24 - 26 de Abril

Expo Center Norte - SP

Por que a regularidade do sono é mais importante do que as horas de sono?

Passamos anos obcecados com a quantidade de sono: sete horas, oito horas, nove se der sorte. Mas existe um fator ainda mais determinante e muito menos discutido: o horário e a regularidade do sono. Seu corpo não responde apenas à duração. Ele responde ao ritmo. A hora em que você vai dormir, a hora em que acorda e o quão consistente essa rotina é influenciam tudo: nível de alerta pela manhã, resposta ao estresse, inflamação crônica e até risco de doenças ao longo do tempo. Um estudo mostrou que a irregularidade do sono é um preditor mais forte de mortalidade do que dormir pouco, com aumento de 20% a 48% no risco de morte precoce, mesmo entre pessoas que dormiam “a quantidade ideal” de horas. Ou seja: dormir bastante, mas em horários bagunçados, cobra um preço alto. O relógio interno manda mais do que você imagina O ritmo circadiano é o relógio biológico que coordena quando você acorda, relaxa e ativa processos essenciais de reparo durante a noite. Quando ele é desregulado por horários inconsistentes, noites curtas seguidas de manhãs cedo ou pelo caos típico do fim de ano, o corpo simplesmente não consegue operar direito. Dias mais curtos enfraquecem esse sinal interno. O resultado? Menor alerta pela manhã, mais dificuldade para dormir à noite e um estado constante de desalinhamento fisiológico. E isso não se resolve “compensando no fim de semana”. Regularidade vence força de vontade A boa notícia é que não exige uma revolução na rotina. Pequenos sinais diários já são suficientes para recalibrar o relógio interno. Acordar sempre no mesmo horário é o principal deles, mais importante até do que a hora de dormir. Esse horário fixa o ritmo do corpo, inclusive aos fins de semana. Expor os olhos à luz logo pela manhã é outro ajuste poderoso. Poucos minutos de luz natural ajudam o cérebro a entender que o dia começou, reforçando o ciclo correto. À noite, o processo se inverte: luz mais baixa, ambiente fresco e escuro. Seu corpo precisa desse contraste claro entre dia e noite para desligar no momento certo. E quando possível, dormir em blocos que respeitem ciclos completos, como 7h30 ou 9h, tende a gerar menos sonolência do que números “redondos” arbitrários. O impacto vai muito além do cansaço Horários de sono regulares estão associados a melhor cognição, saúde mental mais estável, menor risco cardiovascular e melhor controle do açúcar no sangue. Já a irregularidade aumenta a incidência de doenças metabólicas e cardíacas, mesmo quando o total de horas dormidas parece suficiente. No fundo, o que o corpo busca é previsibilidade. Consistência cria segurança biológica. Quando o ritmo está estável, tudo funciona melhor: energia, imunidade, foco, recuperação. O sono é apenas a face mais visível disso. Dormir bem não é sobre acumular horas. É sobre ensinar o corpo, todos os dias, quando ele pode descansar de verdade. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Interfaces cérebro-computador estão deixando o laboratório

As interfaces cérebro-computador (BCIs) estão dando um passo decisivo rumo ao uso cotidiano. A Neurable acaba de levantar US$ 35 milhões para lançar seus fones de ouvido com sensores cerebrais e escalar sua plataforma de neurotecnologia, sinal claro de que o neurofeedback começa a sair do campo experimental para entrar na rotina. Fones que leem o cérebro A proposta da Neurable é ambiciosa, mas prática: fones equipados com sensores de EEG capazes de medir, em tempo real, níveis de foco, fadiga mental e recuperação cognitiva. A partir desses dados, a plataforma entrega relatórios diários de “idade cerebral” e velocidade mental. Segundo a empresa, cerca de dois terços dos usuários relatam melhorias cognitivas imediatas após o uso. Não se trata apenas de observar o cérebro, mas de entender como ele responde ao trabalho, ao estresse e ao descanso, algo que até pouco tempo só era possível em ambientes clínicos ou universitários. Do monitoramento ao treino cognitivo Indo além da medição passiva, a Neurable está expandindo sua atuação para treinamento ativo do cérebro. A plataforma já inclui um jogo controlado pela mente e exercícios de acuidade cognitiva desenhados para melhorar atenção, calma e tempo de reação. Tudo reforça o posicionamento da marca como uma ferramenta de performance mental, não apenas de bem-estar. Gaming, eSports e resistência mental Com o novo aporte, a empresa pretende acelerar sua entrada nos universos de gaming e eSports, onde foco sustentado, reflexos rápidos e resistência mental fazem diferença competitiva real. Nesse contexto, o cérebro passa a ser treinado com o mesmo rigor que o corpo. Base clínica em construção Ao mesmo tempo, a Neurable começa a estruturar sua frente clínica. Em parceria com a iMotions, a startup busca coletar dados neurais de alta qualidade para, no futuro, avançar em caminhos de diagnóstico e tratamento de condições como depressão, Alzheimer e outros distúrbios cognitivos. O que vem pela frente Enquanto empresas como Synchron e a Neuralink, de Elon Musk, alcançam avaliações bilionárias com BCIs implantáveis, o movimento da Neurable aponta para outro caminho: tecnologias não invasivas, baseadas em EEG, mais acessíveis e prontas para o dia a dia. O recado é claro. O futuro das interfaces cérebro-computador não será apenas cirúrgico ou clínico. Ele passa por fones de ouvido, jogos, dados acionáveis e, cada vez mais, pela capacidade de identificar sinais precoces de doenças cognitivas antes mesmo que elas se manifestem. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

A nova tecnologia está reduzindo o tempo de tela

A promessa de “menos tela, mais presença” começa a sair do discurso e virar produto. A Tin Can, fabricante de um telefone infantil sem tela inspirado nos antigos aparelhos fixos, acaba de captar US$ 12 milhões para escalar sua produção, impulsionada por uma lista de espera que já se aproxima de 100 mil pessoas. Um telefone que só faz o básico Lançados no ano passado, os dispositivos da Tin Can são coloridos, conectados ao Wi-Fi e feitos exclusivamente para chamadas. Nada de aplicativos, redes sociais ou notificações infinitas. Os aparelhos funcionam em uma rede privada e contam com um app complementar para os pais, onde é possível definir contatos autorizados e controles de uso. A proposta é simples, mas poderosa: preservar a conexão humana eliminando o “ruído digital” viciante. Não por acaso, os dois primeiros lotes de produção se esgotaram rapidamente. Com mais de US$ 15 milhões arrecadados até agora, a empresa já se prepara para expansão internacional. Pais querem limite, não isolamento O timing não é coincidência. Estudos recentes têm associado o uso precoce e intenso de smartphones a maiores taxas de depressão, obesidade e distúrbios do sono entre jovens. Diante disso, muitos pais buscam alternativas que reduzam a exposição sem cortar totalmente a comunicação. Além da Tin Can, marcas como Zalpha Mobile e Teracube também vêm ganhando espaço com celulares mais simples e controlados, pensados para crianças e adolescentes. O movimento não é só infantil Curiosamente, essa mudança não se limita às famílias. Cada vez mais adultos estão trocando smartphones por versões minimalistas, de telefones giratórios com design retrô a aparelhos “burros” pensados apenas para chamadas e mensagens básicas. É uma tentativa clara de recuperar foco, tempo e saúde mental. Para onde isso aponta Entre decisões institucionais, como a proibição de celulares em escolas de Nova York e o banimento de redes sociais para adolescentes na Austrália e escolhas individuais, um padrão começa a emergir: as pessoas estão buscando significado fora das telas. Com cerca de um quarto da população mundial lidando com algum nível de dependência tecnológica, a chamada “contracultura analógica” deixa de ser nicho e começa a se consolidar como um novo pilar de bem-estar. E, ao que tudo indica, essa tendência veio para ficar. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

O monitoramento contínuo da saúde infantil já começou

A Nanit acaba de levantar US$ 50 milhões para acelerar a expansão da sua plataforma de inteligência em saúde infantil baseada em IA. O movimento reforça uma ideia que começa a ganhar força: o cuidado com a saúde não começa na vida adulta, começa no berço. De babá eletrônica a sistema de inteligência Os monitores inteligentes da Nanit acompanham sono, movimentos respiratórios e interrupções noturnas, além de registrar marcos de desenvolvimento, intervenções dos cuidadores e condições do ambiente, como temperatura. Na prática, isso transforma o que antes era apenas vigilância passiva em dados acionáveis para pais e profissionais. Treinados com mais de 5 bilhões de horas de sono, coletadas de 1 milhão de bebês em mais de 100 países, os modelos de IA da empresa indicam que suas recomendações conseguem gerar até 10% mais tempo de sono — um ganho relevante justamente na fase mais crítica do desenvolvimento humano. Os primeiros anos como base de tudo Com o novo aporte, a Nanit planeja lançar um Parenting Intelligence System, um sistema capaz de identificar sinais precoces ligados à fala, habilidades motoras e comportamento. A ambição é grande: usar esses dados iniciais para antecipar riscos futuros, incluindo questões metabólicas, cognitivas e emocionais. Para a CEO Anushka Salinas, esse é um elo ainda pouco explorado na medicina preventiva moderna. A visão é clara: criar um histórico contínuo de saúde que acompanhe a pessoa do nascimento até a velhice. “Imagino um futuro em que seja possível acessar dados completos de saúde desde o nascimento até os 100 anos”, afirma Salinas. O que está realmente em jogo Eliminar achismos e aumentar a segurança dos pais já é um avanço enorme. Mas o verdadeiro salto está no acúmulo de dados longitudinais desde o início da vida, algo que pode redefinir a forma como entendemos prevenção, desenvolvimento humano e longevidade. Se a saúde do futuro será personalizada, preditiva e contínua, a Nanit está apostando que ela começa muito antes do que estamos acostumados a pensar. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Ultrahuman integra análise respiratória ao sono e amplia o olhar sobre recuperação

A Ultrahuman acaba de dar um passo além no monitoramento do sono ao lançar o Respiratory Health PowerPlug, recurso desenvolvido em parceria com o app Sleep Cycle. A novidade combina análise inteligente de sons noturnos com dados biométricos do Ultrahuman Ring Air, criando uma leitura mais profunda sobre como padrões respiratórios afetam recuperação, estresse e saúde no longo prazo. A proposta é clara: revelar sinais que normalmente passam despercebidos: como ronco, tosse e microinterrupções respiratórias e conectá-los diretamente à fisiologia do usuário. Onde o rastreamento do sono encontra a saúde respiratória O sistema utiliza a tecnologia de detecção sonora baseada em IA do Sleep Cycle para identificar eventos respiratórios durante a noite. Esses dados são então cruzados com métricas em tempo real captadas pelo Ring Air, como variabilidade da frequência cardíaca (HRV), frequência cardíaca, movimento e padrões de descanso. O resultado é uma visão integrada que mostra como alterações na respiração fragmentam o sono e impactam marcadores ligados à recuperação física, ao sistema cardiovascular e ao equilíbrio do sistema nervoso. “Ao combinar análise sonora respiratória com biomarcadores em tempo real, o Ring Air passa a revelar sinais que as pessoas normalmente ignoram, interrupções na respiração que prejudicam o sono e comprometem a recuperação”, afirma Mohit Kumar, fundador da Ultrahuman. Dados que viram decisão, não só métrica Além do diagnóstico, o PowerPlug aposta em orientação prática. A funcionalidade inclui recomendações desenvolvidas com especialistas em sono, ajudando o usuário a interpretar os dados e agir sobre eles. As sugestões vão desde ajustes simples, como mudar a posição ao dormir, até mudanças comportamentais, como reduzir o consumo de álcool à noite, além de alertar quando pode ser indicado buscar avaliação médica. A lógica segue o posicionamento da Ultrahuman: dados só têm valor quando geram ação. Um passo rumo à saúde de longo prazo Ao trazer a respiração para o centro da análise do sono, a Ultrahuman reforça uma tendência crescente no wellness tech: sair do score genérico e avançar para camadas mais profundas de saúde preventiva. Distúrbios respiratórios noturnos estão associados não apenas à má qualidade do sono, mas também a estresse crônico, queda de desempenho físico e maior risco cardiovascular ao longo do tempo. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

E se o maior gargalo do fitness no Brasil não fosse treino, mas estrutura?

Quem toca uma academia, estúdio ou box sabe que o impacto do fitness vai muito além do treino. Ele está na capacidade de atrair, engajar e manter pessoas ativas ao longo do tempo e isso só acontece quando existe estrutura por trás do negócio. O desafio não é só colocar gente para treinar, mas sustentar esse impacto em escala, em um mercado barulhento, fragmentado e cheio de soluções que resolvem partes do problema, mas raramente o todo. Essa foi a realidade que o Douglas Waltricke, fundador da Next Fit, começou a enxergar de perto muito antes da empresa existir. Atuando como consultor, ele passava horas dentro desses negócios, acompanhando a operação, ouvindo gestores e percebendo um padrão difícil de ignorar: o fitness crescia como discurso, mas a estrutura por trás desses negócios não acompanhava esse crescimento na prática. Havia esforço, havia intenção, mas faltava integração entre operação, visão e sustentação de longo prazo. Com o tempo, a inquietação deixou de ser pontual e virou pergunta. Se o mercado era tão grande e tão relevante, por que as soluções disponíveis pareciam atender apenas uma pequena parcela dele? Ao olhar os números, a resposta ficou clara. Nenhuma solução tinha adoção significativa e nenhuma conseguia dar conta da complexidade do setor como um todo. Foi desse incômodo que a Next Fit começou a tomar forma, não como uma ferramenta isolada, mas como uma proposta de ecossistema. Sete anos depois, aquela leitura se consolidou o maior ecossistema completo para negócios fitness e esportivos, hoje presente em mais de 16 mil clientes espalhados pelo país e impactando, na ponta final, mais de 2,5 milhões de pessoas em movimento. Um crescimento construído sem atalhos, apoiado na integração entre gestão, tecnologia e educação, e que ajudou a profissionalizar um setor inteiro que precisava, antes de tudo, de base. A ideia que virou um case de mercado A origem da Next Fit está ligada a uma percepção recorrente do seu CEO durante anos de atuação em consultorias para academias e negócios esportivos. Ao acompanhar de perto a rotina desses gestores, ficou claro que as soluções disponíveis no mercado não davam conta da complexidade do setor, deixando a gestão fragmentada e sem base estrutural. Eram respostas pontuais para problemas sistêmicos. Ao aprofundar essa análise, um dado chamou atenção: as maiores soluções do mercado atendiam menos de 10% do setor. Não havia um sistema consolidado, com adoção relevante e domínio real. E quando um mercado não apresenta nenhum nome com 30% ou 50% de participação, o recado é direto: o problema ainda não foi resolvido. Foi a partir dessa lacuna que a Next Fit deixou de ser apenas uma ideia e passou a se estruturar como negócio. Quando o ecossistema funciona, o impacto deixa de ser discurso e vira escala Hoje, a Next Fit está presente em todo o território nacional, apoiando cerca de 50 mil gestores que conduzem academias, estúdios, artes marciais, boxes, quadras e escolas esportivas. Esse suporte não se traduz apenas em eficiência operacional, mas em impacto real na ponta final do ecossistema: os alunos. Quando o ecossistema funciona com gestão, operação e visão conectadas, os negócios se tornam mais sustentáveis, os alunos permanecem por mais tempo e mais pessoas conseguem manter uma rotina ativa. É essa cadeia bem estruturada que permite transformar decisões internas em impacto real, conectando bastidores a vidas em movimento. Muito além do software: educação como base A proposta da Next Fit nasce como um ecossistema e vai muito além de oferecer uma plataforma. A marca também construiu um braço educacional consistente, voltado para capacitar quem sustenta o mercado fitness todos os dias. São mais de 65 mil seguidores no Instagram, 1 milhão de visualizações no YouTube e iniciativas presenciais, como o evento Next 5, que reforçam esse compromisso com a evolução dos gestores. A lógica é clara: quem faz o Brasil treinar também precisa ser treinado. Investir em gestão, vendas, marketing e fidelização não é um luxo, mas uma condição para que o setor cresça de forma saudável e sustentável. O desafio da banalização do fitness Em paralelo, o mercado enfrenta um obstáculo cada vez mais evidente. Promessas vazias, modismos passageiros e soluções superficiais vêm transformando a saúde em espetáculo, enquanto empresários sérios lutam para manter seus negócios de pé. O resultado aparece rápido: alunos desistindo, gestores frustrados e um potencial enorme desperdiçado. A Next Fit se posiciona contra essa banalização. Para a marca, saúde não é algo descartável e começa justamente com quem escolhe empreender nesse setor com responsabilidade. Quando o gestor cresce, o negócio cresce. E quando o negócio cresce, mais pessoas treinam, permanecem ativas e vivem melhor. Um futuro pensado em escala Olhando para frente, a Next Fit tem uma ambição clara: duplicar sua base de clientes e colaboradores, ampliando ainda mais o alcance de seu ecossistema e do conteúdo educacional que o sustenta. Essa visão de longo prazo, que projeta um impacto direto em mais de 5 milhões de vidas no Brasil, já começa a ser validada pelo próprio mercado. Não à toa, a startup de Criciúma levantou mais de R$ 50 milhões em investimento, um sinal claro da força da tese, da execução consistente e do papel estrutural que a marca vem assumindo dentro do ecossistema fitness. Mais do que um produto para contratar, a Next Fit se apresenta como um case para quem constrói o mercado, mostrando que o crescimento do fitness no país passa menos por tendências passageiras e mais por estrutura, visão de longo prazo e impacto real. Na prática, isso se traduz em resultado: clientes da Next Fit registram, em média, 43% de crescimento em até seis meses após a parceria, reflexo de uma atuação que vai além da gestão e alcança vendas, ganho de produtividade e fidelização. Para quem constrói negócios no fitness e entende que impacto em escala exige estrutura, a Next Fit deixa de ser apenas algo para contratar e passa a ser algo que vale acompanhar, entender e aprender com. Conheça mais! Quer continuar por dentro do que

Fit Talk #6 Gabi Bahia, CREW e o treino como ferramenta de presença

No sexto episódio do Fit Talk, Michel Cohen recebe Gabi Bahia, educadora física, personal trainer e fundadora da CREW, uma das maiores comunidades de treino feminino do Brasil. Mais do que estética ou performance, a conversa gira em torno de presença, consistência, maternidade, saúde mental e construção diária do corpo e da mente. O episódio mostra como Gabi transformou o treino em ferramenta de autoconhecimento e como isso escalou para uma comunidade global de mulheres. fit-talk-michel-gabi-bahia FICHA RÁPIDA DO EPISÓDIO Convidada: Gabriela Bahia Empresa: CREW Função: Fundadora, educadora física e treinadora Duração: 40 minutos Tema central: Corpo feminino • Rotina consciente • Comunidade Quem é a Gabi sem floreio Gabi tem 35 anos, é mineira, mora no Rio, é mãe de gêmeas e sócia do marido, Luca. Começou em Administração, largou o escritório quando entendeu que aquilo não era a vida que queria e encontrou no movimento seu caminho. Hoje, ela não fala só de treino. Fala de corpo como casa, rotina possível e saúde que se constrói no dia a dia, sem comparação, sem rigidez. O que é a CREW, afinal Criada em 2020, a CREW é um app e uma comunidade de treinos pensados para o corpo feminino em todas as fases da vida da musculação ao pós-parto. Hoje, está presente em mais de 60 países e cresce porque entrega algo simples: treino bem feito, sem pressão, com apoio. 5 Insights do episódio: 1) Treinar é escutar Gabi treina quase todos os dias, mas sem regra cega. Se o corpo pede pausa, ela pausa. Descanso também é estratégia. 2) Presença muda o dia Os primeiros minutos da manhã são sem celular. Ela observa como acordou, como está emocionalmente e só depois entra no ritmo do dia. Menos automático, mais consciente. 3) Alimentação sem terrorismo Nada de dieta restritiva. O foco está em comer bem nas refeições para não compensar depois. Proporção > proibição. 4) Saúde mental pede limite Horário para parar de trabalhar, menos tarefas por dia, acordos claros no casal e respeito ao próprio cansaço. Sem isso, o corpo não acompanha. 5) Comunidade sustenta constância A CREW funciona porque as mulheres não treinam sozinhas. Elas se apoiam. Sem disputa, sem estética como único fim. 3 Frases que valem o print: “O corpo é a nossa casa.”(sobre cuidado de longo prazo) “Não pensa, só vai.”(o empurrão certo para começar) “Ter saúde é bom demais.”(a frase que ela repete nos treinos) A rotina inteligente da Gabi, na vida real: CorpoMusculação (em casa ou na academia), yoga, futebol, bike, corda e treinos ao ar livre quando possível. NutriçãoComida de verdade, quatro refeições bem feitas, hidratação alta e equilíbrio. Nada radical. SuplementaçãoCreatina com constância. Whey só quando faz sentido. MenteMomentos diários de presença, leitura, menos celular e menos cobrança. SonoCelular longe da cama, luz baixa à noite, oração antes de dormir. Rotina adaptada à maternidade. FerramentaApple Watch para acompanhar movimento diário. REFERÊNCIAS CITADAS NO EPISÓDIO Livros • Como se Tornar Sobrenatural — Joe Dispenza Ferramentas • Apple Watch Plataformas • CREW App Onde assistir o Fit-Talk? O Fit-Talk vai ao ar toda segunda no Spotify e no YouTube da FitFeed, trazendo conversas diretas e práticas sobre rotinas inteligentes e os bastidores de quem vive o bem-estar na vida real. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Probiótica lança creatina em dose única, pronta para o consumo com a porção máxima de 5g

A suplementação esportiva brasileira acaba de ganhar um novo padrão de praticidade. A Probiótica, marca pioneira no setor, lançou a primeira creatina monodose do país com 5g, quantidade máxima recomendada pela Anvisa, em sachês individuais prontos para consumo. A proposta é simples e alinhada ao ritmo de quem vive em movimento: eliminar dosadores, erros de medida e improvisos. O formato monodose permite levar a creatina no bolso, na mochila ou na mala, encaixando o consumo entre o treino, o trabalho, a faculdade ou uma viagem. Mais do que um novo produto, o lançamento sinaliza uma mudança na forma como a suplementação se integra à rotina real das pessoas menos ritual, mais funcionalidade. Conveniência como diferencial competitivo O novo formato atende a um comportamento cada vez mais evidente no universo wellness: o consumidor quer performance, mas também quer simplicidade e precisão. A creatina monodose entrega exatamente isso ao oferecer a dose ideal, pronta para uso, sem fricção no dia a dia. “É a dose certa, no momento certo, sem complicação. A creatina monodose simplifica o consumo e acompanha quem está sempre em movimento”, afirma Ana Leão, gerente de marketing da Probiótica. Segundo ela, o produto representa “um novo padrão de conveniência em suplementação”. Da prateleira para a vida real O lançamento também marca uma virada na comunicação da marca. Em vez de campanhas tradicionais, a Probiótica apostou em conteúdos produzidos por consumidores reais, mostrando como o produto se encaixa em diferentes estilos de vida, do atleta dedicado ao praticante casual que busca saúde e consistência. A estratégia reflete um movimento maior do mercado: menos promessas genéricas, mais identificação com o uso cotidiano, sem performance encenada. Por que a creatina importa Considerada um dos suplementos mais estudados e eficazes do mundo, a creatina atua diretamente na produção de ATP, principal fonte de energia muscular. Na prática, isso significa mais força, potência e capacidade de sustentar treinos intensos, além de favorecer o ganho de massa muscular magra. Os benefícios, porém, vão além do desempenho físico. Evidências científicas apontam impactos positivos na recuperação muscular, na saúde óssea, no metabolismo e até na função cerebral. Em contextos clínicos, a creatina também vem sendo estudada como suporte em condições como sarcopenia, fibromialgia e doenças neurodegenerativas. Um produto alinhado a um novo perfil de consumidor Com a creatina monodose, a Probiótica reforça sua posição como marca que acompanha a evolução do consumo esportivo no Brasil, menos focado em nichos extremos e mais integrado à vida cotidiana. O produto já está disponível no e-commerce da marca, além de lojas especializadas, mercados e farmácias. Sobre a Probiótica Fundada como uma das pioneiras da suplementação esportiva no Brasil, a Probiótica integra o Grupo Supley desde 2018. A marca se posiciona como aliada dos Body Movers — pessoas que buscam evolução física e bem-estar de forma equilibrada, transitando entre diferentes modalidades e estilos de movimento, do ciclismo à ioga, da musculação às corridas ao ar livre. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Uso diário de protetor solar pode economizar mais de R$ 2,5 bilhões ao sistema de saúde, aponta estudo da Kenvue

Um hábito simples, diário e amplamente acessível pode gerar um impacto bilionário para a saúde pública brasileira. É o que indica um novo estudo preliminar da Kenvue, apresentado no Congresso da Academia Europeia de Dermatologia e Venereologia (EADV 2025), ao projetar os efeitos econômicos e sociais do uso regular de protetor solar no Brasil. De acordo com o modelo desenvolvido pela empresa, responsável por marcas como Neutrogena®, Sundown® e Minesol®, a adoção consistente do protetor solar poderia evitar mais de R$ 2,5 bilhões em custos de tratamento relacionados ao câncer de pele não melanoma em apenas cinco anos. Em um horizonte de 15 anos, a projeção é ainda mais expressiva: até 113 mil casos da doença poderiam ser prevenidos. Prevenção que gera retorno Além da redução direta de casos, o estudo aponta um retorno médio sobre investimento (ROI) de 7,8 vezes ao longo de 15 anos, podendo chegar a 18,9 vezes, com economias mensuráveis já a partir do segundo ano de uso consistente. Em outras palavras, prevenir custa muito menos do que tratar e o impacto aparece mais rápido do que se imagina. O câncer de pele é hoje um dos tipos mais comuns no Brasil e, ao mesmo tempo, um dos mais preveníveis. Ainda assim, continua consumindo bilhões dos sistemas de saúde todos os anos, especialmente em países com alta exposição solar, como o Brasil. Uma ferramenta para políticas públicas O modelo utiliza dados epidemiológicos brasileiros do Global Cancer Observatory, combinados com estimativas internacionais de eficácia do protetor solar e custos médicos ajustados pela inflação. A simulação permite ainda recortes por idade e tempo de exposição ao sol, oferecendo uma base concreta para apoiar estratégias de prevenção, políticas públicas e decisões em saúde coletiva. “Queremos ir além da conscientização. Esta ferramenta oferece evidências claras do valor dos hábitos preventivos e da importância do acesso”, afirma Eleonora Carreira, gerente de Assuntos Médicos da Kenvue. “O câncer de pele é um dos cânceres mais preveníveis, e o Brasil tem uma das maiores incidências do mundo. Conectar ciência, economia e impacto social é fundamental para mudar esse cenário.” Um hábito ainda subestimado Apesar dos números, o comportamento do consumidor ainda caminha em outra direção. Um estudo global da Kenvue em parceria com a Kantar, A New View of Care, mostra que, no Brasil, o uso de protetor solar aparece apenas na 10ª posição entre as práticas de autocuidado consideradas relevantes. Em uso real, ocupa o quinto lugar entre as categorias, e o sexto em importância percebida. O contraste é claro: enquanto os dados apontam o protetor solar como uma das ferramentas mais eficientes de prevenção em larga escala, ele ainda não ocupa o lugar que deveria na rotina da maioria dos brasileiros. O que o estudo indica Entre os principais achados do levantamento estão: O estudo reforça uma mensagem direta: quando o assunto é saúde preventiva, pequenas escolhas diárias podem gerar impactos estruturais para o indivíduo, para o sistema de saúde e para a sociedade como um todo. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Ocean Drop amplia portfólio com snacks proteicos veganos para a rotina real

Em um mercado cada vez mais tomado por soluções ultra processadas e promessas artificiais de controle de apetite, a Ocean Drop aposta em um caminho mais direto: comida de verdade, rótulo limpo e praticidade para o dia a dia. A marca acaba de incluir em seu portfólio snacks proteicos veganos, assados e com 12 gramas de proteína por porção, pensados para quem busca manter uma alimentação equilibrada mesmo em uma rotina intensa. A proposta é clara: ser uma alternativa funcional e saborosa aos snacks tradicionais, normalmente ricos em sódio, gorduras ruins e calorias vazias. Disponíveis nos sabores queijo, lemon pepper e pizza, os snacks foram desenvolvidos para encaixar em diferentes momentos do dia, do intervalo entre reuniões ao pós-treino, sem comprometer uma alimentação consciente. A alta concentração de proteínas vegetais contribui para maior saciedade, energia mais estável e suporte à manutenção da massa muscular e recuperação após exercícios. Clean label como ponto de partida A formulação reflete o posicionamento da marca. Os snacks são 100% veganos, livres de glúten, lactose e transgênicos, e levam apenas ingredientes selecionados, como farinha de arroz, proteína isolada de ervilha, farinha de quinoa, chia e condimentos naturais. Tudo isso com menor teor de gorduras, carboidratos, sódio e calorias quando comparado aos snacks convencionais, mantendo textura crocante e sabor marcante. Mais do que seguir tendências, a Ocean Drop reforça uma visão de bem-estar menos extremista e mais sustentável no longo prazo. “Vivemos um momento em que o corpo saudável virou uma meta central, mas muitas vezes buscamos caminhos artificiais para chegar lá”, afirma Juliana Correia, diretora de inovação e cofundadora da marca. “Queremos mostrar que existe um meio-termo possível, baseado em escolhas simples, alimentos reais e prazer em comer.” Os snacks proteicos Ocean Drop já estão disponíveis em packs práticos no site oficial da marca, pensados para acompanhar o ritmo de quem busca equilíbrio sem complicação. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/