24 - 26 de Abril

Expo Center Norte - SP

Novas doses de Mounjaro chegam ao Brasil

A Eli Lilly acaba de confirmar: o Mounjaro, um dos medicamentos mais aguardados para o tratamento de diabetes tipo 2 e obesidade, está desembarcando com força total nas farmácias brasileiras. A partir de maio, novas doses estarão disponíveis, marcando um novo capítulo na inovação médica e no mercado de wellness do país. Afinal, por que demorou tanto? A chegada do Mounjaro foi uma jornada estratégica. Aprovado pela Anvisa em setembro de 2023 para diabetes e, posteriormente, para sobrepeso com comorbidades e obesidade, o lançamento enfrentou alguns obstáculos. A escassez global do produto desde 2022 e o complexo processo regulatório brasileiro foram os principais fatores. Para dar conta da demanda, a Eli Lilly investiu mais de US$ 50 bilhões na expansão da sua capacidade produtiva, mostrando que a aposta no mercado é alta. A estratégia por trás das doses O lançamento não se resume a colocar o produto na prateleira. A introdução de doses intermediárias de 7,5 mg e 10 mg é uma tática pensada para minimizar os efeitos colaterais e personalizar o tratamento. Para quem não responde bem à dose inicial de 5 mg, essa abordagem gradual garante uma adaptação mais segura e eficaz. No Brasil, o custo reflete a inovação: os preços variam de R$ 2,6 mil a R$ 3,6 mil, um fator que levanta o debate sobre a acessibilidade. A revolução para a saúde pública O timing não poderia ser mais relevante. Com mais de 10% da população adulta brasileira diagnosticada com diabetes e 57% com excesso de peso, o Mounjaro chega para atender a uma necessidade urgente. Mais do que um tratamento, ele representa uma tendência de expansão do wellness farmacêutico, focando em medicina preventiva e longevidade. Para executivos e empreendedores do setor, o movimento sinaliza a importância de alinhar inovações às demandas de saúde pública, explorando parcerias para ampliar o acesso e capturar um mercado em plena expansão. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

É melhor tomar banho de dia ou a noite?

A guerra do banheiro sobre o melhor horário para o banho finalmente ganhou um juiz: a ciência. De um lado, o time que precisa da ducha para despertar. Do outro, quem não deita sem antes lavar o dia do corpo. A verdade é que ambos os lados têm razão, e a escolha ideal depende do seu lifestyle e dos seus objetivos de wellness. O banho noturno é o seu detox diário Pense no banho noturno como um reset. Ao longo do dia, sua pele acumula uma camada de poluição, suor, oleosidade e alérgenos, como pólen. Levar tudo isso para a cama não só suja seus lençóis, como pode agravar alergias e problemas de pele. A ducha antes de dormir elimina esses resíduos, garantindo que você e sua cama fiquem limpos, o que melhora a higiene e a qualidade do sono. A ducha matinal como boost de energia e controle de odor Se você acorda e sente que precisa de um start, o banho matinal é seu aliado. Durante a noite, nosso corpo continua trabalhando, produzindo suor e liberando células mortas. As bactérias presentes na pele se alimentam disso, gerando odores. O banho pela manhã remove esses resíduos, controla a proliferação de micro-organismos e garante uma sensação de frescor que dura o dia todo. O que realmente causa o mau cheiro? Vamos direto ao ponto: o suor, por si só, não tem cheiro. O odor corporal é o resultado do trabalho de bactérias, como as do gênero Staphylococcus, que se alimentam dos componentes do suor e liberam compostos que causam o cheiro desagradável. O banho age quebrando esse ciclo, removendo tanto as bactérias quanto seu alimento, e por isso é uma ferramenta essencial de higiene. A estratégia final: personalize sua rotina A resposta definitiva não é única. A melhor rotina é a que se adapta a você. Pessoas com pele oleosa ou que se expõem a muita poluição podem se beneficiar mais do banho noturno. Já quem transpira muito à noite encontra no banho matinal a solução. Alguns especialistas sugerem até uma combinação dos dois. O mais importante é manter a consistência e não esquecer de um detalhe crucial: lavar a roupa de cama semanalmente. Afinal, a higiene é um ecossistema que conecta seu corpo e seu ambiente. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

A fórmula anti-sedentarismo: 22 minutos para salvar seu dia (e sua vida)

Passar o dia na cadeira do escritório parece inofensivo, mas um novo estudo acende o alerta: ficar sentado por 12 horas ou mais aumenta o risco de mortalidade em 38%. A boa notícia é que a ciência encontrou o antídoto, e ele exige apenas 22 minutos de atividade física moderada a vigorosa para zerar essa conta e blindar sua saúde. Qual é o número mágico que zera o risco? A pesquisa, publicada no British Journal of Sports Medicine com quase 12.000 pessoas acima de 50 anos, foi categórica. Os 22 minutos diários de exercício não apenas reduzem, mas neutralizam completamente o perigo associado ao sedentarismo extremo. Quer mais? Adicionar apenas 10 minutos extras de movimento ao dia pode cortar em 35% o risco de morte para quem passa mais de 10,5 horas sentado. É a prova de que pequenas doses de esforço geram um impacto gigante na longevidade. Por dentro da máquina: como o exercício funciona? Não é mágica, é pura biologia. Atividades como caminhada rápida, ciclismo ou uma corrida leve aumentam a frequência cardíaca e o consumo de oxigênio, turbinando as funções cardiovascular e metabólica. Esse processo melhora a sensibilidade à insulina e a saúde das mitocôndrias, as usinas de energia das nossas células, enquanto combate a inflamação sistêmica ligada a doenças crônicas. Em resumo, o movimento age como um reset para o corpo, revertendo os danos causados pela inatividade. Da ciência para a rotina (e para o mercado) A lição é clara: mesmo com uma agenda lotada, pausas ativas são inegociáveis. Para o mercado de wellness, a descoberta abre uma avenida de oportunidades. Empresas podem criar soluções de exercícios rápidos e acessíveis, enquanto investidores podem apostar em tecnologias de monitoramento que incentivem essa prática preventiva. A mensagem final é que o antídoto para um dos maiores vilões da vida moderna é mais simples e rápido do que imaginávamos. O movimento é o melhor investimento no seu bem-estar, e o retorno é imediato. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Calor extremo: seu corpo está preparado para a nova realidade?

Com o aumento das temperaturas globais, entender como nosso corpo reage ao calor deixou de ser curiosidade e virou necessidade. Estudos em ambientes controlados mostram que a batalha para manter o equilíbrio térmico é intensa, envolvendo desde a frequência cardíaca até o desempenho cognitivo. É a sua biologia em modo de sobrevivência. Suor e coração a mil: a resposta de emergência Quando o termômetro sobe, o hipotálamo, nosso termostato interno, aciona o principal mecanismo de resfriamento: o suor. Em um ambiente de 33°C, a taxa de transpiração pode chegar a quase 2 litros por hora, cinco vezes mais do que em temperaturas amenas. Ao mesmo tempo, o sistema cardiovascular entra em ação, dilatando os vasos sanguíneos para levar o sangue quente para a pele e dissipar o calor. É uma operação complexa que exige muito do corpo. Por que um copo d’água pode salvar seu desempenho? Hidratação é a palavra-chave. Sem água suficiente, todo esse sistema entra em colapso. Um corpo desidratado pode atingir uma temperatura interna de 38,5°C, um nível perigoso que compromete o bem-estar. A hidratação adequada não só ajuda a manter essa temperatura sob controle, em torno de 38,3°C, como garante que o suor, nosso ar-condicionado natural, funcione com eficiência. É a diferença entre a fadiga térmica e a performance. Seu cérebro em modo de economia de energia O calor não afeta apenas o corpo, mas também a mente. Sob estresse térmico, o desempenho cognitivo diminui, com o tempo de reação ficando até 17 milissegundos mais lento. Parece pouco, mas em atividades que exigem foco e segurança, como no esporte ou no trabalho, essa lentidão pode fazer toda a diferença. Pausas estratégicas com toalhas geladas e outras técnicas de resfriamento se mostram eficazes para manter a mente afiada. Diante das mudanças climáticas, a adaptação é fundamental. A ciência reforça a importância de práticas simples, como hidratação e pausas, enquanto aponta para um futuro onde wearables que monitoram o estresse térmico e parcerias com empresas de wellness podem criar soluções inovadoras para proteger nossa saúde. Preparar-se para o calor é investir em qualidade de vida. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Decodificando a Longevidade: A Nova Corrida pelos Dados da Sua Saúde

A Parsley Health acaba de elevar o patamar do bem-estar feminino com o lançamento do Longevity Labs, um painel de sangue com mais de 100 marcadores para avaliar a idade biológica. A iniciativa não é um fato isolado, mas sim o capítulo mais recente de uma revolução silenciosa na saúde: a transição do tratamento reativo para a gestão proativa e ultra-personalizada do corpo. Mais que um Exame, um Mapa para o Futuro A grande virada da medicina funcional sempre foi abandonar a lógica de tratar sintomas isolados para focar em desequilíbrios sistêmicos. Impulsionada pelo mapeamento do genoma humano, essa abordagem agora permite identificar problemas de saúde em estágio inicial. O objetivo do Longevity Labs é exatamente esse: detectar desequilíbrios metabólicos, hormonais e inflamatórios antes que se tornem crônicos, entregando um verdadeiro roadmap para o bem-estar a longo prazo. Da Vitamina D à IA: A Tecnologia por Trás da Prevenção O que começou com exames de sangue tradicionais evoluiu para uma análise profunda e integrada. Hoje, os painéis incluem desde nutrientes essenciais, como Vitamina D e B12, até testes genômicos e de microbioma intestinal. A inteligência artificial já é uma aliada fundamental nesse processo, otimizando a interpretação de dados complexos para gerar insights rápidos e precisos, transformando um simples resultado de laboratório em um plano de ação para o seu estilo de vida. Um Mercado Aquecido e Cheio de Oportunidades A Parsley Health não está sozinha. A empresa entra em um mercado competitivo ao lado de plataformas como a Function Health, que já oferece um serviço similar com mais de 100 testes. Esse movimento intensifica a rivalidade no setor e abre um leque de oportunidades para investidores, principalmente em diagnósticos e programas de tratamento personalizados que usam dados para expandir os limites da longevidade. O recado é claro: a nova fronteira do bem-estar é data-driven. Com biomarcadores emergentes, como o NAD+ para a função celular, no radar, o futuro da saúde será cada vez mais preditivo, preventivo e, acima de tudo, pessoal. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

A Epidemia Silenciosa: 44% das pessoas com diabetes não sabem que têm a doença

Um estudo global publicado na The Lancet acende o alerta: quase metade das pessoas com diabetes vive sem diagnóstico. Essa falha na detecção precoce está criando uma bomba-relógio para a saúde pública, com complicações graves que poderiam ser facilmente evitadas. Mas por que tanta gente vive no escuro? A resposta está, em grande parte, no diabetes tipo 2. Diferente de outras formas da doença, ele se desenvolve de forma gradual e está diretamente ligado a fatores como obesidade e sedentarismo. Globalmente, 44% das pessoas com 15 anos ou mais nem imaginam que têm a condição. O cenário revela uma enorme desigualdade no acesso à saúde: enquanto a América do Norte tem altas taxas de diagnóstico, na África Subsaariana, menos de 20% dos casos são identificados. O que acontece quando o diagnóstico não vem? O corpo paga um preço alto. O diabetes não diagnosticado é um convite para doenças cardíacas, derrames, insuficiência renal e danos nos nervos. Na prática, a resistência à insulina impede que o corpo regule o açúcar no sangue, causando danos progressivos e, muitas vezes, irreversíveis aos órgãos vitais. Sintomas como sede excessiva, fadiga e visão embaçada são comuns, mas frequentemente ignorados até ser tarde demais. Health tech e prevenção: a virada de chave. A boa notícia é que a tecnologia e a prevenção podem mudar o jogo. A necessidade de triagens regulares, especialmente para grupos de risco, é o primeiro passo. O mercado de health tech está de olho nessa oportunidade, com investidores apostando em dispositivos de monitoramento e programas que integram tecnologia a mudanças de estilo de vida. A detecção precoce não é apenas sobre tratar, mas sobre garantir longevidade e qualidade de vida. O estudo deixa um recado claro: não basta ter tratamento disponível. Mesmo entre os diagnosticados, menos da metade consegue manter o controle glicêmico ideal. O verdadeiro desafio é fechar o gap entre diagnóstico, acesso e gestão contínua. Para o mercado, é um chamado à inovação; para as pessoas, é um lembrete para não negligenciar os check-ups. Afinal, a prevenção ainda é o melhor negócio. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Placenta Power: proteína que promete regenerar a medula espinhal

Uma proteína extraída da placenta está no centro de uma revolução na medicina regenerativa. Transformada no medicamento polilaminina, essa inovação promete não apenas tratar, mas regenerar completamente lesões na medula espinhal, abrindo caminho para uma vida sem sequelas e redefinindo os limites da recuperação neurológica. Mas como a mágica acontece? A ciência por trás da polilaminina está nas lamininas, proteínas que atuam como um “andaime” biológico para as células nervosas. Elas são cruciais para guiar o crescimento dos axônios e dar suporte às células de Schwann, essenciais na reparação do sistema nervoso. Ao ser aplicada na área lesionada, a polilaminina cria um ambiente permissivo, neutralizando os fatores que normalmente bloqueiam a regeneração e ajudando o corpo a reconstruir o que foi danificado. Adeus, sequelas: o impacto na vida real Para quem sofreu uma lesão medular, a promessa é um divisor de águas. O tratamento com a polilaminina tem o potencial de restaurar movimentos e permitir uma recuperação completa, melhorando drasticamente a qualidade de vida e a longevidade dos pacientes. A terapia combate a formação de cicatrizes internas que impedem a comunicação neural, um dos maiores desafios no tratamento dessas lesões, oferecendo uma chance real de reverter danos antes considerados permanentes. A próxima fronteira do wellness tech Essa inovação não movimenta apenas a medicina, mas também o mercado. Abre-se um novo campo para investidores buscarem parcerias com laboratórios para escalar a produção de terapias regenerativas. Ao mesmo tempo, surge uma demanda para empresas de health tech desenvolverem ferramentas de monitoramento que acompanhem o progresso dos pacientes, criando um ecossistema completo de tratamento e acompanhamento. A polilaminina é a prova de que o futuro do bem-estar está na intersecção entre biotecnologia e novas oportunidades de negócio. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Das crises ao pódio: como o treinamento físico ajuda no controle da asma

Muita gente acredita que quem tem asma deve evitar esforço físico. Afinal, quem nunca ouviu falar em “crise de asma induzida pelo exercício”? Esse medo faz muitos pacientes se afastarem do movimento. Mas a ciência mostra justamente o contrário: quando praticado de forma correta, o exercício pode ser um poderoso aliado no controle da asma. A asma é uma inflamação crônica das vias aéreas, que pode causar chiado, falta de ar, tosse e aperto no peito. Durante o exercício, a respiração acelera, e em algumas pessoas o ar frio e seco pode desencadear crises. Por outro lado, treinar regularmente aumenta a força dos músculos respiratórios e reduz a inflamação de baixo grau no corpo. Ou seja: o mesmo estímulo que pode causar sintomas em excesso, em dose certa, ajuda a fortalecer a respiração. Não são incomuns os casos de campeões de natação que começaram a nadar porque tinham asma ou outras doenças respiratórias. O que começou como tratamento virou vocação — e muitos transformaram uma limitação em superação. Se para alguns o exercício foi a porta de entrada para o esporte de alto rendimento, para a maioria ele pode ser simplesmente o caminho para uma vida com mais fôlego e menos limitações. Não só a natação, mas também outras atividades, melhoram o controle da asma. Diversos estudos científicos comprovam que pacientes com asma que realizaram programas de treino aeróbico tiveram redução da falta de ar e melhoraram sua qualidade de vida. Exercícios que combinam fortalecimento muscular e atividade aeróbica aumentam a resistência física e reduzem a percepção de esforço em atividades do dia a dia. O treinamento específico da musculatura respiratória (músculos intercostais e diafragma) também tem resultados excelentes. Assim como, Yoga e exercícios respiratórios auxiliam no controle da ansiedade e na percepção do ritmo respiratório. A ergoespirometria é o exame de excelência para diagnóstico e acompanhamento de pacientes com asma desencadeada pelo esforço. O segredo do treinamento nesses casos é a progressão gradual, o aquecimento adequado e o uso correto das medicações quando indicadas. Mesmo com estes benefícios, alguns sinais exigem atenção: Se isso acontecer, o treino deve ser interrompido e o paciente deve procurar orientação médica. O exercício não é inimigo da asma. Pelo contrário: pode ser um dos melhores aliados para ampliar a capacidade pulmonar, reduzir sintomas e dar mais qualidade de vida. O que faz diferença é treinar com ciência, orientação e respeito ao corpo. Afinal, o objetivo não é apenas suar — é respirar melhor, dentro e fora da academia e das piscinas. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Seu próximo exame de vista pode prever o Alzheimer?

Uma nova pesquisa está mudando o jogo da prevenção de doenças neurodegenerativas. Um estudo recente com camundongos sugere que um simples exame oftalmológico pode ser a chave para detectar o Alzheimer até 20 anos antes dos primeiros sintomas, transformando a visita ao oftalmologista em uma poderosa ferramenta de wellness. Afinal, o que o olho tem a ver com o cérebro? A resposta é simples: tudo. A retina é uma extensão direta do nosso sistema nervoso central, funcionando como uma verdadeira janela para o cérebro. O estudo, publicado na revista Alzheimer’s & Dementia, descobriu que camundongos com uma mutação genética ligada à doença apresentavam alterações visíveis nos vasos sanguíneos da retina, como estreitamento e menor ramificação. Essas mudanças espelham o que acontece na microcirculação cerebral durante o avanço silencioso do Alzheimer. A nova fronteira da health tech A descoberta abre uma avenida de oportunidades para o mercado de health tech. A possibilidade de usar exames de rotina, não invasivos, para monitorar a saúde neurológica é um divisor de águas. Empresas e investidores já estão de olho no desenvolvimento de novas tecnologias e dispositivos capazes de identificar esses biomarcadores de forma precoce e acessível. A ideia é integrar o monitoramento ocular às rotinas de bem-estar, promovendo uma abordagem mais proativa na gestão da longevidade. Um passo de cada vez Claro, a tecnologia ainda precisa ser validada em estudos com humanos. Mas a direção é clara: o futuro do diagnóstico está na integração e na prevenção. Enquanto a ciência avança, a mensagem é um reforço do que já sabemos: cuidar da saúde com hábitos saudáveis e check-ups regulares é a estratégia mais inteligente para um futuro com mais qualidade de vida. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Correr mais, cansar menos: por que caminhar no meio do treino é o novo hack?

Pode parecer contraintuitivo, mas diminuir o ritmo é o segredo para ir mais longe. A estratégia de alternar corrida e caminhada, antes vista com desconfiança, agora ganha respaldo da ciência como um método poderoso para evitar lesões, reduzir a fadiga e turbinar a resistência, especialmente para corredores amadores que buscam performance sustentável. Mas isso funciona mesmo? O que a ciência diz? Sim, e os dados comprovam. Um estudo de 2016 com 42 corredores amadores mostrou que o grupo que intercalou os ritmos terminou a prova em tempo similar ao que só correu, mas com um bônus gigante: menos desconforto muscular. A pesquisa deixou claro que, embora a sobrecarga cardiovascular seja a mesma, as pausas estratégicas protegem o corpo do desgaste excessivo, diminuindo o risco de lesões e daquela exaustão que te faz querer desistir no meio do caminho. O pulo do gato: recuperação que turbina o resultado O segredo está na recuperação parcial que a caminhada proporciona. Durante esses intervalos, o corpo tem a chance de “respirar”: os músculos começam a remover subprodutos metabólicos, como o ácido lático, e a reabastecer as reservas de energia. Na prática, isso significa que você volta a correr com mais gás, consegue manter uma velocidade maior e, no fim das contas, até aumenta o gasto calórico total. É a prova de que treinar com inteligência é mais eficiente do que apenas treinar duro. Para quem é essa estratégia (e para quem não é)? Essa abordagem é um game-changer para iniciantes ou corredores amadores que querem melhorar a resistência sem sacrificar o corpo. Ao tornar o treino menos intimidador, a chance de você manter a consistência aumenta exponencialmente. Vale lembrar, no entanto, que para atletas de elite a corrida contínua pode ser mais adequada. Especialistas também reforçam que o método não é uma solução mágica: combiná-lo com exercícios de fortalecimento muscular é fundamental para uma prevenção de lesões realmente eficaz. No fim, a mensagem é clara: performance não é sinônimo de sofrimento. Alternar corrida e caminhada democratiza o esporte, mostrando que o equilíbrio entre intensidade e recuperação é a chave para um bem-estar duradouro e resultados sólidos. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/