24 - 26 de Abril

Expo Center Norte - SP

SUS 2.0: Como a telemedicina está virando o jogo na saúde pública

O Ministério da Saúde está pisando fundo na aceleração digital do SUS. Com a telemedicina como carro-chefe, a estratégia é clara: democratizar o acesso a especialistas, reduzir a mortalidade materna e neonatal e, de quebra, diminuir a pegada de carbono do setor. Em parcerias com gigantes como o Hospital Sírio-Libanês e o Hcor, a iniciativa está redesenhando o futuro da saúde no Brasil. Na prática, como a tecnologia quebra barreiras? A revolução acontece em várias frentes. Programas como o Telenordeste já oferecem teleconsultas em 30 especialidades, conectando médicos de ponta a equipes de saúde da família em regiões remotas. Ao mesmo tempo, o Proadi-SUS alavanca a expertise de hospitais de elite para capacitar profissionais locais, permitindo que o SUS escale o atendimento especializado sem precisar expandir sua infraestrutura física. A lógica é simples: levar o conhecimento até o paciente, e não o contrário. O impacto real vai muito além da tela Os resultados já são visíveis e transformam vidas. Gestantes em áreas remotas são telemonitoradas para prevenir complicações, enquanto a telepatologia agiliza diagnósticos de câncer. Em casos complexos, cirurgiões experientes guiam procedimentos de cardiopatias congênitas em tempo real, à distância. O efeito prático é a redução de deslocamentos desgastantes e custosos para os pacientes, garantindo acesso a um cuidado de alta qualidade onde quer que eles estejam. Saúde pública com pegada sustentável? Sim, é possível. Um estudo do Sírio-Libanês revelou que apenas 4.642 teleconsultas evitaram mais de 350 mil quilômetros em viagens. O resultado? Uma redução de aproximadamente 21,9 toneladas de emissões de CO2. A iniciativa prova que a otimização de recursos e a sustentabilidade podem andar de mãos dadas, alinhando a saúde pública às tendências de ESG. Um novo horizonte de oportunidades A digitalização do SUS não é mais uma promessa, é um movimento consolidado que abre um novo mercado. Para empreendedores do setor de wellness e executivos de tecnologia, as parcerias público-privadas mostram um caminho claro para inovar com propósito. O momento é de criar soluções que melhorem a vida de milhões de brasileiros, construindo um sistema de saúde mais inteligente, equitativo e, acima de tudo, humano. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Wegovy em pílula: a revolução que vai aposentar as injeções?

A Novo Nordisk, gigante farmacêutica por trás do Wegovy e Ozempic, está prestes a virar o jogo no controle de peso. A empresa anunciou que busca aprovação para uma versão oral do seu medicamento blockbuster, uma iniciativa que promete aposentar as agulhas e democratizar o acesso a um dos tratamentos mais comentados da atualidade. Por que um comprimido muda tudo? A grande sacada é a conveniência. Ao oferecer uma alternativa não injetável, a Novo Nordisk ataca diretamente uma das maiores barreiras para a adesão ao tratamento: o medo de injeções. A estratégia amplia o mercado para milhões de novos pacientes e alinha o tratamento de obesidade a uma macrotendência do setor de saúde e bem-estar: a busca por soluções menos invasivas e mais integradas à rotina. Mas funciona? Os números falam por si. Os dados dos ensaios clínicos são robustos. O estudo OASIS 4 revelou que a pílula de semaglutide promoveu uma perda de peso média de 16,6%, rivalizando com a eficácia da versão injetável. Além disso, 71,1% dos participantes com pré-diabetes normalizaram seus níveis de açúcar no sangue. O tratamento também mostrou melhorias significativas em marcadores cardiovasculares e na função física, com resultados positivos e específicos para mulheres em diferentes estágios da menopausa, reforçando a tendência de personalização. Um xeque-mate no mercado bilionário. Esse movimento é uma jogada estratégica para consolidar a liderança da Novo Nordisk no aquecido mercado de drogas GLP-1, combatendo a forte concorrência de rivais como a Eli Lilly. Ao apresentar dados sólidos e inovar no formato de entrega, a empresa não apenas defende sua posição, mas redefine as expectativas do consumidor, criando um novo padrão para o futuro dos tratamentos de obesidade. Para executivos e empreendedores do setor de wellness, o recado é claro: o futuro é data-driven, focado em conveniência e desenhado para uma experiência de usuário impecável. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Colesterol: o jogo duplo que define o futuro do seu cérebro

Esqueça a velha história de que o colesterol só importa para o coração. A nova fronteira do wellness mostra que a batalha entre o “bom” (HDL) e o “ruim” (LDL) está acontecendo dentro da sua cabeça, com impacto direto na sua performance cognitiva e no risco de doenças como o Alzheimer. O herói e o vilão da sua mente De um lado, o HDL funciona como um verdadeiro guarda-costas para o cérebro. Estudos apontam seu efeito neuroprotetor, associado a um maior volume de matéria cinzenta e à preservação da função cognitiva. Um levantamento com 1.800 adultos mostrou que o HDL chega a proteger até mesmo portadores do gene ApoE4, um conhecido fator de risco para o Alzheimer. Do outro lado, o LDL age como um sabotador. Níveis elevados na meia-idade (entre 40 e 65 anos) aumentam significativamente o risco de demência. O mecanismo é sutil e destrutivo: o excesso de LDL prejudica as microglias, as células responsáveis pela “limpeza” cerebral, diminuindo sua capacidade de remover as placas amiloides tóxicas que caracterizam o Alzheimer. Por que a meia-idade é a janela crítica? O cérebro é um sistema quase autossuficiente, que sintetiza seu próprio colesterol e o isola do resto do corpo através da barreira hematoencefálica. No entanto, ele não está imune a problemas sistêmicos. Condições como obesidade e hipertensão afetam indiretamente o metabolismo lipídico cerebral. A ciência mostra que a influência do colesterol na demência é mais forte justamente na meia-idade, um período crítico para tomar as rédeas da saúde e prevenir danos futuros. A estratégia para blindar sua performance cognitiva Manter o equilíbrio do colesterol é uma das estratégias mais eficientes para garantir a longevidade e a saúde mental. A boa notícia é que as ferramentas já são conhecidas: dieta equilibrada, atividade física regular e, quando necessário, o uso de estatinas. Adotar esses hábitos não apenas protege o coração, mas cria um escudo contra o declínio cognitivo. No fim das contas, gerenciar o colesterol deixa de ser apenas sobre evitar um infarto e se torna um investimento direto na sua clareza mental e performance a longo prazo. É o biohacking mais fundamental de todos: cuidar do corpo para garantir a potência da mente no futuro. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Como a SWTHZ está redefinindo o recovery com suítes privadas?

A SWTHZ chegou para virar o jogo da terapia de contraste. Em vez dos espaços comunitários que intimidam muita gente, a marca aposta em suítes privadas e personalizáveis que combinam sauna, imersão em água fria e tecnologia de ponta para criar uma experiência de wellness exclusiva, focada no senso de pertencimento. O que tem dentro do combo? Cada suíte é um verdadeiro refúgio particular. Equipada com sauna de infravermelho, ducha de vitamina C e um tanque de imersão fria com temperatura controlada, a experiência é pensada para ser acolhedora e zero intimidadora. O design com madeiras quentes, cores neutras e iluminação suave reforça a sensação de um ambiente seguro. Para completar, amenidades como secadores Dyson, Wi-Fi e speakers Bluetooth permitem que o usuário personalize cada detalhe, alinhado à filosofia de “luxo acessível”. Autonomia na ponta dos dedos A grande sacada da SWTHZ é a integração tecnológica. Pelo app da marca, o cliente tem controle total sobre sua jornada: pode customizar as sessões de terapia, alternando entre quente e frio, e acompanhar seu progresso. A estratégia vai além, com a empresa explorando parcerias com marcas de wearables para integrar dados de saúde, tornando a experiência ainda mais inteligente e sob medida para as necessidades de cada um. O resultado? Um negócio que bomba Essa aposta na personalização e inclusão — com suítes acessíveis para pessoas com deficiência (PCD) — está dando mais do que certo. A SWTHZ reporta taxas de retenção altíssimas, indicações fortes e um NPS em constante crescimento. O modelo de expansão via franquias, que incorpora o feedback de clientes e parceiros, garante um crescimento sustentável. Na prática, a marca está convertendo satisfação em métricas que importam: receita e lealdade. Ao se diferenciar de concorrentes que focam em serviços escaláveis ou addons de academia, a SWTHZ prova que o futuro do bem-estar é pessoal, privado e tecnológico. A empresa não vende apenas terapia; ela oferece um espaço seguro que constrói valor emocional, fideliza clientes e redefine o que significa cuidar de si. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

CrossFit: Mais que uma comunidade, uma cultura que transforma vidas

Hoje, o termo “comunidade” está por toda parte. Mas, no fim das contas, ele é raso, uma questão de proximidade, não de poder real. CrossFit, a marca de saúde, performance e esporte, leva isso para outro nível. Aqui, a verdadeira força não está só em se reunir, mas em pertencer a algo que vai além. A cultura do CrossFit não é algo que se cria em um evento rápido ou numa visita qualquer; é algo que se conquista com esforço diário, com superação e, principalmente, com resiliência ganha. A Cultura do CrossFit Cultura é muito mais do que um simples conjunto de valores compartilhados. Ela é sobre identidade, conexão real e superação juntos. Por exemplo, unidades militares, movimentos que mudam a história ou grupos de pessoas que enfrentam desafios coletivos — todos têm uma cultura. No CrossFit, a cultura nasce da dificuldade compartilhada. Não se trata de um treino fácil ou de resultados instantâneos. Aqui, a dificuldade não é um obstáculo, mas uma ferramenta de transformação. Quando o CrossFit surgiu, as aulas de grupo já existiam. Aeróbica e spinning estavam por toda parte. Mas, ao começar a se reunir em galpões simples ao redor do mundo, o que o CrossFit fez foi algo diferente: juntar pessoas para suportar o esforço juntos. Foi assim que nasceu uma cultura poderosa, onde o difícil é enfrentado em conjunto, e a saúde vai além da estética, se tornando uma verdadeira intervenção de bem-estar. A Tríade da Saúde CrossFit questiona a própria estrutura do sistema de saúde dos EUA, que, segundo a marca, não consegue lidar com a verdadeira saúde, apenas com gestão de doenças. A solução não está em mais tecnologia ou dinheiro, mas em prevenção e transformação dos hábitos. O sistema está sobrecarregado, dividido em especialidades que falham em conectar as partes do corpo e da mente. E, no meio disso tudo, a prevenção é enterrada. É aqui que o CrossFit se destaca com uma mensagem clara e sem rodeios: “Não somos apenas fitness”, diz Jennifer Pishko, cofundadora da CrossFit Medical Society, formada por médicos que reconhecem a importância do estilo de vida para a saúde. “Somos saúde de base, acontecendo no mundo real.” O modelo de afiliados do CrossFit é mais do que uma estratégia de expansão. Ele traz à tona o modelo biopsicossocial, que envolve não só o físico, mas também o psicológico e o social. A saúde que o CrossFit propõe é sem burocracia, sem os obstáculos do sistema convencional. Mais que um treino, uma mudança de vida Não se trata apenas de levantar pesos ou correr mais rápido. O CrossFit trabalha com força, resistência, flexibilidade, poder, velocidade, coordenação, agilidade, equilíbrio, precisão e muito mais. Ao melhorar o VO₂ max, a densidade óssea, a saúde metabólica e a composição corporal, o CrossFit vai além do físico. Ele também trabalha o cérebro e as emoções. Os movimentos complexos e compostos exigem um esforço físico que não só fortalece o corpo, mas também cria adaptações neurológicas. E aquele desconforto mental nos últimos segundos de um treino? Ele vai além do físico. Constrói resiliência mental, criando uma capacidade de enfrentar qualquer desafio, não só no esporte, mas também na vida. Essa sofrência compartilhada no CrossFit cria laços mais fortes que amizades superficiais. Já vimos isso em equipes militares, times esportivos e entre primeiros socorros: nada cria laços tão fortes quanto enfrentar adversidade juntos. E o que vemos hoje é uma sociedade cada vez mais sozinha, lidando com o aumento da depressão, declínio cognitivo e doenças crônicas. O remédio? Conexão significativa e um senso de pertencimento — e isso é encontrado no CrossFit. Cultura, não clínica CrossFit acredita que o sistema de saúde nunca foi projetado para curar doenças crônicas. Ele foi feito para controlá-las, mediá-las e lucrar com isso. “Remédios e protocolos mantêm os sintomas à distância, mas não abordam a causa raiz”, diz Pishko. “Para mudar o curso, precisamos mudar os hábitos. E isso não acontece em uma consulta de 15 minutos.” A verdadeira prevenção e reversão de doenças exige mudanças diárias, dentro de um ambiente que exija consistência e responsabilidade, oferecendo apoio contínuo. E é isso que o CrossFit faz — através de um loop de sinal, ação e recompensa. O horário da aula é o sinal; a atividade do treino é a ação, e a recompensa vem com o dopamina, serotonina e oxitocina que são liberados no final do treino, tornando a experiência não só física, mas emocional. Essa recompensa cria um vínculo entre os membros, tornando os hábitos mais firmes e difíceis de quebrar. O sistema não nos ajuda, mas o CrossFit sim CrossFit é uma resposta a algo mais profundo na sociedade atual: estamos presos no disfunção sistêmica, impulsionada pelas grandes indústrias alimentícia e farmacêutica. Confortos modernos nos anestesiam, e as soluções rápidas são vendidas como soluções fáceis. Mas o CrossFit acredita que o verdadeiro problema de saúde pública hoje é a solidão, um mal que destrói mais do que a obesidade e é tão prejudicial quanto o fumo. “Humanos não foram feitos para ficar rolando feed e assistindo de longe”, diz Pishko. “Fomos feitos para caçar em grupos, carregar coisas pesadas e nos proteger, lado a lado.” Quando você está no treino, no momento mais difícil, e o cérebro grita para você parar, mas o colega ao lado não desiste, você não desiste também. Isso cria uma cultura de resiliência, garra e esforço coletivo, algo que a sociedade está perdendo e o CrossFit oferece de volta. Transformação é a promessa No fim das contas, o CrossFit não promete apenas fitness, mas transformação. Não é só sobre fazer parte de uma comunidade, mas sobre pertencer a algo que muda sua vida. E não é apenas sobre chegar lá — é sobre o que você se torna no caminho. “Você chega como está, e com o tempo, se torna mais do que imaginava ser”, diz Pishko. “E leva isso para o trabalho, para os relacionamentos e para a adversidade. Porque, depois de ultrapassar seus próprios limites, você sabe

IdentifyHer: dispositivo vestível com IA que decodifica os sintomas da perimenopausa

A IdentifyHer, liderada pela CEO Heidi Davis, acaba de lançar o Peri, um dispositivo vestível com inteligência artificial que promete decodificar os sintomas da perimenopausa. A proposta é transformar dados sobre ondas de calor, ansiedade e sono em insights práticos para o bem-estar feminino, preenchendo uma lacuna crítica no mercado de saúde. Como ele funciona na prática? Esqueça os relógios de pulso. O Peri é um dispositivo discreto, em formato de pílula, que adere à pele sob o peito para uma coleta de dados mais precisa. Usando tecnologia de biossensoriamento, ele monitora sinais vitais, temperatura da pele e respostas ao estresse. A grande sacada está na IA, que processa essas informações para diferenciar um sintoma real da perimenopausa de outras influências, como a temperatura do ambiente ou atividades diárias. Tudo isso é traduzido em um mapa de saúde personalizado, direto no aplicativo. Um nicho bilionário finalmente no radar Com 75% das mulheres enfrentando sintomas disruptivos nessa fase da vida, o lançamento do Peri ataca uma oportunidade de mercado gigante. O dispositivo é vendido diretamente ao consumidor por US$ 449 e atende a uma demanda crescente por soluções de saúde adaptadas a demografias específicas. A estratégia da IdentifyHer é clara: conquistar usuárias leais em um segmento subatendido e construir um modelo de receita recorrente, seja por assinaturas do app ou compras futuras. O futuro do bem-estar é hiper-personalizado O movimento da IdentifyHer se alinha a uma tendência maior, onde wearables como Oura e Ultrahuman estão expandindo seu foco do fitness geral para a saúde reprodutiva e hormonal. O reconhecimento do Peri como finalista do prêmio de inovação da CES 2025 reforça que o futuro do setor está em produtos de nicho, que usam IA para oferecer insights acionáveis e empoderar os consumidores. Para executivos e empreendedores, fica a lição: inovar em áreas ignoradas pode ser o caminho para criar valor real e se destacar. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Pilates high-tech: a aposta bilionária da iFIT em um mercado de US$ 8 bilhões

A iFIT acaba de sacudir o mercado de wellness com o lançamento do Reform RX Model S, um reformador de Pilates conectado que promete transformar o treino de baixo impacto. A jogada, que veio após a aquisição da Reform RX, marca a expansão estratégica da empresa para além do cardio, mirando um setor em plena ascensão. O que esse reformer tem de especial? Esqueça os aparelhos tradicionais. O Reform RX Model S combina design moderno com tecnologia de ponta. Ele vem com um “smart spine” que exibe os níveis de resistência em tempo real, um botão para controle preciso e uma barra com 28 posições ajustáveis, tornando o treino mais acessível e eficiente. Para completar a experiência, uma tela HD de 21,5 polegadas dá acesso a mais de 300 aulas on-demand com instrutores da iFIT, transformando qualquer espaço em um estúdio boutique. Por que apostar no Pilates agora? A resposta está nos números e na estratégia. O mercado de fitness conectado deve movimentar mais de US$ 8 bilhões até 2030, e a demanda por modalidades de baixo impacto nunca esteve tão alta. Ao adquirir a Reform RX e lançar o Model S, a iFIT não só diversifica seu portfólio, mas também entra de cabeça em uma tendência que valoriza saúde integral e conveniência, mostrando que está atenta ao que o consumidor moderno realmente quer. Mais que um aparelho, um ecossistema de bem-estar O grande diferencial é a integração. O reformador monitora dados biométricos como frequência cardíaca e calorias queimadas, sendo compatível com wearables como Whoop e Polar. Além disso, o app companheiro oferece análises pós-treino e fortalece o senso de comunidade. Essa abordagem, alinhada a parcerias com Ergatta e Samsung Health, mostra que a iFIT está construindo um ecossistema completo para aumentar o engajamento e a lealdade do usuário. O lançamento do Reform RX Model S não é apenas sobre um novo produto, mas sim um sinal claro do futuro do wellness: uma fusão entre hardware inteligente, software engajador e uma comunidade conectada. É a prova de que a tecnologia, quando bem aplicada, pode revolucionar até as práticas mais tradicionais. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Myo: a fisioterapia que quer te proteger do futuro

Esqueça a fisioterapia reativa que você só procura quando sente dor. A Myo, antiga Myodetox, está redefinindo o setor com uma abordagem de wellness preventivo e personalizado, focada em otimizar a performance e “blindar” seu corpo contra futuras lesões. Uma ideia que nasceu da dor de um dos fundadores e hoje mira a expansão global. E na prática, como funciona? A Myo opera como uma butique de cuidados corporais. As sessões de 60 minutos, que custam a partir de US$ 250, vão muito além do tratamento convencional. Elas incluem avaliações corporais completas, terapia manual e planos de exercícios personalizados pelo método “FutureProof”, que foca em mobilidade, força e consciência corporal. O ambiente não é clínico, mas sim acolhedor, criando uma experiência premium e direta com o cliente em locais como Nova York. A dor que virou inspiração A virada de chave veio de experiências pessoais. O fisioterapeuta Vinh Pham fundou a clínica após uma crise de saúde o fazer repensar o setor. Scott Marcaccio juntou-se a ele como cofundador depois de se tornar seu paciente por uma lesão nas costas, impressionado com a abordagem. A missão deles é clara: aumentar o “QI Corporal” global, ensinando as pessoas a cuidarem do corpo com a mesma naturalidade que cuidam da higiene dental, trocando o foco do sintoma para a solução. O futuro do wellness é preventivo Ao se posicionar como uma marca de “Fitness Tech”, a Myo surfa na onda do bem-estar personalizado e de alta performance. A estratégia não é apenas tratar quem já está lesionado, mas atrair um público ativo — como corredores — que busca longevidade e eficiência. Esse modelo abre portas para a integração de tecnologia, como apps de análise corporal, e mostra um caminho escalável para investidores, transformando a fisioterapia em um lifestyle de alto valor agregado. A Myo não está apenas consertando corpos; está construindo uma nova mentalidade sobre saúde. Ao unir dados, personalização e uma visão de futuro, a empresa prova que o maior luxo no bem-estar não é remediar, mas prevenir. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Brincar virou coisa de adulto? 

Em um mundo onde o burnout e a ansiedade se tornaram parte da rotina, a solução pode estar no seu baú de brinquedos. Longe de ser apenas nostalgia, o ato de brincar está se consolidando como uma ferramenta poderosa para a saúde mental e movimentando um mercado bilionário que finalmente entendeu: adultos também precisam se desconectar. A ciência por trás do play Não é só uma sensação, é biologia. Segundo o psiquiatra Stuart Brown, autor do livro “Play”, a brincadeira é um impulso tão vital para o bem-estar quanto o sono e a nutrição. Ele associa a supressão do lazer lúdico a quadros de depressão e ansiedade, reforçando que essa atividade melhora nossa adaptabilidade, criatividade e saúde geral. É nesse cenário que surge o fenômeno “kidult”, onde adultos, principalmente Millennials e Gen Z, buscam conforto e escapismo em produtos que remetem à infância para lidar com as incertezas do mundo moderno. Os números não mentem O mercado está atento a esse movimento. Uma pesquisa global da Lego revelou um dado alarmante: 93% dos adultos lidam com estresse regularmente. A boa notícia? 86% deles já usam a brincadeira como um método eficaz para aliviar essa pressão. O resultado é um boom no setor de brinquedos colecionáveis, que movimentou US$ 12,5 bilhões em 2021 e tem projeção de atingir US$ 35,3 bilhões até 2032. Marcas como a própria Lego já criaram estratégias como a “Adults Welcome”, com eventos exclusivos para esse público. Mais que um hobby, uma comunidade O poder do “adult play” vai além do individual. Brincar em grupo fortalece laços sociais e desenvolve a inteligência emocional. Plataformas como TikTok e Instagram se tornaram hubs para essa tendência, onde hobbies como livros de colorir e patinação viralizam não apenas pela estética, mas pelos benefícios terapêuticos. A validação online transformou atividades solitárias em movimentos coletivos, provando que a busca por leveza é um sentimento compartilhado. O recado é claro: reservar um tempo para atividades lúdicas, sem a pressão da performance ou da exposição, é um investimento direto em saúde mental. Para as empresas, a oportunidade está em criar produtos que unam mindfulness e diversão, atendendo a uma demanda crescente por bem-estar autêntico. No fim, talvez seja a hora de levar a brincadeira um pouco mais a sério. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Mamba Water lança bebida proteica e entra de vez no mercado de hidratação funcional

A Mamba Water — aquela marca de água em lata que tem Pedro Scooby e Letícia Bufoni como sócios — acaba de dar um passo ousado no território da hidratação funcional. A empresa lançou a Mamba Water Protein, uma bebida que une água e proteína na mesma lata. Cada unidade traz 20g de proteína do colágeno, BCAA, e uma fórmula sem açúcar, glúten, lactose ou soja — um diferencial em um mercado onde muitos produtos ainda carregam alergênicos. A ideia é simples: hidratar, recuperar e entregar performance no mesmo gole. A novidade chega em três sabores: Maracujá, Manga & Pêssego, Limão & Framboesa e Abacaxi com Hortelã. No primeiro momento, o produto será vendido nas principais redes varejistas do Sul e Sudeste, além do Mercado Livre, com entrega nacional. O movimento faz parte de uma tendência que não para de crescer. O mercado de água engarrafada no Brasil cresce cerca de 7,5% ao ano, impulsionado por um público cada vez mais atento à saúde, ao desempenho e à sustentabilidade. Segundo o Ministério da Saúde, o número de brasileiros que praticam atividade física aumentou de 49,9% para 54% entre 2016 e 2023, com destaque para capitais como Florianópolis e Vitória — onde mais de 60% da população se declara ativa. “As pessoas estão mais dispostas a cuidar da saúde, e isso transformou a forma como consomem. Criamos um produto funcional e prático, que ajuda na hidratação e no desempenho físico”, explica Felipe Della Negra, CEO da Better Drinks, unidade de marcas de impacto da Heineken SPIN, do Grupo HEINEKEN. Além da inovação no produto, há um propósito por trás. A marca, que triplicou sua presença em pontos de venda ao longo de 2025, mira chegar a 65 milhões de litros produzidos até 2030. E, com o programa Mamba Water Project, a cada lata vendida, um litro de água é doado para comunidades em vulnerabilidade. A projeção é chegar a 470 milhões de litros doados, beneficiando mais de 7 mil famílias em todo o país. A Mamba Water Protein consolida a marca como uma das apostas mais interessantes dentro do novo capítulo da wellness economy brasileira — onde performance, sustentabilidade e estilo de vida ativo caminham lado a lado. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/