24 - 26 de Abril

Expo Center Norte - SP

Para além das festas: o projeto wellness do Réveillon Arcanjos N1

Em meio à intensidade do réveillon mais disputado de Alagoas, o Heaven Lounge surge como um convite ao equilíbrio um espaço de pausa, conexão e experiências que ampliam o conceito de celebração para além das noites. Entre festas concorridas, line-ups de peso e a energia que transformou a Barra de São Miguel em um dos destinos mais desejados da virada brasileira, o Arcanjos N1 dá um passo além da programação tradicional. A proposta do Heaven Lounge é simples e potente: celebrar também é saber desacelerar. Integrado à paisagem natural e com vista para o mar alagoano, o lounge funciona como um ponto de respiro ao longo da semana. Um espaço pensado para quem busca uma vivência mais completa, alternando movimento e descanso, encontros sociais e momentos de silêncio. Aqui, o dia ganha protagonismo tanto quanto a noite. A iniciativa acompanha uma mudança clara no comportamento do público: viver o verão de forma mais equilibrada. Aproveitar as festas, sem abrir mão do bem-estar, do descanso e da conexão com o corpo. Nesse contexto, o Heaven Lounge deixa de ser um complemento e passa a ser parte central da experiência Arcanjos N1, transformando a virada em uma semana de vivências, natureza e autocuidado. A programação reúne aulas funcionais e de yoga, sessões de massagem, torneio de tênis, banheira de gelo, além de drinks proteicos e snacks saudáveis ao longo do dia. Fora do lounge, a própria Barra de São Miguel amplia o repertório com atividades ao ar livre como kitesurf, futevôlei, beach tennis, passeios de quadriciclo e surf na Praia do Francês. No Arcanjos N1, o réveillon deixa de ser apenas sobre atravessar a noite. Ele passa a ser sobre como você escolhe viver cada dia da virada. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Por que a Les Cinq não tem intenção de expandir?

No coração dos Jardins, em São Paulo, uma academia está virando o jogo do mercado de wellness com uma proposta radical: exclusividade levada ao extremo. Com uma mensalidade de R$ 3.500, a Les Cinq, comandada pelo CEO Rodrigo Sangion, não aposta em volume, mas em uma experiência de altíssimo valor que a tornou a mais cara do Brasil. Qual o segredo por trás do luxo? A fórmula é simples: baixo volume de alunos, alta margem de lucro. Enquanto o mercado tradicional briga por preço e promoções, a Les Cinq rejeita descontos para preservar seu posicionamento. O foco está no atendimento hiperpersonalizado, com acesso direto a nutricionistas e fisioterapeutas sem custo extra e turmas reduzidas. O resultado? Uma impressionante taxa de fidelização de mais de 70%, provando que o público de alto padrão busca valor, não pechincha. A exclusividade está pagando as contas? Os números confirmam que a estratégia funciona. Com uma base enxuta de 680 alunos ativos, a academia faturou R$ 12 milhões em 2024. A projeção para 2025 é ainda mais otimista: um crescimento de 30%, elevando a receita para R$ 15,6 milhões. O desempenho sólido mostra que existe uma demanda consolidada por serviços de bem-estar que entregam uma experiência premium de ponta a ponta. Mais que uma academia, uma marca de lifestyle. Engana-se quem pensa que o próximo passo é abrir novas unidades. Para manter o padrão de qualidade, a Les Cinq seguirá com sua única sede de 2.500 metros quadrados. A expansão vem de outra forma: a construção de um ecossistema de wellness. O primeiro passo foi o Yon Health, um café boutique anexo. No futuro, a marca planeja lançar linhas de roupas, acessórios e produtos nutricionais, transformando-se em uma grife de lifestyle que vai muito além do treino. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Café sem ansiedade: a aposta inesperada da MUD\WTR

Conhecida por desafiar o domínio da cafeína com blends à base de cogumelos, a MUD\WTR resolveu dar um passo curioso (e estratégico): lançou o próprio café. Mas, como era de se esperar, do jeito deles. O novo Mushroom Coffee não tenta competir com o café tradicional na pancada de estímulo. Ele reprograma a experiência. A fórmula mistura grãos Arabica em potência total com Swiss Water® decaf, resultando em apenas 45 mg de cafeína por xícara, cerca de um quinto de um café comum, combinados com 2.250 mg de cogumelos funcionais e 125 mg de L-teanina para uma energia mais estável e controlada. Cafeína, mas sem montanha-russa Em vez de demonizar o café, a MUD\WTR escolheu refiná-lo. A lógica aqui é simples: menos pico, menos ansiedade, menos crash. A cafeína entra como coadjuvante, não como protagonista. O resultado é um café pensado para foco contínuo, não para aceleração artificial. O que tem dentro da xícara A composição segue o DNA funcional da marca: Menos estímulo. Mais controle. Tudo é 100% orgânico, testado por terceiros e feito com cogumelos cultivados nos EUA. A proposta é entregar o que a marca chama de “energia com foco a laser”, sem o nervosismo, a dispersão ou o cansaço que costumam aparecer horas depois do café tradicional. O que isso sinaliza A MUD\WTR não voltou atrás no discurso. Ela evoluiu. Ao lançar um café de baixa cafeína, funcional e consciente, a marca reconhece algo que o mercado inteiro começa a admitir: o problema nunca foi o café foi o excesso. Em vez de escolher entre cafeína ou bem-estar, a nova fase é sobre equilíbrio. E, pelo visto, até o café está entrando nessa conversa. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

O Positiv amplia a linha MENO e aprofunda o olhar sobre a menopausa real

A O Positiv Health acaba de expandir sua linha MENO com três novos suplementos que miram sintomas pouco discutidos, mas bastante comuns da perimenopausa e da menopausa: saúde cardiovascular, visão e cognição. A proposta é clara: ir além dos fogachos e das oscilações de humor e tratar o impacto sistêmico da queda do estrogênio no corpo feminino. Menopausa não é um sintoma. É uma transição do corpo inteiro. À medida que os níveis hormonais mudam, funções antes estáveis começam a dar sinais de desgaste silencioso. Pressão arterial, memória, foco e até hidratação ocular entram nessa conta. Os novos produtos da linha MENO partem exatamente dessa premissa, usando ingredientes com respaldo clínico para oferecer suporte direcionado a essas frentes menos óbvias e historicamente negligenciadas. Coração e pressão: além do “cardio básico” O MENO Heart + Blood Pressure Support combina CoQ10 em dosagem alinhada a estudos clínicos sobre circulação e pressão arterial dentro da faixa saudável com extratos de açafrão, beterraba, oliva e pinheiro. O diferencial está na abordagem multifatorial: enquanto o CoQ10 atua na eficiência cardiovascular, o açafrão entra como modulador de estresse e apoio ao controle de peso, dois pontos críticos nessa fase da vida. Olhos cansados também são hormonais Secura, ardor e fadiga ocular não costumam entrar na conversa sobre menopausa, mas são queixas recorrentes. O MENO Eye Health foi formulado para esse cenário, combinando luteína e zeaxantina — antioxidantes conhecidos pela proteção da retina — com extrato de mirtilo para reduzir o estresse oxidativo. A presença da vitamina A complementa o suporte à hidratação ocular. Quando a névoa mental aparece O famoso brain fog ganha atenção no MENO Brain Health + Memory Support. A fórmula traz fosfatidilserina e extrato de sálvia para memória e concentração, além de Huperzina A e creatina, ingredientes associados ao suporte cognitivo e à saúde cerebral no longo prazo. A ideia não é apenas “dar energia”, mas sustentar clareza mental em uma fase de transição neurológica real. Em resumo A expansão da linha MENO reforça um movimento maior: tratar a menopausa como um processo fisiológico complexo, que exige soluções específicas e não genéricas. Ao mirar coração, olhos e cérebro, a O Positiv sinaliza que o futuro do cuidado feminino passa por precisão, educação e menos tabu. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

MILER RUNNING apresenta coleção Winter 2025 focada na realidade do inverno urbano

A MILER RUNNING lançou sua Coleção Winter 2025, ampliando o portfólio com 18 peças distribuídas em duas novas linhas pensadas para quem corre o ano inteiro: a Cold Collection, voltada para treinos em temperaturas baixas, e a Podium Collection, focada em aquecimento, recuperação e o pós-treino. Desempenho para correr no frio A Cold Collection marca um passo importante para a marca ao apresentar sua primeira peça de outerwear: uma jaqueta corta-vento ultraleve e compactável, com apenas 55 gramas. O modelo traz zíper bidirecional, ajuste por cordão e painel traseiro ventilado para controle térmico durante o esforço. Além do preto, a jaqueta chega na cor Salt, um cinza claro semitransparente pensado para aumentar a visibilidade em corridas de madrugada ou à noite. Outro destaque é a Work Running Full Tight, versão de comprimento total do half-tight mais conhecido da marca. Produzida com malha francesa de alta qualidade, a peça conta com múltiplos bolsos, barra com zíper e proteção contra atrito, pensada para quem treina mesmo quando o clima não ajuda. A linha se completa com a Base Running Long Sleeve, feita com tecido Coolmax em mesh e costuras coladas, utilizando a mesma tecnologia da versão de manga curta já popular entre os corredores da marca. Do café ao treino Já a Podium Collection leva o foco para o conforto fora da pista, sem abandonar o DNA performance. O Podium Hoodie aposta em uma malha italiana mais pesada, com modelagem levemente cropped e zíperes discretos, funcionando tanto no aquecimento quanto no pós-corrida. A coleção inclui ainda um boné five-panel em nylon acetinado, com branding sutil, equilibrando estética streetwear e funcionalidade esportiva, uma peça que transita facilmente entre o treino e a rotina urbana. Detalhes que fazem diferença A Winter 2025 também adiciona itens refletivos para treinos em ambientes de pouca luz, manguitos para dias de temperatura instável e novas cores para best-sellers da marca, como o Work Running 2-in-1 Short. Fotografada no Financial District de Manhattan, onde fica o novo estúdio da MILER, a campanha traduz o espírito da coleção: ruas vazias, frio cortante, múltiplos cafés e a satisfação silenciosa de correr antes da cidade acordar. Mais do que lançar produtos de inverno, a MILER reforça seu posicionamento ao falar com quem vive a corrida como rotina: faça frio, chuva ou madrugada. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Hundred Health aposta em planos de 100 dias para transformar dados de saúde em ação preventiva

A Hundred Health está entrando no jogo da saúde preventiva com uma proposta clara: transformar dados médicos dispersos em planos práticos, personalizados e acionáveis. A nova plataforma reúne histórico clínico, exames laboratoriais e dados de wearables para criar planos de ação de 100 dias focados em prevenção e performance de longo prazo. Com uma assinatura anual de US$ 499, os membros têm acesso a duas rodadas de exames laboratoriais completos por ano e a recomendações personalizadas baseadas em biomarcadores — posicionando a Hundred como mais uma peça na corrida global pelo chamado Personal Health OS. Dados organizados, decisões claras O grande diferencial da Hundred está na integração. A plataforma se conecta a mais de 300 sistemas de prontuário eletrônico, consolidando exames, diagnósticos, prescrições e procedimentos médicos em um único lugar. A isso, soma dados de dispositivos como Oura, WHOOP e Apple Watch, criando uma visão contínua da saúde do usuário. Os membros realizam dois painéis laboratoriais avançados por ano, analisando mais de 80 biomarcadores, em uma rede de cerca de 5.000 laboratórios parceiros nos Estados Unidos. Em vez de entregar apenas resultados, a plataforma organiza essas informações em protocolos claros. Planos de 100 dias, não relatórios infinitos A Hundred traduz os dados em planos estruturados de 100 dias, cobrindo nutrição, movimento, recuperação e suplementação. Cada protocolo inclui recomendações objetivas, com até seis suplementos indicados, orientações de dose e timing, além de descontos de até 20% em marcas como Thorne e Momentous. A lógica é simples: menos sobre “otimizar tudo ao mesmo tempo” e mais sobre executar bem ciclos curtos e mensuráveis. O que acontece entre uma consulta e outra A proposta da Hundred não é substituir médicos, mas atuar no espaço entre consultas. Pelo aplicativo, o usuário recebe ações diárias, facilitando a aplicação prática de dados que normalmente ficam restritos a PDFs ou portais clínicos pouco intuitivos. “Existe uma enorme diferença entre saber seus números e saber o que fazer com eles”, afirma Smith, fundador da Hundred. A ideia nasceu depois de ele descobrir, por meio de exames avançados, que seu corpo estava envelhecendo mais rápido do que o esperado — e perceber como a maior parte das informações médicas ainda chega ao paciente sem contexto ou direcionamento. O movimento maior A Hundred se junta a uma onda crescente de plataformas que buscam estruturar a saúde preventiva com base em dados contínuos, biomarcadores e IA. O desafio agora não é mais coletar informações, mas interpretar, priorizar e transformar dados em decisões reais. Ao apostar em planos de curto prazo, integração profunda e clareza operacional, a Hundred Health tenta resolver uma das maiores dores da saúde moderna: saber exatamente o que fazer depois de receber seus exames. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

SuperBeets Sport aposta na ciência do óxido nítrico para melhorar performance e recuperação

Em um mercado de suplementos cada vez mais saturado por promessas genéricas e fórmulas pouco transparentes, a Humann segue um caminho diferente com o SuperBeets Sport: ciência primeiro, marketing depois. O produto foi desenvolvido para apoiar condicionamento cardiovascular, resistência e recuperação, partindo de um ponto-chave da fisiologia humana: o óxido nítrico. Por que o óxido nítrico importa no exercício O sistema cardiovascular humano percorre quase 100 mil quilômetros de vasos sanguíneos, responsáveis por levar oxigênio e nutrientes aos músculos. Durante o exercício, essa demanda aumenta de forma abrupta. É aí que entra o óxido nítrico, uma molécula essencial para a saúde vascular. Ele atua relaxando os vasos sanguíneos, facilitando o fluxo de sangue. Na prática, isso significa mais oxigênio chegando aos músculos, maior capacidade de sustentar o ritmo, executar séries mais longas e manter a intensidade em treinos exigentes. O SuperBeets Sport foi formulado justamente para apoiar a produção natural de óxido nítrico pelo corpo, usando compostos derivados da beterraba em uma proporção específica de nitratos e nitritos, considerada mais eficiente do que pós de beterraba convencionais. Ciência premiada e validação no esporte A Humann nasceu a partir de pesquisas da University of Texas, baseadas em estudos que ajudaram a consolidar o papel do óxido nítrico na saúde cardiovascular — um campo que já rendeu até Prêmio Nobel. Não por acaso, o produto ganhou espaço no esporte de alto rendimento. Hoje, mais de 160 equipes profissionais e universitárias utilizam o SuperBeets Sport, incluindo programas ligados à Universidade do Texas, que acumulou 20 títulos nacionais ao longo da parceria com a marca. Outro ponto relevante: todas as versões do produto possuem certificação NSF Certified for Sport, o que garante que cada lote é testado contra mais de 290 substâncias proibidas. Um selo importante para atletas que competem e precisam de segurança absoluta. O que tem (e o que não tem) O SuperBeets Sport aposta em uma formulação limpa. É feito a partir de beterrabas não transgênicas, com origem sustentável, e não contém cafeína nem estimulantes. Também é vegano, livre de glúten, soja, lactose e adoçantes artificiais, além de passar por testes independentes de pureza e potência. A proposta é funcionar como um combustível cardiovascular, não como um pré-treino estimulante. Experiência e uso Um dos obstáculos comuns de produtos à base de beterraba é o sabor terroso. Aqui, a marca optou por um perfil Wild Cherry, mais ácido e refrescante, pensado para consumo fácil antes do treino. A recomendação é misturar duas medidas em água cerca de 20 a 30 minutos antes da atividade física. Para quem faz sentido O SuperBeets Sport não se posiciona apenas para atletas de elite. A ideia é apoiar qualquer pessoa que queira extrair mais qualidade do treino, seja em uma corrida curta, uma sessão intensa de musculação ou até em treinos rápidos encaixados na rotina. Se a sensação de “bater no muro” chega cedo demais, ou se a recuperação parece insuficiente, o produto entra como uma ferramenta simples para otimizar o que já existe: o sistema cardiovascular. Em um cenário onde performance sustentável e saúde caminham juntas, a Humann aposta que melhorar o fluxo sanguíneo pode ser um dos ajustes mais subestimados e mais eficazes do treinamento moderno. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Por Que a Australia Baniu Redes Sociais Para Menores de 16 Anos?

A Austrália deu um passo ousado e mandou o recado para as big techs: a partir de agora, jovens com menos de 16 anos estão oficialmente proibidos de usar redes sociais como Instagram, TikTok e YouTube. A lei, que entrou em vigor em dezembro de 2025, é uma das mais rígidas do mundo e visa proteger a saúde mental de uma geração que já nasceu conectada. Por que a Austrália apertou o cerco? A decisão não veio do nada. A medida é uma resposta direta à crescente crise de saúde mental entre adolescentes, com estudos ligando o uso excessivo das plataformas a casos de ansiedade, depressão e distúrbios de imagem. A arquitetura viciante das redes, que usa gatilhos neurocientíficos para prender a atenção, foi apontada como um dos principais vilões, especialmente para cérebros ainda em desenvolvimento. A inspiração para a lei veio até da literatura, com o livro “The Anxious Generation” de Jonathan Haidt servindo como base intelectual para a mudança. Proibir funciona ou a briga só começou? Claro que a medida gerou polêmica. As empresas de tecnologia contestaram a lei na justiça, enquanto críticos argumentam que uma proibição total fere a liberdade de informação. A alternativa, segundo eles, seria investir em educação digital e em uma regulação mais inteligente das plataformas, em vez de um bloqueio direto. Mesmo assim, o governo australiano, liderado pelo primeiro-ministro Anthony Albanese, bancou a decisão, que conta com o apoio de 77% da população. E agora? Um novo mercado de bem-estar digital Enquanto a Austrália vira um laboratório global, outros países como França e Dinamarca já estudam movimentos parecidos. Mas a grande virada de chave pode estar no mercado. Essa proibição abre uma avenida de oportunidades para a criação de apps e soluções focadas em bem-estar digital (digital well-being). A demanda por ambientes digitais mais seguros e ferramentas que ajudem a gerenciar o tempo de tela e o vício em dopamina nunca foi tão alta. A decisão australiana, mais do que uma lei, é um sinal claro de que o futuro da tecnologia terá que colocar o bem-estar em primeiro lugar. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Adeus, injeção? A nova era dos remédios para obesidade é oral e mais barata.

A corrida pelo tratamento da obesidade está prestes a mudar de rota. As gigantes farmacêuticas Novo Nordisk e Eli Lilly se preparam para lançar, a partir de 2026, medicamentos orais baseados em GLP-1, prometendo uma alternativa mais conveniente e acessível aos populares tratamentos injetáveis como Wegovy e Ozempic. Pílula vs. Injeção: o que muda no bolso e na balança? A principal virada de chave está no acesso. Com preços iniciais estimados em US$ 149 por mês, as pílulas quebram a barreira dos quase US$ 1.000 mensais das versões injetáveis. Essa mudança não só democratiza o tratamento, mas atrai um público que antes evitava as agulhas. Em termos de eficácia, os estudos já apontam uma competição acirrada: a pílula de semaglutida da Novo Nordisk indica uma perda de peso de até 16,6%, enquanto o orforglipron da Eli Lilly chega a 12,4%. Quem vai dominar o mercado de US$ 22 bilhões? O potencial é gigante. Projeções da Goldman Sachs estimam que o segmento de medicamentos orais para obesidade pode movimentar US$ 22 bilhões até 2030. E a disputa pela liderança já tem um favorito: a Eli Lilly deve abocanhar 60% desse mercado, contra 21% da Novo Nordisk. A estratégia agressiva de preço e acesso da Lilly parece ser o diferencial, provando que a briga vai além da eficácia clínica. Enquanto isso, outras farmacêuticas como Pfizer, Roche e AstraZeneca correm para não ficar para trás. O futuro do wellness é integrado e acessível. Essa inovação é um reflexo claro de uma tendência maior na saúde: a busca por soluções amigáveis e escaláveis. Mover o tratamento de uma injeção para uma pílula é uma jogada tão estratégica quanto a própria descoberta do medicamento. Para o ecossistema de wellness, a mensagem é clara: o futuro pertence a quem combinar conveniência, custo e uma experiência de usuário impecável. A revolução oral está só começando e promete redefinir não apenas o tratamento da obesidade, mas toda a nossa abordagem sobre saúde metabólica. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

A Energia nos passos: como a calçada de energia está transformando Londres

Imagine caminhar até o trabalho e saber que cada passo que você dá está, na verdade, ajudando a pagar a conta de energia do bairro. Na Bird Street, uma rua localizada no centro de Londres, as calçadas cinéticas transformam o tráfego de pedestres em eletricidade para iluminar as ruas e alimentar alto-falantes. Uma faixa de cerca de dez metros quadrados captura milhares de passos em um dia movimentado, suficiente para alimentar iluminação LED, beacons Bluetooth e até um pequeno sistema de dados e som ao redor das lojas. Essa inovação não é um truque de feira; trata-se de uma tecnologia concreta, projetada para tornar a rua mais sustentável e inteligente. Com cada passo, uma pequena explosão de energia ajuda a dar vida ao ambiente urbano, mostrando que até os gestos mais cotidianos podem se tornar um recurso circular. Como Funciona a Calçada de Energia A tecnologia por trás dessa calçada futurista é simples e engenhosa: pisos piezoelétricos especiais, que, ao serem comprimidos pelo peso das pessoas, ativam um pequeno mecanismo capaz de gerar energia. Embora seja uma quantidade modesta, ela é suficiente para acionar a iluminação da rua e alimentar dispositivos de baixo consumo. A calçada instalada em Londres cobre aproximadamente 10 metros quadrados e, em um dia agitado, pode registrar milhares de passos, criando um fluxo contínuo de energia. Os pedestres podem até monitorar, via aplicativo, em tempo real a quantidade de energia que estão gerando. Essa interação surpreendente torna visível algo que normalmente não percebemos: o impacto energético de cada movimento. Uma Rua Inteligente e Sustentável A Bird Street não se limita a gerar eletricidade. Além disso, sensores de qualidade do ar e instalações de som foram integrados à calçada. Essa “rua inteligente” em pequena escala foi projetada para mostrar que a tecnologia pode melhorar a vida urbana sem interromper o cotidiano das pessoas. Embora seja verdade que uma calçada como a de Bird Street nunca vá alimentar um bairro inteiro, seu valor não está nos números da conta de energia. O valor está na mensagem que ela transmite: qualquer espaço urbano, como uma praça, estação ou shopping, pode se tornar um pequeno ponto de energia limpa e participativa. Repensando o Modelo Urbano O poder da “calçada de energia” está justamente em nos fazer imaginar um novo modelo de cidade: não mais como consumidores passivos, mas como produtores distribuídos, onde a energia vem dos gestos diários das pessoas, do simples ir e vir das pessoas pela cidade. Acima de tudo, essa inovação nos lembra que a transição ecológica não é feita apenas de grandes instalações e decisões políticas, mas também de inovações pequenas e inteligentes que mudam a mentalidade das pessoas antes mesmo de transformar a paisagem urbana. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/