KERO COCO: muito além da hidratação, uma aposta na agricultura do futuro

KERO COCO® já é sinônimo de hidratação natural no Brasil, mas a PepsiCo está elevando o jogo. A marca agora é a vitrine de uma robusta estratégia de agricultura regenerativa, transformando fazendas em Pernambuco, Bahia e Ceará em verdadeiros laboratórios de sustentabilidade e inovação para o bem-estar. Na prática, como a mágica acontece? A grande virada está na implementação de práticas agrícolas regenerativas. A PepsiCo tem a meta global de expandir esse modelo para 10 milhões de acres até 2030 e o Brasil está no centro dessa missão. Em eventos como o “Milhão Regenera”, a companhia já reuniu mais de 400 agricultores para disseminar técnicas de agricultura de precisão, mostrando que é possível aumentar a eficiência e a lucratividade do produtor enquanto se reduz o impacto ambiental. Água: de recurso a missão estratégica Em um país com desafios hídricos, a gestão da água virou prioridade. Em Petrolina (PE), as fazendas de KERO COCO® usam dados de uma estação meteorológica para otimizar a irrigação, garantindo a quantidade exata de água no momento certo. Já em São Mateus (ES), a inovação vai além: uma parceria com fornecedores permite o uso de águas residuais tratadas e ricas em nutrientes, como o potássio, para irrigar os coqueiros. A meta é ambiciosa: alcançar um balanço hídrico positivo até 2030. Do coqueiro ao campo: o ciclo do desperdício zero A sustentabilidade não para no campo. Nas fábricas, o conceito de economia circular é lei. Em Petrolina, 100% da casca de coco vira fertilizante para as próprias plantações. Em São Mateus, a água de enxágue é reciclada e as cascas se transformam em adubo. Fora da fábrica, a mudança também é visível: desde 2020, os canudos de plástico foram substituídos por papel, e uma parceria com a eureciclo em Pernambuco fortalece a reciclagem das embalagens. A jornada da KERO COCO® prova que é possível unir o bem-estar do consumidor com a saúde do planeta. A estratégia da PepsiCo não é apenas sobre vender uma bebida, mas sobre construir um ecossistema que integra tecnologia, sustentabilidade e novas oportunidades de negócio, redefinindo o futuro do mercado de bebidas funcionais. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/
De planilha a anilha: como Alyssa Laroussi trocou o marketing pela revolução do fitness

Alyssa Laroussi tinha uma carreira sólida em publicidade, mas sua verdadeira paixão estava nas planilhas de treino que criava no tempo livre. Essa inquietação foi o gatilho para uma virada de chave: largar o mundo corporativo para mergulhar de cabeça no universo do bem-estar, transformando seu conhecimento em um negócio de sucesso com a franquia de academias MADabolic. A virada de chave: da publicidade para a paixão Com um diploma em Media Arts and Design e mais de uma década de experiência em coaching, Alyssa construiu uma jornada improvável. Depois de atuar como gerente de mídia associada, ela percebeu que seu propósito não estava nas campanhas publicitárias, mas em ajudar pessoas a atingirem seu potencial físico. A transição foi gradual, passando por cargos de instrutora e gerente em redes como Onelife Fitness e Orangetheory, até fundar seu próprio negócio, o ‘Active with Alyssa’. Cada passo foi fundamental para lapidar sua expertise em gestão, marketing e, claro, desenvolvimento de treinos. A estratégia por trás do negócio: encontrando o gap de mercado A grande sacada veio após se mudar para Bend, no Oregon, em 2020. Em uma comunidade extremamente ativa, apaixonada por trilhas e snowboard, Alyssa e seu sócio, Andy Nyce, identificaram uma lacuna clara: a falta de um espaço focado exclusivamente em treinamento de força funcional. A MADabolic, que ela conheceu em Charlotte, era a resposta perfeita. O posicionamento estratégico foi pensado para oferecer treinos eficientes e sem firulas, complementando o estilo de vida local e fortalecendo a comunidade para suas aventuras. Mais que treino, uma comunidade de força O caminho para abrir a primeira unidade da MADabolic no noroeste do Pacífico não foi fácil, envolvendo mais de três anos de superação de desafios imobiliários. Hoje, como coproprietária e instrutora, a visão de Alyssa vai além do treino. O foco é criar uma comunidade forte e engajada, onde os membros se sintam motivados a manter uma rotina saudável. A academia se tornou um hub para fortalecer não apenas os músculos, mas os laços entre pessoas com um propósito em comum: viver de forma mais ativa e consciente. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/
Pvolve lança suplemento para mulheres que desafia o whey protein

A Pvolve, marca conhecida por seu método de treino funcional, acaba de entrar no mercado de suplementos com o Sculpt 9, uma fórmula de aminoácidos essenciais criada especificamente para o corpo feminino. A promessa é ousada: otimizar a recuperação muscular e o ganho de força com uma abordagem que une ciência e personalização. O que torna o Sculpt 9 diferente? A grande sacada do Sculpt 9 está na sua composição. O suplemento reúne os nove aminoácidos essenciais, incluindo L-Leucina para síntese proteica e L-Lisina para reparo muscular, em uma fórmula vegana, com zero açúcar e apenas 5 calorias por dose. O diferencial é que, mesmo com um perfil calórico baixo, ele entrega uma resposta muscular equivalente a 20 gramas de whey protein. Para completar, a fórmula conta com extrato de romã, um ativo com propriedades anti-inflamatórias que ajuda a reduzir a dor pós-treino. Ciência como pilar: validado para o corpo feminino Para não deixar dúvidas sobre sua eficácia, a Pvolve investiu em um estudo clínico duplo-cego conduzido pela Universidade de Exeter. Os resultados são expressivos: o Sculpt 9 demonstrou aumentar a absorção de aminoácidos em 148% e a síntese de proteínas musculares em 78%. Mais importante ainda, o estudo validou que o suplemento funciona de forma consistente em todas as fases do ciclo menstrual, um fator crucial que atende às flutuações hormonais que impactam o desempenho e a recuperação da mulher. O futuro da nutrição é personalizado O lançamento do Sculpt 9 sinaliza uma forte tendência no mercado de wellness: a inovação em nutrição personalizada. Produtos que vão além do genérico e atendem a necessidades específicas, com validação científica, abrem um novo campo de oportunidades. A Pvolve não está apenas vendendo um suplemento, mas reforçando a ideia de que o futuro do bem-estar está em soluções inteligentes que conversam diretamente com a biologia do consumidor. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/
Adoçantes: a solução doce que pode custar caro

Prometidos como o atalho ideal para cortar o açúcar sem abrir mão do sabor, os adoçantes estão cada vez mais na mira da ciência. Embora estudos de curto prazo mostrem que eles podem, sim, ajudar a reduzir calorias e controlar o peso, o uso contínuo acende um alerta vermelho: o preço dessa troca pode ser alto para a saúde a longo prazo. O ganho de hoje é o prejuízo de amanhã? A conveniência dos adoçantes esconde uma realidade complexa. Análises de longo prazo, com acompanhamento médio de 13 anos, associam o consumo excessivo a um risco aumentado de diabetes tipo 2, doenças cardiovasculares e, ironicamente, obesidade. Um estudo da USP foi além, ligando altas doses diárias à perda de memória e declínio cognitivo. A própria Organização Mundial da Saúde (OMS) já se posicionou, afirmando que não existem evidências sólidas de benefícios duradouros, apenas de possíveis efeitos adversos. Como o doce ‘fake’ engana o seu corpo Mas como algo sem calorias pode causar tanto impacto? A resposta está na biologia. Os adoçantes ativam os receptores de sabor doce, mas não entregam a energia que o corpo espera do açúcar. Essa confusão afeta a microbiota intestinal, desequilibrando bactérias essenciais para a regulação da insulina e o metabolismo. Esse “bug” no sistema pode alterar a forma como nosso corpo processa a energia e até mesmo gerar respostas inflamatórias no cérebro. Menos atalhos, mais natural: qual a saída? Diante do cenário, a recomendação é unânime: moderação. A verdadeira virada de chave para o bem-estar não está em substituir um ingrediente por outro, mas em reeducar o paladar. Priorizar uma dieta baseada em alimentos naturais e minimamente processados é a estratégia mais inteligente e sustentável. Para o mercado de wellness, a oportunidade é clara: investir no desenvolvimento de alternativas genuinamente saudáveis e educar o consumidor sobre os benefícios de uma nutrição preventiva. No fim, a inovação mais poderosa pode ser simplesmente voltar ao básico. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/
Nutrium: a healthtech que nasceu de uma frustração e agora mira o mercado global

O que começa com uma frustração pessoal pode virar um negócio global? Para André Santos, fundador da Nutrium, a resposta é um sonoro “sim”. A healthtech portuguesa, que nasceu para simplificar o trabalho de nutricionistas, agora expande seu braço corporativo, o Nutrium Care, para o Brasil e os EUA, mirando a crescente demanda por bem-estar nas empresas. Uma ideia que veio da dor? Tudo começou com a própria jornada de André Santos. Insatisfeito com consultas nutricionais pouco eficazes e com o excesso de peso, ele decidiu criar sua própria solução. A ideia, que surgiu como um projeto premiado na Universidade do Minho, era simples: desenvolver um software que otimizasse o trabalho de nutricionistas e melhorasse o acompanhamento dos pacientes entre as consultas. De app para nutris a gigante do bem-estar corporativo O software rapidamente ganhou tração em Portugal e no Brasil, alcançando mais de 8 mil profissionais registrados já em 2017. Mas a grande virada veio em 2018, quando a Nutrium decidiu testar um programa de apoio nutricional com seus próprios funcionários. Os resultados, perda de peso, mais energia e melhora no sono, foram tão positivos que a empresa enxergou uma nova oportunidade. Nascia o Nutrium Care, um programa de bem-estar corporativo que hoje atende gigantes como Vodafone e Randstad. Por que o Brasil está no radar? A expansão para o Brasil e os EUA não é por acaso. A Nutrium está de olho na onda global de saúde preventiva, impulsionada pelo interesse em autocuidado e pelo boom dos medicamentos para perda de peso. Com a plataforma já disponível em português, inglês e espanhol, a empresa se consolidou como líder em mais de 40 países, com uma rede de 250 mil nutricionistas. O programa corporativo oferece orientação personalizada via app, workshops e webinars, posicionando-se como uma solução completa para empresas que querem investir na saúde de seus times. A trajetória da Nutrium mostra que a inovação em wellness vai muito além de um bom aplicativo. Ao conectar uma necessidade individual com uma estratégia corporativa inteligente, a empresa não só cresce, mas redesenha o futuro da saúde preventiva no ambiente de trabalho. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/
A receita é suar: por que o exercício virou o novo antidepressivo?

A conversa sobre saúde mental está mudando, e a nova receita pode estar na academia, não na farmácia. Um editorial no British Journal of Sports Medicine está batendo na tecla: o exercício físico deveria ser a primeira linha de tratamento para a depressão, com benefícios tão potentes quanto os de medicamentos e terapias tradicionais. Por que suar funciona tão bem quanto conversar? A lógica é biológica. A atividade física libera um coquetel de neurotransmissores do bem-estar, como serotonina e endorfinas, que naturalmente melhoram o humor e combatem os sintomas depressivos. Além de regular o estresse e turbinar a função cognitiva, os efeitos são tão sólidos que se equiparam aos tratamentos convencionais, posicionando o movimento como uma alternativa poderosa e acessível. Se é tão bom, por que meu terapeuta não me manda correr? Aqui está o paradoxo. Embora a ciência comprove os benefícios, a prática clínica ainda está atrasada. Dados mostram que 92% dos profissionais de saúde mental não têm treinamento para prescrever exercícios e, pasme, 41% deles simplesmente nunca o fazem. A razão? Uma cultura historicamente focada em pílulas e divãs, que deixa de lado uma das ferramentas mais eficazes e acessíveis que existem. Ok, como transformar o treino em tratamento? A resposta está na estrutura. Especialistas sugerem o protocolo FITT (Frequência, Intensidade, Tempo e Tipo) para transformar o exercício em uma “dose” controlada e personalizada. Para garantir a segurança e o sucesso, o ideal é que os profissionais de saúde encaminhem os pacientes para especialistas em exercício e usem a tecnologia – como apps e wearables – para monitorar o progresso e manter a motivação em alta. O recado é claro: deixar o exercício fora da equação no tratamento da depressão é um luxo que não podemos mais nos dar. Para o mercado de wellness, essa lacuna é um convite à inovação, abrindo espaço para plataformas digitais e programas de capacitação que finalmente conectarão a ciência do movimento ao cuidado com a mente. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/
De Gadget a Ecossistema: Como o Oura Quer Redefinir o Futuro da Saúde

O Oura Ring já é queridinho de quem leva a sério o monitoramento de sono e recuperação, mas a empresa finlandesa não quer parar por aí. O plano agora é muito mais ambicioso: transformar o anel no cérebro de um ecossistema completo de bem-estar, integrando múltiplos wearables para inaugurar uma nova era de saúde preventiva e personalizada. Ecossistema de saúde? Traduz aí. A visão do CEO da Oura é clara: sair da lógica de um único gadget para criar um “sistema operacional de saúde pessoal”. Na prática, isso significa que o anel funcionará como um hub central, conectando e interpretando dados de outros dispositivos, como monitores contínuos de glicose, cuja tecnologia a empresa já está adquirindo. A grande virada é o lançamento de um coach de IA que não apenas coleta dados, mas oferece insights personalizados e proativos sobre sua saúde a longo prazo, ajudando a identificar padrões e a agir antes que os problemas apareçam. A evolução silenciosa dos wearables Esse movimento não surgiu do nada; é o próximo passo lógico na evolução dos vestíveis. A jornada começou com dispositivos como o Garmin Forerunner (2003) e o primeiro Fitbit (2009), focados em rastrear passos e corridas. A chegada do Apple Watch em 2015 elevou o jogo, popularizando métricas avançadas como ECG. Agora, a Oura aposta que o futuro não está em mais dados, mas em dados mais inteligentes e integrados, transformando a tecnologia vestível em um verdadeiro coach de longevidade. O plano da Oura sinaliza para onde o mercado de wellness está caminhando. O crescimento do setor, acelerado pela necessidade de monitoramento remoto durante a pandemia, abriu espaço para inovações que vão além do fitness. Ao buscar parcerias e investir em IA, a empresa não está apenas vendendo um anel, mas a promessa de um futuro onde a tecnologia não só monitora, mas ativamente promove um bem-estar mais duradouro e consciente. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/
Bem-estar corporativo: o novo ROI que toda empresa precisa calcular

Esqueça os bônus anuais e o cafezinho grátis. A nova moeda de valorização no mundo corporativo é o bem-estar, e as parcerias entre empresas, academias e apps de saúde estão redefinindo as regras do jogo. O que antes era visto como um benefício extra, hoje é um motor estratégico para crescimento, produtividade e retenção de talentos. Por que o RH virou o novo centro de inovação? A conta é simples: funcionários mais saudáveis são mais produtivos. Empresas estão investindo pesado em programas de wellness para reduzir custos com saúde, combater o absenteísmo, que custa bilhões anualmente, e aumentar o engajamento. Estudos apontam que, para cada dólar investido em bem-estar, a economia em custos médicos pode chegar a US$ 3,27. É uma aposta clara na prevenção para fortalecer não apenas a saúde do time, mas também a saúde financeira do negócio. Um mercado de US$ 100 bilhões que ninguém pode ignorar Os números não mentem. O mercado global de wellness corporativo deve ultrapassar os 106 bilhões de dólares até 2029. Esse crescimento é impulsionado por uma maior conscientização sobre saúde mental e física, além da busca incessante por um diferencial competitivo na atração e retenção de talentos. A mensagem é clara: empresas que não oferecem programas de bem-estar robustos estão ficando para trás. A tecnologia como personal trainer da sua equipe A revolução do bem-estar corporativo é digital. A integração de aplicativos, wearables e plataformas de monitoramento com inteligência artificial está tornando os programas mais personalizados, escaláveis e eficientes. Essa abordagem B2B não só otimiza a experiência do colaborador, mas também fortalece o ecossistema de academias e estúdios, que encontram nas parcerias uma nova e poderosa via de aquisição de membros. No fim do dia, investir no bem-estar dos funcionários deixou de ser filantropia para se tornar uma das estratégias de negócio mais inteligentes. É a fórmula para construir uma cultura organizacional forte, aumentar a produtividade e criar uma marca empregadora que realmente se destaca no mercado. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/
NAD+: a fonte da juventude em uma cápsula ou a nova febre do marketing?

A ciência da longevidade está em alta e, no centro dela, está o NAD+, uma coenzima que promete desacelerar o relógio biológico. Mas enquanto a demanda por esses suplementos explode, um alerta vermelho acende no mercado de wellness: muitos produtos simplesmente não entregam o que prometem em seus rótulos. Afinal, o que é esse tal de NAD+? Pense no NAD+ como a bateria das suas células. É uma coenzima essencial para o metabolismo energético, o reparo do DNA e praticamente todo processo que mantém nosso corpo funcionando. O problema é que seus níveis caem naturalmente com a idade, o que contribui para o envelhecimento e o surgimento de doenças. A lógica da suplementação com precursores como NMN e NR é justamente recarregar essa bateria celular. A promessa é grande. E os resultados? No papel, os benefícios são de encher os olhos. O aumento dos níveis de NAD+ ativa as sirtuínas – conhecidas como os “genes da longevidade” –, melhora a função mitocondrial e ajuda a proteger nosso código genético. Estudos apontam potenciais melhoras na saúde cardiovascular, no metabolismo, na pele e até no desempenho físico, reduzindo a fadiga em alguns casos. O choque de realidade no pote de suplementos É aqui que a história complica. Testes independentes mostram que muitos suplementos de NAD+ disponíveis no mercado são ineficazes, simplesmente por não conterem os ingredientes essenciais prometidos. A corrida pelo ouro do anti-envelhecimento criou um cenário onde o marketing muitas vezes supera a ciência, e o consumidor acaba investindo em uma promessa vazia. O futuro é de quem faz certo A demanda por soluções que promovam a longevidade não vai diminuir. A grande oportunidade de negócio está em criar um mercado confiável. Empresas que investem em testes rigorosos, transparência e parcerias estratégicas com clínicas de wellness sairão na frente. Para o consumidor, a lição é clara: na busca pela vitalidade, a pesquisa e o ceticismo valem mais do que qualquer fórmula milagrosa. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/
MAAP: A marca de ciclismo que virou um hub de lifestyle

O que acontece quando uma marca de ciclismo decide que vender roupas de alta performance é só o começo? A MAAP, nascida em Melbourne em 2014, está respondendo a essa pergunta na prática, transformando o esporte em um movimento global de bem-estar e comunidade. Do pedal à passarela: qual a fórmula? Fundada por Jarrad Smith e Ollie Cousins, que vieram do universo da moda e do streetwear, a MAAP já nasceu com um DNA diferente. O nome, um acrônimo para ‘Make Ascend And Persist’ (Faça, Suba e Persista), entrega o mindset da marca: combinar design de ponta com funcionalidade impecável, batendo de frente com as gigantes europeias do setor. Mais que lojas, hubs de conexão A grande virada da MAAP está nos seus “LaBs”. Longe de serem lojas comuns, esses espaços funcionam como hubs comunitários que unem ciclistas e criativos. O primeiro abriu em Melbourne em 2022, seguido por Amsterdam este ano, e a expansão não para: Seul, Berlim, Singapura e Hong Kong estão na mira para 2024. A ideia é simples e poderosa: promover eventos, como os pedais “MAAPACCINO”, e integrar o fitness ao lifestyle da cidade, tornando a marca um ponto de encontro. Estratégia global com pegada local Com uma visão de futuro afiada, a MAAP está investindo pesado em sua presença global. A marca patrocina equipes do UCI WorldTour, como a Jayco AlUla, e lança desafios em plataformas como o Strava para engajar a comunidade. O próximo passo? Expandir a coleção “off-bike”, transformando a MAAP em uma marca de lifestyle completa, para ser usada muito além das pistas. É a prova de que o futuro do wellness é sobre construir conexões, não apenas vender produtos. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/