24 - 26 de Abril

Expo Center Norte - SP

Nova febre do TikTok, o “empilhamento de peptídeos” promete ganhos rápidos, mas será que funciona?

Se o termo “empilhamento de peptídeos” te faz pensar em alguma combinação maluca de remédio para o estômago e sabão em pó, saiba que você não está sozinho. Mas a nova tendência que tomou conta do TikTok não tem nada a ver com indigestão e tudo a ver com performance física. O chamado “peptide stacking” virou febre entre os criadores de conteúdo fitness e promete acelerar a queima de gordura, o ganho de massa muscular, a recuperação pós-treino e até a disposição para os treinos. Na prática, a técnica consiste em combinar diferentes tipos de peptídeos (cadeias de aminoácidos, os blocos de construção das proteínas) para potencializar seus efeitos. Em vez de apostar em um suplemento só, usuários estão misturando comprimidos, pós e até injeções para alcançar resultados mais rápidos e intensos. Um exemplo é o vídeo da TikToker e enfermeira Kristina Stout, que mostrou sua rotina de empilhamento e acumulou mais de 20 mil salvamentos. E ela está longe de ser a única: o #peptidestack já soma milhares de visualizações e adesões. Mas será que essa moda funciona mesmo e, mais importante, é segura? Segundo a nutricionista esportiva Roxana Ehsani, o interesse por estratégias de otimização da saúde está crescendo, especialmente quando se fala em melhorar performance e acelerar resultados. A médica Pooja Gidwani, especialista em longevidade e desempenho, reforça: “Saímos do tratamento reativo para o preventivo e agora estamos na fase do cuidado assertivo. Otimização e regeneração são os novos objetivos e os peptídeos se encaixam perfeitamente nesse cenário.” O que é, afinal, empilhamento de peptídeos? Peptídeos são pequenas cadeias de aminoácidos que o corpo utiliza para funções básicas como digestão, produção de energia, regeneração celular e crescimento muscular. Existem 20 aminoácidos, alguns obtidos pela alimentação e outros produzidos naturalmente. Suplementos com essas substâncias vêm ganhando força, principalmente por prometerem efeitos rápidos e específicos, dependendo da combinação utilizada. No TikTok, três pilhas de peptídeos vêm se destacando: Vale a pena? Ainda que os relatos nas redes sociais sejam empolgantes, especialistas alertam: faltam estudos robustos sobre a eficácia e segurança do empilhamento de peptídeos. Além disso, o uso de injeções e combinações sem orientação médica pode trazer riscos. O empilhamento de peptídeos pode até parecer uma solução mágica para quem busca performance e resultados rápidos. Mas como em toda nova moda fitness, a recomendação é simples: pesquise, questione e consulte um profissional de saúde antes de embarcar na tendência. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Como a Respiração Impacta na Performance e no Bem-Estar?

Respirar é muito mais do que um reflexo automático. É a conexão fina entre corpo e movimento, o que dá ritmo ao seu treino e, na real, pode revolucionar o que falta para você turbinar seu desempenho. O Segredo da Respiração Quando a intensidade aumenta, seu corpo manda ver e ajusta a troca de oxigênio e dióxido de carbono com precisão cirúrgica. Quem já se ligou na técnica correta sabe: mesmo um upgrade modesto de 3% a 5% no desempenho aeróbico já dá aquele boost que a gente quer, sem falar na queda da pressão e na calma que ela traz para o coração em repouso. A respiração diafragmática, por exemplo, é parceira na recuperação pós-treino e ajuda a alinhar tudo entre esforço e respiro. Técnicas que Chegam Chegando para Desacelerar e Recuperar Vale ficar de olho em estratégias como a respiração “de crocodilo” e a respiração quadrada. Elas são o novo queridinho para o pós-exercício, desacelerando o ritmo de forma consciente e alongando a expiração pra facilitar a recuperação. Já a respiração nasal? Tá na mira, mas por enquanto o benefício fica mais para quem tem necessidade específica, tipo quem enfrenta asma. Nada de complicação extra: o corpo sabe achar o equilíbrio sozinho. Sua melhor jogada é manter a rotina respiratória simples, sem luxo, mas com consciência. Ajustar a forma de respirar durante o treino pode parecer pequeno, mas faz todo o sentido e soma demais na combinação entre performance e bem-estar. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Barra de proteína com colágeno diminuiu o apetite de pessoas com obesidade?

Na corrida pelo bem-estar, a inovação pinta um novo caminho e ele vem em forma de barra de proteína turbinada com colágeno modificado. Um estudo recente mostrou que, em 12 semanas, quem incluiu essa barra na dieta conseguiu dominar o apetite, perder cerca de 3 kg e ainda manter a massa muscular. Enquanto o grupo placebo ficou no “mais do mesmo”, essa novidade brilhou no equilíbrio entre sabor e eficácia. O diferencial? Mexer com a saciedade pela retenção de líquidos, criando aquela sensação de estar cheio por mais tempo. Sem contar que, ao contrário de várias dietas, aqui a perda é de gordura, não de força. Não depende só de treino pesado, mas de um combo certeiro de ingredientes que reforçam o controle do peso de forma inteligente. O grupo placebo que o diga: a diferença ficou clara e pesada. Saciedade com efeito bônus: retenção e termogênese na jogada Mas não para por aí. A tal retenção de líquidos tem um plus e ela pode funcionar como um gatilho termogênico, ou seja, o corpo gasta mais energia pra digerir a barra e ainda ajuda a prolongar a sensação de plenitude. O estudo ainda está dando os primeiros passos, e a comunidade científica quer mais dados. Mas o que já está no radar é uma abordagem integrada que une saciedade, gasto energético e ciência na medida certa. No final das contas, essa barra é mais do que uma novidade: é um convite para repensar a forma como cuidamos da saúde. Uma fórmula que fala a sua língua, respeita sua individualidade e entrega resultado com base sólida. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Com que frequência você deve lavar a roupa de cama?

A gente passa cerca de um terço da vida dormindo. E, embora esse tempo na cama pareça tranquilo, o que acontece entre os lençóis pode não ser tão limpo quanto parece. Não é só sobre dormir bem: o ambiente onde você dorme também influencia (e muito) na sua saúde. Uma cama limpa, com lençóis trocados, fronhas macias e cobertas fresquinhas, não só traz mais conforto, como também ajuda no descanso e até na respiração. Mas aqui vai a pergunta que muita gente ignora: com que frequência você realmente lava suas roupas de cama? De acordo com uma pesquisa da YouGov de 2022, apenas 28% dos britânicos lavam seus lençóis semanalmente. Outros esticam esse prazo por até oito semanas ou mais. Mas não é só uma questão de gosto ou rotina: ciência também tem algo a dizer sobre isso. O que se acumula na sua cama? Todas as noites, nossa pele solta milhares de células, nosso corpo libera suor e óleos naturais e, sem perceber, levamos para a cama poeira, poluição, polén e alérgenos. Tudo isso vai parar nos lençóis e se acumula rapidamente. Agora pense: se você tem pets que dormem com você, os níveis dessa “sopa biológica” aumentam. Pelos, caspa animal e até vestígios de fezes podem se instalar nas cobertas. Ácaros, fungos e alergias Os ácaros adoram ambientes quentinhos e úmidos, como travesseiros e colchões. Embora eles mesmos não sejam perigosos, seus dejetos podem causar ou agravar alergias, asma e rinite. Além disso, fungos como o Aspergillus fumigatus, encontrados em travesseiros, podem representar risco sério, especialmente para quem tem o sistema imunológico comprometido. E sabe aquele suor “inofensivo” que liberamos à noite? Bactérias como os estafilococos transformam ele em substâncias com odor forte. É por isso que, às vezes, você acorda com cheiro de suor mesmo tendo tomado banho antes de dormir. A frequência ideal para lavar cada item da cama Lençóis e fronhas devem ser lavados toda semana, ou com mais frequência se houver suor excessivo, doenças ou animais na cama. Travesseiros precisam de lavagem a cada 4 a 6 meses, com secagem completa. Cobertores e capas de edredom devem ser lavados quinzenalmente, ou antes se houver pets. Edredons pedem cuidado a cada 3 ou 4 meses, seguindo as instruções da etiqueta. Já o colchão deve ser aspirado semanalmente, arejado com frequência e protegido com capas antialérgicas, sendo ideal trocá-lo a cada sete anos. Dormir bem começa por um ambiente limpo Lavar suas roupas de cama com frequência não é exagero. É um cuidado essencial com a sua saúde. Você elimina microrganismos, evita infecções, melhora a qualidade do ar e ainda garante noites mais confortáveis. Dormir bem impacta tudo da saúde do coração à clareza mental. Um ambiente limpo e saudável é um investimento simples, mas poderoso, no seu bem-estar. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

7.000 Passos por Dia Pra Prevenir Câncer e Melhorar Sua Saúde

Quem diria que aquele seu passeio básico pela manhã pode ser o verdadeiro game-changer contra o câncer? Um estudo britânico de peso, com mais de 85 mil participantes, mostrou que acumular 7.000 passos por dia já derruba o risco de desenvolver câncer em cerca de 11%. E o melhor: o segredo não está em correr uma maratona, mas sim em mover o corpo, independente da velocidade. Movimento: o core da prevenção sem mistério Publicado no British Journal of Sports Medicine, o estudo é uma baita aposta no poder do volume, sim, quantidade importa, não só intensidade. Subir para 9.000 passos aumenta a proteção para até 16%, e dá um upgrade nos benefícios com até 13 mil. Caminhadas de boa, aquela rotina ativa, tudo soma no combate também ao sedentarismo, obesidade e outras doenças, como problemas cardíacos e neurodegenerativos. A real é que o movimento diário, simples e acessível, é um boost natural para sua saúde. Passos mensuráveis que transformam estilo de vida A ideia aqui é simples e faz todo sentido: transformar o exercício em meta de passos torna o cuidado feminino e masculino com a saúde mais prático e palpável. A oncologista Ana Paula Garcia Cardoso reforça que metas simples assim podem virar um ponto de virada no lifestyle. Alinhado ao que a OMS recomenda de 150 a 300 minutos de atividade física moderada por semana, esse movimento pode influenciar positivamente até 50% dos casos de câncer. Sem falar que, combinado a outros hábitos powerhouse como evitar o cigarro, comer bem e cuidar do peso, o combo é certeiro. Be smart: leve o lifestyle a sério, passo a passo No ritmo acelerado em que vivemos, atualizar a rotina não precisa ser complexo nem high-tech. Cada passo é um lembrete prático de que cuidar de si mesmo está na sua mão, literalmente. Com pequenas e consistentes ações você hackeia seu corpo, cria resiliência e constrói uma rotina que promove bem-estar real. No fim, o movimento constante é o novo upgrade da saúde. E aí, já deu seus passos hoje? Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Doce Pedaço: Como R$300 Viraram Sucesso Internacional

Ana Luzia Franzão, maranhense formada em história e ex-docente de rede pública e de faculdades particulares, transformou uma necessidade pessoal, que era fazer biscoitos sem lactose para a filha, em uma marca que ultrapassa fronteiras. Com muita criatividade e resiliência, ela deu vida à Doce Pedaço Biscoitos Finos, que hoje não só desafia o mercado, mas conversa direto com os consumidores que buscam sabor, saúde e propósito. Da cozinha de casa à mesa internacional Começando com apenas R$ 300 e muita determinação, o que era uma receita caseira se transformou em um negócio que hoje fatura cerca de R$ 220 mil por ano. Isso representa um crescimento de 20% em relação ao ano anterior e marca um passo importante rumo à internacionalização, com exportações já acontecendo para o México e negociações em andamento com Portugal. Claro que a trajetória não foi livre de desafios: houve disputas por nomes comerciais e a pandemia complicou a logística. Mas o apoio estratégico do Sebrae, Sebraetec e ApexBrasil, somado ao networking com outras mulheres empreendedoras, trouxe o impulso necessário para o negócio seguir crescendo. Cultura local e responsabilidade social = sucesso Na Doce Pedaço, não tem só biscoito. Tem cultura, design e consciência. As embalagens celebram o Maranhão, destacando seus pontos turísticos e utilizando materiais reaproveitados. Além disso, trazem o número do Disque 180, reforçando a luta contra a violência doméstica. É o clássico combo que combina propósito e produto, gerando uma conexão real com o público e um posicionamento forte no mercado. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

IA da Microsoft promete ser quatro vezes mais precisa que médicos em casos complexos

A Microsoft apresentou recentemente um novo sistema de inteligência artificial capaz de diagnosticar doenças complexas com precisão bem acima da média humana. Chamado MAI-DxO (Microsoft AI Diagnostic Orchestrator), o sistema acertou 85,5% dos casos em testes, enquanto médicos humanos ficaram nos 20%. Como funciona: O MAI-DxO não usa apenas um modelo de IA, mas escolhe o melhor entre alguns dos grandes nomes do mercado, como GPT (OpenAI), Llama (Meta), Claude (Anthropic), Gemini (Google), Grok (xAI) e DeepSeek. Para testar sua eficiência, a Microsoft usou 304 casos clínicos desafiadores publicados no New England Journal of Medicine, uma das revistas científicas mais respeitadas da área. O conteúdo foi adaptado para permitir perguntas e pedidos de exames, exatamente como num atendimento real. Os resultados mostram que, com o modelo o3 da OpenAI, o MAI-DxO acertou 85,5% dos diagnósticos, enquanto médicos humanos convidados pela Microsoft, com entre 5 e 20 anos de experiência, acertaram cerca de 20% dos casos. A Microsoft defende que, além de eficiente, o sistema leva em conta fatores como custo e bem-estar do paciente. Ele evita pedir exames desnecessários ou caros demais, simulando decisões médicas realistas. Na prática, funciona assim: se o paciente apresenta tosse e febre, o MAI-DxO não sai chutando o diagnóstico. Primeiro pede exames básicos, como de sangue e raio-x, antes de dar o diagnóstico. A empresa vê a ferramenta como uma aliada no combate ao aumento dos custos de saúde no mundo — um problema que afasta bilhões de pessoas do acesso básico. Ainda sem previsão de lançamento comercial, o MAI-DxO reforça a aposta da Microsoft em colocar IA no centro da saúde, um setor que segue altamente regulado e cheio de desafios. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

A reforma do CMS para transplantes renais já está começou nos EUA

Nos EUA, cerca de 90 mil pessoas aguardam na fila por um transplante de rim. A cada ano, quase 1 em cada 20 não resiste à espera. Agora, o governo federal quer acelerar esse processo e está apostando em incentivos financeiros para os hospitais. O CMS (Centers for Medicare & Medicaid Services) acaba de lançar o modelo IOTA (Increasing Organ Transplant Access), que muda a lógica dos pagamentos: hospitais que fizerem mais transplantes renais e tiverem boas taxas de aceitação de órgãos e sobrevida dos pacientes vão ganhar bônus. Quem performar abaixo da média, paga multa. O cenário? São 103 hospitais participantes, incluindo pesos-pesados como Mount Sinai e Johns Hopkins. Os bônus podem chegar a US$ 15 mil por transplante no primeiro ano. A partir do segundo, a conta pode virar, e a penalização chega a US$ 2 mil por transplante. Na prática, dependendo do volume, o impacto financeiro pode variar de US$ 180 mil a quase US$ 6 milhões em bônus, ou multas que podem chegar a US$ 788 mil. A reação veio rápida. A American Hospital Association criticou o fato de a participação ser obrigatória e alertou que a pressão por volume pode comprometer a qualidade. O CMS rebateu: “a segurança do paciente é primordial” e o modelo será ajustado conforme os resultados. O que as organizações estão pensando sobre isso? Organizações como a American Kidney Fund apoiam a tentativa de mudar o cenário, mas não sem críticas. Elas lamentam, por exemplo, que o CMS tenha retirado do modelo final um ajuste de equidade que beneficiaria hospitais que atendem pacientes de baixa renda, o que, segundo a AKF, poderia proteger esses centros de penalizações injustas. O pano de fundo é que, enquanto alguns cientistas apostam em transplantes de rins geneticamente modificados de porcos como a próxima fronteira, o governo quer resolver o problema agora, testando se o dinheiro pode, de fato, salvar vidas. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Por que a manga fortalece sua saúde vascular?

A manga não é só aquela fruta tropical que bomba no sabor. Ela também é uma aliada real do seu coração, especialmente na fase pós-menopausa. Estudos fresquinhos mostram que incluir manga no dia a dia pode reduzir a pressão arterial e baixar o colesterol LDL rapidinho. É aquele upgrade simples que rende resultados reais. Em uma pesquisa com 24 mulheres entre 50 e 70 anos, todas com sobrepeso ou obesidade, a mágica aconteceu com só 1,5 xícara de manga por dia, durante duas semanas. O resultado foi uma queda média de 6 mmHg na pressão sistólica e uma redução expressiva no colesterol ruim. A verdade é que, nessas fases em que o corpo perde estrogênio, o risco para o coração aumenta. E é aí que a manga entra em cena, oferecendo um caminho prático e eficaz para fortalecer a saúde cardiovascular. Manga é nutrição com propósito! O superpoder da manga está na sua combinação de fibras, vitamina C e polifenóis, que oferecem um efeito antioxidante e anti-inflamatório poderoso. Sabe a diferença entre comer pão branco e apostar na manga? O pão gera picos de açúcar que o corpo não curte, enquanto a manga mantém o açúcar sob controle, subindo de forma leve e voltando rápido ao normal, preservando o ritmo cardíaco sem sustos. Essa vantagem não é só papo de nutricionista: é ciência que reforça como a manga promove um equilíbrio metabólico que faz direto sentido para quem busca cuidar do coração numa pegada natural e eficiente. Trocar o trivial pelo nutritivo pode parecer básico, mas a manga prova que o simples pode virar estratégia poderosa no combate a doenças cardiovasculares na pós-menopausa. E o melhor é que ela se adapta fácil na rotina: salada, smoothie, molho, iogurte ou até pura, com castanhas, para aquele boost de sabor e saúde. Ao fechar essa equação entre sabor, ciência e prática, a manga deixa de ser só uma fruta para virar um player estratégico na sua saúde. É a prova que escolhas certeiras e acessíveis fazem toda a diferença no mindset de quem quer viver mais equilibrada e com qualidade. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

DIU Mirena agora oferece até 8 anos de proteção

A saúde reprodutiva não para e o Mirena acaba de redefinir o que a gente entende por liberdade e segurança. A Anvisa acaba de autorizar que o DIU hormonal seja usado por até 8 anos, ampliando o tempo de uso de cinco para oito, sem alterar a fórmula ou o design. O que mudou? Só o tempo, baseado em dados sólidos que mostram que o dispositivo mantém sua eficácia firme e forte. O que os estudos dizem? Um estudo de 2022 com mais de 3 mil mulheres deixou claro: o Mirena segue performando no oitavo ano tão bem quanto no quinto. Isso representa uma mudança importante para quem usa o método: menos trocas, menos consultas médicas e mais tranquilidade no seu ritmo. Além disso, o sistema de saúde se beneficia com a redução de custos. Em outras palavras, a confiança na tecnologia continua alta e a sustentabilidade do cuidado se torna ainda mais concreta. Atenção: a extensão é para contracepção só Vale lembrar que o boost no tempo vale só para prevenção de gravidez. Para tratar menorragia ou hiperplasia endometrial, a eficácia comprovada vale até os cinco anos. E tem mais: o Mirena caminha para ser aprovado no SUS como opção para endometriose, mas ainda depende de consulta pública e análise definitiva, seguindo o cuidado típico que garante segurança em cada passo. O futuro pede consciência e escolha informada A real é que, mesmo com 8 anos de proteção estendida, o risco residual de gravidez continua existindo. Faz parte das regras do jogo com qualquer método contraceptivo. Profissionais reforçam a importância de cada mulher decidir com base em informação transparente e acompanhamento personalizado. A tecnologia está aí, consolidada e pronta para ser aliada do seu bem-estar, deixando claro que cuidar de si nunca sai de moda. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/