24 - 26 de Abril

Expo Center Norte - SP

Smartphones estão ligados à depressão e à obesidade em jovens.

O futuro das crianças está em jogo e o smartphone virou um dos protagonistas desse debate. Uma nova pesquisa publicada na revista Pediatrics traz um alerta importante: crianças que ganham um smartphone aos 12 anos têm maior risco de desenvolver depressão, obesidade e distúrbios de sono na adolescência. E o dado mais preocupante: quanto mais cedo o aparelho chega, maior o impacto. Uso cresce cedo e sem regras claras Hoje, apenas 23% das crianças abaixo de 12 anos têm um smartphone próprio. Mas a maioria já usa um — seja dos pais, da escola ou de um irmão mais velho. Mesmo com 86% dos responsáveis impondo algum tipo de limite para telas, a verdade é que essas regras raramente são seguidas na prática, ampliando a exposição a conteúdos inadequados, ciclos de dopamina, noites mal dormidas e o risco de dependência digital. A resposta do mercado: tecnologia menos viciante Diante desse cenário, uma nova leva de produtos tenta corrigir um problema criado pela própria tecnologia. É uma tentativa de voltar ao essencial: dar às crianças ferramentas que ajudam, sem sequestrar atenção ou alterar comportamento. O ponto central A discussão não é apenas sobre quando uma criança deve ter um smartphone, mas sobre como ela vive ao redor dele. O estudo reforça que estamos diante de um problema de saúde pública. Depressão, sedentarismo e noites mal dormidas não são efeitos colaterais “modernos”: são sinais de um ambiente que está ultrapassando a capacidade biológica dos jovens. Resumo Dispositivos mais seguros são um passo importante. Mas, no fim das contas, estilos de vida mais equilibrados e exemplos dentro de casa são mais poderosos do que qualquer controle parental.Enquanto não encararmos isso de frente, seguimos terceirizando a formação emocional e física de crianças para um feed infinito. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Adidas entra no fitness híbrido e transforma a ATHX em esporte global

O fitness híbrido acaba de ganhar um novo peso-pesado. A Adidas fechou uma parceria global de quatro anos com a ATHX Games, competição de condicionamento físico funcional nascida no Reino Unido, acelerando sua expansão internacional e colocando a categoria de vez no mapa do esporte mundial. ATHX vira plataforma global Antes restrita a quatro eventos no Reino Unido, a ATHX agora entra em modo turbo. Com o apoio da gigante alemã, a competição já planeja mais de 11 eventos pela Europa e um avanço estratégico para EUA, Oriente Médio e Ásia-Pacífico. A parceria também chega com novidades no formato: a partir de 2026, a ATHX passa a adotar provas que integram força, resistência e condicionamento metabólico, com treinos progressivos pensados tanto para iniciantes quanto para atletas avançados. A intenção é criar um esporte acessível, escalável e competitivo ao mesmo tempo. Um movimento global em ascensão A chegada da Adidas não acontece no vácuo. O fitness híbrido virou fenômeno cultural e está formando uma nova geração de atletas amadores. O maior exemplo é o HYROX. A modalidade, que deve atingir 1,3 milhão de participantes nesta temporada, já está em 85 cidades de 30 países, e acaba de ampliar seu acordo de vestuário com a PUMA. Nos Estados Unidos, o Life Time LT Games retorna em 2026 após estrear com ingressos esgotados. Paralelamente, academias e estúdios estão adotando o lema “fitness como esporte”, criando corridas internas, desafios, ligas e ciclos de treinamento que transformam seus alunos em atletas, e suas unidades em verdadeiros centros de competição. O que isso significa para o mercado O movimento da Adidas legitima de vez a ATHX e mostra que o fitness híbrido está deixando de ser nicho para se tornar uma categoria esportiva global. O setor está vivendo um “momento CrossFit 2013”, mas com escala muito maior — porque agora o público não quer só treinar, quer competir, medir evolução, pertencer a uma comunidade e testar performance no mundo real. Em resumo Se HYROX abriu o caminho, a decisão da Adidas de apostar na ATHX indica o próximo capítulo:o fitness híbrido não é tendência, é o novo esporte global. E a corrida por quem vai liderar essa categoria já está oficialmente em andamento. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

“Jovem Para Sempre”: os principais ensinamentos do livro que redefine o que significa envelhecer

O envelhecimento não é destino, é processo No best-seller Jovem Para Sempre, Mark Hyman defende uma ideia que está mudando a medicina da longevidade: a idade cronológica é apenas um número; a idade biológica é a que realmente importa. Podemos envelhecer devagar, ou rápido, dependendo de como vivemos. Para o autor, o envelhecimento não é um declínio inevitável, e sim um conjunto de mecanismos mensuráveis que podem ser prevenidos, retardados e até parcialmente revertidos. Ele lembra que a própria OMS já classifica o envelhecimento como uma doença. Isso muda tudo: se entendemos as causas, podemos tratá-las. Os sete sistemas que determinam como você envelhece Hyman explica que aquilo que chamamos de “ficar velho” costuma ser, na verdade, o colapso gradual de sete sistemas biológicos: digestão e microbioma, imunidade e inflamação, metabolismo energético, desintoxicação, circulação, equilíbrio hormonal e sistema estrutural. Quando esses sistemas trabalham em harmonia, o corpo mantém força, clareza mental e vitalidade independentemente da idade.Quando entram em desregulação, surgem doenças crônicas, não por azar, mas por causa de desequilíbrios acumulados. Ultraprocessados, sedentarismo, estresse crônico, falta de sono e exposição a toxinas aceleram esse processo. O declínio não é natural: é construído. Zonas Azuis: onde pessoas vivem mais e melhor O livro usa as Zonas Azuis como prova viva de que envelhecer com saúde não requer genética privilegiada. Nessas regiões, a longevidade é consequência de escolhas simples: alimentação baseada em plantas, rotina sem excessos, atividade física constante e laços sociais profundos.Para Hyman, o recado é claro: o estilo de vida é o maior fator de longevidade já identificado pela ciência. Viver mais não adianta se você não viver bem Hyman diferencia dois conceitos muitas vezes confundidos: expectativa de vida e expectativa de saúde. A sociedade conseguiu fazer as pessoas viverem mais, mas também criou um período final prolongado de doença, dependência e baixa vitalidade. Hoje, passamos em média 15 anos da vida doentes. O objetivo deve ser o oposto: prolongar o tempo saudável e comprimir o tempo de declínio. Sono de qualidade, músculos fortes, alimentação nutritiva, vínculos sociais e gestão do estresse são os pilares que sustentam essa mudança. O modelo médico atual está desatualizado Hyman critica a medicina tradicional por tratar sintomas de forma isolada e não investigar as causas profundas das doenças. Para ele, quase todos os problemas crônicos compartilham raízes comuns, inflamação, desequilíbrios hormonais, má nutrição, disfunções no metabolismo energético. Ao tratar essas causas, é possível reverter quadros considerados irreversíveis. O livro traz casos de pacientes que recuperaram a saúde com intervenções de estilo de vida, mostrando que o corpo sabe se curar quando removemos o que o atrapalha. O futuro da longevidade já está acontecendo O autor explora ainda tecnologias emergentes, como reprogramação celular, que já reverteu envelhecimento em modelos animais e sensores vestíveis que monitoram marcadores metabólicos em tempo real, permitindo intervenções ultra personalizadas. Para Hyman, estamos entrando na era da medicina proativa, em que medir significa prevenir. A mensagem final: longevidade é sobre viver melhor agora Mais do que hacks de biometria ou protocolos extremos, Jovem Para Sempre reforça um princípio simples: ninguém precisa envelhecer como as gerações anteriores envelheceram. Não se trata de viver para sempre, trata-se de viver com força, clareza e propósito pelo maior tempo possível. As ferramentas estão ao alcance de qualquer pessoa: comer comida de verdade, fortalecer músculos, dormir bem, cultivar relações, reduzir estresse e encontrar sentido no dia a dia. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

El Salvador lança o DoctorSV

El Salvador acaba de dar um passo gigante na digitalização da saúde. O governo lançou o DoctorSV, um aplicativo baseado em inteligência artificial que promete revolucionar o acesso ao atendimento médico no país. Com foco inicial em jovens de 18 a 30 anos, a plataforma oferece consultas 24/7 direto do smartphone para casos não urgentes. O que o DoctorSV oferece de diferente? O app vai muito além de uma consulta básica. Os usuários têm acesso a diagnósticos com IA, receitas digitais via QR code válidas em mais de 350 farmácias, e exames laboratoriais e de imagem gratuitos integrados ao perfil digital. O grande diferencial? Inclui suporte especializado para saúde mental, criando um ecossistema completo de cuidado. Parcerias estratégicas que fazem a diferença O desenvolvimento do DoctorSV nasceu de uma aliança público-privada entre o governo salvadorenho, a CAF (instituição financeira multilateral) e o Google. A infraestrutura em nuvem do Google garante escalabilidade, enquanto a parceria com a CAF viabiliza o projeto financeiramente. É um exemplo prático de como colaborações estratégicas podem acelerar a inovação na saúde digital. Impactos que vão além da tecnologia A proposta descentraliza e democratiza o atendimento médico, especialmente importante em regiões com infraestrutura limitada e poucos profissionais. Ao focar em consultas não emergenciais, o aplicativo pode reduzir significativamente a pressão sobre o sistema público tradicional. O modelo tem potencial para inspirar outros mercados emergentes que buscam ampliar o acesso à saúde digital. Os desafios estão no radar Por mais inovador que seja, executivos reconhecem que a IA sozinha não resolve a escassez de profissionais de saúde. Questões como privacidade e segurança de dados permanecem centrais, exigindo transparência total para manter a confiança dos usuários. O equilíbrio entre inovação tecnológica e expertise humana será fundamental para o sucesso da plataforma. O DoctorSV representa mais que um app: é uma nova mentalidade sobre como a tecnologia pode servir ao bem-estar coletivo. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

URUNN 2.0: o app de corrida de Sir Mo Farah agora treina com você

Seis meses depois do lançamento oficial, o aplicativo de corrida de Sir Mo Farah, o URUNN, acaba de ganhar sua maior evolução: a versão 2.0, construída para tornar o treino mais flexível, mais humano e muito mais próximo da vida real. A atualização chega com planos adaptativos que mudam em tempo real conforme seu progresso, rotina e recuperação oferecendo estrutura, mas sem rigidez. Treinos que se encaixam na sua vida (e não o contrário) O URUNN 2.0 analisa seu corpo, seus objetivos e seus hábitos para montar um plano totalmente personalizado. Voltando de lesão? Ele considera isso. Treinando para uma maratona, mas querendo encaixar provas menores no caminho? Ele recalibra carga, intensidade e períodos de descanso para que tudo faça sentido. À medida que acompanha seus dados de recuperação e desempenho, o app ajusta os próximos treinos para evitar armadilhas comuns entre corredores: platô, burnout e overtraining. Nada de repetir sessões idênticas ou forçar intensidade quando seu corpo está dizendo o contrário. A vida acontece. O plano se adapta. Feito para quem corre no mundo real e não em agendas perfeitas, o URUNN 2.0 ajusta automaticamente o programa quando você fica doente, viaja ou simplesmente perde alguns dias de treino. Em vez de culpa ou confusão sobre “como retomar”, o app reorganiza tudo para que você volte no ritmo certo, preservando progresso sem criar pressão desnecessária. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Como uma cardiologista enxerga sono, estresse e saúde do coração a longo prazo?

A cardiologista Dr.ª Roshini Malaney, médica e especialista da MoonBrew, tem uma visão direta: sono, estresse e saúde cardíaca não são temas separados, são um único sistema, que molda o bem-estar cardiovascular ao longo de décadas. A partir do atendimento diário de pacientes com condições crônicas, ela desenvolveu uma abordagem que prioriza hábitos consistentes, regulação do sistema nervoso e escolhas que sustentam o metabolismo. Uma abordagem integrada para saúde do coração e metabolismo Para a Dr.ª Malaney, saúde cardiovascular não é um conjunto de regras rígidas, mas um estilo de vida sustentável. O exercício está no centro dessa estratégia. “Treinar não é apenas fortalecer o sistema cardiovascular; é gerenciar o estresse”, diz. O treino de força entra como outro pilar, por preservar a massa muscular e apoiar a saúde metabólica com o passar dos anos. A alimentação também segue esse raciocínio: ela adota um padrão pescetariano, naturalmente rico em nutrientes anti-inflamatórios, mas sem restrições extremas. “Sustentabilidade importa mais do que perfeição. As pessoas que se saem melhor são as que encontram prazer nos hábitos saudáveis, não as que vivem em constante restrição.” Como ela trabalha a relação entre estresse e sistema cardiovascular Embora pressão arterial e colesterol sejam fundamentais, ela afirma que não contam a história inteira. “Se a resposta ao estresse permanece ativada, estamos sempre lutando contra a corrente.” Por isso, hoje ela analisa padrões de estresse, qualidade do sono e variabilidade autonômica junto com os marcadores tradicionais. A boa notícia é que esse sistema é treinável. Sono adequado, movimento diário, práticas de respiração e momentos de regulação emocional ajudam a recalibrar o sistema nervoso — e dão ao coração o intervalo de recuperação de que ele precisa. Onde a cultura da longevidade se perde A cardiologista critica o excesso de hacks extremos. “Estou preocupada com a obsessão por jejuns prolongados e padrões alimentares muito restritivos”, alerta. Em pessoas já expostas a altos níveis de estresse, falta de sono ou alterações hormonais, essas práticas podem ter o efeito oposto do desejado. As consequências podem incluir queda do metabolismo, perda de massa muscular, arritmias e até desequilíbrios eletrolíticos perigosos. Para ela, longevidade real exige contexto — e não extremismo. Por que o sono é o centro da sua filosofia cardiovascula Para Dr.ª Malaney, sono é um dos indicadores mais diretos de risco cardiovascular futuro. “Privação crônica de sono aumenta o risco de infarto, AVC e hipertensão”, afirma. Quando alguém dorme consistentemente menos de seis a sete horas, o corpo eleva o cortisol, amplifica a inflamação e impede que o coração realize sua queda natural de pressão durante a madrugada. E a relação é bidirecional: noites ruins afetam o coração, e doenças cardíacas podem prejudicar o sono — criando um ciclo difícil de romper. No fim, ela reforça: não existe atalho mais potente que o básico. Sono consistente, estresse manejável, movimento regular e nutrição sustentável formam a base real de uma saúde cardiovascular duradoura — muito acima de qualquer protocolo exagerado. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Am-Finn revoluciona a terapia de frio com o lançamento do Frost Locker

Para quem deseja aproveitar os benefícios da terapia de frio, mas não é fã do choque extremo de um banho de gelo, a Am-Finn traz uma alternativa inovadora: o Frost Locker. A marca, tradicionalmente conhecida por suas saunas e salas de vapor, criou um dispositivo que oferece uma experiência mais suave de imersão no frio, sem o desconforto intenso ou os desafios de manutenção da água. Como funciona o Frost Locker? O Frost Locker é uma sala fechada e com temperatura controlada que varia de 30 a 40 graus Fahrenheit (aproximadamente –1 a 4°C), um intervalo que já foi cientificamente comprovado como seguro para estimular o processo natural de produção de calor do corpo. A diferença em relação aos tradicionais banhos de gelo está na abordagem mais suave, que não causa o desconforto extremo associado à imersão completa em água gelada. Como explica Steve Kuzara, diretor de engenharia do Frost Locker: “A maioria das pessoas não quer se torturar para se sentir melhor. Criamos o Frost Locker para que as pessoas possam entrar em um espaço frio, relaxar e ainda assim obter os benefícios fisiológicos reais.” Benefícios da exposição ao frio de forma mais controlada Ao contrário dos métodos de imersão fria agressiva, o Frost Locker promove uma adaptação gradual ao frio. Isso acontece porque a temperatura controlada e moderada ativa a gordura marrom (ou tecido adiposo marrom), que é o motor natural de calor do corpo. Esse processo é conhecido por apoiar a recuperação muscular, o equilíbrio energético e o bem-estar geral. Kuzara também ressalta que o sistema termogênico humano foi projetado para adaptação, e não para trauma: “Quando expomos o corpo a um frio moderado, ele aprende a se adaptar. Quando o chocamos, ele simplesmente se defende.” Frost Locker: Uma opção prática para academias e centros de bem-estar A novidade é uma excelente opção para academias, spas, centros atléticos e hubs de bem-estar, que agora podem oferecer uma alternativa de recuperação constante e repetível sem os desafios de higiene associados aos banhos de gelo. Isso é possível graças ao ambiente seco e vedado do Frost Locker, que elimina a necessidade de encanamento ou manutenção de temperatura da água, comuns nas opções tradicionais. A Am-Finn já detém cerca de um terço do mercado comercial de saunas e tem mais de 10.000 instalações em toda a América do Norte. Com o lançamento do Frost Locker, a empresa agora expande sua atuação para o mercado de terapia de frio, com uma presença crescente no país inteiro. Primeiros usuários e impacto positivo O Henry’s Gymnasium, localizado em Seattle, foi uma das primeiras academias a adicionar o Frost Locker aos seus programas de recuperação. Para Wayne Cook, gerente geral da academia, a inovação foi muito bem recebida: “Os Frost Lockers têm sido uma adição fantástica. Eles oferecem poderosos benefícios de resfriamento sem a curva de aprendizado dos banhos de gelo tradicionais, e os membros apreciam a privacidade, conforto e conveniência.” O futuro da terapia de frio: mais acessível e eficaz O lançamento do Frost Locker acontece em um momento de crescente interesse por terapia de contraste, com marcas como Plunge e Othership ganhando destaque, enquanto consumidores e academias buscam aproveitar os benefícios para longevidade da terapia de imersão no frio. A Am-Finn está liderando essa revolução no bem-estar e no desempenho esportivo, oferecendo uma maneira mais prática, eficaz e acessível de aproveitar os benefícios da recuperação através do frio. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Por que o treino de força começa nos seus pés?

A maioria das pessoas pensa que o treino de força começa com os quadríceps ou glúteos, mas, de acordo com a especialista em pés Courtney Conley, D.C., a verdadeira base de todo movimento começa nos pés. A fundação de cada levantamento, passada e salto vem do chão para cima. Mas, mesmo assim, a maioria de nós passa a maior parte do tempo (inclusive nos treinos) acostumada a calçados que nos desconectam dos músculos que deveríamos estar treinando. Como os seus tênis podem estar limitando seus ganhos de força Antes de amarrar os cadarços e sair para o treino, vale a reflexão: os seus tênis podem estar prejudicando o seu desempenho. A maioria do calçado moderno é projetada para conforto, não para funcionalidade. Solados espessos, bicos estreitos e saltos elevados podem até parecer agradáveis, mas reduzem a resposta sensorial que seus pés enviam ao cérebro. Com o tempo, essa conexão enfraquecida prejudica os músculos estabilizadores pequenos, essenciais para o equilíbrio e eficiência no movimento. Quando você adiciona peso ao corpo, como no agachamento ou levantamento terra, os pés desempenham um papel crucial na criação de estabilidade e potência. Mas, quando essa conexão é bloqueada por camadas de amortecimento, o corpo compensa em outros lugares, diminuindo a eficiência. Por que o treino descalço (ou minimalista) pode ser a chave É por isso que mais e mais atletas e praticantes de musculação estão abandonando os tênis tradicionais e optando por treinos descalços ou com calçados minimalistas. Ao remover a camada espessa de espuma, seus pés conseguem sentir o chão de forma mais eficiente. Esse feedback sensorial ativa os músculos intrínsecos dos pés — pequenos estabilizadores que são fundamentais para gerar força e poder. No exemplo do levantamento terra, por exemplo, o pé se torna um âncora sólida. Ao pressionar o meio do pé e permitir que os dedos se espalhem, toda a cadeia muscular, desde os arcos até os glúteos, é ativada de maneira mais eficiente. E, com o tempo, você começará a sentir fadiga nos pés, o que é um sinal de que sua base está sendo desafiada e fortalecida. Como fortalecer seus pés (e seus levantamentos) Não é necessário abrir mão completamente dos tênis para aproveitar os benefícios do treino descalço. Courtney Conley recomenda começar de forma gradual, removendo os sapatos em alguns exercícios específicos do treino de força: Uma simples farmer’s carry descalço, por exemplo, pode fazer mais pela força dos seus pés do que horas passadas em tênis acolchoados. Ao permitir que os dedos e arcos assumam o trabalho, você está treinando a base que sustenta todos os outros movimentos. Por que pés fortes = longevidade Fortalecer os pés não é apenas uma questão de performance na academia; é sobre mover-se melhor para a vida toda. Pés fortes e móveis melhoram o equilíbrio, postura e coordenação, que são cruciais para um envelhecimento saudável. Estudos mostram que maior força e flexibilidade nos dedos dos pés estão associados a maior estabilidade e menor risco de quedas em adultos mais velhos, destacando como a saúde dos pés impacta diretamente na longevidade. Quando seus pés estão fortes, tudo acima deles funciona de forma mais eficiente. Você se sentirá mais firmemente ancorado nos treinos, mais estável nos movimentos do dia a dia e menos propenso a lesões. É uma das formas mais simples, mas mais negligenciadas, de preparar seu corpo para o futuro. Conclusão: preste atenção nos seus pés Quer você seja um praticante experiente ou novato no treinamento de força, seus pés merecem a mesma atenção que seus glúteos e core. Da próxima vez que for ao treino, tente remover os sapatos em algumas séries e veja como seu corpo responde. Você pode perceber melhor equilíbrio, mais potência e uma conexão surpreendente, começando do chão para cima. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Alveos One: o wearable que transforma sua respiração em biometria para o desempenho

A Alveos Labs acaba de lançar o Alveos One, um tracker de respiração que utiliza sensores acústicos e inteligência artificial para analisar sua respiração em tempo real. Diferente dos dispositivos tradicionais, que monitoram batimentos cardíacos ou passos, o Alveos One foca nos padrões respiratórios, refletindo níveis de estresse, calma e recuperação. O objetivo? Transformar a respiração em um alicerce para melhorar o desempenho físico e mental. Como funciona? O dispositivo compacto se prende magneticamente à sua roupa e capta sinais acústicos sutis da sua respiração. Todos os dados são processados diretamente no dispositivo, garantindo privacidade — ou seja, não há gravação de fala ou ruídos de fundo. Através do app Alveos, os usuários têm acesso a um AI Breath Coach que traduz os dados respiratórios em rotinas curtas e adaptativas, variando de reset de um minuto a sessões de recuperação mais longas. Essas rotinas ajudam o corpo a regular o estresse e melhorar o foco de forma prática. Fabricado com materiais de titânio e composite, o Alveos One é resistente à água (IP54), possui até oito dias de autonomia de bateria e oferece feedback tátil, permitindo orientação mesmo sem o celular por perto. Por que isso é importante? A grande sacada do Alveos One é que, ao contrário de outros wearables que monitoram os efeitos do estresse, ele analisa a causa: como você está respirando. O dispositivo oferece feedback acionável para balancear o sistema nervoso, guiando o momento certo de desacelerar, fazer um reset ou recarregar as energias antes que o burnout aconteça. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Esportes com raquete, Pilates e HIIT estão em alta, revela relatório da Garmin.

O Relatório de Dados Garmin Connect 2025 revela algumas surpresas sobre as tendências de fitness: esportes com raquete foram os campeões de crescimento, seguidos por Pilates, HIIT e treinamento de força. Este estudo anual, que analisa como os usuários da Garmin se envolveram com atividades físicas ao longo do ano, trouxe dados sobre as práticas mais populares e também trouxe pistas sobre os comportamentos e preferências de diferentes faixas etárias. Esportes com raquete dominam o crescimento O grande destaque do ano foi para os esportes com raquete, incluindo modalidades como pickleball, badminton, padel e racquetball. Esses esportes registraram um aumento impressionante de 67% em 2025. O maior crescimento foi observado entre mulheres e jovens de 18 a 29 anos, com destaque para o Vietnã, que liderou esse crescimento. Pilates e HIIT mantêm força entre os praticantes Logo atrás, Pilates e HIIT continuaram fortes, com o Pilates crescendo 46% e o HIIT 45%. As mulheres são as que mais impulsionam essas modalidades, registrando 3 vezes mais sessões de Pilates, 2,8 vezes mais de mobilidade e 2,4 vezes mais de meditação desde 2021. Como resultado, elas também tiveram um aumento de 15% nos exercícios de levantamento de peso, refletindo a busca por uma rotina completa que combine força e flexibilidade. Treinamento de força segue em alta O treinamento de força também continua em ascensão, com um aumento de 29% entre os usuários da Garmin. Este é o quarto ano consecutivo em que a modalidade registra um aumento superior a 20%, reforçando seu sucesso tanto entre os entusiastas de fitness quanto entre aqueles que buscam aproveitar seus benefícios para saúde e longevidade. Curiosamente, as mulheres realizaram mais treinamento de força que os homens, com uma diferença de 6% a mais, demonstrando o crescente interesse da mulher no levantamento de pesos mais pesados. A corrida não perdeu espaço, mas está em segundo plano Embora a corrida continue popular, a corrida ao ar livre teve um crescimento modesto de apenas 6%. Os homens realizaram 21% mais corridas ao ar livre que as mulheres, enquanto as mulheres preferiram as corridas em ambientes fechados, registrando 16% mais de treinos nesse formato. Além disso, a caminhada teve um aumento de 12%, e o mergulho e as atividades indoor cresceram 16%. O impacto da geração na escolha de atividades O relatório também revelou como a faixa etária impacta as escolhas de atividades. Jovens de 18 a 29 anos são os mais engajados na corrida ao ar livre, enquanto os millennials de 30 a 39 anos dominam as modalidades de musculação, exercícios aeróbicos em ambientes fechados e atividades na esteira. Já a faixa etária de 40 a 49 anos está mais conectada às atividades ao ar livre, como corridas em trilha, enquanto a de 50 a 59 anos se destaca em ciclismo indoor, natação e ciclismo de montanha. Os mais velhos, da faixa de 60 a 69 anos, tendem a focar mais em caminhadas e trilhas, enquanto os acima de 70 anos passaram a maior parte do tempo praticando golfe. Os mais jovens também demonstram uma preferência por treinar à tarde e à noite, enquanto os mais velhos são mais matutinos, com pico de atividades entre 8h e 10h. A Garmin e a aposta em saúde personalizada Embora seja mais conhecida por suas funções de corrida e fitness, a Garmin Health, divisão focada em saúde digital, está aproveitando o crescente interesse em cuidados personalizados. A empresa integra suas métricas, como estresse, variabilidade da frequência cardíaca e temperatura da pele, para ajudar profissionais de saúde a tomar decisões mais informadas sobre o bem-estar dos pacientes. A Garmin segue seu compromisso com bem-estar sustentável, oferecendo tecnologia de ponta para monitoramento e gestão de saúde com precisão, ajudando a todos a alcançar seus objetivos de saúde de forma inteligente. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/