24 - 26 de Abril

Expo Center Norte - SP

Pilates virou a nova reunião

A JetSet Pilates não está para brincadeira. A marca anunciou uma expansão agressiva para o norte da Califórnia, com planos de abrir até 35 novos estúdios. O movimento é um termômetro claro de uma nova realidade: o wellness se tornou uma peça central na rotina do trabalho flexível. O happy hour agora é na barra de Pilates? A grande sacada da JetSet foi entender que, para Millennials e a Geração Z, a agenda de trabalho se molda ao redor do bem-estar, e não o contrário. Uma pesquisa da YouGov mostra que quase um em cada cinco millennials organiza seu dia de trabalho remoto em torno de exercícios. O treino deixou de ser uma obrigação para o fim do dia e virou uma ferramenta estratégica para gerenciar o estresse e aumentar a produtividade. Ao focar na Bay Area, a JetSet mira em uma população que não só valoriza esse lifestyle, como tem um padrão de consumo premium para bancá-lo. Mais que um treino, um upgrade no lifestyle Posicionar-se como uma marca de Pilates não era suficiente. A JetSet se vende como uma marca de lifestyle. Seus estúdios têm design moderno e playlists curadas por DJs, transformando a aula em uma experiência completa. Tamara Galinsky, fundadora da marca, e o CEO Bert Albertse, sabem que o público da região busca mais do que um exercício: busca uma solução inovadora que se encaixe em seu estilo de vida consciente e dinâmico. O plano para dominar o mercado (sem perder a qualidade) Crescer rápido é um desafio, mas a JetSet parece ter a lição de casa em dia. A meta é ter 50 estúdios abertos em todo o país até o final do ano. Para garantir que a experiência premium não se perca no caminho, a empresa está expandindo sua Training Academy, um centro de formação que assegura consistência e alta qualidade em todas as novas unidades. É a prova de que a escalabilidade pode andar de mãos dadas com a excelência. No fim das contas, a expansão da JetSet é uma aula para qualquer empreendedor. A marca não está apenas vendendo Pilates; está oferecendo uma solução alinhada a um comportamento emergente. A lição é clara: o futuro pertence a quem entende que o equilíbrio entre vida profissional e bem-estar não é mais um diferencial, mas o novo padrão de consumo. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Sua água ficou chata? Conheça a “loaded water”, a trend que turbina a hidratação.

A hidratação acaba de ganhar um upgrade. Direto do TikTok, a tendência ‘loaded water’ está transformando a simples garrafinha de água em uma bebida funcional e cheia de sabor, provando que até o hábito mais básico pode ser reinventado com uma boa dose de criatividade e estratégia de wellness. Mas afinal, o que tem nessa água? A ideia é simples e genial: dar um boost na água comum com ingredientes que vão além do sabor. A ‘loaded water’ é infusionada com frutas, prebióticos e, principalmente, eletrólitos, transformando a hidratação em uma experiência mais atraente e nutritiva. Com receitas que viralizaram nas redes, a tendência reposicionou a água como uma bebida envolvente, que combate o tédio e entrega benefícios reais. O hype é real? Os benefícios na prática. Sim, e a ciência explica. Especialistas como Kezia Joy, da Welzo, e Helen Tieu, da Diet Redefined, apontam que a prática melhora o consumo diário de líquidos e pode impactar positivamente os níveis de energia e o equilíbrio do corpo. A chave está nos eletrólitos, minerais como sódio e potássio, que são vitais para a hidratação celular, função muscular e até para a saúde do intestino, garantindo que a água seja absorvida de forma mais eficiente. Nem tudo que reluz é ouro: a pegadinha do açúcar. Antes de sair misturando tudo na sua garrafa, um alerta: o ponto fraco da tendência está nos aditivos. Algumas misturas e pós prontos podem esconder açúcares e calorias desnecessárias, o que vai na contramão de um lifestyle saudável. O segredo é focar em ingredientes naturais e suplementos de qualidade para garantir que os benefícios não se percam no meio do caminho. A lição para o mercado de wellness. A ‘loaded water’ é o case perfeito de como a indústria está personalizando produtos básicos para atender um consumidor exigente. Para empreendedores, fica a lição: inovar em formulações simples e usar o poder das redes sociais é a fórmula para escalar um negócio e criar uma comunidade fiel. A tendência mostra que transformar uma necessidade diária em uma experiência premium e funcional não é apenas possível, é o futuro do bem-estar. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

A revolução da creatina?

Esqueça a imagem da creatina como algo exclusivo para atletas de alta performance. O suplemento está passando por um rebranding completo, sendo reposicionado de um item de nicho para um essencial de bem-estar, e o mercado está respondendo com força. A projeção é que as vendas globais quadrupliquem, atingindo US$ 4.2 bilhões até 2030. O Jogo Virou: Quem é o Novo Consumidor? A grande virada está no perfil de quem compra. Mulheres, que antes eram uma minoria, hoje representam 30% das compras na GNC, um salto de 18% desde 2020. A idade média do consumidor também subiu de 30 para 35 anos. O motivo? A narrativa mudou. Os benefícios agora vão muito além da força muscular, incluindo melhora do humor, cognição, saúde óssea e até alívio de sintomas da menopausa, atraindo um público focado em longevidade e saúde holística. Inovação que Cabe na Rotina Para acompanhar essa nova demanda, a indústria está inovando nos formatos. O tradicional pó está dando espaço para gummies, mix sticks e bebidas efervescentes. Essa diversificação torna o consumo mais prático e agradável, removendo barreiras para quem não se identifica com o lifestyle de academia, mas busca os benefícios do suplemento no dia a dia. Gigantes como Amazon e GNC lideram essa expansão, com o e-commerce respondendo por uma fatia cada vez maior das vendas — na Amazon, a categoria de suplementos já superou os US$ 400 milhões. O Futuro é Conveniente e Consciente A transformação da creatina de um produto de performance para um pilar do bem-estar diário abre um oceano de oportunidades. Para executivos e empreendedores, o desafio é alinhar as estratégias de marketing com as novas pesquisas científicas e a demanda por transparência. O consumidor está mais informado e busca por produtos com certificações de qualidade. A marca que conseguir comunicar os benefícios holísticos em formatos inovadores e confiáveis não só vai surfar a onda de crescimento, mas também liderar a próxima fase do mercado de suplementos. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Whoop agora lê seu sangue: o futuro do bem-estar é hiper-personalizado?

A Whoop, conhecida por seus wearables de alta performance, acaba de dar um passo ousado para se tornar um sistema operacional completo da sua saúde. A empresa lançou o Advanced Labs, uma ferramenta que integra dados do seu corpo com exames de sangue para entregar um mapa detalhado e acionável do seu bem-estar. E como funciona esse check-up 2.0? A jogada é simples e poderosa. Em parceria com a Quest Diagnostics, o app da Whoop agora permite agendar exames de sangue ou até mesmo subir resultados que você já tenha. A plataforma analisa 65 biomarcadores essenciais, de colesterol e glicose a níveis hormonais, e entrega um relatório revisado por médicos com um plano de ação personalizado para você seguir. Seu personal trainer agora é uma IA? Basicamente, sim. A grande sacada do Advanced Labs é usar inteligência artificial para cruzar os dados contínuos do seu wearable (como sono e variabilidade da frequência cardíaca) com os resultados dos exames. Com base nisso, o app oferece um coaching diário com orientações práticas para otimizar seus hábitos, ajudando a gerenciar a saúde de forma proativa e a acompanhar a evolução dos seus biomarcadores ao longo do tempo. A estratégia por trás da inovação Este não é apenas um novo feature, é um pivot estratégico. Com mais de 350 mil pessoas na lista de espera antes mesmo do lançamento, a Whoop aposta na integração de dados para aumentar o engajamento e se diferenciar da concorrência. A empresa está saindo do nicho de fitness para liderar a tendência de health tech, que foca em longevidade e envelhecimento saudável, criando um ecossistema que fideliza o usuário com resultados de longo prazo. O lançamento do Advanced Labs reforça a meta ambiciosa da Whoop de “adicionar um bilhão de anos saudáveis” à vida das pessoas. Ao conectar diagnósticos clínicos com o monitoramento diário, a marca não está apenas vendendo um dispositivo, mas uma plataforma completa de gestão de bem-estar. Para o mercado, o recado é claro: o futuro da saúde é data-driven, integrado e totalmente focado em você. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Mouth Taping: o “hack” de sono que pode virar um pesadelo

A nova febre do TikTok promete noites de sono perfeitas com um item inusitado: fita adesiva na boca. A ideia é forçar a respiração nasal para reduzir o ronco e turbinar o descanso, mas especialistas alertam que essa prática, sem base científica sólida, é mais arriscada do que parece. Mas respirar pelo nariz não é o ideal? Sim, e por uma boa razão. A respiração nasal funciona como um sistema de filtragem e umidificação natural do corpo. Ela aquece o ar, barra alérgenos, melhora a oxigenação do sangue e ainda libera óxido nítrico, um gás que ajuda a regular a imunidade e a circulação. Já a respiração bucal ignora todo esse processo, podendo levar à secura e irritação das vias aéreas, além de piorar o ronco. Então, qual o risco de “forçar a barra” com a fita? O problema não é o objetivo, mas o método. Estudos sobre o “mouth taping” são limitados e de pequena escala, sem provas científicas robustas de que a prática seja eficaz. Pelo contrário, os riscos são claros: tapar a boca pode agravar distúrbios como a apneia do sono, aumentando as chances de obstrução respiratória e até sufocamento. Além disso, pode causar irritações e infecções na pele. Ok, o que fazer para dormir melhor de verdade? Se você respira pela boca à noite, o primeiro passo é investigar a causa com um profissional de saúde. Ignorar o sintoma com um “hack” viral não resolve a raiz do problema. As soluções seguras e eficazes existem e vão desde aparelhos intraorais prescritos até o CPAP, para casos de apneia. A verdade é que, quando o assunto é bem-estar, a ciência e a orientação médica são sempre o melhor caminho. Na era dos biohacks, é fácil se render a soluções que parecem simples. No entanto, o “mouth taping” é um lembrete claro: o verdadeiro upgrade na sua saúde começa com diagnóstico e informação de qualidade, não com um rolo de fita adesiva. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Sam Altman quer hackear o envelhecimento?

Sam Altman, o cérebro por trás da OpenAI, não está focado apenas em inteligência artificial. Sua startup de biotecnologia, a Retro Biosciences, fundada em 2021, está iniciando o primeiro ensaio clínico para uma pílula que promete uma meta ambiciosa: estender a vida saudável em até 10 anos. Mas como funciona essa aposta de US$ 180 milhões? A grande estrela é a pílula RTR242. Seu objetivo é reativar a autofagia, um processo natural de “limpeza celular” do nosso corpo que remove proteínas tóxicas. Com o tempo, essa função enfraquece, abrindo portas para doenças neurodegenerativas como o Alzheimer. A proposta da Retro é, basicamente, dar um upgrade nesse sistema de defesa, combatendo o envelhecimento na sua raiz. Onde a IA entra nessa história? Para acelerar o jogo, a Retro Biosciences fechou uma parceria estratégica com a OpenAI. A startup está usando inteligência artificial para otimizar o design de proteínas e acelerar a descoberta de novos medicamentos. Essa fusão entre IA e biotecnologia não é apenas uma tendência, é uma mudança de paradigma que torna a pesquisa mais rápida, barata e eficiente, reduzindo riscos e atraindo investidores. O que o mercado de wellness aprende com isso? A jogada de Altman oferece uma lição valiosa para executivos e empreendedores: aliar-se à tecnologia de ponta é o caminho para inovar no setor de longevidade. A iniciativa abre espaço para um novo ecossistema de produtos complementares, desde suplementos a programas de bem-estar alinhados a essas novas terapias. A fusão entre IA e biotecnologia está redefinindo as regras, movendo o foco da cura de doenças para a otimização da saúde e a prevenção do envelhecimento. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Whey Protein: do pote de academia ao negócio bilionário.

Esqueça a imagem do whey protein restrita ao pós-treino de bodybuilders. O suplemento extraído do soro do leite virou um coringa na rotina de executivos e uma aposta para o envelhecimento saudável, movimentando um mercado que já ultrapassa R$ 4 bilhões no Brasil e prova que praticidade e saúde muscular são a nova combinação de sucesso. O que tem nesse pote, afinal? Basicamente, é proteína de alta qualidade em pó. Cada dose entrega de 25 a 30 gramas de aminoácidos essenciais que apoiam a recuperação e a saúde muscular. Ninguém precisa de whey para ser saudável se a dieta já for balanceada, mas, para quem vive na correria, ele funciona como uma ferramenta conveniente para atingir a meta diária de proteína, que varia de 0,8g por quilo para sedentários a até 2g por quilo para quem treina pesado. O mercado que mira além dos músculos A grande virada de chave foi a expansão do público. O setor entendeu que os benefícios do whey, como o combate à perda de massa muscular (sarcopenia), são cruciais para a população idosa. Empresas agora capitalizam a conveniência do produto, posicionando-o como uma solução prática não apenas para atletas, mas para qualquer um que busque otimizar a nutrição diária em uma rotina agitada. Desafios e o futuro da nutrição prática Apesar do sucesso, o whey enfrenta críticas por ser um ultraprocessado. A resposta da indústria? Investir em educação, reforçando a importância da orientação profissional e das evidências científicas que validam seu uso, mas sempre com atenção às contraindicações, como para pessoas com problemas renais. O futuro aponta para a personalização e a ascensão de alternativas vegetais, mostrando que a conveniência, quando alinhada à ciência, abre portas para um crescimento sustentável e inclusivo. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Alcaçuz: o ingrediente de wellness que pode estar sabotando sua pressão arterial

Comum em suplementos e alimentos funcionais, o alcaçuz se consolidou no universo do bem-estar. O que poucos sabem é que seu principal composto ativo, a glicirrizina, carrega um efeito colateral sério: o aumento da pressão arterial, colocando em xeque a ideia de que todo ingrediente natural é inofensivo. Como uma planta mexe com seus hormônios? O mecanismo é um verdadeiro efeito dominó no corpo. A glicirrizina inibe uma enzima nos rins responsável por desativar o cortisol, o famoso hormônio do estresse. Com essa barreira desligada, o cortisol começa a agir como a aldosterona, um hormônio que regula o equilíbrio de sais. O resultado? O corpo passa a reter mais sódio e água, enquanto elimina potássio, elevando o volume sanguíneo e, consequentemente, a pressão nas artérias. Os números não mentem: qual o risco real? Não é pouca coisa. Uma revisão de oito ensaios clínicos com mais de 500 participantes mostrou que o consumo de alcaçuz elevou a pressão sistólica em média 3,5 mmHg. Pode parecer pouco, mas aumentos nessa faixa já são suficientes para elevar o risco de infarto e AVC. Para quem já tem hipertensão, doenças cardíacas ou renais, o perigo é ainda maior, tornando o consumo frequente uma aposta arriscada. O futuro do wellness é transparente A descoberta reforça uma tendência crucial no mercado de nutrição: a necessidade de inovar com segurança. A indústria tem a oportunidade de desenvolver alternativas mais seguras e, principalmente, de educar o consumidor sobre os efeitos de cada componente. A lição é clara: a era do bem-estar exige mais do que rótulos bonitos; exige transparência e escolhas informadas, provando que o verdadeiro cuidado com a saúde começa no conhecimento. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Saúde mental no trabalho agora é lei: sua empresa está pronta?

A partir de 2026, o papo sobre bem-estar no ambiente corporativo deixa de ser apenas uma tendência e vira regra. O Ministério do Trabalho atualizou a Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), e agora, todas as empresas brasileiras são obrigadas a gerenciar os riscos psicossociais, como estresse, burnout e assédio, com a mesma seriedade que tratam a segurança física. O prazo para adaptação está correndo. O que muda na prática? Se antes os riscos psicossociais eram tratados de forma indireta, a nova NR-1 coloca o tema no centro da estratégia de gestão de pessoas. A mudança substitui o antigo Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA) pelo Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), trocando uma abordagem reativa por um mindset proativo. As empresas precisam não só identificar e avaliar os fatores que afetam a saúde mental dos colaboradores, mas também criar planos de ação concretos para mitigá-los, com orientações específicas fornecidas pelo Ministério. Os números não mentem: por que a mudança é urgente? Os dados já mostravam que a conta chegaria. Segundo o Ministério da Previdência, só no primeiro semestre de 2025, pelo menos 6.000 trabalhadores se afastaram por problemas de saúde mental. Empresas que optarem por uma adequação mínima para cortar custos podem enfrentar um futuro com alta rotatividade e custos elevados com benefícios. A nova regra é um chamado à ação para quem quer reter talentos e construir uma cultura organizacional saudável de verdade. De obrigação a oportunidade de negócio Para o setor de wellness, a NR-1 é um divisor de águas. A demanda por consultorias especializadas, soluções de saúde mental digital e treinamentos personalizados explodiu, abrindo um novo e robusto fluxo de receita. Executivos e empreendedores visionários já estão transformando essa obrigação regulatória em vantagem competitiva, desenvolvendo intervenções que não só garantem a conformidade, mas também fortalecem a marca empregadora e alinham o negócio à crescente valorização do bem-estar no mercado. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Shred aposta em IA para ser seu personal de bolso. E agora?

A plataforma de treino Shred, fundada por Charlie Hale, acaba de lançar o CoachAI, uma inteligência artificial que promete revolucionar o fitness digital. A proposta é ousada: entregar uma experiência adaptativa e hiperpersonalizada, que aprende com seu desempenho e ajusta os treinos em tempo real, simulando um personal trainer humano. Mas como essa IA funciona na prática? O CoachAI opera com duas ferramentas principais. O “Workout Audio” oferece orientação durante os exercícios, ajudando na seleção de pesos e no monitoramento de repetições. Já o “CoachAI Chat” é uma via de mão dupla: o usuário pode dar feedback sobre o treino, pedir sugestões de refeições ou receber dicas sobre recuperação e motivação. A grande sacada está em combinar treinos desenhados por especialistas humanos com os dados de performance do usuário, criando um plano que evolui constantemente. O modelo de negócio por trás da personalização Para monetizar, a Shred utiliza um modelo freemium. Existe um plano gratuito com acesso limitado, enquanto as assinaturas pagas (US$ 119,99 anuais) destravam o treinamento completo e integração com o Apple Watch. Pensando em acessibilidade, a plataforma oferece descontos de até 30% para estudantes, militares e profissionais de saúde. Além do consumidor final, a empresa mira o mercado corporativo com programas de bem-estar que incluem desafios em equipe e rastreamento de dados agregados. O futuro é agora (e movido a dados) De olho no futuro, a Shred está buscando uma nova rodada de financiamento para acelerar sua expansão entre 2026 e 2027. Os próximos passos incluem a integração de monitoramento de frequência cardíaca e wearables para aprofundar ainda mais a personalização. O movimento da Shred exemplifica uma tendência forte no mercado de wellness: o uso de IA para transformar dados em insights, criando produtos que aumentam a retenção e se destacam em um setor saturado. Ao eliminar as “adivinhações” do treino, a plataforma mostra que o futuro do fitness digital não está em apps estáticos, mas em ecossistemas inteligentes que crescem com o usuário. Fica a lição para o mercado: investir em IA para escalar a personalização é o caminho para engajar tanto o consumidor final quanto o mundo corporativo. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/