Nesta segunda feira, 02/02/2026, a agência determinou a interdição cautelar de um leite condensado semidesnatado La Vaquita depois que um lote falhou em teste microbiológico e apareceu com níveis acima do permitido de Staphylococcus aureus, bactéria ligada a intoxicação alimentar.
O que foi interditado, de verdade
Nada de “a marca inteira saiu do mercado”.
A medida vale apenas para o lote 183/3 B.
O lote foi reprovado no teste de Estafilococos Coagulase Positiva (ECP), que quantifica esses microrganismos em alimentos e embalagens. Quando vem alto, o risco é intoxicação alimentar e outros problemas de saúde.

Anvisa tambem proibe venda de alguns suplementos
Além do leite condensado, a Anvisa apontou irregularidades em dois suplementos: Glicojax e Durasil.
O problema central é o mesmo nos dois: origem desconhecida (sem fabricante identificado) + propaganda com promessas que não se sustentam.
Glicojax
Prometia coisas com cara de remédio: “controle de glicose”, “suporte cardiovascular”, “saúde metabólica”, “controle do diabetes”. A Anvisa diz que essas alegações não têm comprovação científica.
E vale o lembrete que deveria vir em letras gigantes:
suplemento não é medicamento. Diabetes é condição de alto risco e exige acompanhamento profissional.
Durasil
Em gotas, prometia aliviar dores e melhorar função erétil, mas também apareceu com procedência irregular e sem fabricante identificado.
O que você faz com essa informação hoje
- Se tem leite condensado La Vaquita em casa, confere o lote: 183/3 B.
- Se cair em anúncio de suplemento com promessa de tratar doença, desconfia dobrado. “Milagre” em pote costuma ser só marketing bem embalado.
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