Heineken 0.0 lança raquete de padel com abridor de garrafas integrado

A Heineken 0.0 está aprofundando sua presença no universo do padel com uma estratégia que vai além do patrocínio tradicional. Em parceria com a marca espanhola LÕK, a cervejaria lançou uma raquete com abridor de garrafas integrado, unindo esporte, design e comportamento em um único objeto. A ideia é simples, mas poderosa: conectar o jogo ao momento social que acontece logo depois da partida. Padel não é só esporte, é ritual O padel é um dos esportes que mais crescem no mundo e seu diferencial não está apenas na dinâmica em quadra, mas no que vem depois. Conversa, convivência e celebração fazem parte do pacote. É exatamente aí que a Heineken 0.0 encontra seu território. Estar presente no pós-jogo, incentivando a socialização de forma responsável, sem álcool, mas com o mesmo lifestyle associado à marca. Produto como mídia, design como mensagem A raquete foi desenvolvida a partir do modelo Jungle, da LÕK, voltado para jogadores de nível intermediário. O abridor foi incorporado ao cabo de forma discreta, sem comprometer equilíbrio, ergonomia ou performance. O resultado é um equipamento que funciona dentro e fora da quadra, reforçando a conexão entre prática esportiva e consumo consciente. Quando embalagem vira storytelling A colaboração vai além da raquete. A coleção Heineken 0.0 x LÕK inclui bolas de padel em edição limitada, com embalagens inspiradas nos clássicos packs de seis garrafas da Heineken 0.0. O design entra como ferramenta de narrativa, ampliando o impacto visual e reforçando o reconhecimento imediato da marca. Muito além da mídia tradicional A iniciativa faz parte da estratégia global da Heineken 0.0 de se posicionar como uma marca presente em momentos reais de lazer e esporte. A cervejaria já mantém parcerias com plataformas e competições relevantes do padel, apostando no crescimento da modalidade e em ativações que criam vínculo cultural, não apenas exposição. O recado final é claro Mais do que um item curioso, a raquete com abridor integrado mostra como marcas podem criar produtos que funcionam como verdadeiro brand content. Um único objeto consegue traduzir comportamento, contexto cultural e posicionamento. É marketing que se usa, se compartilha e faz sentido na vida real. Quer continuar acompanhando como marcas estão se conectando ao wellness, ao esporte e ao lifestyle de forma inteligente? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais relevantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/
China testa IA que detecta câncer de pâncreas em tomografias de rotina

A medicina chinesa está passando por uma virada silenciosa, mas profunda. Com a ajuda da inteligência artificial, hospitais estão conseguindo identificar tumores altamente letais antes mesmo de qualquer sintoma aparecer. Um dos exemplos mais emblemáticos vem do uso de IA para detectar câncer de pâncreas em tomografias de rotina, justamente aquelas que médicos muitas vezes descartariam como normais. O problema é antigo. A abordagem, completamente nova. O câncer de pâncreas é uma das formas mais agressivas da doença. A taxa de sobrevida em cinco anos gira em torno de 10%, principalmente porque o diagnóstico costuma chegar tarde demais. Os sintomas aparecem quando o tumor já está avançado. Exames com contraste ajudam, mas envolvem altas doses de radiação e não são recomendados para rastreamento em massa. Já as tomografias sem contraste são mais seguras, porém muito menos claras. É aí que a maioria dos casos se perde. IA enxergando onde o olho humano não chega Na China, pesquisadores ligados à Alibaba desenvolveram uma ferramenta chamada PANDA, sigla para detecção de câncer de pâncreas com inteligência artificial. O sistema foi treinado para identificar sinais sutis da doença em tomografias sem contraste, algo que muitos especialistas consideravam inviável. Desde novembro de 2024, a ferramenta vem sendo testada no Hospital Popular Afiliado da Universidade de Ningbo. Nesse período, analisou mais de 180 mil tomografias torácicas e abdominais. O resultado foi a detecção de cerca de duas dezenas de casos de câncer de pâncreas, sendo 14 em estágio inicial. Muitos desses exames não haviam levantado nenhum alerta clínico antes da análise da IA. Quando a tecnologia muda o desfecho O caso de Qiu Sijun ilustra bem esse impacto. Três dias após um check-up de rotina para diabetes, ele recebeu uma ligação inesperada pedindo que retornasse ao hospital. O diagnóstico foi câncer de pâncreas. A diferença é que o tumor foi identificado cedo e pôde ser removido cirurgicamente. Segundo o médico responsável, sem a IA, o caso provavelmente teria passado despercebido. Para os profissionais envolvidos, não há exagero em dizer que a tecnologia salvou vidas Validação científica e cautela no radar Em testes publicados na revista Nature Medicine, o sistema conseguiu identificar corretamente 93% dos pacientes com lesões pancreáticas em tomografias sem contraste. Ainda assim, pesquisadores alertam para a necessidade de mais dados do mundo real. O desafio agora é equilibrar a detecção precoce com o risco de falsos positivos e exames desnecessários, especialmente em uma doença de baixa prevalência. Mesmo com ceticismo inicial, até os próprios engenheiros da ferramenta se surpreenderam com a eficácia do modelo, que foi treinado a partir do mapeamento detalhado de milhares de exames com contraste. O que isso sinaliza para o futuro da saúde Mais do que um avanço pontual, o PANDA mostra como a inteligência artificial pode destravar gargalos históricos da medicina preventiva. Não substitui médicos. Amplifica sua capacidade. Antecipar diagnósticos em doenças silenciosas pode mudar completamente os desfechos clínicos. O recado é claro: a próxima grande revolução da saúde não vem só de novos medicamentos, mas de dados, algoritmos e decisões tomadas antes que seja tarde. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/
Healthtechs lideram a nova fase do VC brasileiro, com foco em M&A e escala real

O ecossistema de startups no Brasil está passando por uma transformação silenciosa, mas poderosa. Embora o volume de investimentos tenha crescido de forma consistente em 2025, chegando a US$ 1,2 bilhão no terceiro trimestre, a lógica do jogo mudou. Menos rodadas, mais qualidade e uma concentração de capital que coloca o Brasil no centro do mapa latino-americano. Dinheiro tem, mas pra quem? A euforia deu lugar à estratégia. Com o mercado de IPOs ainda fechado, as fusões e aquisições se tornaram a principal rota de saída, e os investidores ajustaram suas expectativas para um horizonte de 10 anos. Prova disso é a VOX Capital, que antecipou o fechamento de seu fundo para aproveitar as oportunidades, mas com um olho nas taxas de juros ainda elevadas. A mensagem é clara: o capital está disponível, mas busca negócios robustos, com governança sólida e capacidade de escalar de forma sustentável. IA: O novo sócio-fundador? A inteligência artificial deixou de ser buzzword para se tornar uma ferramenta essencial, democratizando o empreendedorismo tecnológico. A Antler Brasil já nota o crescimento de fundadores solo que usam IA para acelerar a criação de MVPs. De olho nessa tendência, players corporativos como a Vivo estão dobrando a aposta, ampliando seu fundo Vivo Ventures para R$ 470 milhões com foco em IA, saúde, energia e serviços financeiros. O movimento sinaliza que a inovação alinhada ao bem-estar e à sustentabilidade é o caminho. O custo da inovação: desafios no radar Nem tudo são flores. O cenário macroeconômico impõe desafios, como a crescente pressão tributária. A aprovação do aumento da CSLL para fintechs, por exemplo, gerou reação negativa no mercado, pois o ônus financeiro pode frear a expansão de um dos setores mais inovadores do país. Isso exige que as empresas otimizem a operação e fortaleçam o planejamento financeiro para garantir a sobrevivência e o crescimento a longo prazo. O recado final é que o ecossistema brasileiro amadureceu. A era do crescimento a qualquer custo acabou. Agora, vencem os negócios que combinam tecnologia de ponta, como as healthtechs e biotechs em alta, com eficiência operacional e conexões estratégicas. É a consolidação de um mercado mais consciente, resiliente e, acima de tudo, inteligente. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/
Fitfeed volta a ser atualizado no 5 de Janeiro!

Fala, galera! A gente vai dar aquela pausa de fim de ano. A equipe da Fitfeed entra em recesso a partir de agora. Voltamos com tudo no dia 5 de janeiro de 2026! Aproveita pra dar aquela revisada nas melhores matérias do ano, os cases mais interessantes e os insights que marcaram 2025. Agradecemos por terem acompanhado a gente até aqui. Boas festas, descansa bem e a gente se vê em 2026 com muita energia e conteúdo novo! 🚀 Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/
Os EUA aprovam o primeiro dispositivo para tratar a depressão em casa.

Pela primeira vez, a FDA aprovou um dispositivo que permite tratar depressão dentro de casa. Nada de hospital, nada de clínica especializada. É um headset que aplica uma corrente elétrica leve em uma área específica do cérebro ligada ao humor. E sim, isso é grande. Desenvolvido pela Flow Neuroscience, o dispositivo chamado FL-100, deve chegar ao mercado dos EUA no segundo trimestre de 2026 e já está sendo visto como uma alternativa real aos antidepressivos tradicionais, especialmente para quem sofre com efeitos colaterais de longo prazo. O que é o FL-100, na prática? Visualmente, ele parece um fone de ouvido comum. Mas o que acontece ali não é música. O FL-100 usa uma técnica chamada estimulação transcraniana por corrente contínua (tDCS), que direciona uma corrente elétrica suave para o córtex pré-frontal dorsolateral, região associada à regulação do humor e do estresse. Dois eletrodos ficam apoiados na testa e a sessão dura cerca de 30 minutos. O tratamento é feito em casa, com prescrição médica, e foi aprovado como uma terapia não medicamentosa, podendo funcionar de forma independente para casos de depressão moderada a grave em adultos. Como funciona o protocolo de uso? O tratamento segue um ciclo padrão de 12 semanas: A grande diferença em relação a outras terapias elétricas já existentes é justamente essa: a aplicação acontece fora do ambiente clínico, com uma dosagem mais baixa e controlada. E os resultados? Funcionou mesmo? A aprovação da FDA se baseou em um estudo clínico com 174 participantes, publicado na revista Nature Medicine em 2024. Os números chamam atenção: A própria FDA reconheceu que o benefício é “modesto”, mas suficiente para superar os riscos — especialmente considerando o cenário atual da saúde mental. Por que isso importa tanto? Nos Estados Unidos, mais de 20 milhões de adultos convivem com depressão. Em apenas uma década, a taxa cresceu cerca de 60%, segundo dados oficiais. Ao mesmo tempo, mais de 1 em cada 10 adultos faz uso de medicamentos antidepressivos — com uma diferença gritante entre gêneros: mulheres consomem mais que o dobro em relação aos homens. A aprovação do FL-100 abre espaço para algo que o mercado vem pedindo há anos: mais opções, menos dependência exclusiva de fármacos e maior autonomia do paciente. Não é uma solução mágica. Não substitui terapia. Não elimina a complexidade da saúde mental. Mas amplia o leque. E isso, por si só, já é um avanço relevante. Preço e disponibilidade Segundo a CEO da Flow Neuroscience, o dispositivo deve custar entre US$ 500 e US$ 800, sem mensalidade ou taxa de assinatura — compra única. A empresa já negocia parcerias com seguradoras e pretende anunciar opções de cobertura no início de 2026. O lançamento oficial nos EUA está previsto para meados do ano. Detalhe importante: o headset já é usado por mais de 55 mil pessoas em regiões como Europa, Reino Unido, Suíça e Hong Kong. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/
Apenas 41% dos brasileiros fazem exercícios durante a semana

Um levantamento da Vidalink ouviu 11,6 mil profissionais de 250 empresas grandes e trouxe um dado que bate forte: apenas 41% praticam atividade física ao menos uma vez por semana. O pior? Em 2024, esse número era 52%. Isso significa uma queda de 11 pontos percentuais em apenas um ano. Não é variação estatística. É movimento real de pessoas abandonando o hábito de se exercitar. Nunca se falou tanto em saúde, bem-estar e qualidade de vida no ambiente corporativo. Podcasts sobre longevidade, posts sobre rotina matinal, empresas criando programas de wellness. O discurso tá em todo lugar. Mas na prática? A galera tá se movimentando cada vez menos. O problema não é falta de informação Todo mundo sabe que exercício faz bem. Todo mundo sabe que sedentarismo mata. Todo mundo conhece alguém que transformou a vida treinando. A informação tá aí, gratuita, em volume infinito. O problema é execução. É prioridade. É conseguir encaixar movimento em uma rotina que já tá no limite. Enquanto todo mundo fala sobre autocuidado nas redes sociais, a rotina real dos brasileiros mostra exatamente o contrário. O gap entre intenção e ação nunca foi tão visível. E se a tendência continuar caindo, em alguns anos a gente vai ter uma geração inteira que sabe tudo sobre saúde, mas não pratica nada. O verdadeiro desafio não é convencer as pessoas de que exercício é importante. É ajudá-las a encaixar isso na vida real, sem romantização, sem culpa, só com consistência. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/
Fit Talk #7 Fernando Nazareth e a pipoca como porta de entrada para hábitos melhores

No sétimo episódio do Fit Talk, Michel Cohen conversa com Fernando Nazareth, fundador da Mais Pura, a marca que transformou a pipoca de coadjuvante de cinema em protagonista da rotina alimentar de milhões de brasileiros. A conversa vai muito além de snacks: entra em empreendedorismo real, saúde sem paranoia, rotina consistente e as escolhas invisíveis que sustentam negócios e pessoas no longo prazo. fit-talk-fernando-mais-pura O episódio mostra como Fernando construiu uma categoria inteira praticamente do zero, apostando em qualidade, leitura de rótulo e confiança no próprio instinto, mesmo quando o barulho externo dizia o contrário. FICHA RÁPIDA DO EPISÓDIO Convidado: Fernando NazarethEmpresa: Mais PuraFunção: FundadorDuração: ~35 minutosTema central: Snacks saudáveis • Empreendedorismo no Brasil • Rotina inteligente Quem é o Fernando, sem glamour Fernando se define, antes de tudo, como empreendedor. À frente da Mais Pura há quase uma década, lidera hoje a principal marca de pipoca premium do país, com mais de 60% de participação no segmento. Não tem sócios, opera com investidores, fábrica própria e zero romantização do caminho. Ele fala abertamente sobre erros, overtraining no passado, fases de dúvida e o principal aprendizado: ouvir todo mundo, mas seguir o próprio instinto. Nem o ego do começo, nem a autossabotagem do meio do caminho. O que é a Mais Pura, afina A Mais Pura nasceu para resolver um problema simples: falta de snack prático que não fosse ultraprocessado até a alma. A proposta nunca foi “zero tudo”, mas nutrição sem paranoia. Fernando bate sempre na mesma tecla: não adianta só o claim bonito da frente da embalagem. O jogo está na parte de trás. Ingredientes, processo, coerência. Pipoca de verdade, com qualidade sensorial alta e tabela nutricional honesta. A rotina do Fernando, na vida real ManhãAcorda entre 6h e 7h. Treino vem antes de tudo. Musculação, corrida, bike — variando para manter constância sem overtraining. Treinar cedo é estratégia mental: o resto do dia flui melhor. TrabalhoVai para a fábrica em Barueri ou para reuniões em São Paulo. Almoça na própria fábrica. Menos deslocamento, mais foco. NoiteChega em casa entre 19h e 20h. Janta, desacelera, lê (nada de livros de trabalho) ou vê algo curto. Dormir bem virou prioridade depois de entender o impacto direto do estresse. 5 insights que ficam do episódio 1) Instinto é ativo estratégicoOuvir demais o mercado fez a empresa perder tração em determinado momento. Voltar para o feeling foi o que destravou o crescimento de novo. 2) Treino é constância, não performanceNada de competir com o próprio corpo. Forçar um pouco, sim. Se destruir, não. Aos 41, o foco é saúde de longo prazo. 3) Ultraprocessado é o verdadeiro vilãoFernando evita radicalismos, mas corta ultraprocessados sempre que pode. Para ele, ali está o grande problema nutricional moderno. 4) Cafeína em excesso cobra a contaCortar café foi divisor de águas para sono, nervosismo e clareza mental. Hoje, no máximo até 10h da manhã. 5) Saúde mental exige estruturaPsicanálise semanal, sauna quase todos os dias, banheira de gelo algumas vezes por semana e mudanças frequentes de ambiente quando o estresse aperta. Frases que resumem o episódio “Ouça as pessoas, mas siga o seu instinto.” “Nutrição sem paranoia funciona melhor no longo prazo.” “Ideia não vale nada. O que vale é execução.” Ferramentas e práticas citadas Referências culturais do episódio Livros• Elon Musk — Walter Isaacson• Cem Anos de Solidão — Gabriel García Márquez Onde assistir o Fit-Talk? O Fit-Talk vai ao ar toda segunda no Spotify e no YouTube da FitFeed, trazendo conversas diretas e práticas sobre rotinas inteligentes e os bastidores de quem vive o bem-estar na vida real. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/
Coreia do Sul desenvolve patch de suor que monitora a glicose

A divisão biomédica da Samsung anunciou o desenvolvimento de um patch flexível de pele capaz de monitorar glicose, cortisol e outros doze biomarcadores diretamente a partir do suor humano. A tecnologia apresentou 97,3% de precisão quando comparada a análises sanguíneas, eliminando a necessidade de coletas invasivas, como picadas no dedo, comuns no acompanhamento do diabetes. O dispositivo utiliza sensores baseados em grafeno integrados a canais microfluídicos, que coletam o suor através dos poros da pele. A análise ocorre de forma eletroquímica e contínua, com transmissão dos dados em tempo real para smartphones. Algoritmos de aprendizagem de máquina ajustam automaticamente variáveis como hidratação e diferenças individuais da composição do suor, mantendo a confiabilidade das medições em diferentes condições fisiológicas. Em março de 2025, o Serviço Nacional de Saúde da Coreia do Sul iniciou a distribuição gratuita de 100 mil patches para pacientes com diabetes. De acordo com os dados iniciais do programa, os usuários apresentaram melhor controle glicêmico e uma redução de 68% nos episódios de hipoglicemia, atribuída ao acesso contínuo às informações metabólicas ao longo do dia. Embora o foco inicial seja o diabetes, a aplicação da tecnologia vai além. O patch também é capaz de detectar sinais de desidratação, disfunção renal e desequilíbrios eletrolíticos, com potencial uso em populações idosas, pacientes crônicos e atletas. Versões futuras devem ampliar o monitoramento para biomarcadores oncológicos, abrindo caminho para diagnósticos mais precoces e estratégias preventivas. Com custo estimado de fabricação em torno de US$ 2 por unidade e vida útil de 14 dias, o modelo representa uma mudança significativa no paradigma da monitorização médica: da coleta invasiva e pontual para a análise passiva, contínua e integrada ao cotidiano. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/
HVLP Crunch Fitness aposta em um estúdio exclusivo de Pilates

O que está acontecendo: A rede de academias HVLP Crunch Fitness vai inaugurar um estúdio exclusivo de Pilates com reformer em sua nova unidade em McKinney, Texas, com abertura prevista para 2026. Integrado ao espaço. Combinando a escala de uma grande academia com uma programação personalizada , o estúdio dentro da academia contará com mais de 10 máquinas Reformer, com aulas em grupo ministradas por instrutores, focadas em força e flexibilidade. Sendo uma das primeiras empresas de impressão HVLP nos EUA a incorporar essa modalidade premium, a iniciativa se baseia no Crunch 3.0, o projeto reformulado da marca para casas noturnas. Com a expansão das áreas de musculação, a adição de zonas de recuperação e a modernização dos estúdios de fitness, as melhorias sinalizam uma mudança mais ampla na categoria, à medida que as academias de baixo custo passam de um posicionamento focado no preço para um posicionamento focado na experiência e no valor. Quebrando paradigmas. Alinhando-se à economia, academias de baixo custo estão entrando non crescente mercado de pilates, com a rede 24 Hour Fitness remodelando suas unidades para oferecer aulas de Reformer24. Em um movimento global, a Everlast Gyms está adicionando estúdios de Reformer a novas unidades no Reino Unido, enquanto a Snap Fitness está implementando Reformers inteligentes em seus clubes na Europa. A Goodlife Health Clubs, na Austrália, e a TrainMore, na Holanda (via PILAT3S ), estão expandindo o conceito de academia dentro de academia, enquanto a PureGym prepara estúdios de Pilates com Reformer para locais estratégicos no Reino Unido. Em resumo: À medida que modalidades premium como o Pilates Reformer são oferecidas internamente, operadores de HVLP como a Crunch competem em acesso, e não em exclusividade, para impulsionar o crescimento. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/
Nike estreia no universo das viagens com malas pensadas para atletas

A Nike está expandindo seu território para além do treino e do lifestyle esportivo. A marca acaba de anunciar sua primeira linha de malas rígidas, com lançamento previsto para a primavera de 2026, marcando a entrada oficial no segmento de viagens. A coleção chega em três tamanhos bordo, médio e grande e foi desenhada para atender um perfil específico: pessoas que treinam, competem e vivem em movimento. Com rodas giratórias de 360°, fechaduras aprovadas pela TSA e forros internos laváveis, as malas foram pensadas para acomodar desde roupas limpas até equipamentos e peças pós-treino, sem comprometer organização ou higiene. Design orientado pela rotina de quem compete e se desloca A Nike passou cinco anos desenvolvendo o produto, testando protótipos em rotas internacionais, aeroportos movimentados e terrenos mais exigentes. A ideia era criar uma mala que funcionasse tanto para atletas de elite quanto para jovens que viajam com frequência para campeonatos, torneios e compromissos esportivos. “Jogadores de elite cruzam o mundo em jatos particulares, enquanto crianças do esporte amador pegam voos de fim de semana para competir. Queríamos algo que funcionasse para os dois extremos”, explica Rachel Lipinski, Diretora Global de Produtos da Nike Bags. Separar suor de rotina virou parte do projeto Um dos principais diferenciais está no armazenamento inteligente. As malas contam com divisórias internas ajustáveis que separam roupas limpas de peças usadas em treinos, além de um forro removível, lavável e resistente a odores, uma resposta direta à realidade de quem treina antes, durante ou logo após uma viagem. “Roupas e calçados esportivos passam por muito desgaste. Esse sistema mantém tudo organizado e pronto para a próxima jornada”, afirma Alle Evans, Gerente de Linha de Produtos da Nike Bags. Estética Air Force 1, função de alta performance Visualmente, a coleção bebe direto da herança da Nike. O design faz referência ao Air Force 1, com estrutura em policarbonato fosco, componentes reciclados e o Swoosh aplicado de forma discreta na parte frontal. Na traseira, o padrão remete à sola icônica do tênis, enquanto o interior traz a frase “Thank you for flying with Nike Air”, reforçando o storytelling da marca. Cada mala acompanha adesivos de arquivo para personalização, uma esponja para remover arranhões, alças acolchoadas em gel e rodas que deslizam suavemente, detalhes que transformam o deslocamento em algo funcional, não cansativo. Onde e quando encontrar A linha de malas rígidas da Nike chega à Nike.com na primavera de 2026, com preços a partir de US$ 260 para o modelo de bordo de 22 polegadas, inicialmente na cor preta. Novas cores devem ser lançadas ao longo do ano. Mais do que entrar em uma nova categoria, a Nike sinaliza um movimento claro: o atleta moderno não separa treino, trabalho e viagem e o produto precisa acompanhar essa lógica. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/