24 - 26 de Abril

Expo Center Norte - SP

Biossensores vestíveis chegam aos estúdios de hot yoga para monitorar hidratação individual

A Nix Biosensors, empresa especializada em tecnologia de monitoramento de hidratação, acaba de expandir sua atuação do mundo dos atletas para o universo do fitness aquecido, mais especificamente, para os estúdios de yoga quente. A parceria com a Modo Yoga, franquia internacional de yoga quente, traz uma inovação para seus membros: um biossensor de hidratação vestível que monitora perdas individuais de fluidos e eletrólitos, oferecendo orientações personalizadas sobre hidratação durante as aulas. Mudando a maneira de monitorar a hidratação no yoga quente Entrar em uma sala aquecida a cerca de 100 graus com umidade de 40% é desafiador até para os mais experientes praticantes de yoga. Embora a água seja essencial, muitas vezes os participantes não percebem a quantidade de fluídos e eletrólitos que estão perdendo, e isso pode variar muito de pessoa para pessoa. Com a nova tecnologia, os membros da Modo Yoga poderão usar um biossensor na parte superior do braço e pareá-lo com um aplicativo móvel que oferece insights sobre hidratação, resistência e recuperação. O sistema permitirá que os praticantes acompanhem dados em tempo real para reduzir sintomas como tontura, fadiga e cãibras, além de ajudá-los a entender as necessidades individuais de hidratação ao longo do tempo. A novidade chega junto com o lançamento de um novo produto de eletrólitos, o Modo Yoga Hydration Multiplier, especificamente formulado para as necessidades do yoga quente, sendo sem açúcar, sem OGM, vegano e livre de corantes artificiais. Uma nova era para a hidratação no yoga quente A Modo Yoga, com estúdios nos EUA, França e uma forte presença no Canadá, sempre considerou a hidratação como um dos pilares de uma prática segura e eficaz. Porém, como afirmou Emily Drouillard, CEO da Modo Yoga: “Até agora, a hidratação era amplamente baseada em suposições. Agora, com a parceria com a Nix, oferecemos aos nossos membros a capacidade de entender as necessidades únicas de seus corpos durante a prática e ajustar a hidratação com nosso novo blend de eletrólitos feito especialmente para os praticantes de yoga quente.” A primeira colaboração da Nix com o mundo do yoga Essa parceria marca uma nova fase para a Nix, que sempre focou em atletas de esportes de resistência e esportes em equipe. Meridith Cass, fundadora e CEO da Nix, comenta: “O recente lançamento de nossos calculadores de pré-hidratação e recuperação, baseados em dados pessoais, permite que a Nix e a Modo unam forças para atender às necessidades exclusivas dos praticantes de yoga quente. Estamos empolgados em trazer essa inovação para a comunidade fitness em geral.” O futuro da hidratação personalizada no fitness Com a crescente popularidade do yoga quente e a busca por práticas de bem-estar mais conscientes e personalizadas, a Modo Yoga e a Nix Biosensors estão inovando ao criar uma solução que vai muito além das recomendações de hidratação genéricas. Esse é o primeiro passo para transformar a hidratação inteligente em uma ferramenta fundamental para todos os tipos de treino, e não só para esportes de alta intensidade. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

 A revolução das células-tronco no reparo cerebral

A medicina regenerativa está virando o jogo contra os danos cerebrais causados por AVCs e doenças neurodegenerativas. Deixando para trás os tratamentos que apenas limitam os estragos, a nova aposta é usar células-tronco, muitas vezes turbinadas com engenharia genética, para reconstruir o cérebro de dentro para fora e restaurar funções que antes eram consideradas perdidas. Ok, mas como essa “mágica” funciona? Não se trata de mágica, mas de biotecnologia de ponta. Após um AVC, o dano é complexo, afetando múltiplos tipos de células e vasos sanguíneos. As terapias tradicionais têm um alcance limitado. É aí que entram as células-tronco, que atuam em várias frentes: promovem a neurogênese (criação de novos neurônios), estimulam a angiogênese (formação de novos vasos sanguíneos para restaurar o fluxo de nutrientes) e ainda modulam a resposta inflamatória, criando um ambiente favorável para o reparo. Células-tronco pluripotentes induzidas (iPS), derivadas das próprias células do paciente, são um grande avanço, pois diminuem os riscos de rejeição e contornam dilemas éticos. O upgrade genético que potencializa a cura O pulo do gato não é apenas inserir novas células, mas garantir que elas se integrem e “conversem” com o cérebro. Para isso, a engenharia genética está sendo usada para incorporar genes específicos, como o do fator neurotrófico BDNF, nas células-tronco antes do transplante. Esse fator é essencial para estimular o crescimento de conexões (sinapses) entre os neurônios, restaurando os circuitos danificados e, consequentemente, as funções motoras e cognitivas. É a personalização da medicina em seu nível máximo, focada em reconectar o que foi danificado. O que falta para isso chegar ao mercado? Apesar do potencial revolucionário, a jornada ainda tem desafios. Atualmente, diversos ensaios clínicos globais estão testando essas abordagens, mas os tratamentos permanecem em fase experimental. A segurança, a eficácia a longo prazo e as questões éticas da manipulação genética precisam ser totalmente resolvidas. Ainda assim, o avanço é inegável e representa uma nova fronteira para a saúde neurológica, atraindo investimentos e alimentando a esperança de milhões de pessoas. A terapia com células-tronco representa a transição de um modelo de “controle de danos” para um de “regeneração ativa”. Essa mudança de paradigma não só promete melhorar radicalmente a qualidade de vida de pacientes com lesões cerebrais graves, mas também consolida a biotecnologia e a medicina personalizada como as grandes protagonistas do futuro do bem-estar. Estamos testemunhando o início de uma era em que reparar o cérebro pode se tornar uma realidade. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Câncer de mama aos 20, 30 e 40 anos?

Quando pensamos em câncer de mama, geralmente imaginamos mulheres na faixa dos 50 ou 60 anos. Mas uma nova análise apresentada no encontro anual da Radiological Society of North America (RSNA) está mudando esse paradigma de forma contundente. Os pesquisadores descobriram que mulheres com menos de 50 anos já respondem por 20% a 24% de todos os diagnósticos, e muitos desses tumores apresentam comportamento mais agressivo do que se imaginava para essa faixa etária. Câncer de mama antes dos 50: mais comum do que parece Ao longo de 11 anos de análise, o estudo mostrou que essa proporção tem se mantido estável — ou seja, não é um fenômeno pontual, mas um padrão persistente.E o detalhe mais importante: mulheres jovens representam apenas 21% a 25% das pessoas que fazem exames de rastreamento, mas ainda assim são responsáveis por um quarto dos diagnósticos. Isso revela um descompasso claro: as diretrizes de rastreamento não estão completamente alinhadas com quem realmente está adoecendo. Tumores mais invasivos entre as mais jovens O estudo também mostra um cenário mais sério do que o esperado.Entre as mulheres jovens diagnosticadas: Essa combinação alta proporção de casos + tumores agressivos, é o motivo pelo qual especialistas pedem uma revisão urgente das abordagens de triagem. As diretrizes atuais não contemplam quem mais precisa Hoje, recomendações gerais sugerem iniciar mamografia entre 40 e 45 anos para mulheres de risco comum. A triagem antes disso só é indicada para quem tem histórico familiar forte, mutações genéticas ou outros fatores de risco. Mas, para a grande maioria das mulheres abaixo dos 40 anos, simplesmente não há diretrizes formais, mesmo com evidências claras de que os casos existem e, muitas vezes, exigem diagnóstico rápido. A mensagem dos especialistas é direta: usar apenas a idade como marcador de risco não funciona mais. O que mulheres podem fazer agora? Enquanto as recomendações oficiais não avançam, há passos importantes que qualquer mulher pode adotar para monitorar o risco pessoal. 1. Peça uma avaliação de risco nas suas consultas É uma análise simples que considera histórico familiar, densidade mamária, menstruação, estilo de vida e, em alguns casos, genética. 2. Conheça seus fatores de risco Mutação em BRCA1/BRCA2, histórico forte na família e certas origens étnicas aumentam o risco mais cedo. 3. Observe seu próprio corpo Mudanças na mama, textura, secreções ou nódulos novos devem ser avaliados por um profissional. 4. Peça rastreamento antecipado se estiver em grupo de alto risco Muitas mulheres que deveriam receber mamografia + ressonância magnética mais cedo nunca são encaminhadas por falta de discussão durante a consulta. 5. Cuide dos pilares hormonais e metabólicos Exercício regular, menos álcool, sono de qualidade, dieta rica em fibras e boa saúde metabólica se associam a menor risco. O que fica dessa pesquisa O estudo deixa claro: câncer de mama em mulheres jovens não é raro, e quando aparece, pode ser mais agressivo.Por isso, especialistas defendem rastreamento mais personalizado — que considere o risco individual, e não apenas a idade. Enquanto isso, a melhor estratégia é permanecer informada, acompanhar o próprio corpo e conversar com profissionais de saúde sobre qual cronograma de rastreamento faz sentido para o seu caso. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

A força híbrida está moldando a nova era da longevidade

A Tonal publicou seu State of Strength 2025 e deixou claro um movimento que atravessa gerações: a musculação virou ferramenta de longevidade e não apenas de performance. O relatório mostra que rotinas híbridas, treinos inteligentes e consistência estão redesenhando a forma como adultos de todas as idades se relacionam com força, mobilidade e recuperação. Força para envelhecer melhor Segundo a Tonal, 80% dos membros treinam com foco direto em longevidade. E quem mais puxa essa onda não é a Geração Z, mas sim os Baby Boomers, que treinam 37% mais do que os jovens e ainda igualam os ganhos de performance das faixas etárias mais novas. Entre adultos acima dos 40 anos, o sentimento é parecido: a força os faz se sentirem mais capazes, confiantes e preparados para o futuro. O treino híbrido ganhou tração e as mulheres lideram A musculação continua sendo o centro das rotinas, mas os usuários estão combinando força com Pilates, mobilidade e práticas de recuperação. E quem está acelerando essa mudança são as mulheres. Desde 2021, elas registraram: O impacto aparece nos números: usuárias aumentaram em 15% sua performance nos principais levantamentos, mostrando que flexibilidade, controle e força coexistem e se amplificam. Precisão, eficiência e treinos curtos O relatório também revela que o treino eficiente virou padrão: mais da metade dos membros treina menos de 45 minutos, e 90% dizem ter ganhado mais força em menos tempo. Entre quem dizia não treinar por falta de tempo, a mudança foi drástica: 70% agora treinam de três a cinco vezes por semana, e quase 20% treinam todos os dias. A tecnologia da Tonal — com cargas automatizadas, progressão inteligente e acompanhamento preciso, encurta o caminho e mantém consistência. O que isso mostra Os Boomers e a Geração Z treinam de formas diferentes, claro. A base da Tonal tende a ser mais madura.Mas a conclusão é clara: a força se tornou intergeracional, e a combinação entre musculação, mobilidade e práticas restaurativas está criando um novo padrão de bem-estar, mais sustentável, mais funcional e mais conectado à longevidade. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

O começo de tudo: o primeiro exercício que muda sua relação com o corpo.

Toda pessoa que hoje vive movimento com naturalidade — quem treina, corre, nada, pedala, faz musculação, sobe montanha ou entra numa sala de hot yoga — começou pelo mesmo ponto: o primeiro exercício que fez sentido. Ninguém começa amando treinar; no início, o treino é um conceito. O corpo não se apaixona por conceito, ele se apaixona por experiência. Para muitos, o primeiro contato veio em uma aula coletiva como Velocity, power jump, dança, bike indoor ou circuito, com música alta, luz baixa e energia coletiva. Ali, o corpo sente pela primeira vez algo parecido com liberdade, pertencimento ou euforia, e isso vira gatilho. Outros descobrem o despertar no jiu-jitsu, que vira disciplina; no pilates, que vira consciência corporal; na corrida, que vira meditação; na yoga, que vira autocontrole; no gelo, que vira presença; no cross, que vira força. Poucas pessoas começam pelo exercício ideal; elas começam pelo que acende algo dentro. Esse primeiro gosto abre espaço para musculação, mobilidade, cardio, descanso, nutrição e rotina. A fase da vida importa: humor, rotina, psicológico, idade, peso, ciclo hormonal, autoestima e contexto emocional moldam o que funciona. O que funciona aos 20 não funciona aos 30; o que encaixa na maternidade não encaixa na fase de empreender; o que faz sentido no caos não faz sentido na cura. Muita gente acha que não gosta de treinar, mas na verdade só não encontrou o movimento que conversa com a fase atual. Quem se apaixona pela sensação volta; quem volta cria rotina; quem cria rotina expande. A pergunta não é qual treino você deveria fazer, mas qual sensação você está buscando agora. Essa resposta é o começo de tudo. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Emm capta US$ 9 milhões para decifrar a saúde do ciclo menstrual

A Emm, healthtech britânica, quer transformar algo que sempre foi invisível na saúde feminina: os sinais escondidos no ciclo menstrual. A empresa acaba de captar US$ 9 milhões para lançar sua primeira grande aposta, uma coletora menstrual inteligente equipada com sensores capazes de transformar o fluxo em dados clínicos. Menstruação como dado mensurável A proposta da Emm é simples e ousada: fazer da saúde menstrual algo mensurável, assim como já fazemos com cardiovascular, metabolismo ou sono. A coletora reúne sensores embutidos que monitoram a taxa de fluxo, o volume e a regularidade ao longo de todo o ciclo. A partir desses registros contínuos, o sistema gera insights médicos que ajudam a identificar alterações importantes, incluindo condições frequentemente negligenciadas, como a endometriose, que afeta uma em cada dez mulheres. A novidade estreia no Reino Unido no próximo ano, com expansão internacional prevista na sequência. O plano da empresa vai além do dispositivo: a Emm quer construir uma plataforma completa, adicionando diagnósticos, ferramentas digitais de acompanhamento e terapias personalizadas baseadas em dados reais do ciclo. O movimento maior: o ciclo ficando inteligente A Emm não está sozinha nessa virada. A saúde feminina está entrando em uma era em que os dados do ciclo deixam de ser simples registros de sintomas e passam a funcionar como sinais diagnósticos. Novas tecnologias estão avançando nessa mesma direção. A Hormona analisa hormônios via testes de urina; a Eli Health faz o mesmo por meio de saliva; a YON E desenvolveu um dispositivo vaginal que monitora continuamente pH e temperatura; e wearables como Withings e Oura já integram informações ao Clue para decodificar flutuações hormonais com mais precisão. O que vem pela frente A tendência é clara: transformar sinais invisíveis em inteligência menstrual. Com dados de alta resolução sendo coletados dentro e fora do corpo, Emm e outras startups estão redesenhando a forma como monitoramos, interpretamos e cuidamos da saúde reprodutiva com a mesma precisão que já aplicamos às métricas mais avançadas do wellness. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Correr envelhece o rosto?

A corrida segue sendo um dos esportes mais populares entre quem quer abandonar o sedentarismo: prática acessível, sem precisar de equipamentos caros e possível de fazer em qualquer lugar. Mas junto da popularidade vem uma dúvida que muita gente repete: correr envelhece o rosto? A dermatologista Dra. Vivian Simões Pires explica que, sim, a corrida pode contribuir para alguns sinais de envelhecimento, mas não da forma simplista que muita gente imagina. Por que a corrida pode acelerar sinais de flacidez? Segundo a médica, o impacto repetido da corrida pode ter um efeito direto na firmeza da pele. A vibração constante do exercício colabora para o aumento da flacidez em pessoas predispostas, especialmente quando combinada com outro fator muito comum entre corredores: dieta excessivamente restrita. “Alguns corredores consomem poucas calorias e isso, ao longo do tempo, pode causar perda de gordura facial, deixando o rosto mais fundo e marcado”, explica a dermatologista. O verdadeiro vilão: sol + impacto + pouca proteção Mas o maior gatilho do envelhecimento para quem corre não é o impacto — é o sol. Grande parte das corridas acontece ao ar livre, muitas vezes em horários de radiação intensa. E, segundo a médica, essa é a combinação que mais acelera os danos: quebra das fibras de colágeno, ressecamento, perda de elasticidade, manchas e fotodano irreversível. “A exposição solar causa uma pele sem cor, sem viço e com fibras de colágeno totalmente quebradas”, reforça a Dra. Vivian. Além disso, o sol aumenta o risco de câncer de pele e outras doenças. Como minimizar esses efeitos sem abandonar a corrida? Para quem ama correr, a dermatologista é categórica: não precisa parar mas é essencial ajustar o contexto. Hoje existem fórmulas específicas para atletas que não escorrem, não ardem os olhos e mantêm a proteção mesmo durante treinos longos. Quando o corredor ignora o protetor solar A médica alerta que, sem fotoproteção, os danos se acumulam rapidamente: aumento visível da flacidez, estímulo à formação de manchas, textura irregular, piora do melasma e amplia o risco de câncer de pele. O sol é o fator que mais envelhece a pele e a corrida ao ar livre intensifica esse impacto quando feita sem cuidados. A visão de quem vive isso na rotina A corredora e influenciadora Marcela Nardez, que tem melasma, reforça a importância da proteção diária: “Se você tem melasma como eu, não pode sair sem protetor. Prefira os que têm base, que resistem ao suor e não escorrem. Não esqueça do pescoço, ombros e áreas expostas.” Afinal: correr envelhece o rosto? A corrida em si não é o problema. O combo impacto + déficit calórico + sol forte sem proteção é que acelera o envelhecimento. Com proteção solar adequada, horários inteligentes e uma rotina de cuidado mínima, é totalmente possível correr e manter a pele saudável, firme e protegida. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Estudo mostra que 82% recuperam peso após parar Mounjaro

Um novo estudo publicado na JAMA Network Open acendeu um alerta importante sobre o uso de Mounjaro (tirzepatida). Segundo a análise, 82% das pessoas que perderam peso com o medicamento voltaram a ganhar pelo menos 25% do peso perdido um ano após interromper o tratamento. E tem mais: quanto maior o reganho, maior a perda dos benefícios conquistados durante o uso, como melhora da pressão arterial, do colesterol e da resistência à insulina. O que o estudo analisou A pesquisa é uma análise post hoc do ensaio clínico SURMOUNT-4 e acompanhou 308 participantes. Só entraram na conta pessoas que haviam perdido pelo menos 10% do peso após 36 semanas usando a tirzepatida. Os dados foram coletados entre 2021 e 2023 e analisados até março de 2025. O padrão observado foi claro: O recado da ciência Para os pesquisadores, o estudo reforça um ponto que especialistas repetem há anos: obesidade é uma condição crônica. Ou seja, exige tratamento contínuo, acompanhamento e estratégias combinadas. A própria Eli Lilly, fabricante do Mounjaro, comentou o estudo em nota: “A obesidade é uma doença crônica e progressiva que frequentemente requer tratamento de longo prazo. Assim como outras condições crônicas, a terapia deve continuar quando houver indicação médica para a manutenção dos benefícios.” A empresa também reforça que estilo de vida saudável, alimentação equilibrada, exercícios e acompanhamento psicológico, não substitui, mas complementa o tratamento. E, para muitas pessoas, essas mudanças sozinhas não são suficientes para manutenção do peso a longo prazo. Por que importa O resultado coloca luz em uma discussão central na era dos medicamentos GLP-1: o desafio não é só perder peso, é manter. E quando o tratamento para, a fisiologia tende a puxar o corpo de volta ao ponto inicial. Para quem acompanha o universo de saúde, longevidade e medicamentos para obesidade, o recado é simples: adesão e continuidade fazem tanta diferença quanto o remédio em si. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Ozempic validado: Como a decisão da OMS redesenha o mapa do wellness

A Organização Mundial da Saúde (OMS) acaba de oficializar o que as redes sociais e Hollywood já anunciavam: medicamentos GLP-1, como Ozempic e Wegovy, agora fazem parte das diretrizes para o tratamento da obesidade. A jogada legitima uma nova era no controle de peso, que combina farmácia, tecnologia e um lifestyle focado em resultados. Por que agora? O tamanho do desafio. A decisão não veio do nada. A OMS reconhece a obesidade como uma doença crônica que afeta mais de um bilhão de pessoas e custará à economia global cerca de US$ 3 trilhões por ano até 2030. Nesse cenário, os GLP-1 entram como um complemento poderoso às tradicionais intervenções de dieta e exercício, com potencial para reduzir significativamente a mortalidade ligada à condição. Do TikTok para o mundo: o boom que ninguém ignorou. Antes de chegar aos documentos da OMS, o Ozempic virou um fenômeno cultural. A hashtag # ozempic explodiu com mais de 500 milhões de visualizações no TikTok, impulsionada por relatos de emagrecimento e pelo endosso de celebridades. O burburinho transformou os GLP-1 no “segredo menos guardado de Hollywood”, mas também levantou debates sobre o uso off-label e a pressão estética, escancarando a demanda por soluções eficazes para o controle de peso. Um novo mercado de US$ 6,8 bilhões na mesa. Para o setor de wellness, a chancela da OMS é um divisor de águas. A recomendação pode injetar US$ 6,8 bilhões no mercado fitness dos EUA ao criar uma nova demanda por serviços integrados. Pessoas que usam esses medicamentos precisam de suporte especializado de treinadores e nutricionistas para manter a massa muscular e construir hábitos saudáveis. A oportunidade está em modelos de negócio que unem o tratamento farmacológico ao coaching personalizado. O futuro do bem-estar é multidisciplinar. A validação dos GLP-1 não é apenas sobre um remédio, mas sobre a convergência entre ciência, saúde e comportamento. Para empresas e profissionais do setor, o desafio é criar soluções integradas e acessíveis, garantindo que a inovação gere impacto social sustentável e redefina o que significa viver bem. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

A Aviron transforma pranchas em videogames com o Abs Hero.

A Aviron, marca conhecida por misturar fitness e tecnologia, acaba de lançar o Abs Hero, um dispositivo de US$ 149 que transforma o exercício mais “ame ou odeie” da academia, a prancha, em um jogo interativo. A ideia é simples: usar gamificação para fazer com que treinar o core seja menos sofrimento… e muito mais divertido. Treino de core encontra mobile gaming O Abs Hero combina uma plataforma de prancha com rastreamento de movimento ao aplicativo da Aviron, conectando seus movimentos aos jogos no celular. A base arredondada permite movimentos em várias direções enquanto você mantém a prancha, acionando mais de 20 grupos musculares à medida que você inclina, gira e controla o personagem ou o desafio na tela. Basicamente, cada ajuste de equilíbrio vira um comando no jogo e o treino vira gameplay. Design pensado para conforto e estabilidade O dispositivo conta com acolchoamento de espuma para apoiar os antebraços, um suporte para celular ou tablet, uma base antiderrapante que não danifica o chão e capacidade para usuários de até 300 libras (136 kg), garantindo conforto, estabilidade e segurança durante todo o treino. No app, é possível participar de desafios ao vivo, subir em rankings, acompanhar métricas e ganhar recompensas virtuais conforme treina. Assinatura opcional para jogos e treinos extras Por US$ 2,99/mês, os usuários podem liberar uma biblioteca inteira de treinos, jogos cooperativos ou competitivos, e um histórico completo de desempenho. A assinatura também permite ganhar Aviron Coins para comprar avatares, backgrounds e power-ups dentro do app. Quem não assinar continua tendo acesso ao básico: métricas, rastreamento e conexão com amigos. O Abs Hero mostra como o treino de core está evoluindo: menos repetição monótona, mais interatividade, estímulo visual e motivação. A Aviron está transformando a prancha, um dos exercícios mais simples e eficientes, em uma experiência que parece mais game do que tortura de academia. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/