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Nova febre pet: “smartwatch” que avisa antes deles ficarem doentes

A tecnologia vestível saiu do pulso humano e foi direto pro pescoço dos pets e isso não é modinha.

O Brasil, terceiro maior mercado pet do mundo, virou alvo de um setor que deve ultrapassar US$ 250 milhões até 2030: coleiras inteligentes e rastreadores GPS. Uma nova camada de health tech que muda a forma como cuidamos e nos conectamos com nossos animais.

Por que o Brasil virou o epicentro dessa corrida?

Com cerca de 168 milhões de animais de estimação, o país reúne o combo perfeito: escala, afeto e consumo premium. A “humanização” dos pets deixou de ser discurso e virou comportamento. Tutor virou cuidador. Cuidado virou dado.

Resultado: o mercado brasileiro de wearables para pets deve mais que dobrar em seis anos, crescendo a 14,1% ao ano. Segurança, bem-estar e saúde preventiva entraram no carrinho.

Startups como Maven Pet, que monitora hidratação e sono, e a austríaca Tractive, com 1,7 milhão de usuários, miram a América Latina, começando pelo Brasil.

O modelo é claro: hardware com assinatura. Dados contínuos, receita recorrente e vínculo emocional no centro da estratégia.

Como as coleiras funcionam?

As novas coleiras usam sensores e IA para analisar padrões de atividade, sinais vitais e mudanças sutis de comportamento. A promessa não é só localizar, mas prever problemas de saúde antes que eles apareçam.

Isso conversa com iniciativas públicas como o SinPatinhas, que amplia a microchipagem e ajuda a formar um ecossistema de cuidado, dados e prevenção.

O que isso diz sobre o futuro do wellness

O bem-estar virou multiespécie.

Dados personalizados, prevenção contínua e tecnologia como cuidado, agora também para os animais. Para o mercado, é fidelização. Para o tutor, é amor traduzido em informação.

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