24 - 26 de Abril

Expo Center Norte - SP

Pure Pilates aposta em containers para expandir sua rede de franquias

A Pure Pilates apresentou um novo formato de expansão que parte de um ponto simples. Em vez de esperar o aluno ir até o estúdio, o estúdio passa a estar no caminho do aluno A rede começa a operar unidades em containers posicionados em locais de alto fluxo como supermercados, postos e centros comerciais A primeira unidade será instalada no estacionamento de um supermercado em São Paulo, já dentro dessa lógica de conveniência O movimento acompanha uma mudança clara de comportamento As pessoas não querem mais encaixar o bem-estar na agenda. Querem que ele esteja integrado ao que já fazem no dia Ao posicionar o pilates em locais que já fazem parte da rotina, a marca reduz a fricção de acesso O treino deixa de exigir deslocamento específico e passa a acontecer no meio do fluxo diário Mesmo com apenas 36 metros quadrados, o modelo mantém a proposta original da marca As aulas continuam com duração de 55 minutos e no máximo quatro alunos por turma O foco segue no atendimento próximo e personalizado A redução está no espaço físico, não na entrega Um modelo que acelera expansão O formato também resolve um dos principais gargalos do franchising A busca por ponto comercial deixa de ser uma etapa crítica Com parcerias já estruturadas com grandes redes varejistas, o tempo entre decisão e abertura diminui Isso traz mais previsibilidade para o franqueado e aumenta a velocidade de crescimento da rede Além disso, o modelo abre espaço para cidades menores, ampliando o alcance da marca Menor barreira de entrada para novos investidores Com investimento inicial mais baixo e custos reduzidos, o modelo se torna mais acessível A proposta atrai tanto operadores experientes quanto novos empreendedores A estrutura já validada da franquia facilita a operação e reduz complexidade no dia a dia

PSG fecha parceria com a WHOOP para monitorar a saúde dos jogadores

O PSG anunciou uma parceria com a WHOOP até 2029 e dá mais um passo na direção de um esporte guiado por dados. A empresa de tecnologia vestível passa a ser parceira oficial de saúde e fitness do clube, atuando tanto no time masculino quanto no feminino O movimento reforça uma tendência clara no alto rendimento. Decisões cada vez mais baseadas em informação fisiológica Com a parceria, os jogadores passam a utilizar dispositivos que monitoram métricas como frequência cardíaca, variabilidade da frequência cardíaca, sono, estresse e carga de treino Esses dados permitem ajustes mais precisos na rotina A equipe técnica ganha mais clareza para calibrar intensidade, organizar recuperação e acompanhar o estado físico ao longo da temporada O treino deixa de ser apenas planejamento e passa a ser leitura contínua do corpo A parceria não olha só para o momento do treino A recuperação ganha o mesmo peso dentro da equação Com base nos dados, o clube consegue entender melhor quando acelerar e quando reduzir carga Isso impacta diretamente consistência ao longo do calendário, especialmente em um cenário com alta demanda de jogos Pequenos ajustes passam a ter efeito acumulado Tecnologia sai do vestiário e chega ao torcedor O projeto também inclui ativações para o público Eventos, experiências e conteúdos vão aproximar os torcedores das mesmas métricas utilizadas pelos atletas A proposta é ampliar o entendimento sobre performance e criar conexão com o dia a dia do time O torcedor deixa de ser apenas espectador e passa a ter acesso ao bastidor A parceria entre PSG e WHOOP não acontece isolada Ela faz parte de uma mudança mais ampla no esporte de elite, onde saúde, recuperação e dados passam a orientar decisões Clubes começam a operar com mais precisão O desempenho deixa de ser interpretado só pelo resultado em campo e passa a ser acompanhado por indicadores ao longo do processo O que isso indica? O PSG reforça sua posição como um clube que atua na interseção entre esporte, tecnologia e cultura A adoção de dados como base de decisão aponta para um modelo mais estruturado de performance A diferença passa a estar nos detalhes e na capacidade de interpretar informação ao longo do tempo

David Protein se prepara para lançar sorvete com 30g de proteína

A David Protein, conhecida pelas barras com alto teor proteico e comunicação minimalista, pode estar preparando um novo movimento. Imagens que começaram a circular mostram um possível sorvete da marca e já colocaram o produto no centro das conversas Ainda não existe confirmação oficial, mas o suficiente apareceu para gerar atenção e debate Os primeiros indícios mostram um produto com cerca de 30 gramas de proteína por pote, aproximadamente 260 calorias e quase nada de açúcar Se esses números se confirmarem, o produto avança um passo dentro da categoria O sorvete deixa de ser só indulgência com menos culpa e entra mais forte no território de alimento funcional Um mercado que já vinha sendo preparado Sorvete proteico não é novidade. Marcas como Halo Top ajudaram a criar essa categoria e acostumaram o consumidor com a ideia de sobremesa com menos calorias O que muda aqui é a densidade proteica Trinta gramas por pote reposicionam o produto dentro da rotina. Ele passa a competir com outras fontes de proteína do dia, não só com sobremesas A reação nas redes não foi linear Existe curiosidade sobre o produto, mas também um certo ceticismo Parte do público questiona sabor, qualidade e até a necessidade de produtos tão focados em macro Esse movimento reflete o momento atual do mercado. A demanda por alimentos mais funcionais cresce, mas o consumidor está mais atento ao que parece excessivamente formulado Mesmo sem confirmação, o possível lançamento já mostra o caminho que a categoria segue Cada vez mais produtos tentando entregar mais proteína dentro de formatos tradicionais A disputa deixa de ser só por sabor ou conveniência e passa a girar em torno de densidade nutricional Se o produto chegar ao mercado, entra direto em uma categoria que já virou campo de competição entre marcas

Olympikus lança nova geração da linha Corre

A Olympikus escolheu São Paulo para apresentar a nova Família Corre, formada pelos modelos Corre 5, Vento 3 e Trilha 3. O lançamento acontece no momento em que a marca completa 50 anos e reforça uma direção clara. Construir produto a partir de quem realmente corre Mais do que tecnologia, o discurso gira em torno de validação real. A opinião do corredor passa a ter mais peso do que qualquer laboratório Durante o lançamento, a marca reforçou que a evolução da linha não vem só de desenvolvimento interno. Ela depende da resposta de quem coloca o tênis na rua Esse processo cria um ciclo mais direto entre uso e melhoria. O produto evolui com base na experiência prática A construção deixa de ser isolada e passa a ser compartilhada com a comunidade O Corre 5 chega como continuidade de um dos modelos mais usados no Brasil, mantendo a proposta de equilíbrio para diferentes tipos de treino A atualização está na entressola com combinação de EVA e PEBAX, que busca entregar mais maciez sem perder resposta Com 217g e drop de 8mm, o modelo segue como opção versátil para o dia a dia A evolução é incremental. Ajustes que refinam o que já funcionava Vento 3 foca em performance e velocidade O Vento 3 entra como o modelo voltado para quem busca desempenho Mais leve, com 215g, o tênis foi desenhado para favorecer transições rápidas e passadas mais agressivas A entressola em EVA e o cabedal mais flexível reforçam essa proposta de velocidade e resposta Aqui o foco é claro. Ganho de tempo e eficiência Trilha 3 amplia a atuação da linha O Trilha 3 mostra a expansão da linha para terrenos fora do asfalto Com 260g, o modelo incorpora solado Vibram, referência global em aderência, e mantém a base de conforto da família A proposta é abrir espaço para quem quer explorar trilhas com mais segurança sem perder agilidade A linha deixa de ser só urbana e passa a cobrir mais cenários

Anvisa inicia combate ao mercado de canetas emagrecedoras irregulares

A Anvisa anunciou um novo pacote de medidas para reforçar a segurança no uso das chamadas canetas emagrecedoras, medicamentos injetáveis à base de GLP-1 como semaglutida, tirzepatida e liraglutida O movimento vem em resposta ao crescimento acelerado desse mercado no Brasil e, principalmente, às irregularidades que começaram a aparecer na importação e manipulação desses produtos O foco da agência é direto. Garantir qualidade, segurança e controle O que motivou a decisão? Os dados chamam atenção. Só no segundo semestre de 2025 foram importados mais de 100 kg de insumos, quantidade suficiente para cerca de 20 milhões de doses Esse volume não acompanha a demanda real do mercado Ao mesmo tempo, inspeções realizadas em 2026 resultaram em 8 interdições após 11 fiscalizações, com problemas técnicos e falhas no controle de qualidade O cenário indica um crescimento desorganizado, com risco direto para quem utiliza esses medicamentos A Anvisa mapeou pontos críticos dentro dessa cadeia: No caso de medicamentos injetáveis, esses pontos deixam de ser detalhe técnico e passam a ser risco direto para a saúde A exigência aqui é mais alta. Pureza e controle precisam ser rigorosos O plano da Anvisa envolve revisão de normas, intensificação de fiscalizações e maior articulação com órgãos nacionais e internacionais Também estão previstas ações mais próximas do sistema de saúde, como monitoramento de eventos adversos em hospitais e clínicas Além disso, a agência pretende melhorar a comunicação com a população, com orientações mais claras sobre riscos e limites desses medicamentos O objetivo é organizar um mercado que cresceu rápido demais O impacto no mercado de GLP-1 A patente da semaglutida expirou recentemente no Brasil, o que abre espaço para novos players Hoje existem vários pedidos de registro em análise, mas nenhum produto pode ser comercializado sem comprovação de segurança, eficácia e qualidade validada pela Anvisa Isso cria uma barreira importante em um momento de alta demanda O crescimento continua, mas com mais controle

Nadadora de 95 anos dá aulas de longevidade com 52 recordes mundiais

Jane Asher não segue o roteiro esperado para a idade. Aos 95 anos, mantém uma rotina ativa, coleciona recordes na natação e segue treinando com frequência A britânica já soma dezenas de conquistas ao longo da carreira e, mais recentemente, bateu seu quinto recorde mundial. E não existe sinal de desaceleração Ela continua olhando para frente. O próximo objetivo já está definido. Mais um recorde em competição internacional A base do desempenho está na rotina. Asher treina natação quatro vezes por semana e mantém outras práticas como pilates e tai chi A lógica não é intensidade isolada. É repetição ao longo dos anos Mesmo após cirurgias nos dois quadris, ela seguiu treinando e voltou para a água sem mudar a direção que vinha construindo O treino não entra como exceção. Ele faz parte da estrutura da vida Uma trajetória que começou tarde A relação com a natação não veio desde cedo. Asher só teve contato com piscinas depois dos sete anos, quando se mudou para a África do Sul A entrada nas competições também demorou. Ela começou a competir de forma mais consistente depois dos 40 anos, quando ensinava crianças a nadar e decidiu participar junto com elas A carreira profissional só ganhou força anos depois, já na fase adulta O ponto aqui muda a percepção comum sobre início e desempenho O que sustenta a motivação? Mesmo com dezenas de medalhas e recordes, Asher não coloca o foco no reconhecimento Segundo ela, a motivação vem da própria prática. A sensação depois de nadar, o ambiente e a conexão com outras pessoas dentro do esporte Ela descreve a natação como um espaço onde idade perde relevância e todos compartilham a mesma linguagem O resultado aparece como consequência, não como objetivo principal O que essa história mostra A trajetória de Asher desloca a forma como envelhecimento costuma ser tratado Ela mantém volume de treino, consistência e objetivos claros mesmo em uma idade avançada Isso amplia a referência do que é possível dentro do esporte e da rotina de saúde A prática contínua ao longo do tempo constrói capacidade, independentemente do ponto de partida

Justin Bieber entra no mundo do skincare e lança produto que seca espinhas

Hailey e Justin Bieber aproveitaram o timing do Coachella para anunciar um novo movimento dentro da Rhode. O casal lança a Spotwear, uma linha de adesivos para espinhas que mistura cuidado com a pele e estética O produto chega ao site da marca no dia 13 de abril e já entra em um território que vem crescendo rápido. Skincare que sai do banheiro e vai para o cotidiano Os adesivos são hidrocoloides, usados para proteger e tratar espinhas. A diferença aqui está na forma como eles são apresentados Modelos em formato de cogumelos, margaridas e jujubas transformam um item funcional em algo visível e até desejado Segundo Hailey, o uso desses adesivos em público já virou hábito. As pessoas não escondem mais. Incorporam no visual e até no conteúdo que produzem O produto deixa de ser só tratamento e passa a ocupar espaço na expressão pessoal O movimento não nasce do zero. Já existem outras marcas atuando nessa categoria O que a Rhode faz é reinterpretar dentro do seu próprio universo estético. Cores, formas e linguagem alinhadas com a identidade da marca Hailey define como algo fotogênico e parte de uma cultura que se formou em torno desses produtos O ponto aqui é claro. Skincare começa a se comportar como moda A entrada de Justin e o contexto do lançamento A colaboração com Justin Bieber não vem como estratégia forçada. O cantor já apareceu diversas vezes usando adesivos para espinhas e falando abertamente sobre cuidados com a pele Isso dá consistência para o lançamento e conecta com o comportamento real dele O timing com o Coachella reforça esse posicionamento. Um ambiente onde estética, exposição e tendência se encontram Expansão além dos adesivos Junto com a Spotwear, a Rhode também lança edições limitadas de produtos para os lábios e região dos olhos, com sabores como banana caramelizada A linha principal de adesivos passa a fazer parte fixa do portfólio, com novas variações previstas A marca não trata como teste. Já entra como categoria consolidada dentro do negócio

Rap10 abre quiosque no Ibirapuera exclusivo para lanches saudáveis e rápidos

A Rap10, marca de tortilhas da Bimbo Brasil, inaugurou no dia 20 de março um quiosque no Parque Ibirapuera, em São Paulo. A proposta é simples de entender. Colocar o produto no meio da rotina real das pessoas, onde lazer e atividade física já acontecem A iniciativa foi desenvolvida pela agência Y’ALL e parte de um movimento que vem ganhando força no setor. Marcas deixando a prateleira e indo para o contexto O Ibirapuera não é um ponto qualquer. É um dos principais espaços de prática esportiva e convivência da cidade Ao ocupar esse ambiente, a Rap10 aproxima o produto de um momento em que o consumidor já está mais conectado com bem-estar, movimento e escolhas mais leves Isso muda a forma como o produto é percebido. Ele deixa de ser só uma opção de mercado e passa a fazer parte da experiência O quiosque funciona por três meses e foi construído com cerca de 500 quilos de plástico reciclado, em parceria com a Fuplastic Mais do que estrutura, isso vira mensagem. A marca usa o próprio espaço para reforçar um discurso de sustentabilidade que já começa a aparecer com mais frequência no setor O design segue a identidade da Rap10 e transforma o quiosque em um ponto de experimentação dentro do parque Cardápio pensado para consumo rápido e variado O menu traz as versões Original, Integral e Fit da tortilha, com seis opções salgadas e três doces, incluindo alternativas veganas Os preços começam em R$20 na versão unitária e chegam a R$35 no combo com salgado e doce A lógica aqui acompanha o contexto. Opções rápidas, práticas e que funcionam dentro da rotina de quem está em movimento

3 horas de musculação por semana podem te fazer viver 8 anos a mais

Combinar exercícios aeróbicos com treino de força sempre foi associado a mais desempenho e menos lesões. Agora surge um outro ponto. Esse tipo de treino também aparece ligado à forma como o corpo envelhece Um estudo recente trouxe essa discussão com mais clareza e com um dado que chama atenção. A pesquisa analisou quase 5 mil pessoas entre 20 e 69 anos e observou os telômeros, estruturas que protegem o DNA e costumam ser usadas como marcador de envelhecimento biológico Os resultados indicam uma relação direta entre tempo de treino de força e esses marcadores Cerca de 90 minutos por semana foram associados a uma idade biológica quase 4 anos menorCom 180 minutos semanais, essa diferença pode chegar a até 8 anos É um dado que desloca o treino de força para além da performance e aproxima ele de uma discussão mais estrutural de saúde O que explica esse efeito? O treino de força impacta diferentes sistemas do corpo ao mesmo tempo. Preserva massa muscular, melhora o metabolismo, contribui para a saúde cardiovascular e ajuda a reduzir efeitos de doenças crônicas Esse conjunto de adaptações muda a forma como o organismo lida com o passar do tempo O envelhecimento continua acontecendo, mas em outro ritmo O limite do estudo Existe um ponto importante. Os dados de treino foram autodeclarados pelos participantes Isso significa que pode haver imprecisão sobre quanto cada pessoa realmente treinava Mesmo com essa limitação, o padrão observado foi consistente. Mais tempo dedicado ao treino de força apareceu associado a melhores indicadores biológicos Não existe barreira de entrada complexa. O treino pode começar com o próprio peso do corpo Agachamentos, avanços, subidas em degrau, flexões e prancha já são suficientes para ativar grandes grupos musculares Com o tempo, a evolução vem com mais volume, mais controle e, eventualmente, mais carga A variável que mais pesa aqui é a regularidade O que isso muda na forma de olhar o treino? O treino de força deixa de ocupar um espaço secundário na rotina e passa a ganhar um papel mais central Ele participa diretamente da forma como o corpo mantém sua estrutura ao longo dos anos Isso muda a prioridade dentro de uma rotina de saúde

Água de coco vira tendência e deve movimentar 5 bilhões até 2025

A água de coco está mudando de lugar no mercado e saindo do consumo pontual para ganhar espaço na rotina O que antes era associado ao litoral agora entra no dia a dia como alternativa mais natural dentro de um cenário em que o consumidor começa a trocar bebidas ultraprocessadas por opções mais simples e funcionais Esse movimento já tem escala global e começa a impactar diretamente as marcas brasileiras Um mercado que não para de crescer Dados da Mordor Intelligence mostram que o mercado de água de coco movimentou US$ 3,76 bilhões em 2025 e pode chegar a US$ 4,97 bilhões até 2030 O crescimento é puxado por uma mudança clara de comportamento menos açúcar menos processamento e mais atenção ao que entra na rotina No Brasil esse avanço já aparece no consumo um levantamento da Neogrid indica aumento de 30,5% na incidência de compra e crescimento de 8% nas vendas no início de 2026 Mais do que crescer a categoria está mudando de posicionamento A água de coco deixa de ser apenas uma bebida refrescante e passa a ocupar espaço como produto funcional com valor agregado É nesse contexto que marcas como a Lynv surgem apostando em um posicionamento mais premium com foco em qualidade controle de produção e rótulo limpo Fundada em 2023 a marca atingiu valuation de R$ 30 milhões em pouco mais de um ano refletindo essa nova leitura de mercado O que está por trás dessa mudança? O avanço da categoria não acontece por acaso ele está conectado a três movimentos principais O primeiro é a busca por hidratação mais natural com menos ingredientes O segundo é o crescimento do consumo de produtos com apelo de bem estar E o terceiro é a substituição gradual de bebidas tradicionais por opções percebidas como mais saudáveis Nesse cenário a água de coco ganha vantagem por combinar baixo teor calórico hidratação e simplicidade de formulação O Brasil no centro dessa tendência O Brasil tem um papel estratégico nesse crescimento por ser um dos maiores produtores de coco do mundo e por já ter uma relação cultural com o consumo O que muda agora é a forma como o produto é apresentado com mais padronização rastreabilidade e construção de marca Isso abre espaço para expansão nacional e também para posicionamento global A expectativa é de continuidade no crescimento puxado por inovação novos formatos e entrada de marcas que enxergam a categoria como plataforma e não só como produto No fim a água de coco deixa de ser apenas uma escolha pontual e passa a disputar espaço fixo dentro da rotina Créditos: Christiane Alves