24 - 26 de Abril

Expo Center Norte - SP

Ronaldo Fenômeno lança clube premium para quem joga tênis

O Ronaldo decidiu entrar de vez no jogo do tênis e isso diz mais sobre o momento do esporte do que sobre o próprio investimento. O ex-jogador está lançando o Galacticos House, um clube privado dentro do Reserva Beach Club em Alphaville, com uma proposta que mistura esporte, lifestyle e exclusividade no mesmo pacote A estrutura segue a lógica de um novo tipo de clube. Não é só quadra. O projeto inclui arena para 3 mil pessoas, centro de treinamento, academia e quadras de diferentes superfícies, além de espaço para padel. A ideia é clara. Não é só praticar, é transformar o lugar em palco de eventos, torneios e experiências ao redor do tênis E aqui entra o ponto mais interessante. O acesso é limitado a 300 membros e o título custa R$ 1 milhão. Isso posiciona o clube muito mais próximo de um ativo de lifestyle do que de um espaço esportivo tradicional. Um lugar onde o pertencimento vale tanto quanto a prática O projeto ainda adiciona camadas que reforçam esse posicionamento. Adega com curadoria, charutaria, rooftop com restaurante, galeria de arte e serviços personalizados como concierge e alfaiataria. Tudo pensado para aumentar o tempo de permanência e transformar o clube em destino, não só em ponto de treino No fundo, o movimento do Ronaldo acompanha uma tendência maior. O tênis vem ganhando espaço e atenção global, e começa a ocupar um território que mistura performance, socialização e status. Ele mesmo deixou claro que quer trazer grandes jogadores, competições e eventos para o espaço, entrando diretamente nessa onda de crescimento do esporte O que está sendo construído aqui não é só um clube. É um produto que conecta esporte com experiência e exclusividade. E isso ajuda a explicar por que cada vez mais projetos nesse formato estão surgindo Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Eli Lilly investe mais de R$ 13 bilhões na criação de medicamentos com IA

A Eli Lilly está fazendo um movimento que pode acelerar toda a lógica de desenvolvimento de medicamentos. A empresa fechou um acordo de até 2,75 bilhões de dólares com a Insilico Medicine para levar ao mercado global fármacos desenvolvidos com inteligência artificial. O ponto central aqui é simples. Reduzir tempo e aumentar precisão em um processo que hoje é lento, caro e cheio de incerteza. A Insilico já desenvolveu pelo menos 28 medicamentos com uso de IA, com parte deles em fase clínica. Entre os casos mais relevantes está o ISM001-055, considerado o primeiro fármaco totalmente desenhado por inteligência artificial, criado para tratar fibrose pulmonar idiopática e já em testes. Por trás disso está a plataforma Pharma.AI. Ela não só acelera a análise de moléculas existentes como também cria novas moléculas do zero usando IA generativa. O sistema identifica alvos de doenças e projeta estruturas específicas para atuar nesses pontos, além de prever como essas substâncias devem se comportar em ensaios clínicos humanos. Esse avanço ataca um dos maiores gargalos da indústria. Hoje, desenvolver um medicamento pode levar de 10 a 15 anos e custar bilhões de dólares, com uma taxa alta de falha ao longo do caminho. A IA entra justamente para reduzir tentativa e erro e encurtar esse ciclo. Se esse modelo ganhar escala, o impacto não é pequeno. Menos tempo para desenvolver, mais precisão na escolha dos alvos e potencial para acelerar o acesso a novos tratamentos. No fim, não é só sobre tecnologia. É uma mudança de lógica. A indústria começa a sair de um modelo baseado em tentativa e erro para um modelo guiado por dados e aprendizado contínuo. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Gymshark anuncia sua primeira academia após 13 anos vendendo só roupas

A Gymshark está dando um passo que vai além do produto. A marca anunciou sua primeira academia em Miami e o movimento diz mais sobre o futuro do fitness do que sobre abrir um novo ponto. O que começou como uma empresa digital agora quer controlar também o espaço onde as pessoas treinam A unidade não foi pensada como um lugar tradicional de treino. A proposta é criar um espaço híbrido. Parte centro de treinamento, parte estúdio de conteúdo, parte ponto de encontro. Na prática, é uma extensão física da comunidade que a marca já construiu online A Gymshark cresceu baseada em creators, conteúdo e engajamento. E agora está levando isso para o ambiente físico. Eventos como os Lift já mostravam esse caminho. Grandes encontros que misturam treino, experiência e socialização. A academia surge como a evolução natural desse modelo O fitness mudou de função O acesso a equipamento deixou de ser diferencial. Hoje, o que pesa é identidade, pertencimento e experiência compartilhada. As pessoas não querem só treinar. Querem fazer parte de algo. O movimento da Gymshark acompanha uma tendência maior. Academias começam a funcionar como hubs de lifestyle. Lugares onde treino, conteúdo e interação acontecem ao mesmo tempo. O objetivo não é uma hora de treino. É aumentar o tempo de permanência e conexão com a marca. O ponto principal não é abrir uma academia. É fechar o ciclo. A marca passa a controlar o digital, o produto e agora o ambiente físico. Se isso escalar, deixa de ser só uma empresa de roupa e vira uma plataforma completa dentro do fitness O que está acontecendo aqui é uma mudança de lógica. O valor não está mais no aparelho. Está na experiência que se constrói ao redor. E quem entender isso primeiro, lidera. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Americanos criam cobertor com infravermelho que te faz dormir melhor

A Dream Recovery está apostando em uma ideia direta. Se o sono já é o principal momento de recuperação do corpo, por que não potencializar isso com tecnologia. O novo cobertor ponderado da marca combina dois mecanismos conhecidos. Peso e infravermelho. O que muda em relação ao cobertor comum Cobertores ponderados já são usados para melhorar o sono. A pressão constante ajuda a ativar o sistema de relaxamento do corpo e facilita o início do descanso. Aqui entra uma segunda camada. A tecnologia CELLIANT, integrada ao enchimento. A proposta é usar o próprio calor do corpo como estímulo. O material contém minerais como quartzo e óxidos que capturam o calor corporal e o convertem em energia infravermelha. Em vez de dissipar, esse calor retorna para o corpo e penetra nos tecidos. A promessa é melhorar circulação local e oxigenação celular. Ou seja, enquanto você dorme, o corpo continua recebendo estímulo. A tecnologia já foi testada em diferentes contextos. Estudos indicam aumento de 5 a 8 por cento na oxigenação dos tecidos, melhora de cerca de 12 por cento na força de preensão após exposição e ganho médio de 18 minutos de sono por noite em superfícies com o material. Não é milagre. Mas aponta para um ajuste fino no processo de recuperação. O cobertor tem cerca de 11 quilos. A pressão distribuída ajuda a reduzir agitação e melhora a qualidade do sono. Esse efeito já é conhecido. A diferença aqui é a combinação com o estímulo infravermelho. Um ponto importante é a construção. O tecido mantém respirabilidade, evitando retenção excessiva de calor. A camada externa é de algodão orgânico e a tecnologia está dentro da fibra, não aplicada por fora. Isso garante que o efeito não se perca com o uso. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Correr juntos pode fortalecer o vínculo e a conexão entre casais

A corrida de rua sempre foi vista como algo individual. Mas na prática isso está mudando. Cada vez mais casais estão usando o treino como momento de convivência. Não é só sobre correr. É sobre compartilhar rotina. Quando o casal divide o treino, cria um espaço recorrente de encontro. Sem distração, sem excesso de estímulo. Isso abre espaço para conversa, alinhamento e até silêncio compartilhado. Coisas simples que no dia a dia acabam se perdendo. Com o tempo, o treino deixa de ser só físico e vira parte da relação. Outro ponto importante é a construção de metas conjuntas. Prova, distância, ritmo. Tudo isso cria um senso de direção compartilhado. E isso fortalece vínculo. Não é só cada um cuidando do seu. É os dois indo na mesma direção. A rotina começa a se ajustar junto com a corrida. Alimentação melhora, agenda se organiza, sono ganha mais atenção. Pequenas decisões começam a ser tomadas em conjunto. E isso reforça parceria no dia a dia. Especialistas apontam um efeito direto na relação. Atividade física em dupla ajuda a reduzir estresse e melhora a comunicação. O corpo regula, a mente desacelera e a relação se beneficia desse estado. A tecnologia também ajuda Aplicativos de corrida e plataformas digitais ampliaram esse movimento. Hoje é mais fácil encontrar pessoas com o mesmo interesse, participar de grupos e até iniciar relações a partir do esporte. A corrida deixou de ser só prática e virou ponto de encontro. As provas também acompanham essa mudança. Percursos variados, formatos mais acessíveis e experiências pensadas para diferentes níveis. Isso permite que iniciantes e experientes participem juntos. E cria um ambiente mais aberto para interação. A corrida continua sendo uma das formas mais simples de se exercitar. Mas, para muitos, ela virou algo maior. Um momento de conexão dentro de uma rotina cada vez mais acelerada. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

O treino que começa antes de você colocar o tênis

Existe uma parte do corpo que sustenta cada agachamento, cada corrida, cada salto que você já fez na vida. Uma parte que passa horas dentro de um calçado, comprimida, isolada, sem trabalhar de verdade. E que a maioria das pessoas nunca treinou. Os pés. Não é exagero dizer que boa parte do desgaste que aparece no joelho, no quadril e na lombar ao longo dos anos tem origem num lugar muito mais embaixo. O corpo é um sistema. Quando a base falha, o resto compensa. E compensação acumulada, com o tempo, cobra a conta de um jeito que nenhum protocolo de treino consegue evitar. O problema é que a indústria esportiva passou décadas construindo exatamente o oposto disso. A lógica do amortecimento e o que ela ignorou Mais amortecimento, suporte e tecnologia entre o pé e o chão. A promessa era proteger. E em partes, funcionou. Mas junto com a proteção veio um efeito colateral que demorou para aparecer no radar: pé que não trabalha, enfraquece. A musculatura intrínseca do pé, responsável por estabilizar cada passo, foi progressivamente sendo dispensada. O calçado fazia o trabalho que deveria ser dela. E enquanto isso, a propriocepção, a capacidade do corpo de sentir e responder ao chão, foi ficando embotada. O resultado não aparece de imediato. Aparece anos depois, na forma de instabilidade, lesão recorrente e a sensação de que o corpo está cobrando algo que você não sabe nomear direito. Mas aqui está o que poucos conectam: isso não é um problema só de quem corre ou malha. É um problema de qualquer pessoa que anda, sobe escada, fica em pé horas no trabalho, carrega filho no colo, joga com os amigos no fim de semana. Os pés estão na base de tudo que o seu corpo faz no dia a dia. E a maioria deles passa a vida inteira sem jamais ser treinada de verdade. O sinal que veio de dentro das academias Nos últimos anos, algo discreto começou a mudar dentro das salas de treino. Quem frequenta academia, aulas de crossfit, levantamento olímpico ou ginástica funcional provavelmente já reparou: algumas pessoas começaram a tirar o tênis para treinar. Não por descuido. Por escolha. O mesmo acontece nas aulas de yoga e pilates. E de um jeito diferente, mais radical, em modalidades como ballet e ginástica artística, onde sapatilhas de solado finíssimo ou o pé completamente descalço são o padrão, não a exceção. Essa mesma lógica se aplica aos tatames de jiu-jitsu, onde a conexão direta com o solo é fundamental para a tração, e à rotina dos grandes corredores africanos, que desenvolvem uma biomecânica de elite treinando muitas vezes sem a interferência de amortecedores. Bailarinos e ginastas têm algo que atletas de alto rendimento com solas de borracha de 3 centímetros muitas vezes não têm: uma consciência corporal absurda sobre o contato com o chão. Propriocepção treinada. Pé que trabalha de verdade. Isso não é coincidência. É consequência de anos se movendo sem a muleta do amortecimento. A ciência do movimento conecta esses pontos há tempo. O que faltava era uma conversa honesta sobre o que isso significa fora dessas modalidades e nichos específicos. O que a pesquisa diz sobre andar descalço? O conceito barefoot e zero drop não surgiu do nada. Ele veio de uma observação simples: populações que vivem e se movem com menos interferência entre o pé e o solo apresentam menor incidência de disfunções no tornozelo, joelho e coluna. Um estudo publicado no Journal of Foot and Ankle Research mostrou que crianças que crescem descalças desenvolvem arco plantar mais forte e maior equilíbrio dinâmico do que aquelas que usam calçados com suporte desde cedo. O pé humano tem 26 ossos, 33 articulações e mais de cem músculos, tendões e ligamentos. Ele foi construído para trabalhar. A transição para calçados de solado plano ou para o treino descalço não é uma virada radical. É um processo gradual de reaprendizado. O pé começa a ativar musculatura que estava adormecida. A estabilidade melhora. A consciência corporal melhora. E com o tempo, o movimento inteiro fica mais eficiente: no agachamento, na corrida, na caminhada, na postura parada em frente à mesa. Menos desperdício de esforço. Mais controle sobre o que o corpo está fazendo em qualquer situação. A marca que entende o corpo como sistema É dentro desse contexto que a FIBER construiu seu posicionamento atual. A marca nasceu em 2020 a partir de uma necessidade real: não existia uma máscara adequada para quem treinava. A Fiber Sport Mask resolveu esse problema com precisão, chegou ao esporte de alto nível e acompanhou o Time Olímpico Brasileiro em Tóquio, além de ter sido a escolha de lendas e ícones globais como o Rei Pelé. Mais de 4 milhões de unidades vendidas depois, a marca expandiu sua linha e consolidou um DNA que sempre esteve claro internamente. Produto funcional. Tecnologia aplicada ao corpo. Nada de promessa vazia. O que a FIBER está trazendo agora para a conversa é uma pergunta que vai além do equipamento: como você está tratando a base do seu movimento? A linha de calçados zero drop da marca parte de uma premissa direta. O pé precisa trabalhar. O calçado precisa deixar ele fazer isso. E a transição precisa ser inteligente, gradual e sustentada por um produto que entende de engenharia do movimento, não só de estética esportiva. Performance, por muito tempo, foi sinônimo de intensidade. Mas existe uma geração de pessoas que começou a perceber que o corpo não funciona assim. Que consistência vale mais que pico. Que preservar a capacidade ao longo do tempo é uma forma muito mais inteligente de evoluir do que extrair tudo de uma vez e pagar a conta depois. E às vezes, o maior upgrade que você pode dar no seu treino, na sua postura e no seu movimento cotidiano não está num equipamento novo, num protocolo mais elaborado ou num aplicativo de monitoramento. Está em reaprender a usar o que você já tem. Fortalecer os pés não é detalhe de

“Efeito Mounjaro” já está mudando os cardápios dos restaurantes no Brasil

O impacto dos medicamentos para emagrecimento saiu do consultório e começou a aparecer no prato. Uma pesquisa da Abrasel com mais de 1.400 estabelecimentos mostra uma mudança clara no comportamento do consumidor. As pessoas continuam indo aos restaurantes. Mas estão consumindo de outro jeito. Os dados mostram um padrão direto. 56 por cento dos estabelecimentos perceberam queda nos pedidos de pratos principais. Ao mesmo tempo, 64 por cento registraram aumento nos pedidos de porções menores. O movimento já ganhou até nome informal. Menu Mounjaro. Na prática, menos volume por refeição e mais divisão entre pessoas. Outro sinal importante está nas bebidas. Mais da metade dos estabelecimentos apontou aumento no consumo de opções sem álcool. Isso reforça uma mudança que vai além da comida. O comportamento como um todo está sendo ajustado. Alguns restaurantes já estão reagindo. No Nou, por exemplo, versões reduzidas dos pratos já representam cerca de um quarto dos pedidos. Não é só tendência. Já virou operação. O que está por trás disso? Medicamentos como o Mounjaro atuam diretamente no apetite. A pessoa continua comendo, mas com menos fome e mais saciedade. Isso muda a lógica do consumo fora de casa. Menos impulso, mais controle. O que pode acontecer agora? A expectativa é de aceleração. Com a chegada de versões mais acessíveis, o uso tende a se expandir. E isso pressiona o setor a se adaptar mais rápido. Quem depende de volume pode sentir. Quem ajusta formato pode capturar essa nova demanda. Enquanto bares e restaurantes tradicionais veem redução em alguns pedidos, outros segmentos crescem. Confeitarias e chocolates premium estão registrando aumento de consumo entre usuários desses medicamentos. Menos quantidade, mais qualidade. O que está acontecendo aqui é uma mudança de comportamento em escala. O cliente não deixou de sair. Ele só passou a consumir com outro critério. E isso muda o jogo inteiro. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Surge aparelho portátil que reconhece se sua comida tem glúten ou lactose

Comer fora de casa ainda é um risco real para quem tem alergia alimentar ou intolerância ao glúten. O problema nunca foi só escolher o prato. É confiar no que está ali. Um novo dispositivo chamado Allergen Alert tenta resolver isso de forma prática. Testar o alimento antes de consumir. A lógica é simples. O usuário coloca uma pequena amostra da comida em um recipiente descartável, insere no aparelho e inicia a análise com um botão. Em cerca de dois minutos, o sistema responde se há presença de glúten ou outros alérgenos. Não depende de restaurante, não depende de rótulo. Depende do teste direto. O dispositivo usa um método chamado imunoensaio. Na prática, ele identifica proteínas específicas que causam reações alérgicas. Hoje, já consegue detectar glúten e alérgenos comuns como leite. A evolução prevista é ampliar esse alcance para até nove dos principais gatilhos alimentares. Ou seja, não é só um produto pontual. É uma plataforma que pode crescer. O formato é outro ponto chave. Compacto, leve e com bateria. Cabe na rotina. Pode ir para restaurante, viagem, escola ou evento. A proposta é tirar a dependência de terceiros e colocar o controle na mão do usuário. Para quem convive com alergia, a alimentação fora de casa exige atenção constante. E muitas vezes envolve evitar situações por falta de segurança. Um dispositivo como esse muda a dinâmica. Não elimina o risco, mas reduz a incerteza. O movimento aqui é maior. Ferramentas que dão mais autonomia para decisões de saúde no dia a dia. Menos dependência de informação externa. Mais controle direto. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

A cada hora que você corre seu corpo pode ganhar 7 horas a mais de vida

A corrida sempre foi vista como um exercício simples. Mas os dados mais recentes colocam ela em outro nível. Quando o assunto é longevidade, poucas práticas chegam perto. Uma análise de diversos estudos mostrou um dado direto. Para cada hora corrida, o ganho médio pode chegar a sete horas de vida Os números chamam atenção. Corredores vivem, em média, cerca de três anos a mais do que pessoas que não correm. E não é preciso ser atleta. Mesmo quem corre pouco, devagar ou sem consistência perfeita já apresenta benefícios relevantes. O mais interessante é que nenhuma outra atividade analisada mostrou um impacto tão forte na expectativa de vida Um dos pontos mais práticos do estudo é o volume necessário. Cerca de cinco minutos por dia já foram associados a aumento de expectativa de vida. Não é sobre intensidade extrema. É sobre manter o hábito. Na média dos estudos analisados, duas horas de corrida por semana já entregam um efeito significativo ao longo dos anos A corrida foi associada a uma redução de quase 40 por cento no risco de morte prematura. Esse efeito se mantém mesmo quando entram fatores como histórico familiar, consumo de álcool, tabagismo ou sobrepeso. Ou seja, não depende de um cenário perfeito. Depende de consistência ao longo do tempo Os benefícios não crescem para sempre. Os dados mostram que o ganho de expectativa de vida tende a estabilizar em torno de três anos, mesmo com volumes maiores de treino. A partir de cerca de quatro horas semanais, o efeito deixa de aumentar, mas também não se torna negativo Caminhada, bicicleta e outros exercícios também reduzem o risco de morte. Mas o impacto médio fica em torno de 12 por cento, bem abaixo do observado na corrida. Isso reforça um ponto. Se movimentar importa. Mas algumas práticas entregam mais retorno dentro desse contexto Os próprios pesquisadores deixam claro. A relação não é absoluta. Quem corre tende a ter outros hábitos saudáveis, e isso também influencia. Mas mesmo considerando esse ponto, o padrão se mantém. A corrida aparece como uma das ferramentas mais eficientes para quem pensa em saúde no longo prazo. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Khloé Kardashian lança chips com 7g de proteína e ingredientes naturais

Khloé Kardashian está entrando em um território que cresce rápido dentro do consumo saudável. Snacks com mais proteína e menos culpa. A aposta da vez é a Khloud, uma marca de pipoca proteica pensada para quem quer praticidade sem abrir mão da qualidade do que está comendo A lógica por trás do produto nasce de uma dor comum. Falta de opções que sejam ao mesmo tempo práticas, gostosas e com ingredientes mais limpos. Segundo a própria Khloé, muitas opções prontas até entregam proteína, mas pecam no sabor ou carregam ingredientes artificiais. E isso quebra a rotina de quem tenta manter consistência na alimentação A Khloud Protein Popcorn entrega cerca de 7 gramas de proteína por porção, mais de três vezes o valor de uma pipoca comum A proteína vem de uma mistura chamada pela marca de pó Khloud, feita com proteínas do leite e temperos. A proposta é simples. Transformar um snack tradicional em algo mais funcional sem perder o apelo de sabor O formato não é novidade. Pipoca é um dos snacks mais populares e fáceis de consumir. O que muda aqui é o papel dela na rotina. Sai de um consumo mais ocasional e entra como opção recorrente ao longo do dia, principalmente para quem busca bater meta de proteína sem complicar Além disso, o produto não leva óleo de sementes, é não transgênico, sem glúten e posicionado como uma opção mais limpa dentro da categoria Outro ponto que influencia a criação da marca é o contexto pessoal. Como mãe, Khloé traz a preocupação com o que os filhos consomem e com a dificuldade de confiar nos produtos disponíveis no mercado Isso conecta com um movimento maior. Consumidores olhando rótulo com mais atenção e buscando marcas que transmitam confiança no dia a dia O lançamento mostra um padrão claro. A proteína deixou de ser exclusiva de refeições principais e entrou de vez nos snacks E mais do que isso. O jogo agora não é só entregar nutriente. É entregar praticidade com um mínimo de coerência na composição Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/