A Nike anunciou a demissão de cerca de 1.400 funcionários em mais um movimento de reestruturação da companhia os cortes representam menos de 2 por cento da força de trabalho global e atingem principalmente áreas de tecnologia
Tecnologia entra no centro da reestruturação
A empresa quer concentrar suas operações tecnológicas em dois polos principais Oregon nos Estados Unidos e Índia ao mesmo tempo em que acelera processos de automação e integração da cadeia de suprimentos a leitura é clara reduzir complexidade operacional para ganhar velocidade em um mercado cada vez mais competitivo
Concorrência começa a pressionar
Enquanto isso marcas como On Hoka e Anta avançam em participação principalmente em categorias estratégicas como corrida nos últimos três anos a Nike perdeu mais da metade do valor de mercado acumulado refletindo uma dificuldade crescente de manter ritmo de inovação e conexão cultural
Novo comando tenta reposicionar a marca
Desde que assumiu a liderança em 2024 o CEO Elliott Hill vem tentando reposicionar a empresa com foco em esportes como corrida e futebol além de acelerar lançamentos de produtos mesmo assim o mercado ainda vê os movimentos como inconsistentes
Cortes viram padrão nas gigantes
A decisão também acompanha um comportamento mais amplo das grandes empresas de consumo enxugar estrutura para operar de forma mais rápida e eficiente principalmente em áreas ligadas à tecnologia e automação
O que fica
O momento mostra que tamanho já não garante vantagem sozinho no fim as marcas que conseguem responder rápido ao comportamento do consumidor estão ganhando espaço enquanto as gigantes precisam reaprender a se mover com agilidade
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