Como o EGYM Wellpass eleva o bem-estar dos funcionários?

O bem-estar no trabalho virou prioridade global mas ainda esbarra em um gargalo gigantesco: baixa adesão.Empresas perdem bilhões com burnout, afastamentos e turnover, enquanto a maior parte dos programas de wellness corporativo simplesmente… não engaja. A EGYM quer virar esse jogo. Seu programa Wellpass, uma rede corporativa de fitness e bem-estar, acaba de ultrapassar 4 mil academias e estúdios parceiros nos EUA, consolidando a expansão do modelo no país. Acesso total, do jeito que a vida real pede O diferencial do Wellpass é simples: tira a fricção.Em vez de uma assinatura presa a uma academia, o funcionário ganha acesso ilimitado a mais de 19 mil espaços de fitness e wellness no mundo todo — de academias tradicionais a pilates, piscinas, centros de escalada e até quadras de pickleball. Onde o funcionário estiver — morando, viajando, trabalhando de forma híbrida — existe uma opção para treinar, se mover e reduzir o estresse.A proposta é transformar consistência em algo fácil, não em mais uma tarefa da lista. Adeus burocracia: um benefício que realmente funciona Programas corporativos falham por dois motivos: difíceis de administrar, impossíveis de personalizar. O Wellpass simplifica tudo: Para academias e estúdios, o benefício é duplo: acesso a um público corporativo novo, visitas subsidiadas pelos empregadores e receita incremental, sem precisar mudar a operação. Novas expectativas no trabalho exigem novos modelos Bem-estar deixou de ser um “extra” e virou infraestrutura.Com equipes distribuídas, agendas flexíveis e uma demanda crescente por saúde física e mental, empresas precisam de soluções que realmente funcionem no dia a dia. Com rede global, onboarding ágil e preço baseado em uso, o Wellpass ajuda empregadores a fortalecer cultura, produtividade e saúde de longo prazo e dá aos funcionários um benefício que eles, de fato, vão usar. Em resumo: no ambiente de trabalho atual, engajamento é tudo. O Wellpass entrega um benefício de wellness que não fica parado no papel — ele acompanha a rotina, o ritmo e o estilo de vida das pessoas. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

SUS terá teleatendimento para pessoas com vício em apostas

O Brasil se consolidou como o terceiro maior mercado de apostas online do mundo, mas o boom bilionário acendeu um alerta vermelho na saúde pública. Em resposta, o governo lançou uma ofensiva dupla: uma regulação mais dura do setor e uma rede de apoio digital para jogadores compulsivos, mostrando que o bem-estar entrou de vez no jogo. Da tela do celular para a linha de frente O crescimento foi explosivo, atingindo quase 18.000% em atividade financeira e cativando 42,5 milhões de usuários. O alvo principal? A Geração Z e a Classe C, grupos atraídos por promessas de ganhos rápidos impulsionadas por marketing agressivo de influenciadores e fenômenos virais como o ‘Jogo do Tigrinho’. O resultado já aparece nos números do SUS, que registrou quase 2 mil atendimentos por transtorno do jogo só no primeiro semestre de 2025, evidenciando os riscos de endividamento e os impactos na saúde mental. A aposta é no controle e no bem-estar digital Para virar o placar, o governo colocou em campo a Lei nº 14.790, que regulamentou o setor, e uma estratégia focada em tecnologia e saúde. A partir de dezembro de 2025, apostadores poderão usar sua conta Gov.br para solicitar o bloqueio de acesso a sites de apostas por meio de uma plataforma de autoexclusão. Em paralelo, uma parceria entre o Ministério da Saúde e o Hospital Sírio-Libanês vai oferecer teleatendimento especializado a partir de 2026, com a meta de integrar o suporte online ao atendimento presencial. O futuro do jogo: entre o lucro e a prevenção O movimento do governo não é apenas reativo; ele sinaliza uma nova fronteira onde negócios e bem-estar se cruzam. Ao mapear o perfil dos jogadores e investir em tecnologias de monitoramento precoce, o Brasil busca equilibrar um mercado lucrativo com a responsabilidade social. A grande aposta, agora, é transformar a tecnologia, que ajudou a criar o problema, na principal ferramenta para promover um ecossistema de jogo mais seguro e consciente. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Emm capta US$ 9 milhões para decifrar a saúde do ciclo menstrual

A Emm, healthtech britânica, quer transformar algo que sempre foi invisível na saúde feminina: os sinais escondidos no ciclo menstrual. A empresa acaba de captar US$ 9 milhões para lançar sua primeira grande aposta, uma coletora menstrual inteligente equipada com sensores capazes de transformar o fluxo em dados clínicos. Menstruação como dado mensurável A proposta da Emm é simples e ousada: fazer da saúde menstrual algo mensurável, assim como já fazemos com cardiovascular, metabolismo ou sono. A coletora reúne sensores embutidos que monitoram a taxa de fluxo, o volume e a regularidade ao longo de todo o ciclo. A partir desses registros contínuos, o sistema gera insights médicos que ajudam a identificar alterações importantes, incluindo condições frequentemente negligenciadas, como a endometriose, que afeta uma em cada dez mulheres. A novidade estreia no Reino Unido no próximo ano, com expansão internacional prevista na sequência. O plano da empresa vai além do dispositivo: a Emm quer construir uma plataforma completa, adicionando diagnósticos, ferramentas digitais de acompanhamento e terapias personalizadas baseadas em dados reais do ciclo. O movimento maior: o ciclo ficando inteligente A Emm não está sozinha nessa virada. A saúde feminina está entrando em uma era em que os dados do ciclo deixam de ser simples registros de sintomas e passam a funcionar como sinais diagnósticos. Novas tecnologias estão avançando nessa mesma direção. A Hormona analisa hormônios via testes de urina; a Eli Health faz o mesmo por meio de saliva; a YON E desenvolveu um dispositivo vaginal que monitora continuamente pH e temperatura; e wearables como Withings e Oura já integram informações ao Clue para decodificar flutuações hormonais com mais precisão. O que vem pela frente A tendência é clara: transformar sinais invisíveis em inteligência menstrual. Com dados de alta resolução sendo coletados dentro e fora do corpo, Emm e outras startups estão redesenhando a forma como monitoramos, interpretamos e cuidamos da saúde reprodutiva com a mesma precisão que já aplicamos às métricas mais avançadas do wellness. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

O que realmente faz você dormir melhor? As lições de Jason Jin

Jason Jin passou a última década estudando como as pessoas dormem, acordam e se movem ao longo do dia. Ex-pesquisador do sono e hoje fundador da Zest, ele dedica seu trabalho a uma tese simples (e cada vez mais verdadeira): a vida moderna nos tira do ritmo e precisamos de ferramentas que nos ajudem a sincronizar corpo, mente e rotina com nosso relógio biológico. Em uma conversa sobre sono, energia e hábitos que realmente funcionam, Jin compartilha o que aprendeu testando desde comportamentos ancestrais até os gadgets mais sofisticados do mercado. O que ele aprendeu sobre sono desde que fundou a Zest Para Jin, a primeira grande verdade é dura: quase tudo ao nosso redor bagunça nosso sono. Luzes fortes e telas à noite empurram o horário de dormir para mais tarde. Alarmes cedo demais encurtam o descanso. E refeições tardias quebram sinais internos que deveriam manter a energia estável ao longo do dia. “Nossos ancestrais acordavam com o sol, se moviam ao longo do dia, comiam cedo e dormiam no escuro e no frio”, diz Jin. A fadiga que sentimos hoje não é mistério, é a consequência de lutar contra a própria biologia. Essa percepção guiou seu trabalho: criar ferramentas que ajudem as pessoas a voltar para um ciclo mais natural, mesmo vivendo em um mundo artificial. O que as pessoas mais confundem sobre estar realmente descansadas Jason já testou praticamente todo hack, dispositivo e suplemento de sono disponível, primeiro por curiosidade científica, depois enquanto construía um enorme banco de dados na Crescent, analisando o que realmente melhorava o sono das pessoas. E um padrão ficou claro: muita gente ignora o básico e pula direto para o gadget caro. “Existe uma espécie de ‘lei de potência’ no que realmente melhora o sono”, explica. Ou seja: uma pequena quantidade de hábitos fundamentais gera a maior parte do resultado. Para ele, antes de tentar otimizar, o foco deveria ser outro: arrumar a base da rotina. O hábito mais simples para acordar mais alerta Jason não hesita: “Exponha seus olhos à luz forte nos primeiros minutos após acordar.” Esse único hábito é um dos maiores âncoras do relógio circadiano e, segundo ele, aumenta a sensação de alerta matinal muito mais do que a maioria das soluções modernas. Outro ponto prático: Dormir múltiplos de 90 minutos (7h30 ou 9h) reduz a chance de acordar no meio de um ciclo profundo e começar o dia grogue. O que ele gostaria que todos soubessem sobre “descanso real” e energia sustentada Para Jin, existe uma confusão básica: as pessoas tratam energia como algo linear. Mas não é. “O corpo é um sistema altamente adaptativo, que ajusta a necessidade de sono de acordo com estresse, doença, treino, carga emocional e qualquer outro fator do estilo de vida”, diz. Ele insiste em algo que a neurociência confirma: não existe ‘almoço grátis’ biológico. Todo pico artificial de energia, de alerta, de dopamina, vem seguido de uma queda compensatória. As pessoas que se sentem bem de forma consistente são aquelas que protegem seus ritmos, e não as que buscam estímulos o tempo todo. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Correr envelhece o rosto?

A corrida segue sendo um dos esportes mais populares entre quem quer abandonar o sedentarismo: prática acessível, sem precisar de equipamentos caros e possível de fazer em qualquer lugar. Mas junto da popularidade vem uma dúvida que muita gente repete: correr envelhece o rosto? A dermatologista Dra. Vivian Simões Pires explica que, sim, a corrida pode contribuir para alguns sinais de envelhecimento, mas não da forma simplista que muita gente imagina. Por que a corrida pode acelerar sinais de flacidez? Segundo a médica, o impacto repetido da corrida pode ter um efeito direto na firmeza da pele. A vibração constante do exercício colabora para o aumento da flacidez em pessoas predispostas, especialmente quando combinada com outro fator muito comum entre corredores: dieta excessivamente restrita. “Alguns corredores consomem poucas calorias e isso, ao longo do tempo, pode causar perda de gordura facial, deixando o rosto mais fundo e marcado”, explica a dermatologista. O verdadeiro vilão: sol + impacto + pouca proteção Mas o maior gatilho do envelhecimento para quem corre não é o impacto — é o sol. Grande parte das corridas acontece ao ar livre, muitas vezes em horários de radiação intensa. E, segundo a médica, essa é a combinação que mais acelera os danos: quebra das fibras de colágeno, ressecamento, perda de elasticidade, manchas e fotodano irreversível. “A exposição solar causa uma pele sem cor, sem viço e com fibras de colágeno totalmente quebradas”, reforça a Dra. Vivian. Além disso, o sol aumenta o risco de câncer de pele e outras doenças. Como minimizar esses efeitos sem abandonar a corrida? Para quem ama correr, a dermatologista é categórica: não precisa parar mas é essencial ajustar o contexto. Hoje existem fórmulas específicas para atletas que não escorrem, não ardem os olhos e mantêm a proteção mesmo durante treinos longos. Quando o corredor ignora o protetor solar A médica alerta que, sem fotoproteção, os danos se acumulam rapidamente: aumento visível da flacidez, estímulo à formação de manchas, textura irregular, piora do melasma e amplia o risco de câncer de pele. O sol é o fator que mais envelhece a pele e a corrida ao ar livre intensifica esse impacto quando feita sem cuidados. A visão de quem vive isso na rotina A corredora e influenciadora Marcela Nardez, que tem melasma, reforça a importância da proteção diária: “Se você tem melasma como eu, não pode sair sem protetor. Prefira os que têm base, que resistem ao suor e não escorrem. Não esqueça do pescoço, ombros e áreas expostas.” Afinal: correr envelhece o rosto? A corrida em si não é o problema. O combo impacto + déficit calórico + sol forte sem proteção é que acelera o envelhecimento. Com proteção solar adequada, horários inteligentes e uma rotina de cuidado mínima, é totalmente possível correr e manter a pele saudável, firme e protegida. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Estudo mostra que 82% recuperam peso após parar Mounjaro

Um novo estudo publicado na JAMA Network Open acendeu um alerta importante sobre o uso de Mounjaro (tirzepatida). Segundo a análise, 82% das pessoas que perderam peso com o medicamento voltaram a ganhar pelo menos 25% do peso perdido um ano após interromper o tratamento. E tem mais: quanto maior o reganho, maior a perda dos benefícios conquistados durante o uso, como melhora da pressão arterial, do colesterol e da resistência à insulina. O que o estudo analisou A pesquisa é uma análise post hoc do ensaio clínico SURMOUNT-4 e acompanhou 308 participantes. Só entraram na conta pessoas que haviam perdido pelo menos 10% do peso após 36 semanas usando a tirzepatida. Os dados foram coletados entre 2021 e 2023 e analisados até março de 2025. O padrão observado foi claro: O recado da ciência Para os pesquisadores, o estudo reforça um ponto que especialistas repetem há anos: obesidade é uma condição crônica. Ou seja, exige tratamento contínuo, acompanhamento e estratégias combinadas. A própria Eli Lilly, fabricante do Mounjaro, comentou o estudo em nota: “A obesidade é uma doença crônica e progressiva que frequentemente requer tratamento de longo prazo. Assim como outras condições crônicas, a terapia deve continuar quando houver indicação médica para a manutenção dos benefícios.” A empresa também reforça que estilo de vida saudável, alimentação equilibrada, exercícios e acompanhamento psicológico, não substitui, mas complementa o tratamento. E, para muitas pessoas, essas mudanças sozinhas não são suficientes para manutenção do peso a longo prazo. Por que importa O resultado coloca luz em uma discussão central na era dos medicamentos GLP-1: o desafio não é só perder peso, é manter. E quando o tratamento para, a fisiologia tende a puxar o corpo de volta ao ponto inicial. Para quem acompanha o universo de saúde, longevidade e medicamentos para obesidade, o recado é simples: adesão e continuidade fazem tanta diferença quanto o remédio em si. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

JÜCED: lança proteína refrescante que aposenta os shakes pesados

O que é a JÜCED? A JÜCED acaba de desembarcar no mercado com uma proposta que conversa diretamente com a nova geração do wellness: bebidas proteicas leves, refrescantes e feitas com frutas de verdade, sem a sensação de que você está tomando um shake por obrigação. A marca chega para resolver um incômodo que praticamente todo mundo que treina já viveu a luta diária contra proteínas pesadas, grossas e com gosto artificial. A JÜCED nasce justamente desse cansaço coletivo. A equipe queria bater as metas de proteína, mas não queria encarar o “castigo” dos shakes tradicionais. O resultado? Uma bebida proteica que parece suco, tem textura de suco, mas entrega a performance de um suplemento. Uma alternativa aos shakes tradicionais A marca se define como a “competição saudável” dos shakes. São bebidas “juiced from real fruit”, literalmente espremidas de frutas reais, com uma doçura natural e sem o “excesso de coisas” que costuma vir nos suplementos clássicos. Não tem aquela textura calcária, não pesa no estômago e não transforma um simples gole em um evento traumático. É proteína que você toma porque gosta, não porque o personal mandou. Uma solução perfeita para quem vive no meio-termo entre treinar, trabalhar, socializar e ainda tentar manter uma alimentação equilibrada. Por que a JÜCED existe A história por trás do lançamento é quase um manifesto. Os fundadores estavam cansados de proteínas que mais pareciam cimento líquido, mas não queriam abrir mão dos macros. A resposta foi criar algo que realmente acompanhasse o estilo de vida atual mais leve, mais rápido, mais intuitivo e, principalmente, mais gostoso. É uma proteína feita para quem busca performance, mas não aceita sofrer no processo. Uma bebida que conversa com uma geração que já não compra a ideia de “quanto mais ruim o sabor, mais eficiente deve ser”. Para quem é Se você vive tentando equilibrar treino, bem-estar, rotina e prazer, JÜCED fala com você. É para quem quer proteína que faça sentido no dia a dia, para quem prefere refrescância a densidade, para quem quer saúde sem drama. É o tipo de produto que entra no lugar dos shakes grossos e abre espaço para uma nutrição que realmente dá vontade de consumir. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Treinar é o novo rolê: Smart Fit lança programa de treinos gratuitos para adolescentes nas férias

A Smart Fit anunciou uma iniciativa que conversa diretamente com a nova geração interessada em bem-estar, movimento e estilo de vida ativo. A campanha “Rolê na Smart”, criada pela agência Milà, oferece acesso gratuito às academias da rede para jovens de 14 a 18 anos durante as férias, incentivando desde cedo a construção de hábitos que sustentam saúde física, mental e social. A proposta nasce em um momento em que treinar deixou de ser apenas exercício: virou ponto de conexão, autocuidado e comunidade. Ao convidar adolescentes para viver essa experiência sem custo, a Smart Fit reforça a academia como um espaço de convivência saudável onde energia, música e movimento se encontram. Para participar, é necessário fazer a matrícula e preencher o PAR-Q na unidade. Jovens de 14 anos precisam apresentar atestado médico, enquanto menores de 18 devem estar acompanhados de um responsável. A partir dos 15 anos, a exigência do atestado depende da região. O acesso gratuito é válido entre 10h e 16h, conforme as regras do regulamento oficial. A campanha publicitária amplia essa narrativa de wellness para as gerações Z e Alpha, trazendo dois videoclipes produzidos pela Kondzilla. No Brasil, o filme apresenta “Rolê na Smart”, com estética, música e coreografia inspiradas no funk. Já no restante da América Latina, o destaque é “El Mejor Plan”, em ritmo de reggaeton. Ambos são desdobramentos criativos da Milà e serão exibidos em canais digitais, OOH e unidades Smart Fit. Ao transformar o treino em um ambiente de descoberta, pertencimento e rotina positiva, a Smart Fit reforça um ponto importante para o mundo wellness: saúde começa com acesso e se consolida com comunidade. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Por que o Copacabana Palace está abandonando a escala 6×1?

De chefs a concierges, a hotelaria de luxo no Brasil está recalibrando seu ritmo de trabalho. Gigantes como o Copacabana Palace e a rede Blue Tree Hotels estão trocando a tradicional e exaustiva escala 6×1 pelo modelo 5×2, com dois dias de folga consecutivos, em uma aposta direta no bem-estar de suas equipes. Mais que salário, a busca por equilíbrio? A conta é simples: com a taxa de desemprego em baixa, a competição por talentos esquentou. A nova geração de profissionais já não negocia mais o equilíbrio entre vida pessoal e profissional, e o mercado está tendo que se adaptar. Uma pesquisa no Palácio Tangará, por exemplo, revelou que 89% dos colaboradores queriam essa mudança, mostrando que a valorização do tempo livre virou uma poderosa moeda de troca na atração e retenção de mão de obra qualificada. O ROI do bem-estar A mudança não é apenas um benefício, é uma estratégia de negócio. O Palácio Tangará investe R$ 2 milhões anuais para manter 100% de sua equipe na nova escala. O retorno, no entanto, vem na forma de um diferencial competitivo poderoso. Em um setor onde a experiência do cliente é tudo, garantir o bem-estar do colaborador se tornou a peça-chave para aumentar a produtividade e entregar um serviço de excelência. A cultura que vende e retém Para marcas que vendem wellness e hospitalidade, a coerência é fundamental. Implementar uma cultura que reflete internamente os valores de saúde e equilíbrio que são promovidos externamente não é mais um “plus”, mas um imperativo. Esse alinhamento fortalece a marca empregadora e assegura a qualidade do serviço, criando um ciclo virtuoso de satisfação. A mensagem do mercado é clara: o verdadeiro luxo, hoje, é o tempo. Ao investir no equilíbrio de suas equipes, os hotéis não estão apenas modernizando operações, mas reconhecendo que a saúde mental é o ativo mais valioso do seu negócio. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Qual seria o café da manhã ideal?

Esqueça a ideia de que existe uma fórmula única para a primeira refeição do dia. O café da manhã ideal, segundo especialistas, é uma combinação estratégica de 300 a 400 calorias que reseta o metabolismo e dita o ritmo da sua energia. A chave está em priorizar alimentos in natura e minimamente processados, um movimento que não só impacta sua saúde, mas abre um universo de oportunidades para o mercado de wellness. Qual a receita para começar o dia com o pé direito? A matemática é simples: a refeição deve entregar cerca de 15 gramas de proteínas (ovos, queijos magros), entre 45 e 60 gramas de carboidratos complexos (pães integrais, aveia, tubérculos) e até 10 gramas de gorduras boas (castanhas, sementes). O açúcar adicionado? A meta é zero, com um limite máximo de 10 gramas. Essa combinação garante saciedade, controla a glicemia e melhora o desempenho cognitivo. O consumo regular está associado a menor risco de obesidade e doenças cardiovasculares, mostrando que um bom café da manhã é um investimento de longo prazo no seu bem-estar. Do cuscuz ao pão de queijo: a identidade brasileira na mesa A melhor parte é que essa estrutura nutricional se adapta perfeitamente à cultura brasileira. No Nordeste, a energia vem do cuscuz com tapioca. No Sudeste, o pão de queijo assume o protagonismo. O Norte aposta na macaxeira e no açaí, enquanto o Sul traz o pão colonial e o Centro-Oeste, a chipa. Valorizar esses ingredientes regionais não é apenas uma questão de sabor, mas uma forma inteligente de alinhar saúde e identidade cultural. A oportunidade de negócio está servida Essa combinação de ciência e regionalismo é um prato cheio para o setor alimentício. A demanda por rótulos limpos e produtos que contam uma história local nunca esteve tão alta. Marcas que apostarem na inovação com ingredientes regionais, como granolas com castanhas locais ou farinhas enriquecidas, saem na frente. Educar o consumidor sobre como montar um café da manhã poderoso e com a cara do Brasil não é apenas uma estratégia de marketing, mas um diferencial competitivo que constrói credibilidade e fortalece o posicionamento no mercado de lifestyle saudável. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/