24 - 26 de Abril

Expo Center Norte - SP

Vale a pena tomar creatina?

 A resposta é simples: sim, vale (e muito). O que é essa tal de creatina? A creatina é um composto natural produzido pelo corpo e presente em alimentos como carne e peixe. Funciona como uma “reserva rápida” de energia (ATP) para músculos e cérebro. É essencial para treinos intensos, mas também traz benefícios para saúde cognitiva e longevidade. Principais benefícios: Dose recomendada: O consenso científico é 3 a 5 g por dia, sem necessidade de fase de carga. Pode ser tomada em qualquer horário, de preferência junto a uma refeição. O uso crônico (diário) é o que garante a saturação dos estoques musculares. Quem pode usar? Como tomar? Como escolher? Opte por creatina monohidratada, pura, com selo de qualidade (ex: Creapure®) não vai errar! Sempre verifique certificações de boas práticas e pureza. Resumindo: A creatina é um dos suplementos mais estudados do mundo (mais de 1000 artigos publicados) e seus efeitos vão da performance à saúde cerebral e envelhecimento saudável. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Colágeno: o hype de US$ 6 bilhões que a ciência pôs em xeque

O mercado de suplementos de colágeno é uma máquina de US$ 6.4 bilhões, movido por promessas de pele firme, prevenção de rugas e articulações saudáveis. Mas a ciência está jogando um balde de água fria nesse otimismo: pesquisas independentes não encontram os mesmos resultados milagrosos divulgados em estudos patrocinados, acendendo um alerta sobre a real eficácia do produto. Onde está a verdade: no marketing ou no laboratório? A principal polêmica está na origem dos dados. Enquanto estudos financiados por marcas reportam melhorias na saúde da pele, pesquisas imparciais mostram que os benefícios são mínimos ou inexistentes. Essa discrepância cria um gap de confiança, deixando o consumidor perdido em meio a alegações não comprovadas. Para complicar, o mercado está inundado de novos formatos, de gummies a bebidas prontas, que avançam mais rápido que a regulamentação, abrindo brechas para problemas de qualidade. A aposta na ciência para virar o jogo Em um cenário de desconfiança, marcas como AG1, Seed e Ritual estão mudando a estratégia. Em vez de focar apenas em marketing, elas investem pesado em validação clínica e transparência para provar que seus produtos funcionam. A ideia é simples: usar a ciência como um diferencial competitivo para construir lealdade e se destacar em um mercado saturado. O futuro do wellness é baseado em evidências O recado para o setor é claro: a era das promessas sem comprovação está chegando ao fim. Ignorar as críticas e a falta de evidências robustas não só afasta consumidores mais exigentes, como também atrai uma regulamentação mais rígida. Para os executivos de wellness, o desafio é transformar o ceticismo em oportunidade, integrando pesquisa rigorosa ao negócio para entregar autenticidade e resultados reais. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

A nova regra do emagrecimento: seu músculo vale mais que a balança.

Esqueça a obsessão com os números na balança. A nova era do emagrecimento saudável tem um mantra claro: perder gordura, não músculo. Impulsionada por novos medicamentos, recomendações de especialistas e a força das redes sociais, a prioridade agora é preservar a massa muscular para garantir um metabolismo blindado e saúde a longo prazo. O perigo oculto por trás do “projeto verão” Focar apenas em cortar calorias pode ser um tiro no pé. Quando o corpo entra em déficit calórico agressivo, ele não queima só gordura, mas também consome a preciosa massa magra. A consequência é um metabolismo mais lento, sistema imunológico enfraquecido e até prejuízos para a função cerebral. Especialistas alertam que a perda muscular aumenta o risco de doenças crônicas como diabetes e hipertensão, já que os músculos são vitais para regular o açúcar e a gordura no sangue. A virada de chave com os medicamentos GLP-1 A popularização de medicamentos como Wegovy e Saxenda acelerou essa discussão. Embora eficientes na perda de peso, eles podem levar a uma perda de até 40% de massa muscular. Isso acendeu um alerta na comunidade médica, com endocrinologistas e publicações como a The Lancet reforçando a necessidade de uma abordagem combinada: tratamento medicamentoso junto com dieta rica em proteínas e exercícios de resistência. A tendência explodiu no TikTok e Instagram, onde influenciadores e a trend “Great Lock In de 2025” promovem o autoaperfeiçoamento com foco total na preservação muscular. O playbook para emagrecer do jeito certo Então, como fazer? A estratégia é clara e multifatorial. O emagrecimento deve ser gradual, com uma ingestão de proteínas entre 1,4 e 1,6 gramas por quilo do seu peso-alvo. Combine musculação, crossfit ou calistenia com treinos aeróbicos para proteger e construir músculos. Não se esqueça de manter a hidratação em dia e garantir uma boa noite de sono, que é crucial para o equilíbrio hormonal. Suplementos podem ajudar, mas nunca substituem uma alimentação equilibrada. O futuro do emagrecimento não está nos quilos perdidos, mas na qualidade da composição corporal. A ciência avança com novas descobertas, como a proteína BCL6, que promete revolucionar os tratamentos contra a perda muscular. A mensagem final é que emagrecer de forma inteligente é um investimento direto na sua longevidade e bem-estar. É sobre construir um corpo mais forte e resiliente, não apenas mais leve. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Seu cabelo está caindo? A ciência aponta para o seu copo

Uma grande revisão científica publicada em agosto de 2024 na revista Nutrition and Health acaba de colocar uma lupa sobre um tema que mexe com a autoestima de muita gente: a relação entre dieta e saúde capilar. A análise, que envolveu mais de 61 mil participantes, trouxe uma conclusão direta: o que você come e, principalmente, o que você bebe, pode estar sabotando seus fios. O açúcar e o álcool como vilões capilares A pesquisa é clara ao associar o consumo de bebidas açucaradas e alcoólicas a um maior risco de queda de cabelo e até descoloração precoce. O mecanismo por trás disso é uma combinação de fatores: o excesso de açúcar gera inflamação e estresse oxidativo, danificando os folículos capilares. Além disso, desequilíbrios hormonais podem aumentar os níveis de DHT, um hormônio que acelera o ciclo da alopecia. A defesa começa no prato: os nutrientes essenciais Se por um lado existem os vilões, por outro, a nutrição oferece um arsenal de defesa. Proteínas, essenciais para a produção de queratina, são a base para fios fortes. A suplementação de ferro e vitamina D também mostrou resultados positivos no combate à queda, melhorando o crescimento e a densidade capilar. Alimentos como soja e vegetais crucíferos, ricos em compostos antioxidantes, ajudam a proteger os folículos. Uma estratégia completa para a saúde dos fios A verdade é que a queda de cabelo é multifatorial, e a dieta é apenas uma das peças do quebra-cabeça. Fatores como estresse e genética também contam. A recomendação dos especialistas é adotar uma dieta balanceada, rica em proteínas magras, frutas, vegetais e grãos integrais, como uma estratégia de prevenção acessível e poderosa. E, claro, quando a nutrição sozinha não for suficiente, buscar um dermatologista é fundamental para um tratamento assertivo. No fim do dia, a mensagem é que o cuidado com o cabelo começa de dentro para fora. Priorizar uma alimentação consciente não é só uma tendência de wellness, mas um investimento direto na saúde e na aparência dos seus fios. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Vanessa Lopes Revela Como Quase Perdeu a Voz Por Vicio em Cigarro Eletrônico

A influenciadora Vanessa Lopes, com milhões de seguidores, quase perdeu sua principal ferramenta de trabalho: a voz. O culpado? O cigarro eletrônico, um vício que começou de forma despretensiosa em um intercâmbio em 2019 e a levou para a fonoaudiologia e até para a mesa de cirurgia após o diagnóstico de um calo nas cordas vocais. Por que o vape virou o novo acessório da Geração Z? A popularidade do cigarro eletrônico não é por acaso. Com sabores adocicados que lembram a infância e um design que facilita o uso escondido, o vape se tornou um símbolo de identidade e lifestyle. Marcas como a Juul investiram pesado em marketing nas redes sociais, usando influenciadores para associar o hábito a uma imagem moderna e descolada, transformando o vaping em um fenômeno cultural, especialmente no TikTok e Instagram. Da fumaça colorida à conta na saúde: qual o preço real? O que começa como uma tendência rapidamente mostra seu custo. Vanessa relatou rouquidão, asma e a perda temporária da voz, sintomas que acenderam um alerta. Especialistas confirmam que as substâncias químicas presentes nos vapes apresentam riscos graves, causando inflamações e lesões no sistema respiratório. A experiência da influenciadora é um reflexo do que os dados mostram: o uso de cigarros eletrônicos entre adolescentes de 14 a 17 anos já supera o de cigarros tradicionais, segundo pesquisas. O futuro é detox? Conscientização e novos rumos Apesar da proibição no Brasil, o mercado ilegal de vapes cresceu 600% desde 2018. A boa notícia é que a maré pode estar virando. Movimentos de “detox” com a hashtag # quitvaping ganham força nas redes, e o relato de figuras como Vanessa Lopes impulsiona a conscientização. A história dela serve como um alerta poderoso: por trás da fumaça estilizada, a conta para o bem-estar pode ser alta, e a Geração Z começa a questionar se o preço da popularidade vale a própria saúde. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Caminhar Para Curar? Ajustes Na Sua Marcha Podem Revolucionar o Combate à Osteoartrite!

Um ensaio clínico de ponta, envolvendo 68 adultos com osteoartrite leve a moderada no joelho, revelou uma verdade surpreendente: pequenas modificações na forma de caminhar podem ser tão eficazes quanto analgésicos na redução da dor e, pasme, até mesmo retardar a degeneração da cartilagem. Essa descoberta, que demonstra que alterar a marcha ao caminhar reduz a dor da artrite no joelho de forma semelhante a medicamentos, abre portas para uma abordagem não medicamentosa no manejo de uma das condições mais incapacitantes. O Segredo Está No Ângulo: Como o Corpo Se Reequilibra? A inovação reside em um treinamento personalizado da marcha, onde os participantes aprenderam a caminhar com os dedos dos pés apontados sutilmente para dentro ou para fora, geralmente entre cinco e dez graus. A sacada? Essa mudança estratégica redireciona a carga mecânica do joelho para áreas com cartilagem mais saudável, agindo como uma joelheira ortopédica natural. Essa técnica de redistribuição de peso não só alivia o estresse em regiões danificadas, mas também evita a sobrecarga sem comprometer a força total da articulação. O objetivo principal das modificações da marcha é reduzir o momento de adução externo do joelho (KAM), um indicador crucial da carga na articulação medial, que está diretamente ligado à progressão da osteoartrite. O treinamento, que durou um ano com monitoramentos trimestrais e feedback em tempo real, mostra que essa mudança personalizada na marcha ajuda a preservar a cartilagem e aliviar a dor crônica. Resultados na Prática: Adeus, Dor e Degeneração? Os resultados do ensaio clínico são animadores. O grupo que adotou a marcha modificada experimentou uma redução da dor no joelho comparável à de analgésicos sem prescrição, com uma diminuição média de 2,5 pontos na escala NRS de dor. Além do alívio imediato, exames de ressonância magnética confirmaram que a alteração da marcha retardou significativamente a degeneração da cartilagem, um avanço crucial para a longevidade e o bem-estar diário. Essa abordagem oferece uma solução não invasiva que melhora o bem-estar de pessoas com artrite, promovendo uma rotina mais confortável e sustentável. Tech Wellness e o Futuro dos Seus Passos Essa pesquisa enfatiza uma opção não medicamentosa para o alívio da osteoartrite, reduzindo o risco de efeitos colaterais. A expansão de opções de tratamento pode evoluir para algo ainda mais acessível, integrando-se a tecnologias de feedback em tempo real. Pense em smartphones e calçados inteligentes que monitoram e guiam seus passos, transformando a prática de caminhar em uma terapia contínua e personalizada. A personalização de exercícios por meio de dispositivos biométricos é uma tendência ascendente no mercado de wellness e biohacking, focando na prevenção de lesões articulares. Contudo, o estudo aponta que, apesar do potencial, é essencial um acompanhamento profissional para garantir precisão e segurança, especialmente porque nem todos os pacientes se beneficiam de forma igual, e a adesão a longo prazo pode ser um desafio. O investimento em wearables para análise da marcha e parcerias com fisioterapeutas podem impulsionar inovações nesse setor. No universo fitfeed, onde a saúde é a nova moeda e o bem-estar é prioridade, a ideia de que um simples ajuste na sua caminhada pode ser um pilar fundamental para uma vida mais ativa e sem dor é revolucionária. A convergência entre ciência, tecnologia e o entendimento profundo da biomecânica do corpo está pavimentando o caminho para um futuro onde a autonomia sobre a própria saúde se torna cada vez mais real e acessível. Seus passos podem ser o seu melhor remédio. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Palpitações, pausas e batidas fora do compasso: o que fazer no treino?

Treinar é sinônimo de saúde, energia e longevidade. Mas, quando o coração sai do compasso, seja com palpitações, batimentos acelerados ou pausas inesperadas, surge a dúvida: quem tem arritmia pode se exercitar com segurança? A resposta não é única, porque existem arritmias de diferentes naturezas. O que muda é a forma de encarar o treino. Nosso coração bate cerca de 100 mil vezes por dia, em silêncio absoluto. Você nem percebe que ele está ali. Mas nem sempre é assim. Quando o paciente “sente o coração bater” de forma estranha, como trancos, acelerações ou pausas, estamos diante de uma arritmia percebida. Algumas são benignas: rápidas, curtas e sem maiores repercussões. Outras podem ser perigosas, principalmente quando trazem sinais de alerta como: Além disso, muitas arritmias são intermitentes: aparecem e desaparecem sem padrão fixo, tanto no repouso quanto no esforço. Esse “vai e vem” pode confundir o paciente e atrasar o diagnóstico, motivo a mais para valorizar cada sintoma. Exercício: remédio ou gatilho? Na maioria dos casos, o treinamento físico é parte do tratamento. Mas existe a chamada curva em U: tanto o sedentarismo quanto o excesso de treino aumentam o risco de arritmias, especialmente a fibrilação atrial. Sim! Exercício é remédio, mas precisa de dose certa! Para a maioria dos pacientes, atividades leves a moderadas: caminhada, bicicleta ergométrica, natação recreativa e musculação orientada, são as escolhas mais seguras. O segredo está na progressão gradual e no acompanhamento. Treinos de alta intensidade e competitivos devem ser avaliados com cautela, pois podem transformar benefício em risco. Por isso, a avaliação pré-participação realizada por cardiologista/ médico do esporte é essencial. Nesta consulta avaliamos o risco de eventos durante a prática de exercícios e podemos encontrar alterações antes que ela se tornem um problema grave. Exames como eletrocardiograma, Holter de 24 horas, ecocardiograma e ergoespirometria ajudam a entender como o coração reage ao esforço. Assim, o treino deixa de ser ameaça e passa a ser ferramenta otimizada de saúde. O mais importante de tudo é estar atento aos sinais que o corpo dá. Arritmias podem surgir mesmo após uma excelente avaliação pré-participação. Nem toda palpitação é doença! Mas se você tiver palpitações, especialmente se acompanhadas por qualquer um dos sinais de alerta (acima), é importante procurar sua cardiologista. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Sol e imunidade: por que a ciência está mudando o que você sabe sobre exposição solar?

Esqueça tudo que você achava sobre sol e saúde. Novas pesquisas indicam que a exposição solar moderada pode ser uma das ferramentas mais poderosas para fortalecer o sistema imunológico e prevenir doenças autoimunes e isso vai muito além da vitamina D. Os números que surpreendem Evidências científicas estão desafiando antigos paradigmas. Um estudo com militares da Marinha dos EUA mostrou que alta exposição ao sol resultou em uma taxa de mortalidade três vezes menor por câncer de pele e 44% menos mortes por outros tipos de câncer. Já na Suécia, mulheres com menor exposição solar apresentaram taxas de mortalidade duas vezes maiores ao longo de 20 anos, incluindo 130% mais risco de mortes cardiovasculares. A química por trás do fenômeno O impacto do sol não se limita à produção de vitamina D. A luz UV desencadeia reações bioquímicas na pele que liberam moléculas como óxido nítrico, capaz de reduzir a pressão arterial, e lipídios específicos que regulam o sistema imunológico. Em 2023, um estudo identificou que esses lipídios ajudam a prevenir a proliferação descontrolada de células imunes, um mecanismo que pode ter papel crucial em doenças autoimunes como a esclerose múltipla. Esclerose múltipla: um caso emblemático Os resultados em torno da esclerose múltipla chamam atenção. Em um ensaio clínico australiano, 30% dos pacientes em estágio inicial tratados com fototerapia UV não evoluíram para a doença, contra 0% no grupo de controle. Experimentos em ratos reforçam a tese: a exposição à luz UV melhora quadros autoimunes independentemente dos níveis de vitamina D. O novo protocolo wellness Diante dessas descobertas, a recomendação emergente não é evitar, mas abraçar o sol com moderação. Exposições de 15 a 30 minutos ao ar livre pela manhã podem sincronizar o relógio biológico, fortalecer o sistema imunológico e reduzir o risco de doenças autoimunes. Essa virada de perspectiva está alimentando o interesse por terapias naturais e dispositivos de fototerapia, além de abrir espaço para inovações como wearables que monitoram a exposição solar e potencializam seus benefícios. O movimento representa um novo paradigma no bem-estar: sair da lógica de fugir do sol para adotar uma relação inteligente e estratégica com ele. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Cardio antes ou depois do treino de força?

A resposta depende do seu objetivo e do seu nível de treinamento. Qual é o seu objetivo? Nível de treinamento importa Cardio como aquecimento ou recuperação Considerações práticas Objetivo principal Ordem recomendada Força / Hipertrofia Musculação → Cardio Endurance / Resistência Cardio → Musculação Qualidade de vida Musculação → Cardio leve O que diz a ciência? Curiosidade: Velocistas e a ativação de força Atletas velocistas — do atletismo, natação ou esportes de explosão — muitas vezes iniciam seus treinos com força e potência antes de irem para a pista ou para a água. Estratégia eficaz e cientificamente embasada. Por quê? Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Carotenoides: o upgrade natural que sua pele estava esperando

Uma análise de mais de 170 estudos confirmou o que o universo do bem-estar já suspeitava: compostos como licopeno, betacaroteno e astaxantina, encontrados em alimentos coloridos, são verdadeiros aliados da saúde da pele. Consumidos via dieta, suplementos ou aplicados topicamente, os carotenoides estão redefinindo o skincare de dentro para fora, combatendo os sinais do envelhecimento na raiz do problema. Como eles turbinam sua pele? A mágica acontece em nível celular. Os carotenoides atuam como antioxidantes poderosos, neutralizando o estresse oxidativo causado por radicais livres — os grandes vilões do envelhecimento precoce. Ao mesmo tempo, eles acalmam inflamações crônicas, fortalecem a barreira cutânea e estimulam a produção de colágeno, a proteína que garante firmeza e elasticidade. O resultado é uma pele mais hidratada, resiliente e protegida contra os danos solares. A ciência comprova: menos rugas e mais elasticidade Os resultados são visíveis. Um estudo clínico mostrou que a suplementação com astaxantina reduziu significativamente as rugas em apenas seis semanas. Outra pesquisa revelou que a combinação de uso oral e tópico do mesmo composto diminuiu manchas de idade e melhorou a elasticidade da pele em oito semanas. Até mesmo o betacaroteno, em doses baixas, demonstrou potencial para suavizar linhas de expressão e proteger o DNA contra danos UV. O ponto de atenção: equilíbrio é tudo Apesar dos benefícios, o exagero não é bem-vindo. Doses muito altas de suplementos, especialmente de betacaroteno, podem trazer riscos para grupos específicos, como fumantes, e até causar uma coloração amarelada na pele, a carotenodermia. A recomendação é clara: priorize fontes naturais, como frutas e vegetais coloridos, e consulte um profissional de saúde antes de apostar em suplementos. A tendência aponta para uma nutrição funcional e personalizada, onde o alimento é a primeira linha de defesa para uma pele saudável e cheia de vitalidade. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/