A Trexo Robotics está redefinindo o que é possível para crianças com paralisia cerebral e outras limitações motoras. A empresa desenvolveu o primeiro exoesqueleto robótico focado no público infantil, uma inovação que não só promove o desenvolvimento físico, mas também abre as portas de um setor de health tech projetado para faturar mais de US$ 1,1 bilhão até 2033.
Como funciona essa revolução no bem-estar?
O aparelho vai muito além de um simples suporte. Equipado com sensores que detectam a intenção de movimento e inteligência artificial que personaliza os padrões de caminhada, o exoesqueleto auxilia ativamente os passos da criança, garantindo o contato dos pés com o chão. O resultado é uma melhoria direta no desenvolvimento ósseo, combate ao sedentarismo e, principalmente, um salto na qualidade de vida e autonomia.
O pulo do gato para driblar a burocracia
Em um mercado altamente regulado, a estratégia da Trexo foi um game-changer. Para acelerar sua chegada ao mercado, a empresa classificou o dispositivo como um equipamento de exercício e terapia, bypassando o complexo e lento processo de aprovação da FDA. Para contornar o alto custo e a falta de cobertura dos planos de saúde, a solução foi um modelo de locação, tornando a tecnologia mais acessível para famílias e clínicas.
O futuro é tech, acessível e global
O mercado de exoesqueletos médicos deve movimentar US$ 8,7 bilhões até 2035, e a Trexo está na vanguarda do nicho pediátrico. Com unidades já em uso no Canadá e parcerias em andamento, o potencial de expansão global é claro, especialmente em regiões com acesso limitado a terapias avançadas. O case da Trexo prova que a combinação de alta tecnologia com um modelo de negócio flexível é o caminho para criar soluções de impacto real e sustentável.
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