Durante décadas, o universo da suplementação seguiu praticamente o mesmo roteiro em qualquer lugar do mundo, com sabores genéricos como:
- Chocolate
- Baunilha
- Cookies
- Peanut butter
A indústria de suplementos cresceu copiando referências globais, principalmente do mercado americano, tanto na formulação dos produtos quanto na experiência de consumo.
Só que existe um detalhe curioso nessa história.
O Brasil é hoje um dos maiores mercados de suplementos do planeta. Ao mesmo tempo, é um dos países com maior diversidade de frutas e sabores naturais do mundo.
E ainda assim, essas duas realidades quase nunca se encontraram.
Um país com sabor próprio
Poucos lugares têm um repertório alimentar tão diverso quanto o Brasil.
- Açaí
- Cupuaçu
- Caju
- Graviola
- Jabuticaba
Frutas que fazem parte do cotidiano cultural do país, aparecem em feiras, sucos, sobremesas e receitas tradicionais. Mas que por muito tempo ficaram de fora do universo da suplementação esportiva.
O mercado de performance sempre foi padronizado. Sabores universais, fáceis de replicar em larga escala e alinhados com o gosto global.
Mas à medida que o mercado amadurece, começa a surgir uma pergunta interessante.
Se o Brasil já é um dos maiores consumidores de suplementos do mundo, por que o sabor dessa categoria ainda parece vir de fora?

Quando a cultura encontra a performance
Nos últimos anos, algumas marcas começaram a olhar para esse espaço com mais atenção.
Em vez de repetir o mesmo repertório global, passaram a explorar referências mais próximas da cultura alimentar brasileira.
A ideia não é abandonar a performance, é adicionar identidade à experiência.
Um pré-treino continua tendo a função de preparar o corpo para o treino. Melhorar a percepção de energia, ajudar no foco e reduzir a sensação de fadiga durante o exercício.
Mas a experiência sensorial também passa a fazer parte da conversa.
E é aí que sabores menos óbvios começam a aparecer.
A marca que decidiu trazer o Brasil para dentro do shaker
É nesse movimento que entra a FlyPro.
Criada dentro do ecossistema da holding Pelikan, responsável também por marcas como Flynow Academias e Kendi, a empresa vem explorando uma proposta simples: unir performance e experiência.
Entre os produtos da linha está o pré-treino FlyPro Evoke, que traz uma combinação de ingredientes voltada para energia, foco e intensidade ao longo do treino.
O diferencial aparece justamente na experiência.
Além de sabores clássicos como lemonade e red lemonade, a marca incluiu uma opção que conversa diretamente com a cultura brasileira: jabuticaba.
Uma fruta que cresce no tronco da árvore, que faz parte da memória alimentar de muita gente e que raramente aparece no universo da suplementação esportiva.

A jabuticaba carrega algo que poucos sabores da indústria carregam.
Memória.
Para muita gente, ela lembra infância, quintal, estação da fruta, mãos manchadas de roxo depois de colher direto do pé.
O ritual do treino ganhou um elemento cultural e talvez esse seja um sinal de algo maior.
A experiência também está nos detalhes
Esse cuidado com a experiência não aparece apenas no pré-treino.
A FlyPro também desenvolveu uma linha de saborizantes pensada para complementar o consumo de whey protein, trazendo referências muito familiares para o paladar do brasileiro.
O sabor de baunilha, por exemplo, foi comparado ao sorvete do McDonald’s
O de morango ao Nesquik.
E o de chocolate ao Todynho.
A ideia é simples. Tornar o consumo diário do suplemento mais prazeroso, aproximando a experiência do gosto que muita gente já conhece desde a infância.
Porque no fim das contas, aderência também passa pelo paladar.
E talvez o próximo capítulo da suplementação no Brasil não seja apenas sobre fórmulas ou ingredientes.
Pode ser também sobre identidade.
Sobre colocar um pouco mais de Brasil dentro do shaker.