Heineken lança cerveja sem álcool, sem açúcar e sem calorias

A Heineken está ampliando sua aposta no universo das bebidas sem álcool. A marca anunciou o lançamento da Heineken 0.0 Ultimate, uma nova versão da sua cerveja não alcoólica que chega com uma proposta ainda mais radical. O produto começa a ser lançado nos Estados Unidos e na Polônia, com testes em outros mercados como a Holanda. A evolução da cerveja sem álcool Nos últimos anos, a categoria de cervejas sem álcool deixou de ser uma alternativa de nicho. Ela se tornou uma das áreas que mais crescem dentro do mercado global de bebidas. A própria Heineken 0.0, lançada em 2019, ajudou a acelerar esse movimento. Hoje a bebida está presente em 117 países e já ultrapassou 13 milhões de caixas vendidas apenas nos Estados Unidos. Com a versão Ultimate, a marca tenta dar um passo além. Uma das forças por trás desse mercado é a mudança de comportamento entre consumidores mais jovens
Microsoft acaba de estrear IA que cuida da sua saúde

A Microsoft está expandindo sua presença no universo da saúde digital. A empresa anunciou o Copilot Health, um novo modo da sua plataforma de inteligência artificial criado especificamente para analisar informações relacionadas à saúde e bem-estar. A proposta não é substituir médicos. O objetivo é ajudar as pessoas a entender melhor seus dados de saúde antes de uma consulta, tornando a conversa com o profissional mais objetiva e produtiva. Uma IA treinada para entender dados médicos O Copilot Health funciona como um ambiente separado dentro da plataforma de IA da empresa. Nesse espaço, o usuário pode enviar diferentes tipos de informações médicas para análise. Entre os dados que a ferramenta consegue interpretar estão resultados de exames laboratoriaishistórico médico do pacientedados coletados por dispositivos vestíveis Essas informações podem incluir métricas como sono, frequência cardíaca, nível de oxigênio no sangue e atividade física, dados normalmente captados por relógios inteligentes e outros wearables. A lógica do Copilot Health é simples. Em vez de substituir o médico, a ferramenta tenta preparar melhor o paciente para a consulta. A IA explica resultados de exames, aponta possíveis dúvidas que podem surgir e ajuda a organizar perguntas para o médico. Segundo a Microsoft, a ideia é fazer com que cada minuto da consulta seja mais produtivo. A saúde se tornou uma das áreas mais disputadas dentro da corrida das inteligências artificiais. Nos últimos meses, diversas plataformas começaram a lançar versões especializadas para esse setor. Entre elas estão o ChatGPT Health, voltado para recomendações personalizadas de estilo de vida, e o Claude for Healthcare, mais focado no uso por profissionais de saúde. A aposta das empresas é que a IA pode ajudar a interpretar grandes volumes de dados médicos e melhorar a comunicação entre pacientes e médicos. Construído com apoio de médicos Para desenvolver o Copilot Health, a Microsoft reuniu uma equipe clínica interna e cerca de 230 médicos de mais de 24 países. A IA também foi treinada com informações de organizações de saúde de aproximadamente 50 países, ampliando sua base de conhecimento médico. Nos Estados Unidos, o sistema ainda consegue ajudar o usuário a encontrar médicos com base em critérios como especialidade, localização, idioma e cobertura do plano de saúde. Privacidade como ponto central Como o sistema trabalha com informações sensíveis, a empresa reforçou algumas camadas de proteção. As conversas feitas dentro do Copilot Health não são usadas para treinar o Copilot convencional. Os dados são protegidos por criptografia e o usuário pode decidir se quer manter ou apagar as informações após utilizar a ferramenta. Por enquanto, o Copilot Health foi lançado apenas nos Estados Unidos. O acesso inicial está sendo feito de forma gradual, com uma lista de usuários interessados em testar a ferramenta. Ainda não existe previsão oficial para expansão do recurso para outros países.
Nike aposta em tênis de basquete “futurista” que melhora a performance

O modelo ainda não foi oficialmente anunciado, mas já começou a circular entre atletas e convidados no NBA All-Star Game. O possível nome do tênis é GT Future, e as primeiras aparições sugerem que ele pode ser a próxima aposta da marca dentro da categoria performance basketball. Quem chamou atenção para o modelo foi o rapper Wale, conhecido há anos por sua ligação com o universo sneaker. Durante o Nike Future Game, realizado em fevereiro, Wale apareceu usando uma versão inédita do tênis. A cena lembrou os anos 2010, quando o artista frequentemente revelava modelos secretos da Nike antes dos lançamentos oficiais. Na época, suas aparições eram muitas vezes o primeiro sinal de que um novo tênis estava a caminho. Uma estética que lembra a era futurista da Nike Basketball As primeiras imagens do modelo indicam uma estética fortemente inspirada no início dos anos 2000. A silhueta traz referências visuais que lembram modelos como o Nike Zoom Hyperflight, conhecido por seu design futurista e linhas aerodinâmicas. Alguns observadores também apontaram semelhanças com o clássico Nike Air Foamposite, outro ícone da Nike Basketball daquela época. O design parece apostar em uma construção mais robusta e escultórica, algo que marcou muitos tênis da marca no começo do século. Segundo rumores do mercado, o projeto estaria ligado a designers históricos da marca, como Eric Avar e Aaron Cooper. Ambos tiveram participação importante em alguns dos modelos mais icônicos da Nike Basketball. Caso confirmado, o GT Future poderia representar uma tentativa da marca de recuperar a energia criativa daquela fase. Outro ponto que chamou atenção foi a escolha de Wale para apresentar o modelo. Nos últimos anos, muitas marcas passaram a priorizar grandes influenciadores para lançar produtos. Ao trazer alguém profundamente ligado à cultura sneaker, a Nike parece sinalizar um retorno a uma estratégia mais conectada com a comunidade que acompanha o universo dos tênis há décadas. Quando o tênis pode chegar ao mercado? Até agora, três combinações de cores do GT Future já foram vistas circulando em eventos ligados ao All-Star Weekend. Apesar de ainda não existir confirmação oficial da Nike, a expectativa é que o modelo chegue ao mercado ainda em 2025. Se isso acontecer, ele pode se tornar uma das novas apostas da marca dentro do basquete.
O Boticário escolhe Malu Borges para lançar creme que hidrata a pele

A O Boticário acaba de apresentar uma nova extensão de uma de suas linhas mais icônicas. O lançamento da fragrância e do creme Lily Cashmere chega acompanhado de uma campanha digital liderada pela influenciadora Malu Borges. A proposta é transformar o produto em um símbolo de sofisticação dentro da rotina de autocuidado. O universo Lily ganha uma nova assinatura A linha Lily já é conhecida no Brasil pelos cremes acetinados que misturam hidratação profunda com perfumaria intensa. Com Lily Cashmere, a marca expande esse território. A ideia é trazer uma nova interpretação olfativa e sensorial para a coleção, mantendo o DNA de elegância que tornou a linha uma das mais desejadas da marca. O lançamento reforça o posicionamento de Lily dentro da categoria de cremes corporais premium, onde textura, fragrância e experiência sensorial se tornaram elementos centrais. Uma campanha construída nas redes sociais A estratégia de lançamento foi pensada para nascer diretamente no ambiente digital. Malu Borges aparece como protagonista da campanha, compartilhando conteúdos que mostram o produto integrado à sua rotina. O formato aposta em vídeos e publicações que destacam textura, brilho acetinado na pele e a experiência sensorial do produto. Em vez de uma campanha tradicional, o lançamento segue o formato que domina o mercado de beleza atualmente. Conteúdo que parece parte da vida real de quem usa o produto. Depois da primeira ativação com Malu, a campanha se expande com um grande squad de criadoras de conteúdo. Influenciadoras e consumidoras que já são fãs da marca começam a testar e avaliar o produto. A ideia é criar uma onda de reviews e comparações entre o Lily Cashmere e outras versões da linha. Esse movimento reforça uma tendência clara no setor de beleza. Hoje, a opinião da comunidade pesa tanto quanto a comunicação oficial da marca. Um dos ícones de cuidado corporal no Brasil Segundo a marca, o creme acetinado de Lily já ocupa um lugar especial na rotina de muitas consumidoras brasileiras. Ele se tornou um produto conhecido por unir hidratação intensa e perfumaria sofisticada, algo que ajudou a consolidar a linha como referência dentro do portfólio da empresa. O lançamento do Lily Cashmere surge justamente para ampliar essa experiência, oferecendo novas nuances de fragrância sem perder a identidade da linha. Criado em 1977, O Boticário se tornou uma das maiores empresas de beleza do país. A marca possui presença em mais de 1.650 cidades brasileiras e também opera em diversos mercados internacionais. Além de perfumaria e cuidados pessoais, a empresa mantém iniciativas ligadas à sustentabilidade, como o programa Boti Recicla, considerado um dos maiores sistemas de logística reversa de embalagens do setor.
Cientistas criam minirrobô capaz de entrar no corpo e remover pedras nos rins

Pesquisadores estão desenvolvendo uma tecnologia que parece saída de um filme de ficção científica. Pequenos robôs capazes de dissolver pedras nos rins diretamente dentro do corpo, sem necessidade de cirurgia. O estudo foi publicado na revista científica Advanced Healthcare Materials e descreve dispositivos minúsculos guiados por campos magnéticos que conseguem alterar a química da urina para dissolver cálculos renais. Nos testes de laboratório, a técnica conseguiu reduzir cerca de 30% da massa de pedras de ácido úrico em apenas cinco dias. Como os minirrobôs atuam dentro do corpo Nem todas as pedras nos rins são iguais. Cerca de 13% dos casos são formados principalmente por ácido úrico, que se cristaliza quando a urina se torna muito ácida. O tratamento tradicional nesses casos muitas vezes tenta aumentar o pH da urina, tornando o ambiente menos ácido para que os cristais comecem a se dissolver. Os minirrobôs foram criados justamente para provocar esse processo de forma localizada. Cada dispositivo carrega uma enzima chamada urease. Quando essa enzima entra em contato com a ureia presente naturalmente na urina, ocorre uma reação química que libera amônia e altera o pH do ambiente. Com a urina menos ácida, os cristais de ácido úrico começam a se dissolver. Como os robôs são guiados Os dispositivos têm cerca de 1 milímetro de espessura e 12 milímetros de comprimento. Eles são feitos de um material semelhante a hidrogel, parecido com gelatina, que permite flexibilidade dentro do corpo. No interior existe um microímã, que permite movimentar o robô com campos magnéticos externos. Na prática, o procedimento funcionaria assim. O robô seria inserido no trato urinário por meio de um cateter fino.Campos magnéticos externos guiariam o dispositivo até a pedra nos rins.Ao chegar ao local, a enzima iniciaria a reação química que altera o pH da urina. Esse ambiente mais alcalino ajuda a dissolver o cálculo renal. Nos testes, o pH da urina passou de cerca de 6 para aproximadamente 7, faixa considerada ideal para dissolver esse tipo de pedra. Quanto tempo levaria para dissolver uma pedra O tempo de dissolução depende muito do tamanho do cálculo. Segundo os pesquisadores, o processo pode levar de alguns dias a algumas semanas. A boa notícia é que a pedra não precisa desaparecer completamente. Cálculos menores que cerca de 4 milímetros já podem ser eliminados naturalmente pelo organismo. Como os robôs seriam removidos? Após o tratamento, os dispositivos não precisariam necessariamente de cirurgia para serem retirados. Eles poderiam ser eliminados naturalmente pela urina ou removidos com ajuda de um ímã externo. Isso reduziria ainda mais o caráter invasivo do procedimento. Apesar do potencial, a tecnologia ainda está em fase inicial. Os testes até agora foram feitos apenas em urina sintética e modelos artificiais do trato urinário criados com impressão 3D. Antes de chegar a pacientes reais, os cientistas ainda precisam testar como os robôs se comportam no fluxo real de urinase eles podem ser guiados com precisão dentro do corpoe se existe risco de resposta inflamatória ou imunológica Os pesquisadores estimam que testes em humanos ainda podem levar pelo menos cinco anos. Um possível futuro para tratamentos menos invasivos Se a tecnologia funcionar em humanos, ela pode abrir caminho para um novo tipo de tratamento médico. Menos invasivo, mais preciso e direcionado. No futuro, dispositivos semelhantes também poderiam ser usados para levar medicamentos diretamente ao trato urinário, como antibióticos para tratar infecções recorrentes.
Gauchas desenvolvem a nova referência em suplementação clean label

Você já virou um pote de whey de cabeça para baixo e não entendeu metade do que estava escrito? Pois é. Gabi e Lívia também já tiveram essa sensação, e foi exatamente daí que nasceu a Bhāva. As duas são amigas de longa data, gaúchas, com formação em engenharia e nutrição, e compartilhavam uma frustração em comum: o mercado de suplementos era bom em prometer muito e ser transparente em quase nada. Ingredientes em excesso, adoçantes artificiais que causavam estufamento, rótulos incompreensíveis e um dogma antigo de que clean label e sabor não podiam andar juntos. Elas foram atrás da resposta em Los Angeles, o epicentro do wellness global. O que viram por lá confirmou o que já sentiam: a suplementação precisava evoluir. Voltaram com clareza de propósito e um nome que resume a filosofia delas. Bhāva vem do sânscrito. Significa estar presente, viver o momento com energia e contentamento. O produto que sintetiza tudo isso O carro-chefe da marca é o Whey Protein Isolado com Colágeno, e a proposta dele é simples de entender: unir dois benefícios em um produto com o menor número de ingredientes do mercado e sabor suuurreal O sabor chocolate leva apenas 5 ingredientes e o de baunilha, 4; ambos sem nenhum adoçante artificial, nenhum espessante e zero açúcar adicionado. Menos ingredientes significa menos desconforto digestivo, mais transparência no rótulo e mais facilidade para o consumidor entender o que está consumindo. Lívia, nutricionista da dupla, foi quem garantiu que a formulação fechasse sem abrir mão do sabor, uma das maiores dores do mercado clean label. Recentemente, elas lançaram a Cacau Protein Bar, uma barrinha proteica com 6 ingredientes, adoçada com calda de tâmaras em vez dos adoçantes convencionais que causam mal-estar. É mais uma resposta direta a um problema real que muita gente já viveu na pele depois de consumir barrinhas tradicionais. ( Reprodução da barra de proteína da Bhava ) O clean washing é o vilão de tudo isso Existe um problema silencioso no mercado que a Bhāva se posiciona diretamente contra. O clean washing é quando uma marca usa a estética de produto limpo sem a substância real por trás. Embalagem minimalista, linguagem “natural”, mas a lista de ingredientes conta outra história. Transparência não é detalhe na Bhāva, é estrutura. Cada produto tem o número de ingredientes estampado na frente da embalagem. Testado por empresas terceiras, pote biodegradável, matéria-prima de alta qualidade. O que tem dentro importa, e elas mostram isso antes de qualquer argumento de venda. Uma comunidade junto com um produto A Bhāva não está construindo só uma marca de suplementos. Elas criaram uma comunidade voltada para profissionais de saúde, especialmente nutricionistas, que precisam de suporte em branding e empreendedorismo. Eventos, conteúdo e desenvolvimento pessoal fazem parte do ecossistema. A ideia é direta: se você educa quem educa os consumidores, o impacto é maior e mais duradouro. O crescimento tem sido orgânico. Sem grandes campanhas de performance, a marca foi ganhando espaço pela consistência, produto que funciona, comunicação honesta e uma proposta que ressoa com quem já está cansado de rótulos mentirosos. O que a Bhāva quer deixar claro Suplemento não precisa ser complicado, radical ou excessivo. Saúde não é performance extrema, é consistência. O que a Bhāva vende não é só um produto, é uma forma de encarar a rotina: com intenção, presença e equilíbrio. E no mercado de suplementos, isso ainda é mais exceção do que regra.
BlueFit abre as portas para mulheres treinarem grátis neste fim de semana

Em um movimento que mistura fitness, comunidade e experiência coletiva, a Bluefit decidiu abrir as portas de suas academias para mulheres em diferentes regiões do Brasil. No dia 14 de março, diversas unidades da rede terão catracas liberadas, permitindo que mulheres treinem gratuitamente durante o dia. A proposta é simples. Chegar, entrar e participar. Sem matrícula, sem burocracia. Um convite para experimentar o universo fitness A ação faz parte das iniciativas da rede para celebrar a semana da mulher e aproximar novas alunas do ambiente da academia. Em muitas cidades, o dia contará com aulões especiais e treinos coletivos, criando uma experiência mais social e acolhedora para quem ainda não tem contato com o universo fitness. Entre as atividades programadas estão aulas de bike indoor, treinos coletivos e até sessões de defesa pessoal. A ideia é transformar o treino em um momento de descoberta e celebração. A academia como espaço de comunidade Nos últimos anos, o mercado fitness começou a entender que academias não são apenas lugares para treinar. Elas também funcionam como espaços de convivência e comunidade. A estratégia da Bluefit segue exatamente essa lógica. Ao abrir as catracas, a rede cria uma oportunidade para que mulheres conheçam o ambiente, conversem com professores e experimentem a rotina de treino antes de decidir se querem se matricular. Esse tipo de ativação faz parte de uma tendência crescente no setor. Em vez de depender apenas de campanhas publicitárias tradicionais, academias estão apostando em experiências presenciais para gerar conexão emocional com o público. Quando alguém entra, experimenta o treino e sente a atmosfera da academia, a chance de conversão em nova aluna aumenta. No caso da Bluefit, a iniciativa também destaca alguns diferenciais da rede, como equipamentos modernos, ambientes amplos e climatizados e uma programação extensa de aulas coletivas. Uma ação que acontece em várias cidades A iniciativa acontece em dezenas de unidades espalhadas pelo país. Entre os estados participantes estão São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal. Em São Paulo, por exemplo, unidades como Bela Vista, Vila Olímpia, Consolação e Aclimação fazem parte da ação. Outras cidades do interior e do litoral paulista também entram na programação.
Adidas lança serviço que permite a amputados comprar apenas um tênis

Comprar um par de tênis sempre foi algo automático. Mas para muitas pessoas que vivem com diferença de membros nas pernas, essa lógica nunca fez sentido. Agora a adidas está tentando mudar isso. A marca lançou o Single Shoe Service, um serviço que permite que clientes comprem apenas um tênis, pagando 50% do valor de um par completo. Um serviço pensado para quem precisa apenas de um lado A iniciativa foi criada para pessoas que vivem com amputação ou diferença de membros inferiores. Em vez de comprar um par completo e usar apenas um dos lados, os consumidores podem adquirir somente o calçado necessário. O serviço já está disponível em 22 países da Europa nas lojas próprias da marca. Entre eles estão Reino Unido, Alemanha, França, Espanha, Itália, Holanda e Suécia. A adidas desenvolveu o serviço em parceria com organizações e membros da própria comunidade. Entre os parceiros envolvidos está o ParalympicsGB, além de iniciativas como o projeto Rising Phoenix, documentário sobre a história do movimento paralímpico. A ideia foi garantir que o serviço fosse criado com base em experiências reais de quem enfrenta esse desafio no dia a dia. Um movimento maior de inclusão no esporte O Single Shoe Service faz parte de uma estratégia mais ampla da adidas para tornar o esporte mais acessível. Nos últimos anos, a marca tem investido em produtos adaptados para atletas com deficiência. Entre as iniciativas recentes estão uniformes de basquete adaptados para atletas em cadeira de rodas e o desenvolvimento de roupas esportivas pensadas para atletas com e sem deficiência. Nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Paris 2024 Olympic Games, cerca de 86% das peças produzidas pela marca seguiram princípios de design inclusivo. A próxima fronteira da inclusão A empresa também anunciou o desenvolvimento de um tênis de corrida adaptado para pessoas com síndrome de Down, criado em colaboração direta com a comunidade. A ideia é simples. Se o esporte deve ser para todos, o design dos produtos também precisa ser.
Reino unido aprova novo medicamento que ajuda mulheres na menopausa

O National Institute for Health and Care Excellence aprovou um novo medicamento para tratar um dos sintomas mais comuns da menopausa. Ondas de calor e suores noturnos. O tratamento aprovado se chama Fezolinetant e representa uma alternativa importante para mulheres que não podem ou não desejam fazer terapia hormonal. A decisão marca mais um avanço no desenvolvimento de tratamentos voltados especificamente para a saúde feminina. Um tratamento que não usa hormônios O fezolinetant funciona de uma maneira diferente das terapias tradicionais. Em vez de repor hormônios como o estrogênio, o medicamento atua diretamente no cérebro. Ele bloqueia a atividade dos chamados neurônios KNDy, responsáveis por regular a temperatura corporal no hipotálamo. Durante a menopausa, a queda dos níveis de estrogênio pode desregular esses neurônios. É justamente essa desregulação que desencadeia as ondas de calor e os suores noturnos. Ao modular essa atividade neural, o medicamento ajuda a reduzir os sintomas. Resultados promissores nos estudos clínicos Ensaios clínicos indicam que o tratamento pode reduzir significativamente os sintomas vasomotores da menopausa. Em alguns estudos, as ondas de calor diminuíram em cerca de 60% dos casos. O medicamento já havia sido aprovado anteriormente pela Food and Drug Administration nos Estados Unidos em 2023. O comprimido é administrado uma vez por dia, na dose de 45 miligramas. Uma alternativa para quem não pode fazer reposição hormonal Hoje, a terapia de reposição hormonal continua sendo o tratamento mais comum para sintomas da menopausa. Mas nem todas as mulheres podem utilizar esse tipo de abordagem. O fezolinetant surge justamente como uma opção para esses casos. Segundo especialistas, os sintomas da menopausa podem afetar profundamente o bem-estar e a qualidade de vida, interferindo no sono, no humor e na rotina diária. Por isso novas alternativas terapêuticas são consideradas um avanço importante na área. Possíveis efeitos colaterais Apesar dos resultados positivos, o tratamento exige alguns cuidados. Pacientes que utilizarem o medicamento devem realizar exames de sangue regulares para monitorar possíveis impactos no fígado. Entre os efeitos colaterais relatados estão dor abdominal, diarreia, insônia e dor nas costas. Mesmo assim, especialistas consideram o medicamento um passo relevante no tratamento de sintomas da menopausa.
Nike anuncia competição de corrida noturna exclusiva para mulheres

A Nike está trazendo de volta um de seus projetos mais interessantes do universo da corrida. O After Dark Tour, uma série global de corridas criada especialmente para mulheres. A iniciativa passa por sete cidades ao redor do mundo e combina provas oficiais com experiências pensadas para fortalecer a comunidade feminina dentro do esporte. A proposta vai além da corrida. É sobre criar um espaço onde mulheres possam treinar, competir e se conectar com mais conforto e segurança. Uma corrida que acontece em sete cidades O circuito deste ano inclui provas de 10 km e meia maratona em diferentes partes do planeta. As cidades confirmadas são: Cada etapa mistura corrida, preparação pré prova, encontros comunitários e celebrações após a linha de chegada. A ideia é transformar o evento em uma experiência completa para as participantes. Um movimento que começou em 2025 O After Dark Tour foi lançado pela Nike em 2025. Na primeira edição, mais de 50 mil corredoras participaram de eventos espalhados por cinco continentes. O dado mais interessante apareceu no perfil das participantes. Cerca de um terço das corredoras estava participando de sua primeira prova oficial. E aproximadamente metade disse que decidiu correr justamente porque o evento era exclusivo para mulheres. Nos últimos anos, provas pensadas especificamente para mulheres começaram a ganhar força no mundo da corrida. A razão é simples. Para muitas corredoras, fatores como segurança, acolhimento e ambiente psicológico fazem diferença na decisão de participar. Eventos exclusivos ajudam a reduzir essas barreiras. Eles criam um espaço onde as atletas se sentem mais confortáveis para competir, treinar e compartilhar a experiência com outras mulheres. Um movimento maior no universo da corrida O crescimento dessas iniciativas não está acontecendo apenas com a Nike. Projetos como o The Night Club, apoiado pela marca Gymshark, também têm promovido corridas femininas ao redor do mundo com foco em comunidade e segurança. Campanhas recentes da marca esportiva LSKD também abordaram os desafios que muitas mulheres enfrentam ao correr sozinhas. Ao mesmo tempo, clubes de corrida exclusivos para mulheres começam a surgir em várias cidades. Com o After Dark Tour, a Nike quer transformar o evento em algo maior que uma simples prova. A ideia é construir uma plataforma de empoderamento para atletas femininas, onde corrida, comunidade e identidade se conectam. No fim das contas, o projeto reforça um movimento importante no esporte. A corrida está deixando de ser apenas competição. E se tornando cada vez mais um espaço de pertencimento.