Kayla Itsines construiu um império digital com o app Sweat, virou milionária cedo e vendeu a empresa por US$ 400 milhões. Mas o detalhe mais inteligente da história não é o app. É o que bancou o app quando ele ainda era só risco: um posto de gasolina.
Como uma personal virou um fenômeno global
No começo, Kayla percebeu um buraco simples no mercado: faltava programa de treino pensado pra mulheres, com linguagem acessível, rotina real e sensação de comunidade.
Ela começou mostrando a evolução das alunas no Instagram e sua demanda explodiu
A partir daí, com o então sócio Tobi Pearce, ela empacotou o método no Bikini Body Guide (BBG) e depois transformou tudo em plataforma com o app Sweat, criando uma base gigantesca de gente treinando junto, com estrutura e constância.
Antes do sucesso virar inevitável, ela fez uma escolha bem anti-hype: colocou parte do dinheiro em um ativo físico e previsível, um posto de gasolina. Tudo isso porque um posto representa um fluxo de caixa recorrente
Esse posto gerava um fluxo de renda estável que cobria despesas básicas e tirava o peso das costas do digital, que é ótimo, mas instável por natureza.

Sua história vai muito além desse exit
A venda do Sweat pra iFIT consolidou o tamanho do mercado de fitness tech. Mas a lição principal dela vai além do exit.
Mesmo depois de vender, Kayla continuou diversificando em ativos tradicionais com geração de caixa.
Porque a conta é simples: comunidade é poderoso, tecnologia escala, mas sustentabilidade gosta de previsibilidade.
Por que isso importa pro mercado wellness
Muita marca e creator do wellness vive uma monocultura digital: um produto, um canal, um lançamento, uma audiência e isso funciona até o dia que o vento vira.
A história da Kayla é um lembrete: dá pra construir inovação com cabeça de fundador raiz. O digital cresce mais forte quando tem um chão financeiro firme embaixo que te da estabilidade.
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