificial aplicada ao cuidado médico.  A IA que conversa, coleta e previne A plataforma da Marisa.Care vai muito além de automação básica. Ela usa IA para se comunicar com pacientes via WhatsApp e voz, coletando dados clínicos como sintomas, histórico médico e prescrições de forma natural e eficiente. Essas informações são consolidadas em painéis estratégicos que ajudam hospitais e gestores a identificar lacunas no cuidado e mapear riscos em 97,6% dos pacientes avaliados. A tecnologia já atende 14 redes privadas de hospitais e o SUS, democratizando a medicina preventiva através de análise de dados inteligente. O dinheiro que acelera a expansão Com o investimento da Afya, que já apostou R$ 10 milhões em startups como Caveo, Lean Saúde e Wellbe, a Marisa.Care planeja atingir o ponto de equilíbrio no próximo ano e expandir para o México. A parceria conecta a startup ao hub de educação médica da Afya, oferecendo expertise e recursos para escalar rapidamente.  Mais que tecnologia, é propósito A missão vai além dos números: prevenir mortes evitáveis como a de Marisa Innecco, que teve câncer de mama diagnosticado tardiamente. Apoiada por conselheiros como Paulo Chapchap e participante de programas da Microsoft e NVIDIA, a startup se posiciona como pioneira na América Latina em soluções de saúde personalizadas. É a prova de que inovação com propósito pode transformar dor em impacto social massivo. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

AG1 lança AGZ: o produto que pode revolucionar o sono

A AG1, gigante dos greens que faturou cerca de US$ 600 milhões em 2024, acaba de soltar sua cartada mais ousada: o AGZ, um drink noturno que promete otimizar o sono sem usar melatonina. É a primeira expansão de produto da empresa em 15 anos, e chega num momento em que o mercado de wellness cresce exponencialmente.  A fórmula que trabalha com seu ritmo natural O AGZ não é mais um suplemento qualquer. Ele atua em três fases: desacelerar, dormir e acordar. Com ashwagandha, L-theanine, magnésio L-treonato e açafrão, a fórmula trabalha com o ritmo natural do corpo, aumentando químicos calmantes como GABA e serotonina. Estudos mostram que o L-theanine reduz a latência do sono em dose de 200mg, enquanto o magnésio L-treonato melhora as fases de sono profundo e REM, com resultados visíveis já na primeira semana. Livre de melatonina = sem ressaca do sono  A grande sacada está no que o AGZ não tem: melatonina sintética. Diferente de auxílios tradicionais como Benadryl, que causam dependência e sonolência residual, o AGZ promete acordar revigorado. O feedback inicial dos usuários confirma: sem efeitos colaterais, sem perda de eficácia ao longo do tempo. Estratégia premium que mira na fidelização Por US$ 79 na assinatura (ou US$ 89 avulso), o AGZ se posiciona no nicho premium, certificado NSF para esporte e testado para pesticidas e metais pesados. Disponível em três sabores – chocolate, chocolate mint e mixed berry – pode ser consumido quente ou frio. Para a AG1, avaliada em US$ 1,2 bilhão, é uma jogada para estender a lealdade da marca e aumentar a receita recorrente, aproveitando sua base de clientes existente para conquistar o mercado de suplementos para o sono em crescimento. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Nike ACG renasce para dominar o trail running mundial

A Nike está apostando todas as fichas na ressurreição da ACG como força dominante no trail running. Com o lançamento do ACG Ultrafly em 2025 e uma reformulação completa da marca, a gigante do Oregon mira diretamente no crescente mercado outdoor, especialmente na China, onde as vendas de calçados para atividades ao ar livre explodiram 65% nos últimos anos.  De cult dos anos 90 para potência tech atual  Criada em 1989, a ACG (All Conditions Gear) já foi sinônimo de rebeldia e inovação com suas cores vibrantes e designs ousados. Após anos de hibernação, a marca ganhou novo fôlego em 2014 sob direção da ACRONYM, focando em techwear urbano. Agora, a Nike vai além: Angela Dong assume como CEO global da ACG, sinalizando que a estratégia vai muito além de lançamentos pontuais.  Trail running: o novo campo de batalha  O ACG Ultrafly chega equipado com tecnologia Vibram para aderência superior, espuma de amortecimento reforçada e sistema Haptic Drain para drenagem eficiente. A marca também planeja o ACG Zegama para final de 2025, consolidando uma linha completa para competir diretamente com Salomon e Hoka. Atletas como Anthony Costales já testam os produtos em eventos de alto nível como o Ultra-Trail du Mont-Blanc. O timing perfeito para surfar a onda outdoor O setor de bens esportivos nos EUA atingiu US$ 114,5 bilhões em 2023, crescendo 6,7% ao ano desde 2018. Na China, o engajamento em esportes ao ar livre disparou 19% em 2024, com o mercado de produtos outdoor projetado para RMB 241 bilhões em 2025. A Nike reconhece que perdeu espaço para marcas mais ágeis e agora usa a ACG como arma estratégica para reconquistar terreno perdido. É uma jogada que conecta performance, lifestyle e a crescente busca por experiências autênticas ao ar livre. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Parques de surfe aproveitam o boom dos clubes de bem-estar

Virginia Beach acaba de ganhar um novo hotspot que promete redefinir o conceito de lazer: o Atlantic Park Surf. Não é só uma lagoa de ondas de 2,67 acres, é praticamente um clube de lifestyle todo pensado em experiência. E o detalhe que deixa tudo ainda mais cool? O projeto foi idealizado em parceria com o músico Pharrell Williams, que quis transformar sua cidade natal em referência de cultura, entretenimento e bem-estar. Esse parque é só a ponta do iceberg do que parece ser a próxima febre do mercado de experiências. Tubo na certa 🌊🏄 Esquece aquelas ondas imprevisíveis do mar. Aqui, a parada é high-tech. O Atlantic Park Surf é o primeiro dos EUA a usar a tecnologia Wavegarden Cove, uma máquina de ondas que pode gerar até 1.000 ondas por hora em 25 estilos diferentes. Traduzindo: dá pra treinar desde a sua primeira remada até o drop perfeito. Você pode escolher se quer uma onda mais suave (pra sentir a vibe) ou algo mais radical, digno de campeonato, ou seja, é um paraíso tanto pros iniciantes quanto pros profissionais. O rolê não para O parque não é só surfar e ir embora. O pacote inclui uma sessão de 55 minutos de surfe, mas também aulas guiadas, análises de performance pós-surfe com a galera da Flowstate (sim, tem review dos seus movimentos!) e um clube de praia para aquela energia good vibes depois das ondas. O detalhe mais forte? Funciona o ano todo, ou seja, nada de depender de estação, swell ou sorte da maré. É surfar no inverno, no verão e até naquela terça aleatória quando você precisa de um reset mental. De costa a costa 🌍 O hype não vai ficar só em Virginia. A operadora do Atlantic Park já anunciou expansão pesada: Ou seja, prepare-se: em breve, esses espaços vão estar em todo canto dos EUA. Surfe = o novo entretenimento de luxo? Sabe o que é mais interessante? O surfe tá deixando de ser só esporte pra virar entretenimento aspiracional. O que aconteceu com o Topgolf (que transformou o golfe em rolê social), com o TOCA (futebol) e com os clubes de raquete de luxo tipo Padel Haus e Ballers, agora tá rolando com o surf. E os números não mentem: já existem 35 parques de surfe no mundo e mais de 75 em construção. O mercado deve crescer 11,5% ao ano até 2028 e movimentar cerca de US$ 3,8 bilhões. O surfe artificial não é só esporte, é business gigante. Quem tá surfando nesse business Essa onda tá cheia de players apostando alto: O resumo da onda Mais do que surfar, os parques de surfe são o novo “terceiro espaço”. Não é casa, não é trabalho: é o lugar onde você encontra amigos, cuida do corpo, ativa a mente e entra no flow. Se wellness já é status, agora também é estilo de vida surfe. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

FitOn entra na reabilitação: a nova aposta do wellness digital?

A gigante do fitness digital FitOn Health, com sua base de mais de 20 milhões de membros, está mirando um novo e lucrativo mercado: a reabilitação. A empresa acaba de lançar o FitOn Rehab, um programa digital focado em recuperação musculoesquelética (MSK), desenvolvido em parceria com o Dr. Tom Walters, fundador da Rehab Science. O movimento sinaliza uma expansão estratégica que vai muito além dos treinos convencionais. O problema de US$ 420 bilhões Por que esse movimento é tão relevante? Nos Estados Unidos, as condições musculoesqueléticas são uma verdadeira epidemia silenciosa. Elas afetam quase metade da população adulta e seus custos anuais, que ultrapassam US$ 420 bilhões, superam os gastos com doenças cardíacas e câncer combinados. Com a dor lombar como a queixa mais comum, o impacto na produtividade é brutal, resultando em mais de 100 milhões de dias de trabalho perdidos por ano. Fisioterapia na palma da mão? O FitOn Rehab ataca esse problema de frente, oferecendo uma solução acessível e digital. A plataforma disponibiliza mais de 20 rotinas personalizadas para condições comuns, como dor nas costas, lesões no manguito rotador e fascite plantar. O programa permite que os usuários realizem os exercícios em casa, no seu próprio ritmo, e ainda oferece a opção de sessões de telehealth para orientação especializada, integrando-se perfeitamente ao dia a dia. A estratégia por trás da expansão A jogada da FitOn é um exemplo claro da crescente digitalização da saúde. Ao entrar no mercado de MSK e integrar o serviço com planos de saúde, a empresa não só captura uma nova fonte de receita, mas também fortalece sua plataforma contra concorrentes. A parceria com um especialista como o Dr. Tom Walters constrói credibilidade e atrai um público que busca soluções preventivas e baseadas em ciência. O lançamento do FitOn Rehab mostra que a fronteira entre fitness e saúde está desaparecendo. Para o mercado de wellness, a mensagem é clara: o futuro do cuidado é integrado, digital e focado em resolver dores reais. A tendência é que a tecnologia continue transformando a reabilitação, tornando-a mais acessível e eficaz para milhões de pessoas. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Metabolismo na Palma da Mão: A tech que desafia a era do Ozempic

Enquanto o mundo fala de GLP-1s, uma revolução silenciosa ganha força no universo da saúde. Empresas de tecnologia como a Signos e a Twin Health estão na linha de frente, usando monitores contínuos de glicose (CGMs) e inteligência artificial para provar que dados, e não apenas medicamentos, podem ser a chave para o controle do peso e a reversão do diabetes. Mas o que um sensor de glicose faz, afinal? Esqueça a ideia de que CGMs são apenas para diabéticos. A grande virada é usá-los como uma ferramenta de bem-estar. A Signos, que acaba de receber aprovação da FDA para seu programa de perda de peso, usa os sensores da Dexcom para mostrar em tempo real como seu corpo reage à comida, ao sono e ao estresse. Resultando em uma perda média de 8% do peso corporal em seis meses, baseada em mudanças de hábito sustentáveis. O dinheiro está de olho nessa tendência A confiança do mercado é clara. A Twin Health levantou US$ 53 milhões, com uma avaliação próxima de US$ 1 bilhão, para aprimorar seu modelo de “gêmeo digital”, que combina dados de smartwatches e CGMs para oferecer coaching personalizado. A Signos não fica atrás, com US$ 20 milhões em caixa de investidores como Google Ventures. O objetivo é claro: criar ecossistemas de saúde que reduzam a dependência de produtos farmacêuticos. O plano é aposentar os remédios? Não exatamente, mas a estratégia é oferecer uma alternativa poderosa. Empresas como a Virta Health já prescrevem medicamentos GLP-1, mas com um plano de saída focado em melhorar a saúde metabólica a longo prazo. Os números da Twin Health são impressionantes: 71% dos seus membros conseguiram reverter o diabetes, e 81% deixaram de usar GLP-1. A mensagem é que a tecnologia pode potencializar os resultados e, em muitos casos, tornar o uso contínuo de remédios desnecessário. O recado final é que o futuro da gestão da saúde é integrado e preventivo. Para líderes e empreendedores, a combinação de tecnologia vestível, aprovações regulatórias e dados clínicos abre um caminho para modelos de negócio escaláveis que colocam o estilo de vida no centro da equação do bem-estar. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Por que a 24 Hour Fitness está abrindo as portas de graça?

A gigante americana 24 Hour Fitness, comandada pelo CEO Karl Sanft, está apostando em uma estratégia ousada para movimentar o mercado: um evento gratuito em todas as suas unidades nos EUA. A “End of Summer Block Party” não é apenas uma festa, mas uma vitrine estratégica que combina treinos, aulas em grupo e acesso a produtos de bem-estar, mostrando que a academia moderna quer ser um hub de experiências. A isca perfeita para o pós-verão Vamos ser diretos: não existe almoço grátis. A iniciativa é uma jogada de marketing calculada para capitalizar a motivação de quem quer voltar à rotina após o verão. Ao oferecer um dia de acesso total, a empresa reduz a barreira de entrada e demonstra o valor de seus planos e pacotes de personal training. A empresa busca converter visitantes em membros pagantes e impulsionar a receita recorrente em um mercado cada vez mais competitivo. Fitness agora é experiência? Absolutamente. A ação da 24 Hour Fitness ilustra uma tendência que veio para ficar: a transformação de espaços de treino em centros de bem-estar comunitários. Em um setor saturado, eventos imersivos e gratuitos funcionam como uma poderosa ferramenta para capturar a atenção do consumidor. A presença de fornecedores locais de suplementos e vestuário esportivo reforça essa ideia, transformando a visita à academia em uma solução de lifestyle completa. A lição para o mercado A estratégia deixa um recado para empreendedores e investidores do setor. Alavancar eventos sazonais é uma forma inteligente de criar picos de engajamento e fidelizar clientes. Para marcas de suplementos e outras empresas do ecossistema wellness, é a oportunidade de criar parcerias estratégicas e aumentar a visibilidade. Mais do que apenas vender um serviço, a tendência é construir um ecossistema sustentável que promova a saúde de forma integrada, unindo treino, comunidade e inovação. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/