Nutrium: a healthtech que nasceu de uma frustração e agora mira o mercado global

O que começa com uma frustração pessoal pode virar um negócio global? Para André Santos, fundador da Nutrium, a resposta é um sonoro “sim”. A healthtech portuguesa, que nasceu para simplificar o trabalho de nutricionistas, agora expande seu braço corporativo, o Nutrium Care, para o Brasil e os EUA, mirando a crescente demanda por bem-estar nas empresas. Uma ideia que veio da dor? Tudo começou com a própria jornada de André Santos. Insatisfeito com consultas nutricionais pouco eficazes e com o excesso de peso, ele decidiu criar sua própria solução. A ideia, que surgiu como um projeto premiado na Universidade do Minho, era simples: desenvolver um software que otimizasse o trabalho de nutricionistas e melhorasse o acompanhamento dos pacientes entre as consultas. De app para nutris a gigante do bem-estar corporativo O software rapidamente ganhou tração em Portugal e no Brasil, alcançando mais de 8 mil profissionais registrados já em 2017. Mas a grande virada veio em 2018, quando a Nutrium decidiu testar um programa de apoio nutricional com seus próprios funcionários. Os resultados, perda de peso, mais energia e melhora no sono, foram tão positivos que a empresa enxergou uma nova oportunidade. Nascia o Nutrium Care, um programa de bem-estar corporativo que hoje atende gigantes como Vodafone e Randstad. Por que o Brasil está no radar? A expansão para o Brasil e os EUA não é por acaso. A Nutrium está de olho na onda global de saúde preventiva, impulsionada pelo interesse em autocuidado e pelo boom dos medicamentos para perda de peso. Com a plataforma já disponível em português, inglês e espanhol, a empresa se consolidou como líder em mais de 40 países, com uma rede de 250 mil nutricionistas. O programa corporativo oferece orientação personalizada via app, workshops e webinars, posicionando-se como uma solução completa para empresas que querem investir na saúde de seus times. A trajetória da Nutrium mostra que a inovação em wellness vai muito além de um bom aplicativo. Ao conectar uma necessidade individual com uma estratégia corporativa inteligente, a empresa não só cresce, mas redesenha o futuro da saúde preventiva no ambiente de trabalho. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/
A receita é suar: por que o exercício virou o novo antidepressivo?

A conversa sobre saúde mental está mudando, e a nova receita pode estar na academia, não na farmácia. Um editorial no British Journal of Sports Medicine está batendo na tecla: o exercício físico deveria ser a primeira linha de tratamento para a depressão, com benefícios tão potentes quanto os de medicamentos e terapias tradicionais. Por que suar funciona tão bem quanto conversar? A lógica é biológica. A atividade física libera um coquetel de neurotransmissores do bem-estar, como serotonina e endorfinas, que naturalmente melhoram o humor e combatem os sintomas depressivos. Além de regular o estresse e turbinar a função cognitiva, os efeitos são tão sólidos que se equiparam aos tratamentos convencionais, posicionando o movimento como uma alternativa poderosa e acessível. Se é tão bom, por que meu terapeuta não me manda correr? Aqui está o paradoxo. Embora a ciência comprove os benefícios, a prática clínica ainda está atrasada. Dados mostram que 92% dos profissionais de saúde mental não têm treinamento para prescrever exercícios e, pasme, 41% deles simplesmente nunca o fazem. A razão? Uma cultura historicamente focada em pílulas e divãs, que deixa de lado uma das ferramentas mais eficazes e acessíveis que existem. Ok, como transformar o treino em tratamento? A resposta está na estrutura. Especialistas sugerem o protocolo FITT (Frequência, Intensidade, Tempo e Tipo) para transformar o exercício em uma “dose” controlada e personalizada. Para garantir a segurança e o sucesso, o ideal é que os profissionais de saúde encaminhem os pacientes para especialistas em exercício e usem a tecnologia – como apps e wearables – para monitorar o progresso e manter a motivação em alta. O recado é claro: deixar o exercício fora da equação no tratamento da depressão é um luxo que não podemos mais nos dar. Para o mercado de wellness, essa lacuna é um convite à inovação, abrindo espaço para plataformas digitais e programas de capacitação que finalmente conectarão a ciência do movimento ao cuidado com a mente. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/
De Gadget a Ecossistema: Como o Oura Quer Redefinir o Futuro da Saúde

O Oura Ring já é queridinho de quem leva a sério o monitoramento de sono e recuperação, mas a empresa finlandesa não quer parar por aí. O plano agora é muito mais ambicioso: transformar o anel no cérebro de um ecossistema completo de bem-estar, integrando múltiplos wearables para inaugurar uma nova era de saúde preventiva e personalizada. Ecossistema de saúde? Traduz aí. A visão do CEO da Oura é clara: sair da lógica de um único gadget para criar um “sistema operacional de saúde pessoal”. Na prática, isso significa que o anel funcionará como um hub central, conectando e interpretando dados de outros dispositivos, como monitores contínuos de glicose, cuja tecnologia a empresa já está adquirindo. A grande virada é o lançamento de um coach de IA que não apenas coleta dados, mas oferece insights personalizados e proativos sobre sua saúde a longo prazo, ajudando a identificar padrões e a agir antes que os problemas apareçam. A evolução silenciosa dos wearables Esse movimento não surgiu do nada; é o próximo passo lógico na evolução dos vestíveis. A jornada começou com dispositivos como o Garmin Forerunner (2003) e o primeiro Fitbit (2009), focados em rastrear passos e corridas. A chegada do Apple Watch em 2015 elevou o jogo, popularizando métricas avançadas como ECG. Agora, a Oura aposta que o futuro não está em mais dados, mas em dados mais inteligentes e integrados, transformando a tecnologia vestível em um verdadeiro coach de longevidade. O plano da Oura sinaliza para onde o mercado de wellness está caminhando. O crescimento do setor, acelerado pela necessidade de monitoramento remoto durante a pandemia, abriu espaço para inovações que vão além do fitness. Ao buscar parcerias e investir em IA, a empresa não está apenas vendendo um anel, mas a promessa de um futuro onde a tecnologia não só monitora, mas ativamente promove um bem-estar mais duradouro e consciente. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/
Bem-estar corporativo: o novo ROI que toda empresa precisa calcular

Esqueça os bônus anuais e o cafezinho grátis. A nova moeda de valorização no mundo corporativo é o bem-estar, e as parcerias entre empresas, academias e apps de saúde estão redefinindo as regras do jogo. O que antes era visto como um benefício extra, hoje é um motor estratégico para crescimento, produtividade e retenção de talentos. Por que o RH virou o novo centro de inovação? A conta é simples: funcionários mais saudáveis são mais produtivos. Empresas estão investindo pesado em programas de wellness para reduzir custos com saúde, combater o absenteísmo, que custa bilhões anualmente, e aumentar o engajamento. Estudos apontam que, para cada dólar investido em bem-estar, a economia em custos médicos pode chegar a US$ 3,27. É uma aposta clara na prevenção para fortalecer não apenas a saúde do time, mas também a saúde financeira do negócio. Um mercado de US$ 100 bilhões que ninguém pode ignorar Os números não mentem. O mercado global de wellness corporativo deve ultrapassar os 106 bilhões de dólares até 2029. Esse crescimento é impulsionado por uma maior conscientização sobre saúde mental e física, além da busca incessante por um diferencial competitivo na atração e retenção de talentos. A mensagem é clara: empresas que não oferecem programas de bem-estar robustos estão ficando para trás. A tecnologia como personal trainer da sua equipe A revolução do bem-estar corporativo é digital. A integração de aplicativos, wearables e plataformas de monitoramento com inteligência artificial está tornando os programas mais personalizados, escaláveis e eficientes. Essa abordagem B2B não só otimiza a experiência do colaborador, mas também fortalece o ecossistema de academias e estúdios, que encontram nas parcerias uma nova e poderosa via de aquisição de membros. No fim do dia, investir no bem-estar dos funcionários deixou de ser filantropia para se tornar uma das estratégias de negócio mais inteligentes. É a fórmula para construir uma cultura organizacional forte, aumentar a produtividade e criar uma marca empregadora que realmente se destaca no mercado. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/
NAD+: a fonte da juventude em uma cápsula ou a nova febre do marketing?

A ciência da longevidade está em alta e, no centro dela, está o NAD+, uma coenzima que promete desacelerar o relógio biológico. Mas enquanto a demanda por esses suplementos explode, um alerta vermelho acende no mercado de wellness: muitos produtos simplesmente não entregam o que prometem em seus rótulos. Afinal, o que é esse tal de NAD+? Pense no NAD+ como a bateria das suas células. É uma coenzima essencial para o metabolismo energético, o reparo do DNA e praticamente todo processo que mantém nosso corpo funcionando. O problema é que seus níveis caem naturalmente com a idade, o que contribui para o envelhecimento e o surgimento de doenças. A lógica da suplementação com precursores como NMN e NR é justamente recarregar essa bateria celular. A promessa é grande. E os resultados? No papel, os benefícios são de encher os olhos. O aumento dos níveis de NAD+ ativa as sirtuínas – conhecidas como os “genes da longevidade” –, melhora a função mitocondrial e ajuda a proteger nosso código genético. Estudos apontam potenciais melhoras na saúde cardiovascular, no metabolismo, na pele e até no desempenho físico, reduzindo a fadiga em alguns casos. O choque de realidade no pote de suplementos É aqui que a história complica. Testes independentes mostram que muitos suplementos de NAD+ disponíveis no mercado são ineficazes, simplesmente por não conterem os ingredientes essenciais prometidos. A corrida pelo ouro do anti-envelhecimento criou um cenário onde o marketing muitas vezes supera a ciência, e o consumidor acaba investindo em uma promessa vazia. O futuro é de quem faz certo A demanda por soluções que promovam a longevidade não vai diminuir. A grande oportunidade de negócio está em criar um mercado confiável. Empresas que investem em testes rigorosos, transparência e parcerias estratégicas com clínicas de wellness sairão na frente. Para o consumidor, a lição é clara: na busca pela vitalidade, a pesquisa e o ceticismo valem mais do que qualquer fórmula milagrosa. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/
MAAP: A marca de ciclismo que virou um hub de lifestyle

O que acontece quando uma marca de ciclismo decide que vender roupas de alta performance é só o começo? A MAAP, nascida em Melbourne em 2014, está respondendo a essa pergunta na prática, transformando o esporte em um movimento global de bem-estar e comunidade. Do pedal à passarela: qual a fórmula? Fundada por Jarrad Smith e Ollie Cousins, que vieram do universo da moda e do streetwear, a MAAP já nasceu com um DNA diferente. O nome, um acrônimo para ‘Make Ascend And Persist’ (Faça, Suba e Persista), entrega o mindset da marca: combinar design de ponta com funcionalidade impecável, batendo de frente com as gigantes europeias do setor. Mais que lojas, hubs de conexão A grande virada da MAAP está nos seus “LaBs”. Longe de serem lojas comuns, esses espaços funcionam como hubs comunitários que unem ciclistas e criativos. O primeiro abriu em Melbourne em 2022, seguido por Amsterdam este ano, e a expansão não para: Seul, Berlim, Singapura e Hong Kong estão na mira para 2024. A ideia é simples e poderosa: promover eventos, como os pedais “MAAPACCINO”, e integrar o fitness ao lifestyle da cidade, tornando a marca um ponto de encontro. Estratégia global com pegada local Com uma visão de futuro afiada, a MAAP está investindo pesado em sua presença global. A marca patrocina equipes do UCI WorldTour, como a Jayco AlUla, e lança desafios em plataformas como o Strava para engajar a comunidade. O próximo passo? Expandir a coleção “off-bike”, transformando a MAAP em uma marca de lifestyle completa, para ser usada muito além das pistas. É a prova de que o futuro do wellness é sobre construir conexões, não apenas vender produtos. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/
Hormônios na tela: A nova corrida do ouro no mercado de wellness

A Hims & Hers, gigante da telessaúde, acaba de entrar de cabeça em um dos mercados mais aquecidos do momento: a saúde hormonal. Com o lançamento de terapias de reposição de testosterona para homens e tratamentos para menopausa, a empresa sinaliza uma mudança de chave no setor, transformando o que antes era tabu em um negócio de bem-estar acessível e digital. Por que a aposta é tão alta? Não é um movimento isolado. A iniciativa busca desestigmatizar o acesso a tratamentos ligados à longevidade, atendendo a uma demanda crescente impulsionada pelo envelhecimento da população e uma maior conscientização sobre desequilíbrios hormonais. Estamos falando de um mercado global que, em 2024, já é estimado em mais de US$ 16 bilhões e com projeções de crescimento robustas. A telemedicina, que serve como veículo para esses serviços, deve saltar de US$ 107 bilhões para mais de US$ 430 bilhões até 2032. A disputa no universo digital já começou A Hims & Hers não está sozinha. Marcas como Noom e WeightWatchers também estão integrando cuidados hormonais em suas plataformas, enquanto players especializados como Fountain HRT, Evernow e Roman® consolidam o modelo Direto ao Consumidor (DTC). A grande vantagem? Conveniência, privacidade e modelos de assinatura que simplificam o acesso a consultas, exames e prescrições, muitas vezes com um custo-benefício superior ao modelo tradicional. O futuro é personalizado e integrado O próximo passo dessa revolução é a personalização em massa. A tendência aponta para o uso de hormônios bioidênticos, inteligência artificial para otimizar tratamentos e a integração com dispositivos vestíveis para monitoramento contínuo. O recado é claro: a gestão hormonal deixou de ser um nicho para se tornar o próximo grande pilar do wellness, e a tecnologia é o motor que está redefinindo o acesso ao bem-estar e à longevidade. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/
O Soho Wellness Social marca a estreia pública de Naurii em Nova York

Esqueça a ideia de que bem-estar é uma jornada solitária. Em Nova York, o evento Soho Wellness Social, idealizado pela Naurii, está redefinindo o conceito ao unir fitness, recuperação e, o mais importante, conexão humana em plena rua. É a prova de que o autocuidado se tornou uma experiência coletiva e acessível. Quem está por trás do movimento? Goli Soli é o nome por trás da Naurii. Com 12 anos de experiência em fitness e dona de estúdios de Pilates em Miami e Nova York, sua trajetória foi moldada por uma lesão nas costas que a levou a descobrir o poder da ioga e do Pilates. Essa jornada pessoal virou missão: usar o bem-estar como ferramenta para unir pessoas, transformando práticas individuais em celebrações comunitárias. A nova era do wellness: social e instagramável A grande virada do setor é essa transição de nichos privados para eventos públicos urbanos, impulsionada pela necessidade de interação pós-pandemia. Eventos como o Soho Wellness Social bombam por combinarem aulas com treinadores de ponta e parcerias com marcas como FaceGym e IVDrips, criando um ambiente vibrante e perfeito para as redes sociais. Influenciadores e o público da Geração Z e Millennials amplificam o alcance, tornando o bem-estar um lifestyle desejado e compartilhado. Um mercado trilionário a céu aberto Essa tendência não é apenas sobre good vibes, é sobre business. O mercado global de bem-estar, avaliado em US$ 6,3 trilhões em 2023, deve saltar para quase US$ 9 trilhões até 2028. Para empresas de fitness e investidores, a oportunidade é clara: criar experiências comunitárias escaláveis que promovem saúde mental e longevidade. O movimento representa uma evolução de produtos isolados para serviços integrados à vida na cidade. Longe de ser uma moda passageira, os eventos comunitários de bem-estar estão se consolidando como parte do planejamento urbano. Cidades que promovem espaços verdes e caminhabilidade saem na frente. O recado é claro: o futuro do bem-estar não está trancado em academias ou telas de celular, mas pulsando nas ruas, onde a saúde encontra a comunidade. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/
Cérebro blindado: como sua alimentação define sua resiliência ao estresse

Esqueça os truques de produtividade. A nova fronteira para proteger sua mente contra o estresse diário pode estar, literalmente, no seu prato. Uma pesquisa publicada na revista Nutrients confirma o que a gente já suspeitava: o que você come impacta diretamente sua capacidade de lidar com a pressão, com efeitos ainda mais claros em jovens adultos. Mas como a comida conversa com o cérebro? A mágica acontece através do eixo intestino-cérebro, uma via de comunicação direta que conecta seu sistema digestivo ao nervoso central. Uma dieta rica em fibras, probióticos e nutrientes essenciais alimenta as bactérias boas do intestino, que por sua vez produzem compostos anti-inflamatórios e regulam neurotransmissores. Não é à toa que mais de 90% da serotonina, o famoso “hormônio do bem-estar”, é produzida ali. Em resumo, um intestino feliz significa um cérebro mais equilibrado e resiliente. O cardápio anti-estresse: o que colocar (e tirar) do prato Na prática, a estratégia é simples. Priorize alimentos integrais como vegetais, frutas, grãos e peixes ricos em ômega-3. Esses alimentos fornecem antioxidantes que protegem as células cerebrais do estresse oxidativo e nutrientes que melhoram a neuroplasticidade – a capacidade do cérebro de se adaptar. Por outro lado, dietas ocidentais, cheias de ultraprocessados, açúcares e gorduras ruins, fazem o oposto: aumentam a inflamação, desregulam o humor e diminuem a diversidade microbiana, abrindo portas para a ansiedade e a depressão. A nova oportunidade do wellness: comida como performance A ciência está abrindo um novo mercado para empresas de wellness e foodtechs. A demanda por produtos alimentícios personalizados, projetados para fortalecer a resiliência mental, é uma tendência clara. Pense em parcerias com aplicativos de saúde que integram monitoramento nutricional e suplementos prebióticos focados em aumentar o BDNF, uma proteína essencial para a saúde cognitiva. A nutrição deixou de ser apenas sobre o corpo para se tornar uma ferramenta estratégica para a mente. Otimizar o cardápio pode ser o upgrade mais inteligente para sua saúde e sua carreira. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/
Dor no calcanhar? Este protocolo de 15 minutos pode ser a solução

Aquela dor aguda no calcanhar logo ao acordar, que parece uma facada, tem nome: fascite plantar. Mas a boa notícia é que um protocolo de sete passos, que leva apenas 15 minutos, promete não só aliviar o desconforto, mas também melhorar sua mobilidade. E o melhor: você pode fazer em casa. Afinal, o que causa essa dor? A fascite plantar é, basicamente, uma inflamação ou processo degenerativo da fáscia, o tecido espesso que suporta o arco do pé e funciona como um amortecedor natural. A dor surge quando essa estrutura é sobrecarregada por esforço repetitivo, biomecânica inadequada (como pronação excessiva), obesidade ou simplesmente por passar tempo demais em pé. O resultado é uma tensão que inflama a região e limita seus movimentos. O passo a passo do alívio O protocolo simplifica conceitos da fisioterapia em uma rotina acessível. A sequência começa com a liberação da fáscia usando uma bola de terapia para soltar a tensão. Em seguida, entram em cena alongamentos estratégicos focados na panturrilha, no tendão de Aquiles e até no quadril, com uma postura similar à “pose do pombo” do yoga, para relaxar toda a cadeia muscular conectada. Para finalizar, a recomendação é um banho de gelo de 2 a 5 minutos no pé, que atua como um poderoso anti-inflamatório local para controlar o inchaço e trazer alívio imediato. A ciência por trás da simplicidade Essa combinação funciona porque ataca o problema em várias frentes. A liberação miofascial estimula receptores que relaxam o tecido, aumentam o fluxo sanguíneo e melhoram a flexibilidade. Os alongamentos reduzem a pressão direta na fáscia, enquanto a crioterapia (o gelo) diminui a inflamação. Embora o protocolo não tenha um estudo clínico formal que valide sua eficácia em casos graves, ele empodera o autocuidado como uma ferramenta poderosa de prevenção e gerenciamento da dor. A regra de ouro, no entanto, continua valendo: se o desconforto persistir, a consulta com um profissional de saúde é indispensável. Em um mundo que busca soluções de bem-estar práticas e eficazes, essa rotina se alinha perfeitamente à tendência do self-care consciente. É a prova de que, com as ferramentas certas, é possível integrar o cuidado com o corpo à rotina diária, prevenindo lesões e melhorando a qualidade de vida. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/