24 - 26 de Abril

Expo Center Norte - SP

Ex- Google: Jonathan Berent da NextSense quer otimizar seu sono com um fone de ouvido

Jonathan Berent, um veterano do Google, não está para brincadeira. Depois de um susto de saúde detectado pelo seu Apple Watch, ele fundou a NextSense, uma health tech nascida no Google X com uma missão clara: usar a tecnologia para destravar os segredos do cérebro, começando pela otimização do nosso sono. Smartbuds: um personal trainer para a sua mente A grande aposta da NextSense são os Smartbuds, fones de ouvido inteligentes que vão muito além de tocar música. Equipados com biossensores avançados e uma inovação em ciência de materiais que permite um design compacto, eles monitoram as ondas cerebrais em tempo real. O objetivo? Entender seus estágios de sono e usar sons curados para aprimorar a qualidade do descanso e o foco durante o dia. O produto mira em profissionais tech-savvy, entre 35 e 45 anos, que buscam performance e bem-estar em um único gadget. Do susto pessoal à missão de negócio A jornada de Berent começou de forma inesperada em 2019, quando seu relógio detectou uma fibrilação atrial. Esse evento foi o gatilho para focar a tecnologia de monitoramento cerebral em aplicações de saúde. Em 2020, ele tirou a NextSense do papel, saindo do Google X com uma pequena equipe e a missão de democratizar o acesso a insights sobre a saúde cerebral. A empresa já garantiu mais de US$ 6 milhões em investimentos para tirar o projeto do papel. O futuro é muito maior que uma boa noite de sono Com uma estratégia de vendas diretas ao consumidor, a NextSense já está de olho no futuro. A empresa planeja usar suas patentes para expandir a aplicação dos Smartbuds para outras áreas, como auxílio para parar de fumar, regulação emocional e até tratamento de condições como epilepsia. O movimento consolida uma tendência clara no mercado de wellness: a fusão de wearables, biossensores e inteligência artificial para criar soluções de saúde cada vez mais personalizadas e integradas à nossa rotina. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Menos álcool, mais Business: Gen Z está virando o jogo das bebidas

O happy hour como a gente conhece pode estar com os dias contados. Uma nova onda de moderação, liderada pela Geração Z, está sacudindo o mercado de bebidas e forçando gigantes como Ambev e Diageo a repensarem suas estratégias. Mais do que uma tendência passageira, a sobriedade virou um statement de bem-estar, e as empresas que não se adaptarem correm o risco de ficar para trás. Por que a ressaca virou mico? Os números não mentem: 53% dos consumidores de álcool no Brasil reduziram a ingestão no último ano. O movimento é ainda mais forte entre os jovens de 18 a 26 anos, onde apenas 45% têm o hábito de beber, segundo dados da MindMiners. Os motivos? Uma combinação de maior conscientização sobre saúde mental e física — endossada pela OMS, que afirma não haver nível seguro para o consumo —, preocupação financeira e a influência das redes sociais, que transformaram o lifestyle saudável em um ideal de produtividade e autocontrole. O mercado acordou para a era “zero álcool” A resposta da indústria foi rápida e certeira. O mercado de cervejas sem álcool cresceu impressionantes 200% entre 2020 e 2023, e a projeção é que atinja 1 bilhão de litros em 2025. Vendo a oportunidade, a Ambev e a Diageo inundaram as prateleiras com lançamentos como Bud Zero, Corona Cero e Tanqueray 0.0%. Mas a inovação não parou por aí: as novas bebidas são funcionais, com baixas calorias e até infusão de vitaminas, atraindo um público que busca benefícios em cada gole. A Ambev já colhe os frutos, com um crescimento de 15% nas vendas e a expectativa de que o segmento sem álcool cresça cinco vezes mais rápido que o tradicional até 2028. O futuro é funcional e a oportunidade é agora A mudança de hábito vai além do copo e abre uma avenida de oportunidades para o setor de wellness. Para executivos e empreendedores, a mensagem é clara: o consumidor moderno busca experiências premium que se alinhem a um estilo de vida consciente. Isso significa integrar suplementos a bebidas, criar mocktails sofisticados em bares e usar o marketing de bem-estar para construir lealdade. A era da moderação não é uma ameaça, mas um convite para inovar e transformar a saúde em um negócio sustentável e relevante. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Felicidade pode estar associada a queda na mortalidade de doenças como diabetes e câncer

Deixe de lado o último superalimento da moda por um instante. Um estudo global publicado na revista Frontiers in Medicine acaba de colocar o bem-estar no centro do debate sobre saúde, mostrando que a felicidade está diretamente ligada a uma menor mortalidade por doenças crônicas como câncer e diabetes. A pesquisa, que analisou dados de 123 países, confirma o que a gente já sentia: cuidar da mente é cuidar do corpo. Mas existe uma “dose” mínima de felicidade? Sim, e a ciência mediu. A pesquisa revelou que um aumento de apenas 1% na percepção de felicidade da população pode reduzir em 0,43% a mortalidade por essas doenças. O detalhe crucial, no entanto, é que esse efeito protetor só aparece quando o nível de bem-estar atinge uma nota mínima de 2,7 em uma escala de 10. Abaixo disso, a felicidade sozinha não consegue mover a agulha da saúde, mostrando que é preciso um patamar básico de contentamento para colher os benefícios fisiológicos. O que acontece no seu corpo quando você está estressado A conexão não é mágica, é biológica. O estresse crônico dispara os níveis de cortisol, o famoso “hormônio do estresse”. Quando em excesso, ele suprime o sistema imunológico e promove um estado inflamatório constante no corpo, abrindo a porta para doenças. Em contrapartida, emoções positivas e um estado de bem-estar ajudam a modular essas respostas, fortalecendo nossas defesas e retardando a progressão de quadros crônicos. É a prova de que a saúde mental e física andam de mãos dadas. Felicidade não é a cura para tudo (mas quase) Apesar dos resultados animadores, o estudo deixa claro que a felicidade não é uma pílula mágica. Fatores de risco como obesidade e poluição continuam sendo vilões poderosos, mesmo em países com altos índices de bem-estar. A felicidade funciona como um complemento poderoso, e não um substituto para hábitos saudáveis e políticas públicas eficazes. O recado final é claro: investir em bem-estar emocional deixou de ser um luxo para se tornar uma estratégia essencial de saúde pública e uma oportunidade de negócio no crescente mercado de Longevity Science. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Midi Health: a aposta de US$ 150 milhões na testosterona feminina

A Midi Health, clínica virtual focada na saúde da mulher na meia-idade, está dobrando a aposta em um mercado bilionário e historicamente ignorado. Fundada em 2021, a empresa agora expande seus serviços para incluir a terapia de reposição de testosterona, respondendo a uma demanda crescente e se posicionando na vanguarda do bem-estar feminino e da longevidade. Mas por que testosterona para mulheres? A decisão não foi aleatória. Com uma rede de mais de 200 mil pacientes nos EUA, a Midi Health identificou uma necessidade clara e não atendida. Biologicamente, a testosterona é fundamental para a saúde feminina, impactando a massa muscular, a densidade óssea e a função sexual. Sua produção cai pela metade por volta dos 60 anos, mas, até hoje, não existem terapias aprovadas pelo FDA (a Anvisa americana) especificamente para mulheres, criando um vácuo que a empresa está preenchendo com formulações personalizadas. O negócio por trás do hormônio Os números comprovam que a estratégia é um sucesso. A Midi Health já ultrapassou uma receita anualizada de US$ 150 milhões e levantou mais de US$ 150 milhões em financiamento, com investidores de peso como o Google Ventures. As prescrições, que começaram com menos de 100 por semana em um programa piloto, se multiplicaram por dez, e a base de pacientes dobrou para mais de 20 mil consultas semanais. A empresa está capitalizando em um mercado de saúde feminina avaliado em US$ 350 bilhões. O futuro é personalizado (e acessível) A grande sacada da Midi Health é diferenciar-se em um cenário competitivo. A empresa oferece formulações hormonais específicas para mulheres, com cobertura dos principais planos de saúde e um plano de expansão nacional nos EUA. Para as pacientes, os benefícios vão além da libido, incluindo melhora nos níveis de energia, humor e saúde muscular. O movimento se alinha à tendência da longevity science, que busca um envelhecimento mais saudável através de cuidados preventivos e individualizados. O sucesso da Midi Health serve de lição para o mercado de wellness: focar em públicos negligenciados com soluções personalizadas e baseadas em dados gera não apenas lealdade, mas um crescimento explosivo. A empresa prova que a saúde da mulher na meia-idade deixou de ser um nicho para se tornar o centro de uma revolução no setor. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Run X: A esteira vai te levar ao Mundial? 

Como Technogym e World Athletics estão transformando o running! Prepare-se para ver as esteiras como nunca antes! A Technogym, gigante italiana de equipamentos fitness, e a World Athletics, o órgão global do atletismo, acabam de anunciar o Run X, o primeiro campeonato mundial de corrida em esteira. Com lançamento programado para 2026, essa parceria promete revolucionar o mundo do running, conectando atletas e entusiastas de todos os cantos do planeta. Por que agora? O sprint da Geração Z e o fenômeno # RunTok! O Run X chega em um momento de pico para o esporte. Estamos vivendo um verdadeiro boom global do running, e quem está puxando essa fila é a Geração Z – especialmente as mulheres. Para eles, correr é mais que suar a camisa: é um combo de desafio pessoal, apoio à saúde mental e uma poderosa ferramenta de conexão comunitária. E a prova de que essa tendência pegou? O # RunTok no TikTok, com bilhões de visualizações, virou um hub de inspiração e dicas, com influenciadores não-profissionais normalizando o ‘slow running’ e tornando o esporte super acessível. Os clubes de corrida também vivem seu auge, convertendo uma atividade antes solitária em um fenômeno coletivo. A busca por ‘run club’ no Google Trends disparou desde 2022, e a participação global nesses grupos cresceu 59% em 2024! Marcas como Nike, Adidas e Lululemon já estão dentro, lançando seus próprios clubes e solidificando o running como um lifestyle que integra esporte e socialização. Run X: Como a esteira vira palco global? O grande diferencial do Run X é sua proposta de competição 100% conectada. A ideia é simples e genial: transformar a corrida indoor em uma experiência sancionada, eliminando as dores de cabeça com custos de viagem, clima instável e barreiras geográficas. Clubes de fitness e bem-estar poderão se afiliar e oferecer a seus membros a chance de correr 5k em esteiras conectadas ao Ecossistema Digital da Technogym. Os melhores de cada faixa etária avançam de fases locais para regionais, culminando em uma final mundial com 10 homens e 10 mulheres disputando um prêmio de US$ 100.000. Essa integração digital não só torna o running mais envolvente com rankings globais em tempo real, mas também democratiza o acesso ao esporte de elite. Em um mercado de equipamentos fitness que deve crescer mais de US$ 8 bilhões até 2030, a Technogym está de olho na oportunidade de reposicionar o cardio, defendendo-o da dominância do treinamento de força e elevando o engajamento através da competição. O futuro do fitness é agora: tecnologia, comunidade e alta performance O lançamento do Run X, que contou com líderes como Sebastian Coe (World Athletics) e Nerio Alessandri (Technogym), não é apenas um novo campeonato; é um modelo de negócio para o setor de fitness. Ele mostra como parcerias estratégicas podem criar ecossistemas conectados, reduzindo barreiras para o consumidor e abrindo novos fluxos de receita. A amplificação nas redes sociais, com ‘runfluencers’ e a comunidade # RunTok, será crucial para engajar globalmente e levar a corrida para o universo dos e-sports. Com inscrições para corredores começando no segundo trimestre de 2026 e a competição principal no quarto trimestre, o Run X promete ser a próxima grande fronteira do wellness digital, unindo a conveniência da tecnologia à emoção da competição global. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Mel vs. Açúcar: qual é a diferença do índice glicêmico?

Na batalha dos adoçantes, o mel sempre foi o mocinho. Mas será que a fama de alternativa saudável ao açúcar refinado se sustenta? A resposta é mais complexa do que parece: embora tenha suas vantagens, no fim do dia, o impacto metabólico de ambos pode ser bem parecido quando o assunto é excesso. O que realmente tem em cada colher? Enquanto o açúcar refinado é basicamente sacarose pura, o mel carrega na sua composição glicose, frutose, água e traços de compostos bioativos como vitaminas, minerais e polifenóis. Em termos calóricos, uma colher de mel (21g) tem cerca de 64 kcal, enquanto uma de açúcar (12,5g) tem 48 kcal. A pegadinha? Como o mel é mais doce, a tendência é usar menos, o que pode equilibrar a conta calórica. O jogo do índice glicêmico A grande vantagem do mel está no seu índice glicêmico, que tende a ser mais baixo, resultando em uma elevação mais gradual do açúcar no sangue. Essa é uma estratégia válida para quem precisa gerenciar a glicemia, mas nutricionistas alertam: consumidos em excesso, os impactos metabólicos dos dois são muito semelhantes. A moderação continua sendo a regra de ouro. E o mercado com isso? Essa percepção de que o mel é mais saudável virou uma mina de ouro para a indústria wellness. A crescente demanda por opções naturais e de baixo índice glicêmico impulsiona o mercado de alimentos funcionais. Empresas inteligentes estão posicionando o mel em nichos específicos, como energia para atletas, mas o verdadeiro diferencial está na transparência. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda limitar o consumo de açúcares livres, incluindo o mel, a menos de 10% das calorias diárias. Para executivos e empreendedores do setor, a lição é clara: integrar dados nutricionais reais às estratégias de produto e usar a educação para construir lealdade é mais sustentável do que apostar em alegações exageradas. Em um mercado saturado de bem-estar, a honestidade vende. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

5 truques para tornar sua corrida melhor e mais divertida

Se você associa corrida apenas a longas distâncias, está na hora de rever seus conceitos. O treino de velocidade, ou High-Intensity Interval Training (HIIT) aplicado à corrida, está se consolidando como uma das estratégias mais eficientes não só para performance, mas para a longevidade e o bem-estar. A grande sacada é que ele ativa fibras musculares de contração rápida, essenciais para a força e agilidade, combatendo a perda muscular que chega com o tempo. O que acontece no seu corpo quando você acelera? O segredo está na biologia. Esforços intensos e curtos recrutam as fibras musculares do tipo II, pouco usadas no dia a dia, mas cruciais para movimentos potentes. Essa ativação melhora a força geral e a capacidade do corpo de usar oxigênio (o famoso VO2 máximo), turbinando a resistência. A nível celular, o treino de velocidade estimula a criação de novas mitocôndrias, as usinas de energia das nossas células, otimizando o metabolismo e a saúde como um todo. Como começar sem quebrar a cara? Não precisa ser um atleta de elite para colher os benefícios. A chave é a moderação e a técnica certa. Métodos como Fartleks (explosões de velocidade sem roteiro), Passadas (acelerações controladas) ou Intervalos (tiros rápidos com recuperação) são perfeitos para iniciantes. A recomendação dos especialistas é clara: limite o treino de velocidade a uma ou duas vezes por semana, sempre com um bom aquecimento para preparar o corpo e evitar lesões. O objetivo não é se esgotar, mas sim introduzir picos de intensidade de forma segura e progressiva. Um mercado que corre junto Essa tendência não passa despercebida pelo mercado. O interesse crescente em treinos inteligentes e eficientes impulsiona o desenvolvimento de wearables e aplicativos de fitness que oferecem rotinas personalizadas e monitoramento preciso. A tecnologia se tornou uma aliada para democratizar o treino de alta performance, transformando dados em insights para uma vida mais ativa e saudável. No fim, o treino de velocidade é mais do que correr rápido: é um investimento inteligente na sua saúde futura, unindo ciência, bem-estar e tecnologia. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

ZeroWheel: A revolução tech para o seu treino de core

Esqueça a velha rodinha de abdominal. A ZeroWheel chegou para redefinir o que é um treino de core, combinando um motor inteligente com um aplicativo para criar uma experiência personalizada. Fundada por um PhD do MIT e um personal trainer, a proposta é simples: tornar um dos exercícios mais eficazes (e difíceis) acessível para todos. Como essa mágica funciona? A grande sacada da ZeroWheel é seu sistema motorizado que oferece tanto assistência quanto resistência em tempo real. Para iniciantes ou quem está em reabilitação, o modo Springback ajuda a completar o movimento com segurança. Já para os mais avançados, o modo Burn aumenta a dificuldade, gerando um desafio intenso. Tudo é ajustável e controlado por um aplicativo que monitora seu progresso, oferece treinos guiados e até permite que personal trainers controlem o dispositivo remotamente. Do iniciante ao atleta profissional A versatilidade é o nome do jogo. A ZeroWheel foi projetada para atender desde quem está começando sua jornada fitness até atletas de alta performance. Não à toa, já conquistou o aval de nomes como Aroldis Chapman, do Boston Red Sox, e equipes como o Portland Trail Blazers. A tecnologia democratiza o acesso a um treino de qualidade, seja em casa, na academia ou em clínicas de fisioterapia. O futuro do fitness é personalizado A ZeroWheel é um reflexo claro da principal tendência do mercado de bem-estar: a personalização. Em um setor que deve crescer mais de US$ 8 bilhões até 2030, soluções que se adaptam ao usuário e otimizam espaço são o futuro. Ao eliminar as barreiras do treino de core tradicional, a marca cria uma solução inclusiva que aumenta o engajamento e aponta para um futuro onde a tecnologia e o bem-estar holístico andam de mãos dadas. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Sweatpals: startup transforma yoga e sauna em um negócio de US$ 17 milhões 

Nascida da experiência de isolamento de seus fundadores imigrantes, a Sweatpals levantou US$ 12 milhões para expandir seu marketplace de eventos de bem-estar. A startup, fundada em 2022, já soma US$ 17,2 milhões em investimentos e prova que a próxima grande onda do wellness é sobre conexão real, não apenas sobre apps de treino. Do isolamento à inovação: qual a história por trás? Salar Shahini (Irã) e Mandi Zhou (China) criaram a Sweatpals a partir de suas próprias jornadas para superar a solidão nos EUA. Eles perceberam que comunidades de fitness eram a chave para criar laços e viram uma brecha no mercado: não existia uma plataforma para encontrar e monetizar esses grupos. A Sweatpals nasceu para ser essa ponte, conectando pessoas a eventos como aulas de ioga e caminhadas, enquanto oferece aos anfitriões as ferramentas para transformar paixão em negócio. E o modelo de negócio, como funciona? Com mais de 1 milhão de usuários mensais, a plataforma opera com um modelo B2B2C inteligente. A monetização vem de comissões de 3% a 6% sobre ingressos, uma taxa de 20% na primeira reserva de novos clientes e parcerias estratégicas com marcas. O resultado é poderoso: seus 4.500 anfitriões faturam, em média, US$ 70 mil por ano, provando que o bem-estar comunitário é altamente lucrativo. Por que isso é o futuro do bem-estar? A Sweatpals surfa a tendência da mudança no setor de wellness, que está deixando para trás produtos isolados para abraçar experiências sociais e presenciais. A plataforma é a prova de que a tecnologia pode, e deve, ser usada para tirar as pessoas da tela e colocá-las em interação. Para executivos e empreendedores, a lição é clara: o futuro está em criar ecossistemas que integram o digital e o real, fidelizando usuários e diversificando receitas em um mercado cada vez mais competitivo. Mais do que um app de agendamento, a Sweatpals se posiciona como um case de como a tecnologia pode combater a solidão e construir negócios escaláveis. Com o apoio de investidores de peso como a16z e o cofundador da Instacart, a startup não está apenas vendendo fitness, mas um senso de pertencimento — e esse pode ser o ativo mais valioso do mercado hoje. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

A mente campeã: como a meditação levou João Fonseca ao topo?

João Fonseca, aos 19 anos, não conquistou o ATP 500 da Basileia apenas com seu talento na quadra. A vitória sobre Alejandro Davidovich Fokina foi construída com uma arma secreta que ganha cada vez mais espaço no esporte de alta performance: o controle mental, afiado por anos de prática de meditação e técnicas de respiração para gerenciar o estresse. O hábito que vem de berço Para Fonseca, a busca pelo equilíbrio não é uma tendência, é uma base. Ele foi introduzido à meditação ainda na infância, acompanhando seu pai em aulas de ioga. Essa formação o ajudou a escalar o ranking até a 28ª posição, sua melhor marca, ensinando-o que a mentalidade é essencial para lidar com a pressão dos grandes torneios e garantir uma carreira com longevidade. Não é só Fonseca: a revolução silenciosa do esporte O que o brasileiro faz hoje é parte de um movimento global. Lendas como Michael Jordan e Kobe Bryant usaram o mindfulness para manter a calma, e no tênis, nomes como Djokovic e Nadal já integraram yoga e meditação às suas rotinas. A discussão, impulsionada por atletas como Simone Biles, chegou a tal ponto que as Olimpíadas de Paris 2024 criaram uma “zona de mindfulness” com meditação em realidade virtual para os competidores. Onde tem wellness, tem negócio Essa tendência abre um novo campo para o mercado. O foco em mental wellness cria oportunidades para empresas desenvolverem soluções, como aplicativos de meditação personalizados para atletas, conectando especialistas em bem-estar a um público que busca performance. A tecnologia se torna uma aliada para democratizar o treinamento mental e explorar um nicho em plena expansão. Enquanto se prepara para o Masters 1000 de Paris, João Fonseca prova que o futuro do esporte é integral. A vitória não está apenas na força física, mas na resiliência mental. A lição é clara: em um jogo de alta pressão, a maior vantagem competitiva pode ser a capacidade de respirar fundo e manter a calma. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/