24 - 26 de Abril

Expo Center Norte - SP

Realidade Virtual + Saúde Mental? Essa combinação tá ganhando força.

Com a conversa sobre metaverso ficando cada vez mais séria, o uso da realidade virtual na saúde mental começa a chamar atenção — e não é só no papo, não. Tem pesquisa, investimento e startups apostando pesado nisso. O que é Terapia de Realidade Virtual? É basicamente usar a imersão da realidade virtual para tratar coisas como fobias, ansiedade e até dores crônicas. A pessoa é colocada num ambiente simulado, seguro e controlado, que ajuda a treinar a mente e o corpo a reagirem de forma mais saudável. A saúde mental virou um tema urgente, principalmente depois da pandemia. A boa notícia? A tecnologia pode deixar os tratamentos mais acessíveis, rápidos e até mais baratos que as terapias tradicionais. Não à toa, o mercado de saúde em realidade virtual deve crescer 32% ao ano até 2027 — podendo bater US$ 3,9 bilhões. Quem já tá surfando essa onda? Funciona mesmo? Parece que sim. Apesar de sabermos que é uma simulação, nosso cérebro compra a ideia — e isso ajuda a gente a testar novos comportamentos com menos medo. “Mesmo sabendo que não é real, o cérebro permite que você tente algo diferente. Isso não quebra o efeito — só torna o aprendizado mais possível.” – Daniel Freeman, professor da Oxford Mas calma lá… Ainda é cedo pra dizer que realidade é a cura pra tudo. A tecnologia tem muito potencial, mas ainda precisa avançar em pesquisa, custo e acessibilidade. Como disse Jonathan Rogers, pesquisador da UCL: “A realidade virtual pode ser parte da solução, mas não vai substituir remédios ou terapia de verdade.” Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor.Se inscreva em 👉 https://fitfeed.com.br/newsletter/

Saúde começa nas pequenas escolhas do dia a dia

Você provavelmente já ouviu falar em microplásticos na água, no sal, nos alimentos. Mas e no cérebro? Pois é, um novo estudo feito com camundongos acendeu o alerta: partículas minúsculas de plástico estão atravessando barreiras que até pouco tempo pareciam intransponíveis. O que os cientistas descobriram? Pesquisadores da Universidade de Viena analisaram os efeitos da exposição diária a microplásticos em roedores. E o resultado foi bem direto: as partículas não só chegaram ao cérebro em questão de horas, como também alteraram a expressão de genes ligados à inflamação, resposta ao estresse e metabolismo neural. Traduzindo: o cérebro “sentiu” a presença do plástico e respondeu com desequilíbrios celulares que, em longo prazo, podem impactar memória, cognição e até humor. Como esses plásticos entram no corpo? Pela comida, bebida, cosméticos e até pelo ar. Os microplásticos estão literalmente em todo lugar — e uma vez ingeridos, conseguem circular pela corrente sanguínea. O que surpreendeu nesse estudo foi a velocidade com que chegaram ao cérebro e o nível de impacto observado mesmo em doses consideradas comuns. Por que isso importa pra quem vive o wellness? Porque o estudo joga luz sobre uma realidade pouco falada: não é só o que você consome, mas também como e de onde vem. Pensar em saúde hoje é pensar também na qualidade da água que você bebe, do pote onde você armazena seus alimentos e do que vai no rótulo do seu skincare. Saúde ambiental e saúde mental estão mais conectadas do que parecem. E o wellness do futuro é sobre reduzir a exposição ao que adoece — mesmo que invisível. E o que dá pra fazer agora? Ainda não existem soluções perfeitas, mas pequenas atitudes já fazem diferença: Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor.Se inscreva em 👉 https://fitfeed.com.br/newsletter/

Luxo que vale a pena: viagens sob medida viram novo status premium

Nada de roteiros genéricos: quem busca exclusividade quer curadoria, conexão real e histórias que valem ser vividas. Por que o luxo no turismo virou sinônimo de autenticidade (e como isso muda o jogo) A velha fórmula do roteiro padronizado entregue por algoritmo já era. O turismo de luxo está numa revolução silenciosa: agora, autenticidade e personalização comandam a cena. Não é só trend, é o core do que os viajantes premium querem em 2025. Nada de itinerários lotados ou clichês impulsionados por likes e reposts. Itinerário sob medida: o novo luxo em alta O luxo não é mais sobre acumular lugares visitados, e sim sobre conectar com o local de um jeito real. Quem tem grana para viajar deixa de lado os roteiros “copy paste” dos influenciadores e mergulha numa curadoria que une conforto e experiências que fazem seu coração vibrar. Olha só o tamanho dessa virada: em média, esse público planeja oito viagens por ano, três delas internacionais, e a grande sacada é investir pesado no que foge do óbvio. Ou seja, menos instagramável mas muito mais memorável, aquela sensação que só um roteiro feito sob medida entrega.   Por que o toque humano é o verdadeiro upgrade Na era da inteligência artificial, quem brilha ainda são os consultores de viagem. São aqueles especialistas que vão além do “copy/paste” de dados e criam roteiros que fazem sentido, que transformam uma viagem em história para contar. A expertise humana retomou seu lugar porque, no fundo, ninguém quer uma experiência genérica. Eles traduzem desejos, entendem as nuances, e entregam recomendações que saltam do papel para o coração do viajante. E programas de fidelidade que cuidam do detalhe só reforçam essa aposta no atendimento premium. Luxo 2.0: o casamento entre elegância e significado O luxo que explode em 2025 não é mais ostentação; é uma experiência que turbina o bem-estar, que alia conforto a conexões reais com culturas locais. Viajar com esse mindset é elevar o lazer ao status de uma verdadeira jornada de descobertas. O diferencial? Esse olhar que integra o melhor do presente com raízes locais profundas, potencializando não só o prazer imediato, mas um legado emocional e cultural para a vida toda. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor.Se inscreva em 👉 https://fitfeed.com.br/newsletter/

Matcha é só bonito no copo ou faz mesmo diferença?

Matcha é só bonito no copo ou faz mesmo diferença?

Se você está minimamente ligado no universo wellness, já esbarrou com ele por aí — verdinho, vibrante, às vezes espumante, às vezes em latte gelado: sim, estamos falando do matcha. Mas será que ele é só mais uma trend ou realmente merece espaço na sua rotina? Spoiler: a resposta pode te surpreender (pra melhor). Um chá que carrega benefícios reais O matcha é um tipo de chá verde, mas com um diferencial de peso: ele é cultivado à sombra, o que turbina a quantidade de clorofila, teanina e antioxidantes como o poderoso EGCG. E aqui está o pulo do gato: ao contrário do chá comum, onde você só infunde a folha, no matcha você consome o pó inteiro. Resultado? Uma dose concentrada de ativos que promovem foco, energia estável e defesa contra inflamações. Na prática, ele entrega aquele combo que a galera do wellness ama: energia sem ansiedade + clareza mental + efeito antioxidante. Energia na medida e com propósito A cafeína do matcha é diferente da do café. Ela vem acompanhada de L-teanina, um aminoácido que ajuda no foco calmo — ou seja, energia sim, mas sem aquele pico seguido de queda. Ideal pra quem quer produtividade com leveza. E pra quem curte um ritual de autocuidado, o matcha é um prato cheio. Preparar ele do jeito tradicional (com água quente na medida, batedor de bambu e atenção plena) já é uma forma de praticar presença. Mas se você é mais prático, tudo bem: ele também vai bem em lattes, smoothies e até receitinhas doces ou salgadas. Apesar de ser natural, o matcha é potente. Em excesso, pode causar irritação estomacal, especialmente se tomado em jejum. E como ele tem taninos, é bom evitar combinar com alimentos ricos em ferro (tipo espinafre, por exemplo), porque isso pode atrapalhar a absorção de alguns minerais. Mas calma: é só regular a dose e encaixar com inteligência no dia. No fim das contas, o matcha não é só um ingrediente funcional — ele representa uma escolha. De desacelerar, focar no agora, cuidar do corpo e da mente com mais intenção. Não é só sobre energia. É sobre como você quer viver sua rotina. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor.Se inscreva em 👉 https://fitfeed.com.br/newsletter/

Naturaltech 2025: O que rolou na maior feira de bem-estar da América Latina?

A FitFeed, principal portal de notícias do mundo wellness no Brasil, marcou presença na feira Naturaltech de 2025, trazendo um panorama das tendências e lançamentos mais inovadores do mercado, desde os lançamentos mais falados, os ingredientes que dominaram os estandes, as ativações que lotaram corredores e, claro, as tendências que vão moldar o futuro do mercado. O que é a Naturaltech? A Naturaltech, realizada de 11 a 14 de junho de 2025 no Distrito Anhembi, em São Paulo, é a maior e mais influente feira de produtos naturais da América Latina. Organizada em conjunto com a Bio Brazil Fair, ela reúne anualmente cerca de 57 mil visitantes — entre profissionais do setor, varejistas, produtores, especialistas em saúde e também o público geral nos dois últimos dias. Com sua proposta de impulsionar inovação, sustentabilidade e networking, a Naturaltech apresenta um mix abrangente de setores: alimentos funcionais, probióticos, suplementos, cosméticos naturais, moda sustentável, tecnologias para bem-estar e serviços complementares. A edição de 2025, por exemplo, contou com mais de 1.700 marcas e 760 expositores oferecendo soluções que vão de nutrição esportiva a embalagem sustentável, passando por terapias holísticas. Além de estandes, a feira oferece uma programação robusta de palestras, workshops e debates com grandes nomes do setor, como Cris Arcangeli, Alexandre Herchcovitch, Dr. Eric Slywitch e Marina Santa Helena, focados em temas como consumo consciente, bioeconomia e inovação em cosméticos Tendências e Inovações em Destaque 2025: O consumidor está mais exigente e as marcas responderam à altura. Se uma palavra pudesse resumir o clima da Naturaltech 2025, seria “intencionalidade”. Marcas não estavam ali apenas para apresentar produtos, mas para contar histórias, resolver dores reais e mostrar que sabem com quem estão falando. O público, por sua vez, não veio atrás de rótulos bonitos. Procurava saúde com prazer, conveniência com propósito e inovação com base em ciência. Isso se refletiu na avalanche de lançamentos voltados para nutrição funcional, estética holística, alta performance e sustentabilidade prática. Kombuchas com superfoods, shots com adaptógenos, snacks proteicos, shakes prontos para o dia a dia, suplementos com formatos lúdicos — o que se viu foi uma indústria madura, mas em constante reinvenção. A fusão entre saúde, sabor e praticidade dominou as prateleiras da feira! A combinação de ingredientes como ashwagandha, cogumelos funcionais, monk fruit, colágeno e proteínas vegetais virou quase regra entre os lançamentos. Mas o que chamou mais atenção foi o fato de que, além de funcionais, os produtos estavam saborosos — e prontos para caber na rotina de quem vive na correria, mas não quer abrir mão do bem-estar. Um bom exemplo foi o lançamento do Supercoffee sabor Doce de Leite, da Caffeine Army, que uniu performance e indulgência em uma fórmula que agradou desde o consumidor hard user até o curioso de primeira viagem. O shake proteico da Verde Campo também se destacou: um whey líquido, pronto para beber e sem necessidade de refrigeração, que atraiu olhares por sua praticidade e posicionamento como “divisor de águas” no pós-treino. A Zaya Foods, por sua vez, mostrou que snacks proteicos também podem ser protagonistas, com o lançamento das Zaytas Protein — chips ricos em colágeno que fizeram tanto sucesso que viraram até sabor de sorvete dentro do estande. Já a Água na Caixa apresentou uma bebida funcional com eletrólitos em embalagem sustentável, reforçando a tendência de que saúde e meio ambiente devem caminhar juntos. Colaborações e personalidades levaram storytelling a outro nível A feira também escancarou a força de influenciadores e celebridades quando há verdade por trás do discurso. Glória Pires marcou presença com sua marca Bemglória, focada em autocuidado feminino e ingredientes naturais, enquanto Giovanna Antonelli lançou a Herbamed, uma linha que mistura chás, blends e sprays com base na rotina pessoal da atriz. Ambas não só assinaram os produtos como participaram ativamente da comunicação e da experiência nos estandes — o que fez toda a diferença. O mesmo vale para Manu Cit, que levou uma legião de seguidores até a Guday, marca de vitaminas em formato de gomas, mostrando que a nova geração quer se suplementar com praticidade, diversão e sabor. Do lado das marcas, as collabs também se destacaram. Plant Power e A Tal da Castanha lançaram juntas um shake proteico vegano que une a expertise das duas empresas. A Castelo Alimentos, marca centenária de vinagres, foi além do tradicional e apresentou desde bebidas prebióticas até uma linha de limpeza natural com o mesmo DNA funcional. Clean beauty, autocuidado e estética holística ganharam protagonismo Outro ponto alto da Naturaltech foi a consolidação do segmento de clean beauty como peça-chave no bem-estar moderno. Séruns com ingredientes como cogumelos, algas e vitamina C estabilizada dominaram o setor de cosméticos. A startup KOTE Skincare chamou atenção com seu lançamento exclusivo e filas para testar o produto ao vivo, reforçando o poder do skincare consciente. A feira também estreou o primeiro “Award de Clean Beauty do Brasil”, coroando como Produto do Ano o protetor solar natural da Khor. Livre de toxinas, com FPS 30 e foco em peles sensíveis, o produto virou referência do que significa proteger o corpo e o meio ambiente ao mesmo tempo. O público quer viver o wellness — e está disposto a viajar por isso Mais do que comprar produtos, o público da Naturaltech queria viver a experiência. Os estandes que apostaram em ativações sensoriais, degustações guiadas, oficinas e talks lotaram. A marca Zaya, por exemplo, repaginou sua identidade visual e levou o público para uma verdadeira imersão de marca — com chefs preparando receitas, parcerias com cafeterias e ativações inesperadas como o já citado sorvete proteico. Segundo dados do mercado, mais da metade dos consumidores norte-americanos viajaram mais de duas horas por um serviço de wellness em 2024. A Naturaltech mostrou que o Brasil também está nesse caminho: o consumidor quer experiências transformadoras, memoráveis e com conteúdo. O que ainda não apareceu — e deveria Mesmo com tantos avanços, algumas lacunas chamaram atenção. A saúde mental, por exemplo, apareceu em ingredientes como chás calmantes ou suplementos com adaptógenos, mas ainda carece de

Geração Z e Millennials impulsionam explosão do mercado de wellness

A indústria do bem-estar está bombando. Só nos EUA, os gastos já passam dos 500 bilhões de dólares por ano, segundo a McKinsey. E quem tá puxando essa onda? A Geração Z e os Millennials, que representam 36% da população adulta, mas são responsáveis por 41% do consumo total em wellness. Ou seja: gastam mais, se interessam mais e estão ditando o rumo do setor. Mas nem tudo acompanha esse ritmo Mesmo super engajados, esses jovens ainda são pouco atendidos em várias áreas que mais importam: saúde mental, performance cognitiva, saúde do coração e do intestino. Não à toa, 40% da Gen Z diz se sentir “quase sempre estressada”. 6 categorias que estão explodindo: Com foco em resultados, Gen Z e Millennials estão gastando mais que os mais velhos em categorias emergentes — e essas são as que mais crescem: 1. Nutrição funcional Quase dois terços dessas gerações compraram produtos dessa categoria no último ano. A ideia agora não é mais só cortar ingredientes ruins, mas incluir ativos que fazem diferença: proteínas, nootrópicos, adaptógenos e verdes funcionais são o novo básico. 2. Estética A estética é uma prioridade de saúde para a Gen Z. Em 2024, 53% aumentaram os gastos com procedimentos cosméticos. Ingestíveis, tecnologia para a pele e tratamentos preventivos estão fundindo beleza e performance. 3. Vida Ativa e com qualidade Cerca de 60% dos consumidores globais colocam o envelhecimento saudável no topo da lista de prioridades. Os mais jovens estão trocando a promessa do “anti-idade” por uma abordagem de performance: mais energia, foco e recuperação para viver melhor — e por mais tempo. 4. Experiências A busca é por vivências transformadoras. Em 2024, mais da metade dos americanos viajou mais de 2h por um serviço de bem-estar, e 60% pretendem repetir esse tipo de experiência em 2025. De retiros imersivos a banhos termais, o que vale é se desconectar e restaurar de verdade. 5. Controle de peso (sem dieta maluca) Exercício ainda é a estratégia nº 1, mas um terço dos jovens acha o controle de peso “muito difícil”. O uso de medicamentos como os GLP-1s está crescendo e com isso, também a demanda por alimentos ricos em proteína, suporte para o intestino e treinos de força. 6. Saúde mental Para 42% da Gen Z e Millennials, a saúde emocional é prioridade altíssima — muito além da terapia. O cuidado envolve sono, pele, movimento e comunidade. É o bem-estar como estilo de vida real, acessível e integrado. O recado final? Essa galera não tá esperando as marcas se atualizarem. Eles estão criando seus próprios caminhos, escolhendo o que consomem com propósito, e priorizando o que realmente importa no dia a dia. As próximas marcas de sucesso em wellness vão ser aquelas que transformarem essas necessidades reais em soluções práticas — que cabem na rotina, no bolso e no estilo de vida de quem quer viver com mais saúde, propósito e prazer.

Terapias frias ganham força e marcam nova fase do bem-estar no Brasil

Banhos gelados, câmaras hiperbáricas e luz vermelha: ferramentas de recuperação ganham protagonismo no wellness brasileiro O Brasil acaba de dar mais um passo na direção do bem-estar de alta performance. As terapias frias e ferramentas de recuperação vêm conquistando espaço como uma das principais apostas do ano, refletindo uma mudança real no comportamento do consumidor e na forma como entendemos autocuidado. Protagonistas dessa nova fase, os cold plunges — banheiras de imersão em água gelada — conquistaram celebridades e atletas de ponta, e agora chegam com força ao mercado nacional, ganhando espaço em casas, academias boutique e clínicas de fisioterapia e reabilitação. Mais do que modismo, esses banhos estimulam o sistema nervoso parassimpático, reduzem inflamações e promovem bem-estar quase imediato. Mas não é só o frio que está em alta. Tecnologias como a oxigenoterapia hiperbárica, os tapetes de infravermelho longo, máscaras de luz vermelha e massagens com pistolas vibratórias vêm sendo incorporadas em protocolos de performance e relaxamento, unindo ciência e sensorialidade. A proposta é clara: recuperar o corpo antes mesmo da lesão surgir — e manter a saúde em primeiro lugar. Esse movimento marca uma transição importante: de um wellness centrado apenas em estética ou emagrecimento para uma abordagem preventiva, regenerativa e, sobretudo, personalizada. A ideia de “recarregar o corpo” de forma ativa e consciente se conecta com uma geração cada vez mais preocupada com longevidade, saúde mental e qualidade do sono. O crescimento desses recursos também reflete o amadurecimento do mercado nacional, que agora investe em equipamentos acessíveis, seguros e eficazes. Essa tendência vem traduzindo essa proposta com inovação e estética, conquistando espaço tanto em ambientes clínicos quanto domésticos. Com forte apelo entre os públicos jovem e adulto, a tendência deve impulsionar parcerias com profissionais da saúde, fisioterapeutas e educadores físicos, além de fomentar novos modelos de negócios voltados à recuperação ativa. Se o futuro do wellness é sobre equilíbrio, regeneração e ciência aplicada ao cuidado diário, as terapias frias mostram que é possível alcançar tudo isso — com uma boa dose de coragem e temperatura perto de zero

Por que subir escada faz bem ao cérebro?

Subir escada é muito mais do que mexer as pernas. Ajuda o coração, fortalece músculos e melhora o equilíbrio do corpo — e tudo isso só com uns minutos por dia. Estudos mostram que subir só cinco lances de escada já traz benefícios de saúde, reduzindo até riscos de doenças do coração. Para os mais velhos, também ajuda a prevenir quedas e manter a estabilidade. Americano quebra recorde e mostra que dá para treinar em casa Sean Greasley mostrou que dá pra transformar algo simples, como subir escadas, em um desafio incrível. Em menos de 23 horas, ele subiu e desceu 8.849 metros – a altura do Everest! Esse feito não é só um recorde mundial, mas um convite para a gente olhar o cotidiano de um jeito novo, conectando esforço e bem-estar. A escalada aconteceu em dentro da sua casa em Las Vegas, EUA, e mostra que, com foco e determinação, até os desafios mais difíceis ficam possíveis. Sean não só bateu um recorde mundial, mas também inspirou muita gente a enxergar no simples ato de subir escadas um exercício poderoso. Sem precisar de equipamentos caros ou espaços especiais, ele provou que disciplina e vontade são o que realmente fazem a diferença. Seja para quem quer começar a se mexer mais, para quem busca um treino prático no dia a dia, ou para quem quer um desafio maior, as escadas estão aí, esperando para serem usadas.

BemGlória chega ao mercado com foco em autocuidado e compromisso com a conservação da Amazônia

A Naturaltech 2025 foi palco de um dos lançamentos mais comentados da feira: a Bemglória, nova marca de autocuidado assinada por ninguém menos que Glória Pires. A atriz — que dispensa apresentações — apresentou pessoalmente sua linha de óleos e cremes naturais, mostrando que autocuidado também é sobre maturidade, propósito e conexão com o corpo. Voltada especialmente para o público feminino 40+, a linha aposta em ingredientes naturais e aromaterapia, com fórmulas que unem óleo de coco orgânico, manteiga de cupuaçu, lavanda e extrato de babosa. Tudo pensado para cuidar da pele e também das emoções, reforçando que bem-estar vai além da estética: é rotina, é toque, é presença. Durante o evento, Glória recebeu fãs, bateu papo com visitantes e atraiu a atenção da grande mídia — seu nome foi destaque em diversos portais, o que ajudou a levar o universo do wellness para muito além do nicho especializado. A proposta da marca é clara: oferecer produtos que promovam um autocuidado consciente, acessível e com responsabilidade ambiental. E o mercado parece pronto — varejistas sinalizaram forte interesse na linha, validando a força do cruzamento entre influência, autenticidade e propósito.

Haoma ensina como o chocolate pode entrar na rotina sem culpa

Esquece tudo o que você conhece sobre “doce saudável”. A Haoma, marca da influenciadora Juju Norremose, chegou com tudo na Naturaltech com sua nova linha de chocolates funcionais clean label — e já virou queridinha entre o público que ama se cuidar, mas não abre mão de um docinho. A proposta é clara: unir prazer e saúde com ingredientes puros e naturais. Os chocolates são veganos, sem açúcar, feitos com cacau orgânico 70%, adoçados com monk fruit, e levam recheios incríveis de castanhas e frutas liofilizadas. Tudo isso com uma pegada gourmet, mas sem culpa. Lançada oficialmente durante a feira e divulgada no Instagram da Juju, a linha teve repercussão instantânea nas redes do universo fit. As amostras esgotaram rapidinho — e o buzz só aumentou, com gente dizendo que finalmente encontrou um doce que cuida do corpo e da alma. A marca mira especialmente o público feminino jovem que quer manter uma rotina saudável sem aquela ideia de “privação”. Afinal, comer bem também é sobre prazer — e os chocolates Haoma entregam tudo: sabor, textura, ingredientes limpos e um visual de dar água na boca. A Haoma mostra que o mercado de clean label está em plena expansão, e que o digital tem força real pra alavancar produtos que unem propósito, saúde e desejo.