A semente que virou negócio: como a Raízes do Açaí está mudando o jogo do wellness

E se o verdadeiro poder do açaí estivesse na parte que todo mundo joga fora? Foi com essa mentalidade que a startup paraense Raízes do Açaí transformou as sementes da fruta, antes consideradas lixo, em uma bebida funcional que já está sacudindo o mercado. A iniciativa não só inova no setor de bem-estar, mas também fortalece a bioeconomia da Amazônia. Da inquietação à inovação: qual foi a sacada? Tudo começou com a inquietação de Rosilan Farias, uma das fundadoras, ao observar o desperdício de toneladas de sementes de açaí em Belém. Junto com Gabriela Alarcón, ela desenvolveu um processo para transformar esse resíduo em um pó rico em fibras e antioxidantes, matéria-prima para uma bebida sem cafeína que se tornou uma alternativa a chás e cafés. A produção é baseada na economia circular: a empresa compra as sementes de batedeiras familiares, processa o material e cria um produto de alto valor agregado. Mais que uma bebida, um ecossistema Com um investimento inicial de R$ 150 mil e aportes de programas de aceleração, a Raízes do Açaí já processou mais de 40 toneladas de sementes. O resultado? Um produto que já está presente em 12 estados brasileiros e é vendido online por R$ 21 o pacote de 250g. O impacto vai além do comercial: a marca já firmou parceria com a franquia Açaí Granola e apoia cerca de 30 famílias ribeirinhas, gerando renda e incentivando a conservação da floresta em pé. O futuro é circular? A Raízes do Açaí prova que a inovação pode ser sinônimo de sustentabilidade. Ao unir bioeconomia, saúde e impacto social, a marca não só cria um produto, mas ensina ao mercado que o futuro dos negócios pode, literalmente, brotar do que antes era descartado. Em um mundo que se prepara para debates como os da COP30, a lição é clara: olhar para os recursos locais com uma nova perspectiva pode ser o segredo para diferenciar produtos e atrair consumidores cada vez mais conscientes. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

5 maneiras pelas quais as soluções nutricionais podem impulsionar o crescimento da academia

A BUBS Naturals, co-fundada por Sean Lake, está agitando o mercado de bem-estar. Conhecida por seus suplementos nutricionais focados em performance e recuperação, a empresa agora mira nas academias, propondo uma aliança estratégica que promete transformar tanto a rotina de treinos quanto o modelo de negócios do setor fitness. Prepare-se para ver a nutrição lado a lado com o suor. Performance Turbinada e Transparência: O DNA da BUBS A BUBS Naturals não é só mais uma marca de suplementos; é “Nutrition Innovation” em ação. Seus produtos são projetados para elevar a performance, acelerar a recuperação e promover a longevidade, essenciais para quem vive a rotina fitness. Um dos destaques é o Hydrate or Die, uma mistura de eletrólitos certificada NSF for Sport e feita com ingredientes dos EUA, seguindo o padrão Oral Rehydration Solution – ou seja, hidratação de verdade. Mas não para por aí: o Collagen promete dar um boost na saúde das articulações e na mobilidade, enquanto o MCT Oil Powder garante energia constante e foco mental para encarar qualquer desafio na academia e fora dela. Tudo para que você alcance seus objetivos de bem-estar de forma duradoura. Academias 2.0: Lucro e Membros Mais Fiéis A grande sacada da BUBS Naturals é ir além do balcão de lojas. A empresa está firmando parcerias com academias e treinadores, incorporando seus suplementos diretamente nas rotinas de fitness. A ideia é construir confiança e oferecer um ecossistema completo. Para as academias, essa é uma mina de ouro: a estratégia inclui a oferta de produtos por atacado, transformando suplementos em itens de varejo. Isso não só gera novas fontes de receita, fortalecendo a base financeira, mas também melhora a retenção de membros. Afinal, produtos testados por terceiros e confiáveis – como os da BUBS – alinham-se perfeitamente com as necessidades de hidratação, energia e recuperação dos alunos, fidelizando a galera a longo prazo. O Futuro do Wellness é Integrado (e Transparente!) O mercado de wellness está em constante evolução, e a integração de suplementos nutricionais ao core business das academias não é mais uma opção, mas uma tendência. É uma ferramenta poderosa para fidelizar e reter clientes em um cenário cada vez mais competitivo. Para executivos e empreendedores do setor, isso representa uma oportunidade de ouro: formar parcerias estratégicas para aumentar o valor vitalício dos clientes, melhorar as margens e construir uma lealdade inabalável, tudo isso ao atender a uma demanda crescente por performance, transparência e bem-estar. A demanda por produtos com certificações como NSF for Sport só cresce, e academias que oferecem soluções holísticas saem na frente. Essa abordagem integrada não é apenas sobre vender suplementos; é sobre redefinir o que significa ser uma academia de ponta. Ao unir tecnologia, nutrição e um compromisso com a transparência, a BUBS Naturals e suas parceiras estão moldando um futuro onde a performance encontra a longevidade, e o bem-estar é uma experiência completa, lucrativa e, acima de tudo, sustentável. Prepare-se, porque o seu treino e o seu negócio nunca mais serão os mesmos. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Cabelo branco antes dos 30?

O que antes era um tabu a ser escondido, hoje é um statement de autenticidade. Jovens como a canadense Ashley Sukru, que começou a ter fios brancos aos 14 anos por genética, estão liderando um movimento nas redes sociais que transforma o cabelo grisalho precoce em sinônimo de empoderamento e abre uma nova fronteira no mercado de bem-estar. Genética na frente, lifestyle no retrovisor Vamos direto ao ponto: a principal causa dos fios brancos antes da hora é a genética. Especialistas apontam que genes herdados da família, como o IRF4, são os grandes responsáveis. No entanto, o estilo de vida moderno também entra na equação. Fatores como estresse crônico, deficiências de vitaminas (B-12, D-3) e minerais (ferro, cobre) podem acelerar o processo, danificando as células que produzem a pigmentação do cabelo. A revolução dos # SilverSisters A grande virada de chave aconteceu no TikTok e no Instagram. Com hashtags como # youngandgray e # SilverSisters, uma comunidade global de jovens mulheres está ressignificando os cabelos grisalhos. Elas não só compartilham suas jornadas de aceitação, desafiando padrões de beleza ultrapassados, como também trocam dicas de cuidados. É a prova de que a autenticidade viraliza e cria um poderoso senso de pertencimento. Do salão para a prateleira de suplementos Se a conversa mudou, o mercado acompanha. A inovação nutricional surge como a grande tendência de wellness para a saúde capilar. Em vez de focar apenas em tinturas, a indústria mira em soluções preventivas. Estudos já indicam que suplementos e ajustes na dieta podem retardar ou até reverter o processo em alguns casos. Isso abre um leque de oportunidades, desde parcerias para produtos anti-envelhecimento até apps de monitoramento nutricional focados na saúde dos fios. No fim das contas, a aceitação dos cabelos grisalhos é mais do que uma tendência estética. É um reflexo de uma mudança cultural que valoriza o bem-estar integral e a beleza real, provando que um bom negócio nasce quando a indústria ouve o que as pessoas realmente querem: liberdade e saúde, da cabeça aos pés. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Fitness é o novo rolê? Como a busca por conexão está lotando as academias

Esqueça a imagem do treino solitário com fones de ouvido no máximo. A nova onda do universo wellness é sobre pertencimento e comunidade. Impulsionado pela Geração Z no pós-pandemia, o fitness deixou de ser uma atividade individual para se tornar um movimento coletivo que está redefinindo o mercado e transformando academias em verdadeiros hubs sociais. Mas por que a galera quer treinar junto? A resposta é simples: conexão. Segundo dados da ABC Fitness, 57% dos praticantes apontam a interação social como o principal motivo para se juntar a uma comunidade fitness. Essa necessidade de pertencimento é tão forte que fez as matrículas em academias crescerem 10% durante o verão, um período que costumava ser de baixa. O treino em grupo não só potencializa os resultados físicos, mas também eleva a autoestima, criando um ambiente de motivação mútua. A Geração Z puxando a fila Quem está no comando dessa revolução são os jovens. A Geração Z e os Millennials já representam 60% dos novos inscritos em academias. Altamente digitais e engajados, um terço deles interage diariamente com suas comunidades fitness. Para eles, o treino vai além da estética, abraçando benefícios mentais e sociais. Não à toa, 73% afirmam que a comunidade é um fator decisivo para manter a motivação, e plataformas como Clyx e grupos como SurfYogaBeer viraram referência. O futuro é tech e coletivo Essa mudança de comportamento abre uma janela de oportunidade gigante para o mercado. Empresas que investem em plataformas digitais e parcerias com grupos de treino estão saindo na frente. Enquanto os mais velhos buscam grupos pequenos e personalizados, os jovens querem tecnologia integrada, com wearables e aplicativos que facilitem as conexões. O futuro do fitness é phygital, mesclando o melhor das interações online e offline para criar experiências que geram não apenas resultados, mas lealdade. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

HOW: House of Wellness inaugura um novo capítulo do bem-estar no Brasil

O bem-estar vem ganhando novas camadas de significado e a HOW chega para redefinir o que essa palavra realmente representa. Criada por João Lucas Ramos, ex-fundador da The Cereal, a marca nasce como uma house of wellness, um espaço que une ciência, estética e propósito, com uma visão leve, cotidiana e real sobre o que significa cuidar de si. A HOW foi criada a partir de um questionamento simples, mas essencial: o que é, de fato, bem-estar? Em um cenário em que as redes sociais transformaram saúde e disciplina em metas inalcançáveis, a marca propõe um novo olhar: mais humano, acessível e constante. A ideia é mostrar que o autocuidado não precisa ser extremo nem idealizado. Ele pode e deve fazer parte da rotina, de forma leve, contínua e prazerosa. A casa de bem-estar A HOW se define como uma House of Wellness, uma casa de bem-estar construída sobre quatro pilares fundamentais: movimento, nutrição, bem-estar mental e bem-estar social. Cada um deles representa um ambiente dessa casa, um convite para que cada pessoa encontre o seu próprio equilíbrio e o movimento que faz bem. Mais do que uma marca, a HOW é um ecossistema que incentiva hábitos sustentáveis e saudáveis, sem impor regras ou perfeição. O bem-estar, para a marca, é algo vivo, algo que se constrói em comunidade, com trocas reais e pequenas escolhas diárias que, somadas, transformam a forma como a gente vive. Um lançamento que reflete propósito O primeiro passo da HOW não poderia ter acontecido de forma mais simbólica. O lançamento oficial aconteceu no Rosewood São Paulo, um dos endereços mais icônicos da cidade e referência de sofisticação e bem-estar. Em parceria com a Circle Side, a marca criou uma experiência completa de imersão em seus pilares. A manhã começou com uma aula de yoga conduzida pelo instrutor do Asaya Spa, o spa oficial do hotel, seguida por um brunch no jardim, em um clima leve e inspirador. O encontro traduziu perfeitamente o propósito da marca: bem-estar como uma experiência real, que começa dentro e se reflete fora. A Theta Movement assinou os equipamentos e tapetes de yoga, enquanto a Aconfiteria trouxe uma seleção de doces saudáveis que uniu sabor e propósito. Entre as convidadas estavam Carol Rache, Lara Akel e a nutricionista Gabriela Diniz, além de Rafa Zambello, Patsy Zurita, Ma Gomes, Thabata Araujo, Nathalia Paulino, Kamilla Smaili e Isabella Vorccaro. Ao todo, cerca de cinquenta pessoas participaram do evento, que marcou o início da House of Wellness e o lançamento da sua primeira linha de produtos. Mais do que um evento, o lançamento foi uma declaração de princípios. A HOW mostrou que acredita em um bem-estar sem extremismos, sem padrões inalcançáveis e que pode de fato fazer parte da rotina de todos os dias. A filosofia Community First Por trás da estética minimalista e do discurso leve, existe uma filosofia sólida que sustenta a HOW. A marca acredita que o bem-estar é uma jornada coletiva. Por isso, adota uma estratégia Community First, que prioriza o pertencimento, as trocas e a construção de uma comunidade em torno do propósito de viver bem. A proposta é reunir pessoas com os mesmos valores e criar um espaço de conversa, escuta e conexão. É um convite para transformar o autocuidado em algo que se vive junto porque, para a HOW, o bem-estar só é completo quando é compartilhado. HOW TO RECOVER: o primeiro passo é se recuperar A estreia da marca no mercado veio com o lançamento da sua primeira linha de produtos: HOW TO RECOVER. Um nome que sintetiza a essência da marca antes de acelerar, é preciso recuperar. Recuperar energia, equilíbrio e presença. A linha foi desenvolvida para restaurar o equilíbrio do corpo e da mente com produtos que unem funcionalidade, sabor e praticidade. São três fórmulas complementares, pensadas para diferentes momentos do dia: O Essential Recovery é o ponto de partida da rotina é uma fórmula de hidratação inteligente feita com eletrólitos e sais minerais que ajudam a equilibrar o corpo, reduzir a retenção de líquidos, melhorar a disposição e até refletir na aparência da pele. O Performance Recovery foi criado para momentos de movimento e treino, combinando eletrólitos e aminoácidos como taurina e arginina, que auxiliam na recuperação muscular, aumentam a energia e reduzem a fadiga. Um reforço natural para quem busca constância sem esgotar o corpo. Fechando o trio, o Sleep Recovery traz uma abordagem moderna e natural para o descanso. Sua fórmula combina glicina, inositol e magnésio, promovendo relaxamento e melhorando a qualidade do sono, sem o uso de melatonina. Ele ajuda o corpo a se recuperar física e cognitivamente, reduz os despertares noturnos e garante um despertar mais leve e restaurador. Todos os produtos são naturais, com baixa caloria, sem glúten, lactose ou corantes artificiais, adoçados com estévia e aprovados pela Anvisa. Um novo estilo de vida Mais do que fórmulas, a HOW propõe uma mudança de mentalidade. A marca acredita que o bem-estar não está em dietas restritivas, rotinas impossíveis ou performances constantes. Está na constância, na leveza e no prazer de cuidar de si. A estratégia de lançamento foi pensada exatamente para refletir isso: mostrar aos poucos o conceito da casa de bem-estar, reforçando o lifestyle que defende o de quem vive com propósito, sem pressa e com presença. A HOW quer estar na rotina das pessoas, acompanhando o ritmo da vida real, e não apenas nos momentos de performance. É um convite à pausa, à consciência e à regeneração. Com esse posicionamento, a marca inaugura uma nova forma de falar sobre wellness no Brasil. E se o começo é um reflexo do que vem pela frente, a HOW promete se tornar uma referência no novo bem-estar: regenerativo, acessível e humano. Porque o primeiro passo para viver bem é, simplesmente, aprender a se recuperar. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

A Geração Z no sofá: o custo invisível da inatividade

Esqueça a imagem do jovem cheio de energia. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) são um alerta direto: mais de 80% dos adolescentes entre 11 e 17 anos não se movimentam o suficiente. O que parece ser só uma fase de tela e sofá está, na verdade, construindo uma bomba-relógio para a saúde física e mental da próxima geração. O que acontece quando o corpo para? Quando o movimento cessa, o corpo entra em um modo de autossabotagem. A inatividade prolongada ativa mecanismos que literalmente degradam os músculos, causando perda de massa e força. Ao mesmo tempo, os ossos, sem o estímulo do impacto, perdem densidade, abrindo um caminho perigoso para a osteoporose no futuro. No cérebro, a história se repete: o comportamento sedentário está associado a uma redução no volume de massa cinzenta em áreas cruciais para o desenvolvimento cognitivo e tomada de decisões. A conta chega: do diabetes à saúde mental As consequências vão muito além da estética. A falta de atividade física é um fator de risco direto para a resistência à insulina, aumentando drasticamente as chances de desenvolver diabetes tipo 2. Obesidade e pressão alta também entram nessa lista preocupante. O impacto, no entanto, não é apenas físico. Sem a interação social e a liberação de hormônios do bem-estar que o exercício proporciona, os jovens se tornam mais vulneráveis a transtornos como ansiedade e depressão. Por que é tão difícil se mexer? A culpa não é apenas da falta de vontade. A combinação de rotinas de estudo e trabalho cada vez mais pesadas, a falta de ambientes seguros e acessíveis para a prática de atividades e, principalmente, a ausência de exemplos dentro de casa criam uma barreira gigante. O comportamento sedentário dos pais influencia diretamente os filhos, perpetuando um ciclo vicioso que é desafiador quebrar. Reverter esse cenário é urgente e exige uma mudança de mindset. A solução passa por integrar o movimento na rotina, encontrar modalidades que gerem prazer e, fundamentalmente, pelo exemplo familiar. Para o mercado de wellness, surge uma oportunidade clara: investir em soluções, de apps a programas de incentivo, que tornem a atividade física acessível e desejável para essa geração. O futuro da saúde depende de tirarmos os jovens do sofá, agora. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Síndrome do Coração Partido: conheça a doença que simula um infarto

Não é só força de expressão: o estresse intenso pode, literalmente, “quebrar” seu coração. A Síndrome de Takotsubo, ou cardiomiopatia do estresse, é a condição que prova como um choque emocional ou físico extremo causa um dano real e agudo ao músculo cardíaco, simulando os sintomas de um infarto. Como o estresse vira um problema físico? Tudo começa com uma descarga massiva de adrenalina e outros hormônios do estresse. Essa “overdose” hormonal atordoa o coração, causando uma fraqueza temporária no ventrículo esquerdo — a principal câmara de bombeamento do órgão. O curioso é que isso acontece sem que haja obstrução nas artérias, como em um infarto clássico. É o seu corpo reagindo de forma extrema a uma situação limite. Mulheres na mira: os números não mentem Os dados são claros: cerca de 90% dos casos afetam mulheres, especialmente no período pós-menopausa, o que sugere uma conexão com alterações hormonais. No Brasil, a estimativa é de 30 mil casos anuais, representando cerca de 1% dos diagnósticos de infarto. Embora seja mais comum em mulheres, a síndrome tende a ser mais grave quando atinge os homens. Do susto à recuperação: qual o caminho? Os sintomas, como dor no peito e falta de ar, levam muitos a procurar ajuda médica pensando se tratar de um infarto. O diagnóstico preciso só vem com exames como eletrocardiograma e ecocardiograma. A boa notícia é que a condição geralmente é reversível, com recuperação em semanas ou meses, através de medicamentos e monitoramento. O alerta, no entanto, é que a síndrome pode recorrer em até 10% dos casos, exigindo uma mudança no estilo de vida. A nova fronteira do wellness: blindando a mente e o coração A Síndrome de Takotsubo deixa um recado direto: cuidar da saúde mental não é luxo, é prevenção cardíaca. Práticas como sono de qualidade, atividade física regular e acompanhamento psicológico são essenciais para fortalecer a resiliência ao estresse. Para o mercado, isso abre uma avenida de oportunidades em programas de wellness corporativo e health techs focadas em monitoramento de estresse, provando que o equilíbrio emocional é o novo pilar da performance e da longevidade. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

O bisturi agora é um joystick: como a telecirurgia está redefinindo a saúde no Brasil

Imagine um cirurgião em São Paulo operando com precisão milimétrica um paciente em Porto Alegre. Não é roteiro de filme de ficção científica, é a nova realidade da medicina brasileira. A primeira telecirurgia robótica do país, realizada pelo cirurgião Rafael Ferreira Coelho, abriu as portas para uma revolução que promete democratizar o acesso à saúde de ponta e já tem o aval para chegar ao SUS. Beleza, mas como a mágica acontece? O segredo está na tecnologia. O cirurgião comanda um robô através de um console remoto, com uma latência (atraso na comunicação) inferior a 30 milissegundos, praticamente imperceptível e crucial para a precisão do procedimento. Para garantir total segurança, uma equipe médica local monitora tudo presencialmente. A barreira geográfica está sendo quebrada de vez: recentemente, uma telecirurgia conectou o Brasil ao Kuwait, cobrindo uma distância de 12.000 km, mostrando o potencial global da inovação. Menos risco, mais bem-estar Os benefícios para o paciente são o grande destaque. Um estudo do Hospital das Clínicas da USP revelou que, em cirurgias de câncer de próstata, a abordagem robótica diminui o risco de disfunção erétil em 20% e de incontinência urinária em 10%. Por ser minimamente invasiva, a tecnologia acelera a recuperação, reduz o tempo de internação e, no fim das contas, promove uma melhor qualidade de vida para quem enfrenta tratamentos complexos. O business por trás da inovação Com a aprovação da Conitec para o uso no Sistema Único de Saúde (SUS), a telecirurgia deixa de ser um nicho e abre um mercado gigantesco. Para empresas de tecnologia e saúde, isso significa uma oportunidade única de escalar operações e criar parcerias estratégicas com hospitais. A estratégia é clara: investir em tecnologia de ponta, como o 5G, para garantir a baixa latência necessária, e transformar serviços médicos locais em soluções globais, acessíveis até mesmo em regiões remotas. A mensagem final é que a telecirurgia robótica vai muito além da tecnologia. Ela representa uma mudança de paradigma, unindo medicina de alta performance com bem-estar e democratizando o acesso aos melhores especialistas. É a saúde do futuro, acontecendo agora. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Raise: marca que colocou o cold brew no mapa brasileiro

Em um país onde o café é quase uma religião, parecia improvável que algo novo pudesse surgir desse grão tão familiar. Mas foi justamente essa inquietação que fez nascer a Raise, uma marca que não se contentou com o “sempre foi assim” e decidiu reinventar a forma como o Brasil consome energia, propósito e café. De um sonho engavetado a um propósito em lata A história da Raise começa muito antes da primeira lata chegar às prateleiras. Seu fundador, ainda na faculdade, trocou o terno e a rotina das consultorias por uma torrefação de café em Porto Alegre. Foi ali, entre sacas de grãos e notas fiscais, que o destino começou a ser traçado. Enquanto o mundo já vivia o boom do cold brew, o café extraído a frio, mais suave e naturalmente energético, o Brasil ainda desconhecia essa categoria. “Como o maior produtor de café do mundo ainda não tinha isso?”, ele se perguntava. A resposta veio anos depois, em forma de ação. De volta ao mercado financeiro, o sonho ficou adormecido, mas nunca esquecido. E entre madrugadas de planilhas e reuniões, o desejo de criar algo real, físico, inspirador e algo que fizesse sentido foi crescendo. Até que, em 2025, nove anos depois da primeira ideia, a Raise saiu do papel e entrou nas gôndolas. Mais que café, um movimento O nome Raise não é só um verbo; é um convite. Significa “elevar”, “erguer”, “levantar”. E traduz com precisão o que a marca quer inspirar: não desistir, seguir, ir além. O café gelado em lata é apenas o primeiro capítulo dessa história. Feito com grãos 100% arábica do Cerrado Mineiro, o cold brew da Raise passa por 18 horas de infusão a frio, o que extrai praticamente toda a cafeína do grão, três vezes mais que um espresso, mas sem acidez ou amargor. O resultado? Uma bebida naturalmente doce, limpa, energética e pronta para beber. Conveniência com propósito. Mas a Raise não é só sobre performance. É sobre propósito. Inspirado pela Logoterapia de Viktor Frankl, o fundador entendeu que o verdadeiro sentido está em viver por algo maior. Assim, a marca nasceu para ajudar as pessoas a encontrarem força para construir a vida que acreditam merecer. Daí surgiu o slogan que guia tudo: “A vida que você acredita está esperando para ser vivida.” O novo capítulo do café brasileiro No Brasil, o café sempre foi associado à pausa, um símbolo de descanso entre compromissos, um respiro entre as urgências do dia. A Raise chegou para inverter essa lógica e associar o café ao movimento. Enquanto o preparo tradicional exige tempo, ritual e paciência, o cold brew surge como a versão moderna de um hábito ancestral: um café pronto, saudável e funcional, feito para acompanhar a vida em ritmo acelerado. É a bebida de quem quer mais energia com menos açúcar, mais praticidade com menos culpa e mais autenticidade com menos artificialidade. Nesse novo contexto, o cold brew da Raise representa o próximo passo natural na evolução do café brasileiro. Mas por trás da bebida existe uma missão maior: educar a categoria. A Raise quer mostrar que o cold brew não é apenas “um café com gelo”, e sim uma forma completamente nova de extração, com outro perfil sensorial e funcional. Por ser feito a frio e em longas horas de infusão, ele concentra mais cafeína, mas preserva o sabor suave e naturalmente adocicado do grão, uma combinação que o torna uma alternativa limpa e inteligente aos energéticos tradicionais, geralmente repletos de açúcar e cafeína sintética. A Raise nasce, portanto, como a marca que introduz uma nova forma de cafeína ao Brasil: natural, sofisticada e alinhada ao novo estilo de vida wellness, onde performance e bem-estar coexistem na mesma lata. E, como toda boa história empreendedora, a marca foi construída de forma bootstrap, sem grandes investidores, sem atalhos, apenas com uma ideia persistente e a coragem de transformá-la em realidade. “Ainda estamos no Day 1”, diz o fundador, que deixou uma carreira sólida no mercado financeiro para seguir o instinto e o propósito. Contra o piloto automático O que a Raise desafia vai muito além do café quente. O verdadeiro “vilão” é a inércia, o modo automático de viver e consumir, aceitando soluções “porque sempre foi assim”. A marca nasce para questionar o óbvio. Por que precisamos de energéticos artificiais se o café pode ser a fonte mais pura de cafeína natural? Por que seguimos repetindo hábitos antigos em um mundo que pede novas rotinas e novos significados? Raise é um lembrete em forma de lata: que toda mudança começa com uma escolha consciente, até mesmo o que você bebe. De Porto Alegre para o mundo A visão da Raise é ambiciosa: tornar o cold brew brasileiro um símbolo global. A marca quer provar que o país pode exportar não apenas o grão cru, mas também valor agregado: design, propósito, autenticidade e inovação. Essa nova geração de cafés brasileiros carrega mais do que sabor; carrega identidade e intenção. O plano é expandir o portfólio para novas categorias, como lattes, caramel, mocha, vanilla e até bebidas com proteína funcional, sempre mantendo o mesmo tripé que define a marca desde o início: conveniência, indulgência e saudabilidade. E, mesmo olhando para o futuro, a Raise mantém os pés firmes em sua essência, a uma marca que inspira movimento, questiona padrões e mostra que o café pode ser muito mais do que uma bebida. Ele pode ser um manifesto. O despertar de uma nova energia A Raise é mais do que uma marca de café, é o reflexo de uma geração que busca energia com propósito. Não se trata apenas de fazer mais, mas de fazer melhor, com consciência, intensidade e sentido. Do armazém em Porto Alegre às gôndolas de São Paulo, a Raise se tornou símbolo de uma transformação cultural: a passagem do café quente e apressado para o café frio e consciente. É a transição do consumo automático para o questionamento, da rotina para o recomeço. Porque, no fundo, a

O fim do “no pain, no gain”?

A WellnessSpace Brands, liderada por Kevin Conaway, está na vanguarda de uma mudança de mentalidade no universo fitness. A empresa aposta que o futuro não está só no treino pesado, mas na recuperação inteligente, integrando ferramentas de bem-estar como parte essencial da rotina em academias e estúdios. De luxo a necessidade: a virada de chave do mercado A recuperação deixou de ser um luxo para atletas de elite e virou uma peça-chave para o bem-estar geral. Influenciada por ícones como LeBron James e Tom Brady, que transformaram o cuidado com o corpo em norma, a indústria se move para uma abordagem mais holística. Nesse cenário, os treinadores deixam de ser apenas prescritores de exercícios e se tornam guias de saúde, usando a recuperação para prevenir lesões, evitar o overtraining e garantir resultados consistentes a longo prazo. Tecnologia a serviço do descanso: como funciona na prática? O portfólio da WellnessSpace Brands é pensado para o mundo real das academias: operação sem necessidade de staff, uso intuitivo e sessões rápidas de até 15 minutos. Produtos como o HydroMassage, que oferece massagens com jatos de água aquecida, o CryoLounge+, com terapia de calor e frio direcionada, e os RelaxSpace Wellness Pods, para relaxamento mental, democratizam o acesso a tecnologias antes restritas, tornando a recuperação acessível a todos. Mais recuperação, mais resultado (e receita) A estratégia é um ganha-ganha. Para os clientes, significa alívio de dores, redução do estresse e melhora no humor. O CryoLounge+, por exemplo, demonstrou reduzir a dor muscular em 32% em 24 horas. Para as academias, incorporar esses “wellness spaces” é uma forma poderosa de se diferenciar em um mercado saturado, aumentar a retenção de membros e criar novas fontes de receita. Com o mercado de equipamentos de fitness projetado para crescer mais de US$ 8 bilhões até 2030, a demanda por soluções acessíveis de recuperação só tende a aumentar. O recado para o setor é claro: investir em recuperação não é apenas uma tendência, é uma estratégia de negócio sustentável. Empresas que entendem isso estão posicionando seus clientes — e seus negócios — para a longevidade. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/