Nos últimos anos, suplementação virou sinônimo de protocolo.
Creatina pós-treino, termogênico antes, colágeno à noite. O consumidor passou a precisar de um manual só pra cuidar da saúde.
E aí chegou o ponto de ruptura.
A maioria das pessoas não para de tomar suplemento por falta de resultado. Para por monotonia, por confusão, por sentir que virou obrigação.
O que era hábito vira tarefa. O que era tarefa vira abandono.
O modelo que o mercado construiu tem um problema clássico: pote grande, um sabor fixo, repetição por semanas até acabar. Se enjoar no meio do caminho, as opções são três: aguentar, comprar outro pote ou parar de tomar.
Nenhuma delas é boa.
O que os dados dizem
O mercado global de suplementos está avaliado em US$ 88 bilhões em 2025 e deve chegar a US$ 132 bilhões até 2035, segundo a Business Research Insights. O Brasil é o terceiro maior consumidor do mundo, atrás só dos EUA e da Austrália.
Muito dinheiro entrando, mas também muito consumidor saindo pela porta dos fundos por cansaço.
Uma pesquisa da Vesta com mais de 5.500 consumidores mostrou que 58% têm alto interesse em suplementos personalizados. Entre a Geração Z, esse número chega a 71%.

A era do “tamanho único” ficou para trás no wellness. A maior tendência atual é oferecer experiências adaptadas ao estilo de vida e aos objetivos individuais de cada pessoa.
Mas há uma nuance que boa parte das marcas ainda está ignorando.
O consumidor não quer fazer um teste genético pra escolher o sabor do whey. Ele quer poder mudar quando sentir vontade, sem burocracia e de uma forma simples.
A marca que entendeu isso
É exatamente nesse espaço que a Flyvor chegou.
Lançada em dezembro de 2025, a marca brasileira trouxe um sistema com dois produtos: o Flypro, whey protein de alta qualidade, e o Flyvor, um saborizante que o consumidor mistura na hora.
A ideia central é separar o que o mercado sempre vendeu junto: a proteína e o sabor. Você mantém a base. Troca a experiência quando quiser.
Hoje quer morango. Amanhã, chocolate. Depois, nenhum sabor. Sem trocar de produto, sem gastar mais, sem complicar.
A lógica não é nova no mundo do consumo. A Nespresso fez isso com o café décadas atrás. Separou a máquina da cápsula e criou um sistema onde a base permanece, mas a experiência varia.
No mercado de suplementos, ninguém tinha feito isso com o whey.
As marcas que estão crescendo entenderam que conveniência não é preguiça, é inteligência de produto.
Quando algo é fácil de manter, as pessoas mantêm.
A Flyvor conecta três pilares que fazem sentido pra quem quer resultado de verdade:
- Performance
- Variedade
- Consistência
E isso conversa com uma tendência maior: a transformação da suplementação em experiência.
Você já parou de tomar algum suplemento por cansaço da rotina?