24 - 26 de Abril

Expo Center Norte - SP

Você vive com a mente acelerada, ansiedade constante e dificuldade para relaxar?

Talvez o problema esteja em algo que você nunca deu muita importância: o GABA. Ansiedade constante, dificuldade para relaxar, sono leve e a sensação de que a mente nunca desliga têm se tornado queixas cada vez mais comuns. Para além do estresse do dia a dia, especialistas apontam para um fator pouco lembrado, mas essencial para o equilíbrio mental: o GABA. O GABA (ácido gama-aminobutírico) é um dos principais neurotransmissores inibitórios do cérebro. Na prática, ele funciona como o “freio” do sistema nervoso, reduzindo a excitabilidade neural e ajudando o corpo a sair do estado de alerta permanente. Quando está em níveis adequados, favorece calma, foco, relaxamento muscular e um sono mais profundo. Quando está baixo, o organismo tende a operar em excesso. Esse desequilíbrio pode se manifestar de várias formas: ansiedade crônica, agitação mental, insônia ou despertares frequentes durante a noite, irritabilidade, dificuldade de concentração, tensão muscular, bruxismo e até episódios de compulsão alimentar, especialmente por doces. Não se trata apenas de um estado emocional, mas de uma resposta neuroquímica. A produção de GABA acontece naturalmente no cérebro a partir do glutamato, com a participação de cofatores importantes como magnésio, zinco, vitamina B6 e taurina. Por isso, fatores como estresse crônico, alimentação pobre em nutrientes, inflamação intestinal e privação de sono podem comprometer esse processo e reduzir a disponibilidade do neurotransmissor. Felizmente existem formas naturais de estimular o GABA. Uma alimentação que inclua ovos, peixes, castanhas e frutas como a banana pode ajudar, assim como estratégias de suplementação orientada com magnésio, vitamina B6, L-teanina ou o próprio GABA, quando indicado por um profissional. Práticas como meditação, exercícios de respiração profunda, atividade física leve, yoga e acupuntura também demonstram impacto positivo na regulação do sistema nervoso. Dormir bem, aliás, é peça central: o GABA influencia o sono e, ao mesmo tempo, depende dele para se manter equilibrado. A discussão reforça um ponto cada vez mais claro na saúde mental contemporânea: bem-estar não é apenas psicológico, é também bioquímico. Quando o corpo permanece preso ao modo “alerta máximo”, pode não ser falta de força de vontade ou resiliência, pode ser um pedido fisiológico por mais GABA, mais pausa e mais recuperação. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Metacognição: o hack mental para destravar seus objetivos

E se a chave para o sucesso não for mais esforço, mas sim um pensamento mais estratégico? Um estudo bombástico de Stanford e da Universidade Nacional de Singapura aponta para uma habilidade decisiva: a metacognição. A pesquisa mostrou que a capacidade de refletir sobre os próprios processos mentais está diretamente ligada a maiores taxas de sucesso em metas desafiadoras, como melhorar o desempenho ou perder peso. Afinal, o que é essa tal de metacognição? Pense nela como a habilidade de dar um passo atrás e analisar sua própria mente em ação. O estudo, que acompanhou mais de 850 pessoas, revelou que participantes que questionavam e ajustavam seu modo de pensar tiveram resultados melhores, independentemente de seu QI ou nível de persistência. Essa função, que tem base no córtex pré-frontal do cérebro, cria um ciclo de autoconhecimento e autoajuste, fortalecendo a tomada de decisões e a resiliência. Como treinar seu cérebro para o sucesso? A melhor notícia é que a metacognição não é um dom, é uma skill treinável. A pesquisa provou que, com o treinamento certo, as chances de sucesso aumentam significativamente. As cinco estratégias para turbinar essa capacidade são diretas: explique conceitos complexos para si mesmo, aprenda ativamente com seus erros, verbalize o processo de tomada de decisão, avalie seu grau de confiança nas suas conclusões e observe seus pensamentos de forma consciente. O futuro do bem-estar é cognitivo Essa virada de chave está abrindo um novo campo no universo do bem-estar e da alta performance. A tendência aponta para a criação de plataformas digitais e programas de bem-estar corporativo focados em treinar essa competência para aumentar não só a produtividade, mas a saúde mental. O próximo passo? A integração dessa lógica em wearables, oferecendo feedback em tempo real para otimizar nosso autogerenciamento mental. No fim das contas, a mensagem é clara: o sucesso é menos sobre a força bruta e mais sobre a estratégia com que usamos nossa mente. Incorporar pequenos hábitos reflexivos no dia a dia é o caminho para a melhoria contínua, transformando a metacognição no upgrade definitivo para o seu crescimento pessoal e profissional. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Sunday Scaries: por que a ansiedade de domingo virou o novo burnout da Geração Z?

Aquele aperto no peito que chega no domingo à tarde tem nome: “Sunday Scaries”. O fenômeno, que viralizou no TikTok, descreve a ansiedade generalizada com a antecipação da semana de trabalho e já se tornou um sintoma cultural, afetando mais de 75% dos millennials e da Geração Z e transformando o dia de descanso em um gatilho para o estresse. Mas por que o domingo virou o novo vilão? A principal causa é a ansiedade com as responsabilidades da semana seguinte, mas o buraco é mais embaixo. A cultura “always-on”, com e-mails e notificações de trabalho invadindo o fim de semana, borra as fronteiras entre vida pessoal e profissional. Some a isso a pressão para otimizar o tempo livre e o acúmulo de tarefas domésticas, e o domingo perde sua função de recarga. O psiquiatra Viktor Frankl chamou isso de “neurose do domingo”: um vazio existencial que surge quando as distrações da rotina param, expondo a falta de propósito. Os dados não mentem: a conta chegou Uma pesquisa da Talker Research aponta que a angústia dominical acontece, em média, 36 domingos por ano, com pico por volta das 15h54. O impacto na Geração Z é ainda mais brutal: 74% sentem essa ansiedade mensalmente e, pasme, 20% já pediram demissão por causa dela, segundo um estudo com trabalhadores americanos. A consequência vai além do emocional, afetando o corpo com insônia e níveis de cortisol (o hormônio do estresse) até 23% mais altos. Da ansiedade à oportunidade de negócio A crise abriu uma avenida para o mercado de wellness. Empresas já enxergam oportunidades em programas corporativos de descompressão, focados em combater o burnout antes que ele comece. Além disso, cresce a demanda por plataformas digitais que ajudam a criar rituais de domingo personalizados e tecnologias que monitoram o humor e otimizam o ritmo circadiano, melhorando a qualidade do sono. A popularização dos Sunday Scaries não é apenas um meme. É um sinal claro de que o modelo de trabalho tradicional está esgotado, especialmente para as novas gerações que priorizam a saúde mental acima de tudo. A solução passa por adotar um ritmo mais gentil e consciente, transformando o bem-estar proativo em uma estratégia central, não apenas um benefício. Afinal, a busca por equilíbrio não tira folga, nem mesmo no domingo. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Novo estudo revela: danos metabólicos na juventude já deixam marcas no cérebro

Por muito tempo, acreditou-se que a relação entre metabolismo e cérebro só começava a importar na meia-idade, quando lapsos de memória e declínio cognitivo ficam mais visíveis. Mas uma pesquisa da Arizona State University acaba de desafiar essa linha do tempo e de forma contundente. Os pesquisadores encontraram sinais precoces de estresse neuronal em jovens de 20 a 30 anos com obesidade, indicando que os caminhos biológicos ligados ao Alzheimer podem começar décadas antes dos primeiros sintomas. O metabolismo e a memória estão conectados O estudo analisou amostras de sangue de 30 adultos jovens: metade com peso saudável, metade com obesidade. O que chamou atenção foi o biomarcador analisado, o NfL (Neurofilamento de Cadeia Leve), considerado um alerta inicial para neurodegeneração. Os resultados foram claros: Os pesquisadores também avaliaram marcadores inflamatórios, enzimas hepáticas, sensibilidade à insulina e níveis de colina. O padrão se repetiu: mais inflamação, mais estresse hepático e menos colina. E mais: ao comparar esses resultados com amostras de idosos diagnosticados com Alzheimer, a mesma combinação apareceu — baixa colina ligada a NfL elevado. A hipótese é forte: algumas rotas biológicas que levam ao Alzheimer podem ser ativadas muito antes do que imaginamos, especialmente em pessoas com disfunção metabólica. Por que a colina importa tanto A colina é um nutriente essencial para o funcionamento saudável do fígado, da estrutura das membranas celulares, o controle da inflamação, a produção de acetilcolina, neurotransmissor fundamental para memória e aprendizagem. Apesar disso, até 90% da população americana não atinge a ingestão recomendada.No estudo, jovens com obesidade tinham níveis de colina drasticamente menores, associados a inflamação, resistência à insulina e maior NfL. Outro ponto crítico: mulheres apresentaram níveis ainda mais baixos, o que levanta preocupação, já que o Alzheimer afeta mulheres de forma desproporcional. GLP-1, nutrição e o risco de deficiências Os autores alertam que medicamentos como Ozempic e Mounjaro, que reduzem o apetite, podem levar à ingestão insuficiente de nutrientes essenciais, incluindo colina. Para quem usa essas terapias, monitorar a dieta é ainda mais importante. O que isso significa para sua saúde hoje 1. O cérebro sente o impacto do metabolismo desde cedo O recado do estudo é direto: cuidar da saúde metabólica aos 20, 30 e 40 anos pode ter impacto duradouro na prevenção de doenças neurodegenerativas. 2. Colina precisa entrar no radar Boas fontes incluem: ovos, peixes, frango, soja, leguminosas, brócolis, couve-flor e couve-de-bruxelas. 3. Inflamação e resistência à insulina também são problemas do cérebro Hábitos que preservam sensibilidade à insulina: treino de força, proteínas distribuídas ao longo do dia, refeições ricas em fibras e sono de qualidade, podem proteger o cérebro no longo prazo. A conclusão O estudo não afirma que obesidade ou baixa colina causam Alzheimer. Mas mostra que esses fatores estão profundamente interligados por meio de vias inflamatórias e metabólicas que já podem estar ativas muito antes do que se imaginava. A boa notícia?São fatores modificáveis. Colina adequada, estilo de vida anti-inflamatório e saúde metabólica consistente podem construir o terreno biológico que sustentará um cérebro mais protegido nas próximas décadas. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Estimulação cerebral reconfigura cuidados de saúde mental

A Radial, clínica americana que combina psiquiatria moderna com tecnologias de neuromodulação, acaba de anunciar um aporte de US$ 50 milhões para ampliar seu modelo de cuidado, uma aposta forte em terapias avançadas, personalizadas e, principalmente, não invasivas. Um novo modelo de cuidado mental Em vez de depender apenas de consultas e medicação, a Radial integra abordagens tradicionais com ferramentas de ponta, como: O objetivo é simples: entregar alívio rápido e eficaz para quadros como depressão, ansiedade e TEPT, usando métodos aprovados pelo FDA e cobertos por seguro, algo raro no universo da inovação terapêutica. Hoje, a marca opera cinco clínicas nos EUA, com equipes multidisciplinares e infraestrutura digna de referência em biohacking clínico. Como a tecnologia funciona na prática A estrela do protocolo da Radial é a EMT, técnica que envia pulsos magnéticos para reativar áreas do cérebro que ficam “desligadas” em casos de depressão resistente. Sessões duram cerca de 30 minutos, são indolores e têm eficácia comprovada após quatro semanas de tratamento. A clínica utiliza: É a união de psiquiatria, neurociência e biohacking aplicada. Olhando adiante À medida que aumenta a demanda por alternativas menos invasivas e com menos efeitos colaterais que os antidepressivos tradicionais, a neuromodulação começa a sair do nicho e entrar no mainstream da saúde mental. Com investimento robusto e foco em escala, a Radial se posiciona como um dos nomes que devem moldar o futuro desse setor, onde estímulos cerebrais precisos, personalizados e sem internação podem se tornar tão comuns quanto consultas de rotina. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Como o canto pode ser sua nova terapia para corpo e mente?

Esqueça academia por um minuto: que tal se a sua próxima sessão de bem-estar fosse… cantar? A ciência está provando que o canto, especialmente em grupo, é uma ferramenta poderosa de saúde que vai muito além do entretenimento. Dos pulmões ao cérebro, essa prática milenar está ganhando status de terapia complementar baseada em evidências. O que acontece no seu corpo quando você canta? Quando você entoa uma melodia, seu organismo vira uma sinfonia de benefícios. O canto ativa o nervo vago, peça-chave do sistema nervoso parassimpático, promovendo relaxamento e liberando endorfinas – aqueles hormônios do bem-estar que também são liberados durante exercícios. É como se fosse uma caminhada em ritmo moderado, só que para o sistema cardiorrespiratório. Mas os efeitos vão além: a prática fortalece músculos respiratórios, melhora função pulmonar e até influencia positivamente a frequência cardíaca e pressão arterial. Um ensaio clínico randomizado mostrou que programas de exercícios vocais melhoraram a qualidade de vida de pacientes com Covid longa em apenas seis semanas. Seu cérebro também agradece O canto é um verdadeiro upgrade cerebral. A atividade estimula a neuroplasticidade, criando novas conexões neurais e fortalecendo redes relacionadas à linguagem, movimento e emoção. Para quem passou por AVC ou enfrenta declínio cognitivo, o canto representa uma intervenção não medicamentosa com potencial de recuperação impressionante. Estudos de ressonância magnética mostram sobreposição entre as redes neurais do canto e da fala, explicando por que essa prática ajuda na reabilitação da comunicação. O poder do canto coletivo Cantar em grupo multiplica os benefícios. Além de estimular o sistema imunológico através do aumento da imunoglobulina A – um anticorpo fundamental -, criar vínculos sociais fortes e combater o isolamento. É medicina preventiva disfarçada de diversão. A oportunidade está clara: o mercado já identifica potencial em programas terapêuticos para idosos, pacientes crônicos e até soluções corporativas de bem-estar vocal. Que tal inserir momentos de canto na sua rotina e transformar saúde em celebração? Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Quais sintomas de TDAH que as pessoas ignoram?

O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) voltou ao centro das conversas na internet e não é à toa. Embora muita gente associe o transtorno apenas à desatenção, hiperatividade ou impulsividade, profissionais de saúde reforçam que o quadro é bem mais amplo e pode afetar todas as fases da vida. Sintomas mudam da infância para a vida adulta Em crianças, os sinais mais comuns envolvem dificuldade de manter a atenção, impulsividade e hiperatividade física. Mas, na vida adulta, o TDAH se manifesta de forma diferente: problemas de organização, lapsos de foco, inquietação constante, dificuldade em controlar impulsos e desafios para manter rotinas. Além disso, a presença de outros diagnósticos é frequente. Adultos com TDAH apresentam maiores índices de ansiedade, depressão, instabilidade profissional, dificuldades em relacionamentos, procrastinação e baixa autoestima. Comorbidades exigem uma abordagem mais ampla O transtorno também costuma vir acompanhado de alterações hormonais, distúrbios do sono e intolerâncias alimentares, além de sensibilidades que podem piorar sintomas. Por isso, especialistas defendem um tratamento holístico, que vai muito além do controle dos sintomas imediatos. A abordagem inclui ajustar hormônios e avaliar tireoide e cortisol, revisar a alimentação para reduzir ultraprocessados, glúten, lactose, óleos vegetais, corantes e outros alimentos inflamatórios, além de corrigir possíveis deficiências nutricionais. Também entram como pilares fundamentais a melhora da qualidade do sono, o gerenciamento do estresse e a prática regular de exercício físico, pontos que, juntos, ajudam a estabilizar o organismo e minimizar o impacto do TDAH no dia a dia. Alguns suplementos podem ser utilizados com orientação profissional, como ômega-3, complexo B, ferro, magnésio, vitamina D, creatina, crocus sativus, melatonina, CBD e zinco. Causas envolvem múltiplos fatores A origem do TDAH ainda não é totalmente compreendida, mas estudos apontam para uma combinação de elementos genéticos, neuroquímicos, envolvendo alterações em neurotransmissores como dopamina e norepinefrina e fatores ambientais, como exposição a metais pesados (alumínio e chumbo). Embora não exista cura, o manejo adequado com intervenções comportamentais, acompanhamento multidisciplinar e, quando indicado, medicação, permite que pessoas com TDAH levem uma vida estável, produtiva e plenamente funcional. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Por que os retiros wellness viraram o novo escape do mundo moderno?

Os retiros de bem-estar, antes restritos a nichos espirituais, viraram o novo refúgio da geração hiperconectada. De Bali à Amazônia, há uma busca crescente por experiências que prometem o que nenhum app, terapia ou café duplo entrega: tempo real de pausa. Mas o que explica essa onda? Por que tantas pessoas estão trocando finais de semana urbanos por imersões de autoconhecimento? A exaustão da mente moderna O cérebro humano não foi projetado para o ritmo em que vivemos.Notificações, metas, prazos e telas criam um estado constante de alerta.De acordo com um relatório da Organização Mundial da Saúde, o estresse crônico já é considerado a epidemia silenciosa do século. O que acontece, na prática, é um colapso cognitivo: o sistema nervoso entra em modo de sobrevivência e a mente perde sua capacidade de descanso profundo.É aqui que os retiros entram como uma tentativa de resetar o sistema. A promessa: reconexão e presença Nos retiros wellness, o foco é simples: desacelerar para se reconectar.O celular não é mais protagonista, o que era urgente, passa a não ser mais, a alimentação se torna consciente, o corpo volta a se mover com propósito e o silêncio passa a ser terapêutico. A neurociência comprova os efeitos: estudos da Harvard Medical School mostram que práticas como meditação e mindfulness reduzem a atividade da amígdala  área cerebral ligada ao medo e ao estresse e aumentam a densidade do córtex pré-frontal, responsável pelo foco e pela clareza mental. A mente desacelera, o corpo responde e o bem-estar volta a ter uma forma palpável. O mercado entendeu o movimento Não é coincidência que o wellness tenha se tornado uma das indústrias que mais crescem no mundo  com previsão de ultrapassar US$ 8 trilhões até 2030, segundo o Global Wellness Institute.De resorts cinco estrelas a experiências independentes na natureza, as marcas estão transformando o “escapar” em produto. O conceito de luxo mudou: não é mais sobre excessos, e sim sobre o TEMPO. Ter tempo pra se ouvir novamente. Mais que tendência: uma necessidade biológica No fim, os retiros wellness não são só um modismo instagramável.Eles representam um chamado biológico e o corpo pede pausa. Em um mundo que recompensa a produtividade, parar é o novo ato de coragem.E quem entende isso cedo, descobre que o verdadeiro upgrade não está no próximo destino  mas no reencontro consigo mesmo. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Como o EGYM Wellpass eleva o bem-estar dos funcionários?

O bem-estar no trabalho virou prioridade global mas ainda esbarra em um gargalo gigantesco: baixa adesão.Empresas perdem bilhões com burnout, afastamentos e turnover, enquanto a maior parte dos programas de wellness corporativo simplesmente… não engaja. A EGYM quer virar esse jogo. Seu programa Wellpass, uma rede corporativa de fitness e bem-estar, acaba de ultrapassar 4 mil academias e estúdios parceiros nos EUA, consolidando a expansão do modelo no país. Acesso total, do jeito que a vida real pede O diferencial do Wellpass é simples: tira a fricção.Em vez de uma assinatura presa a uma academia, o funcionário ganha acesso ilimitado a mais de 19 mil espaços de fitness e wellness no mundo todo — de academias tradicionais a pilates, piscinas, centros de escalada e até quadras de pickleball. Onde o funcionário estiver — morando, viajando, trabalhando de forma híbrida — existe uma opção para treinar, se mover e reduzir o estresse.A proposta é transformar consistência em algo fácil, não em mais uma tarefa da lista. Adeus burocracia: um benefício que realmente funciona Programas corporativos falham por dois motivos: difíceis de administrar, impossíveis de personalizar. O Wellpass simplifica tudo: Para academias e estúdios, o benefício é duplo: acesso a um público corporativo novo, visitas subsidiadas pelos empregadores e receita incremental, sem precisar mudar a operação. Novas expectativas no trabalho exigem novos modelos Bem-estar deixou de ser um “extra” e virou infraestrutura.Com equipes distribuídas, agendas flexíveis e uma demanda crescente por saúde física e mental, empresas precisam de soluções que realmente funcionem no dia a dia. Com rede global, onboarding ágil e preço baseado em uso, o Wellpass ajuda empregadores a fortalecer cultura, produtividade e saúde de longo prazo e dá aos funcionários um benefício que eles, de fato, vão usar. Em resumo: no ambiente de trabalho atual, engajamento é tudo. O Wellpass entrega um benefício de wellness que não fica parado no papel — ele acompanha a rotina, o ritmo e o estilo de vida das pessoas. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

SUS terá teleatendimento para pessoas com vício em apostas

O Brasil se consolidou como o terceiro maior mercado de apostas online do mundo, mas o boom bilionário acendeu um alerta vermelho na saúde pública. Em resposta, o governo lançou uma ofensiva dupla: uma regulação mais dura do setor e uma rede de apoio digital para jogadores compulsivos, mostrando que o bem-estar entrou de vez no jogo. Da tela do celular para a linha de frente O crescimento foi explosivo, atingindo quase 18.000% em atividade financeira e cativando 42,5 milhões de usuários. O alvo principal? A Geração Z e a Classe C, grupos atraídos por promessas de ganhos rápidos impulsionadas por marketing agressivo de influenciadores e fenômenos virais como o ‘Jogo do Tigrinho’. O resultado já aparece nos números do SUS, que registrou quase 2 mil atendimentos por transtorno do jogo só no primeiro semestre de 2025, evidenciando os riscos de endividamento e os impactos na saúde mental. A aposta é no controle e no bem-estar digital Para virar o placar, o governo colocou em campo a Lei nº 14.790, que regulamentou o setor, e uma estratégia focada em tecnologia e saúde. A partir de dezembro de 2025, apostadores poderão usar sua conta Gov.br para solicitar o bloqueio de acesso a sites de apostas por meio de uma plataforma de autoexclusão. Em paralelo, uma parceria entre o Ministério da Saúde e o Hospital Sírio-Libanês vai oferecer teleatendimento especializado a partir de 2026, com a meta de integrar o suporte online ao atendimento presencial. O futuro do jogo: entre o lucro e a prevenção O movimento do governo não é apenas reativo; ele sinaliza uma nova fronteira onde negócios e bem-estar se cruzam. Ao mapear o perfil dos jogadores e investir em tecnologias de monitoramento precoce, o Brasil busca equilibrar um mercado lucrativo com a responsabilidade social. A grande aposta, agora, é transformar a tecnologia, que ajudou a criar o problema, na principal ferramenta para promover um ecossistema de jogo mais seguro e consciente. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/