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Procedimentos estéticos entre homens dobram em 7 anos

Se você ainda acha que procedimento estético é “coisa de mulher”, o mundo já virou essa página faz tempo.

Entre 2018 e 2024, as cirurgias plásticas em homens cresceram 95%. E os procedimentos sem cirurgia (injeções, laser, peelings e afins) subiram 116%. Quase dobraram.

E não é um movimento tímido: América Latina e Oriente Médio aparecem como os mercados mais quentes dessa virada. Enquanto isso, entre mulheres o crescimento foi bem menor no mesmo período: 59% nas cirurgias e 55% nos procedimentos não cirúrgicos. Tradução: não é que as mulheres “pararam”. É que os homens aceleraram.

O ponto real é cultural. A leitura apresentada no congresso IMCAS, em Paris, é direta: a estética saiu do lugar elitizado e virou consumo recorrente. Antes era “algo de poucos”. Agora está mais perto de rotina e manutenção, com demanda sólida e competição aumentando.

E tem um motor por trás disso: as gerações Z e millennial estão entrando mais cedo nesse universo do que as gerações anteriores. Isso muda o jogo porque deixa de ser só “corrigir” e passa a ser “manter”. Cuidar do rosto, do corpo e da aparência vira parte do pacote de identidade, de vida social e até de performance profissional.

Por isso o mercado deve continuar crescendo numa média de 5% ao ano até 2030, com disputa pesada principalmente em toxina botulínica e ácido hialurônico, que hoje concentram mais da metade do mercado mundial de medicina estética. Os EUA seguem liderando o bolo global, com grande volume de intervenções não cirúrgicas e domínio no segmento de toxinas.

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