SuperBeets Sport aposta na ciência do óxido nítrico para melhorar performance e recuperação

Em um mercado de suplementos cada vez mais saturado por promessas genéricas e fórmulas pouco transparentes, a Humann segue um caminho diferente com o SuperBeets Sport: ciência primeiro, marketing depois. O produto foi desenvolvido para apoiar condicionamento cardiovascular, resistência e recuperação, partindo de um ponto-chave da fisiologia humana: o óxido nítrico. Por que o óxido nítrico importa no exercício O sistema cardiovascular humano percorre quase 100 mil quilômetros de vasos sanguíneos, responsáveis por levar oxigênio e nutrientes aos músculos. Durante o exercício, essa demanda aumenta de forma abrupta. É aí que entra o óxido nítrico, uma molécula essencial para a saúde vascular. Ele atua relaxando os vasos sanguíneos, facilitando o fluxo de sangue. Na prática, isso significa mais oxigênio chegando aos músculos, maior capacidade de sustentar o ritmo, executar séries mais longas e manter a intensidade em treinos exigentes. O SuperBeets Sport foi formulado justamente para apoiar a produção natural de óxido nítrico pelo corpo, usando compostos derivados da beterraba em uma proporção específica de nitratos e nitritos, considerada mais eficiente do que pós de beterraba convencionais. Ciência premiada e validação no esporte A Humann nasceu a partir de pesquisas da University of Texas, baseadas em estudos que ajudaram a consolidar o papel do óxido nítrico na saúde cardiovascular — um campo que já rendeu até Prêmio Nobel. Não por acaso, o produto ganhou espaço no esporte de alto rendimento. Hoje, mais de 160 equipes profissionais e universitárias utilizam o SuperBeets Sport, incluindo programas ligados à Universidade do Texas, que acumulou 20 títulos nacionais ao longo da parceria com a marca. Outro ponto relevante: todas as versões do produto possuem certificação NSF Certified for Sport, o que garante que cada lote é testado contra mais de 290 substâncias proibidas. Um selo importante para atletas que competem e precisam de segurança absoluta. O que tem (e o que não tem) O SuperBeets Sport aposta em uma formulação limpa. É feito a partir de beterrabas não transgênicas, com origem sustentável, e não contém cafeína nem estimulantes. Também é vegano, livre de glúten, soja, lactose e adoçantes artificiais, além de passar por testes independentes de pureza e potência. A proposta é funcionar como um combustível cardiovascular, não como um pré-treino estimulante. Experiência e uso Um dos obstáculos comuns de produtos à base de beterraba é o sabor terroso. Aqui, a marca optou por um perfil Wild Cherry, mais ácido e refrescante, pensado para consumo fácil antes do treino. A recomendação é misturar duas medidas em água cerca de 20 a 30 minutos antes da atividade física. Para quem faz sentido O SuperBeets Sport não se posiciona apenas para atletas de elite. A ideia é apoiar qualquer pessoa que queira extrair mais qualidade do treino, seja em uma corrida curta, uma sessão intensa de musculação ou até em treinos rápidos encaixados na rotina. Se a sensação de “bater no muro” chega cedo demais, ou se a recuperação parece insuficiente, o produto entra como uma ferramenta simples para otimizar o que já existe: o sistema cardiovascular. Em um cenário onde performance sustentável e saúde caminham juntas, a Humann aposta que melhorar o fluxo sanguíneo pode ser um dos ajustes mais subestimados e mais eficazes do treinamento moderno. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

A Tirzepatida pode ser manipulada no Brasil?

Do ponto de vista médico e regulatório, isso está muito claro hoje. Primeiro: a manipulação magistral é uma prática legal no Brasil há décadas, prevista e regulamentada pela RDC nº 67/2007 da ANVISA, que estabelece as Boas Práticas de Manipulação, inclusive para medicamentos estéreis injetáveis. Essa norma autoriza a manipulação desde que haja prescrição médica individualizada e que a farmácia cumpra rigorosamente os requisitos técnicos, de controle de qualidade e rastreabilidade. Segundo: a própria ANVISA se posicionou de forma explícita na Nota Técnica nº 200/2025, que trata especificamente dos agonistas de GLP‑1, como a tirzepatida. Nessa nota, a Agência não proíbe a manipulação. Pelo contrário, ela esclarece que a manipulação é possível e permitida, desde que o insumo farmacêutico ativo esteja regular, haja um medicamento registrado no país com essa molécula e sejam seguidas todas as exigências sanitárias. A Nota Técnica existe justamente para organizar e reforçar o controle, não para extinguir a prática. Terceiro ponto, muito importante: a patente não impede a manipulação individualizada. A Lei de Propriedade Industrial (Lei nº 9.279/1996) é clara ao dizer que não constitui violação de patente a preparação de medicamentos de forma individualizada, sob prescrição médica, para casos concretos. Ou seja, patente protege a produção industrial em escala, não o ato médico de personalizar um tratamento para um paciente específico. Na prática clínica, isso faz toda a diferença. Mais de 100 mil médicos no Brasil prescrevem medicamentos manipulados, não só tirzepatida, mas centenas de outros ativos, inclusive oncológicos, porque nem todo paciente se encaixa em dose industrial padrão. A individualidade biológica do ser humano exige ajuste de dose, forma farmacêutica e combinação terapêutica. Portanto, resumindo de forma objetiva: A tirzepatida pode sim ser manipulada no Brasil, desde que haja prescrição médica individualizada, que a farmácia siga a RDC 67 e que sejam observadas as diretrizes da Nota Técnica 200 da ANVISA. Qualquer tentativa de proibição ampla, sem base técnica da Agência reguladora, não encontra respaldo na legislação sanitária brasileira. O debate correto não é proibir, mas fiscalizar, controlar e garantir qualidade, como a própria ANVISA já orienta. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Adeus, injeção? A nova era dos remédios para obesidade é oral e mais barata.

A corrida pelo tratamento da obesidade está prestes a mudar de rota. As gigantes farmacêuticas Novo Nordisk e Eli Lilly se preparam para lançar, a partir de 2026, medicamentos orais baseados em GLP-1, prometendo uma alternativa mais conveniente e acessível aos populares tratamentos injetáveis como Wegovy e Ozempic. Pílula vs. Injeção: o que muda no bolso e na balança? A principal virada de chave está no acesso. Com preços iniciais estimados em US$ 149 por mês, as pílulas quebram a barreira dos quase US$ 1.000 mensais das versões injetáveis. Essa mudança não só democratiza o tratamento, mas atrai um público que antes evitava as agulhas. Em termos de eficácia, os estudos já apontam uma competição acirrada: a pílula de semaglutida da Novo Nordisk indica uma perda de peso de até 16,6%, enquanto o orforglipron da Eli Lilly chega a 12,4%. Quem vai dominar o mercado de US$ 22 bilhões? O potencial é gigante. Projeções da Goldman Sachs estimam que o segmento de medicamentos orais para obesidade pode movimentar US$ 22 bilhões até 2030. E a disputa pela liderança já tem um favorito: a Eli Lilly deve abocanhar 60% desse mercado, contra 21% da Novo Nordisk. A estratégia agressiva de preço e acesso da Lilly parece ser o diferencial, provando que a briga vai além da eficácia clínica. Enquanto isso, outras farmacêuticas como Pfizer, Roche e AstraZeneca correm para não ficar para trás. O futuro do wellness é integrado e acessível. Essa inovação é um reflexo claro de uma tendência maior na saúde: a busca por soluções amigáveis e escaláveis. Mover o tratamento de uma injeção para uma pílula é uma jogada tão estratégica quanto a própria descoberta do medicamento. Para o ecossistema de wellness, a mensagem é clara: o futuro pertence a quem combinar conveniência, custo e uma experiência de usuário impecável. A revolução oral está só começando e promete redefinir não apenas o tratamento da obesidade, mas toda a nossa abordagem sobre saúde metabólica. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Sua dieta está te inflamando? 

Esqueça os detox da moda. A verdadeira revolução para o bem-estar está no padrão alimentar, e a dieta mediterrânea é a protagonista. Diversos estudos científicos confirmam seu poder anti-inflamatório, uma arma potente contra o gatilho silencioso de doenças crônicas como problemas cardíacos, câncer e até demência. É a prova de que comer bem vai muito além da balança. Mas o que é essa inflamação silenciosa? Pense nela como um alerta constante no seu corpo. Dietas ricas em ultraprocessados, carnes vermelhas, açúcares e gorduras trans ativam essa resposta inflamatória, medida por marcadores como a proteína C-reativa. Essa inflamação crônica de baixo grau está diretamente ligada a um maior risco de desenvolver doenças cardiovasculares, neurológicas e até depressão. Em resumo: o que você come pode estar sabotando sua saúde a longo prazo. O antídoto mediterrâneo: como funciona? A grande sacada da dieta mediterrânea é sua simplicidade e riqueza nutricional. Focada em vegetais, grãos integrais, azeite de oliva extra virgem, nozes e peixes gordos, ela entrega um arsenal de fibras, vitaminas, polifenóis e ômega-3. Esses compostos bioativos não só combatem o estresse oxidativo, como também modulam o sistema imunológico, diminuindo os níveis de citocinas pró-inflamatórias e promovendo um microbioma intestinal saudável. Um estudo clínico espanhol (PREDIMED) comprovou que a adesão a esse estilo de vida reduziu significativamente o risco de ataques cardíacos e derrames nos participantes. Onde o bem-estar encontra o business. Essa tendência não está passando despercebida pelo mercado. A crescente conscientização sobre o impacto da alimentação abre um oceano de oportunidades. Desde o desenvolvimento de produtos alinhados a esse lifestyle, passando por plataformas de educação nutricional baseadas em ciência, até soluções de tecnologia para monitorar a saúde intestinal. O consumidor moderno não quer apenas um produto, ele busca um ecossistema de bem-estar validado. A mensagem é clara: a alimentação anti-inflamatória não é sobre restrição, mas sobre adotar um padrão inteligente e sustentável. Pequenas e graduais mudanças, como incluir mais vegetais e grãos no dia a dia, são mais eficazes do que cortes radicais. A dieta mediterrânea é o mapa para uma vida mais saudável e um campo fértil para a inovação no mercado de wellness. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Celo: A Nova Marca de Barras de Proteína com Ingredientes Naturais e Simples

A Celo, nova marca de barras de proteína fundada por ex-colegas de time de beisebol da Divisão I, está ganhando destaque no mercado com uma proposta de nutricionalmente rica e simplificada. A principal filosofia da Celo é usar ingredientes verdadeiros e naturais, evitando adoçantes artificiais, óleos vegetais e aditivos sintéticos comumente encontrados em outras barras de proteína. Abordagem de Alimentos Reais para a ProteínaA Celo opta por um fornecimento de whey de vacas alimentadas com capim, criadas sem hormônios ou antibióticos. Esse whey tem níveis mais elevados de aminoácidos essenciais quando comparado ao whey convencional, tornando a barra uma excelente opção de proteína natural e de qualidade. A marca também aposta na doçura natural, utilizando mel cru e tâmaras orgânicas para adoçar as barras, evitando os adoçantes artificiais. Cada ingrediente é cuidadosamente selecionado para agregar valor nutricional, como as enzimas naturais e antioxidantes presentes no mel, além da rápida energia proporcionada pelos açúcares naturais da fruta. Sabores para ComeçarPara iniciar sua jornada, a Celo oferece dois sabores, ambos com uma textura macia e crocante, ideais para quem procura uma opção saborosa e nutritiva pós-treino: Ambos os sabores utilizam manteiga de amendoim ou amêndoa como base, garantindo um gosto rico e uma textura agradavelmente crocante. A Celo chega para oferecer uma opção mais limpa e funcional no mercado de barras de proteína, com um compromisso com a simplicidade e qualidade dos ingredientes. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

PINC: quando o saudável parou de complicar

Nos últimos anos, o mercado brasileiro de alimentos saudáveis cresceu rapidamente. A oferta aumentou, as promessas se multiplicaram e, com isso, comer melhor ficou mais complicado do que deveria. Rótulos longos, ingredientes difíceis de reconhecer e uma comunicação cada vez mais técnica passaram a fazer parte do padrão. Para o consumidor, o efeito foi direto: escolher um produto saudável deixou de ser intuitivo e passou a exigir atenção constante. Quando o saudável virou ruído Foi a partir desse cenário que a PINC começou a tomar forma. O incômodo surgiu diante de algo comum: a leitura de rótulos. Mesmo pessoas já atentas à alimentação sentiam dificuldade em entender e confiar no que estavam consumindo. A sensação não era pontual, mas recorrente sinal de que algo essencial havia se perdido no caminho. A resposta veio em forma de produto: barras de proteína feitas com poucos ingredientes, pensadas para serem fáceis de entender, fáceis de consumir e possíveis na rotina real. A pergunta que passou a guiar a criação da marca foi simples: por que algo tão básico quanto comer melhor precisa ser complicado? Desde o início, a decisão da PINC foi clara: reduzir excessos. Menos ingredientes, rótulos curtos e comunicação direta. Não como discurso, mas como critério. A marca parte do princípio de que alimentação saudável só funciona quando cabe na rotina, quando não exige estudo, tempo extra ou esforço constante. Aqui, saúde não é performance. É constância possível. Mesmo em um segmento competitivo, essa lógica mostrou força. Desde 2022, a PINC cresce de forma consistente e, em 2025, ultrapassou R$ 20 milhões em faturamento, segundo dados internos. Mais do que um número, esse crescimento revela uma demanda clara: o consumidor não quer mais promessas. Quer clareza. Hoje, a PINC existe para quem quer melhorar a alimentação sem transformar isso em um projeto paralelo. Para quem busca produtos confiáveis, práticos e fáceis de entender. Para quem acredita que saúde não é sobre perfeição, mas sobre repetição. O caminho à frente segue o mesmo princípio. Expandir portfólio, ampliar presença nacional e manter a filosofia de poucos ingredientes como base de todas as decisões, com a meta de alcançar R$ 100 milhões em faturamento até 2029. Porque, no fim, saúde só funciona quando faz sentido na vida real. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Zinco contra o resfriado?

Se você usa zinco para não ficar doente, pode repensar a estratégia. Uma revisão de 34 estudos feita pela Cochrane em 2024 bateu o martelo: não há evidências de que o mineral previna o resfriado comum. A boa notícia? Para quem já adoeceu, ele pode ser um verdadeiro game-changer, reduzindo a duração dos sintomas em até dois dias. Mas qual é a mágica por trás disso? O zinco age como um verdadeiro estrategista no seu corpo. Primeiro, ele atua como um “segurança”, impedindo que o rinovírus (o principal causador do resfriado) se conecte e invada as células do seu organismo. Além disso, para os vírus que conseguem entrar, o zinco sabota a “máquina de cópias” viral, freando sua replicação e, de quebra, fortalecendo a resposta do seu sistema imunológico para combater a infecção de forma mais eficiente. A dose certa: o equilíbrio entre o benefício e o risco Na prática, os estudos costumam usar doses de 80 mg por dia para o tratamento dos sintomas. O problema é que o uso de mais de 50 mg diários aumenta o risco de efeitos colaterais nada agradáveis, como desconforto gastrointestinal, irritação e até perda temporária do paladar ou olfato. O corpo não produz zinco, então o ideal é obter a dose diária recomendada (8 mg para mulheres e 11 mg para homens) pela alimentação e usar a suplementação de forma pontual. Então, vale a pena? A resposta é sim, mas com inteligência. O zinco não é uma solução milagrosa, mas uma ferramenta útil para acelerar a recuperação quando você mais precisa. A recomendação é usar por um período curto, logo no início dos sintomas, e preferencialmente em formato de pastilhas para uma ação mais localizada. Esqueça o uso preventivo sem orientação e aposte em uma suplementação consciente, que usa a ciência para otimizar seu bem-estar de forma segura e eficaz. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Unwell Hydration vira Unwell Beverages e estreia no mercado de energéticos funcionais

A Unwell Hydration, marca de bebidas cofundada pela podcaster Alex Cooper, entra em uma nova fase e passa a se chamar Unwell Beverages. A mudança de nome acompanha a expansão do portfólio da empresa, que agora vai além da hidratação e inclui bebidas funcionais de energia, proteínas e stick packs, sinalizando uma ambição clara de ocupar diferentes momentos do dia do consumidor. O rebranding chega junto com o lançamento do Unwell Energy, a primeira bebida energética funcional da marca. A novidade entrega 150 mg de cafeína natural proveniente de extrato de café verde, 745 mg de eletrólitos e seis vitaminas do complexo B, incluindo biotina, associada à saúde da pele e dos cabelos. A formulação evita adoçantes artificiais comuns no segmento, como sucralose, aspartame, eritritol e acessulfame de potássio, apostando em suco de fruta de verdade, apenas 3 g de açúcar e stevia para um perfil mais limpo. Segundo Alex Cooper, a transição para Unwell Beverages reflete uma compreensão mais realista da rotina das pessoas. “A cultura do bem-estar vive dizendo que precisamos ser perfeitos, mas a Unwell Beverages foi criada para encontrar as mulheres exatamente onde elas estão”, afirma. “Com sede, com fome ou exaustas, queremos oferecer versões melhores, funcionais e saborosas das bebidas que elas já consomem.” O Unwell Energy será lançado com exclusividade na rede Target, disponível em todas as lojas dos Estados Unidos e no site Target.com a partir de 28 de dezembro, com preço sugerido de US$ 2,69 por unidade. O lançamento também inaugura a campanha digital “Unwell Forever”, com duração de seis meses, que apresentará ao público todo o ecossistema da marca e reforçará seu posicionamento: bem-estar como algo flexível, possível e pessoal, longe de regras rígidas ou padrões inalcançáveis. A campanha será veiculada principalmente no Instagram e no TikTok. Com a mudança, a Unwell Beverages se posiciona de forma mais clara dentro do mercado de bebidas funcionais, mirando um consumidor que busca performance, energia e hidratação, mas sem abrir mão de sabor, identidade e equilíbrio na vida real. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Gkay acaba de lançar GUP Nitro e GUP Carbo Gel

A influenciadora Gkay anunciou oficialmente a abertura das vendas nacionais dos suplementos GUP Nitro e GUP Carbo Gel, após uma pré-venda exclusiva para sua comunidade VIP que registrou desempenho recorde e alto engajamento. O movimento marca a transição da fase de exclusividade para a expansão em escala nacional da GUP Suplementos, levando os produtos energéticos a consumidores de todo o Brasil. A estratégia combina acesso ampliado, forte presença digital e conversão direta, impulsionada pela audiência massiva da criadora, uma das maiores do país. O anúncio foi feito durante um evento digital transmitido ao vivo, transformando a abertura de vendas em um momento de celebração e mobilização da comunidade. A dinâmica reforçou o modelo de lançamento centrado na creator economy, no qual influência, narrativa e distribuição caminham juntas. “Queria que meus fãs fossem os primeiros a testar, mas agora é hora de levar essa energia para todo mundo”, afirmou Gkay durante a transmissão. Segundo ela, o objetivo é mostrar como os produtos podem se encaixar em diferentes rotinas, indo além do universo fitness tradicional. O GUP Nitro, posicionado como um pré-treino de alta intensidade, e o GUP Carbo Gel, focado em energia rápida e sustentada, foram apresentados como uma dupla pensada para acompanhar o ritmo acelerado do dia a dia seja em treinos, trabalho, eventos ou compromissos sociais. A abertura de vendas ao vivo funcionou como um call to action direto, direcionando o público ao e-commerce oficial da marca. Com o lançamento nacional consolidado, a GUP já projeta seu próximo passo estratégico: uma coletiva de imprensa durante a Farofa da Gkay, onde a marca pretende reforçar seu posicionamento no território premium, conectando performance, lifestyle e entretenimento. O movimento sinaliza como criadores estão avançando além da influência tradicional, usando comunidade, timing e produto para construir marcas com escala real no mercado de bem-estar e performance Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Ultraprocessados: o inimigo oculto (até) nos produtos ‘fit’

Eles estão por toda parte: nas bebidas de caixinha, nos lanches práticos e até em muitas versões de iogurtes e barras de cereal que se vendem como saudáveis. Os alimentos ultraprocessados dominaram as prateleiras e a dieta dos brasileiros, mas a conta dessa conveniência está chegando para a nossa saúde e bem-estar. Mas afinal, o que define um ultraprocessado? A resposta veio do Brasil. A classificação NOVA, criada por pesquisadores da USP, colocou uma lupa sobre o que comemos, não pelo nutriente, mas pelo nível de processamento. Ultraprocessados são formulações industriais, cheias de aditivos como corantes, aromatizantes e espessantes que você não encontra na cozinha de casa. A dica de ouro para identificá-los? Uma lista de ingredientes longa, complexa e com nomes indecifráveis. O impacto real no corpo e na mente O consumo excessivo desses produtos vai muito além do ganho de peso. Especialistas alertam que eles alteram hormônios da fome, promovem inflamação intestinal e liberam substâncias que bagunçam o metabolismo. O resultado é um risco aumentado para a saúde intestinal, cerebral e até para o equilíbrio hormonal, com crianças e adolescentes sendo os mais vulneráveis a esses efeitos. A virada de chave: do laboratório para o mercado A conscientização não é de hoje. O Guia Alimentar para a População Brasileira de 2014 já recomendava evitar esses produtos, gerando um debate público intenso e a resistência da indústria. Hoje, essa narrativa ganha força com leis que proíbem a venda em escolas e abre espaço para uma nova economia do bem-estar. A demanda por transparência e saúde impulsiona startups de alimentos clean label, aplicativos que analisam rótulos e serviços de coaching nutricional, transformando um problema de saúde pública em uma oportunidade de negócio com propósito. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/