Quando um dos atletas mais midiáticos da NFL decide investir milhões fora dos campos, é bom prestar atenção… Travis Kelce, estrela do Kansas City Chiefs e conhecido tanto pelos títulos quanto pelos holofotes, acaba de se tornar acionista de uma empresa avaliada em US$ 1,8 bilhão. A empresa está passando por uma reestruturação completa, mas então, o que ele viu que o mercado ainda não entendeu? O timing certo para entrar onde ninguém está olhando A resposta parece estar no timing. Em um setor altamente competitivo, onde muitas empresas estão estagnadas, essa companhia está se reposicionando com a ambição de sacudir o status quo. E Kelce, que já não depende dos campos para fazer dinheiro, está apostando que o próximo grande jogo é nos bastidores do mercado. O planejamento é bem maior do que você imagina… O investimento não é apenas financeiro. Travis Kelce entra também como embaixador da marca, unindo imagem, influência e capital. Essa sinergia entre visibilidade e valuation pode ser exatamente o impulso que a empresa precisa para voltar ao radar de investidores e consumidores. Com uma base sólida e um valuation bilionário, a empresa busca virar a chave. E a entrada de um nome como Kelce traz mais que exposição: traz credibilidade, principalmente com o público mais jovem, cada vez mais conectado a ícones do esporte e do entretenimento. A Sleep Number viu no Kelce a oportunidade de “acordar” o mercado O diferencial está na narrativa. Em vez de vender apenas um produto, a marca quer se posicionar como símbolo de uma nova mentalidade: mais ousada, mais cultural, mais conectada ao comportamento. E a presença de Travis Kelce ajuda a reforçar essa transição. O jogador, que também é investidor em outras frentes, tem construído uma reputação de tomador de decisões certeiras. Seu portfólio já inclui parcerias com grandes marcas e iniciativas de impacto. Ao apostar nessa nova empresa, ele não está apenas buscando lucro, mas influência estratégica no setor. Tudo isso porque o atleta joga um jogo maior fora dos gramados. Não é coincidência que cada vez mais atletas estejam se tornando investidores, fundadores ou conselheiros de startups e grandes companhias. A diferença, no caso de Kelce, é que ele chega com timing, audiência e um claro entendimento de onde o mercado está indo. Ele decidiu apostar no processo e não no resultado imediato A empresa ainda está em fase de reestruturação, o que naturalmente envolve riscos. Mas para Kelce, o que está em jogo é maior que um resultado de curto prazo. É sobre narrativa, influência e visão de futuro. E como em qualquer grande jogo, os melhores movimentos são feitos antes de todo mundo perceber o que está acontecendo. 📩 Jornal FitFeed Para acompanhar o mundo de saúde e bem-estar pelo nosso jornal 🧬 👉 Inscreva-se aqui
E se, em vez de olhar para estatísticas do seu corpo depois que algo deu errado, você fosse avisado antes de se estressar? Foi exatamente isso que levou à criação do Alveos One, um novo wearable que não apenas monitora, mas atua ao detectar os primeiros sinais de desequilíbrio no seu sistema nervoso. E ele faz isso de uma forma bem simples: prestando atenção na sua respiração Vivemos medindo tudo que conseguimos: passos, calorias, horas de sono, batimentos. Mas quase ninguém presta atenção no que alimenta tudo isso. A respiração é o volante escondido do nosso estado mental e físico. Alterar a forma como respiramos muda o estado do corpo. O problema? A maioria das pessoas só percebe isso quando já é tarde demais. O detalhe é que: o Alveos não espera o problema chegar… A maioria dos acessórios atua como um relatório. O Alveos age como um sensor de emergência. Em vez de deduzir sua respiração com base no fluxo de sangue no pulso, ele escuta a sua respiração real, direto do peito. A tecnologia usa sensores acústicos que detectam padrões sutis no som e movimento, e tudo isso é processado ali mesmo, no dispositivo, garantindo velocidade e privacidade. Mas o diferencial não para por aí. O dispositivo aprende. Ele estuda o seu padrão único de respiração e, com o tempo, se torna mais inteligente, personalizando as intervenções. E quando percebe que seu ritmo respiratório indica tensão, ele vibra suavemente. É como um toque discreto dizendo: respire, antes que o estresse tome conta. Ele consegue interromper o estresse antes mesmo dele começar Os dados que chegam tarde demais não mudam nada. Por isso, o Alveos atua no momento exato. A vibração é leve, mas suficiente para te tirar do automático. Você respira fundo. Reinicia o ciclo. Retoma o controle. É como carregar um guia invisível no peito. Um treinador de respiração, com IA, que conhece você melhor a cada dia. E seu visual que parece futurista, na verdade engana Inspirado nas pedras lisas das praias nórdicas, o Alveos One foi feito para desaparecer no corpo. Pequeno, com apenas 35g, ele se prende por um clipe magnético e some sob a roupa. Só se faz notar quando você mais precisa. O aplicativo deixa tudo melhor No aplicativo, a mesma lógica: simplicidade. Dados respiratórios ao vivo, tendências diárias, rotinas guiadas. Tudo claro, sem distrações. Um espaço digital calmo, como a função que ele cumpre. A promessa não é controlar o estresse. É antecipar, entender e interromper o ciclo, antes que algo de ruim aconteça. 📩 Jornal FitFeed Para acompanhar o mundo de saúde e bem-estar pelo nosso jornal 🧬 👉 Inscreva-se aqui
Um estudo publicado em dezembro de 2025 testou uma estratégia diferente contra o câncer de pâncreas mais comum e agressivo. Em vez de usar um único remédio, os pesquisadores combinaram três tipos de drogas para atacar o tumor por ângulos diferentes. Em modelos pré-clínicos, o tumor regrediu e não mostrou sinais claros de resistência por meses. Mas o tumor tem um problema grave, ele sempre volta O alvo central é o KRAS, uma mutação muito comum nesse tipo de câncer. Pense no KRAS como um interruptor travado no modo ligado, dizendo para a célula crescer sem parar. Já existem drogas que conseguem mexer nesse interruptor. O problema é que o tumor costuma encontrar rotas alternativas e volta a crescer. A SACADA DO ESTUDO: FECHAR TRÊS PORTAS DE UMA VEZ E para driblar esse problema, surgiu uma nova ideia, atacar a doença por três ângulos ao mesmo tempo: 1. bloquear o KRAS diretamente 2. cortar o “combustível” que reativa a via, vindo de receptores como EGFR e HER2 3. derrubar um atalho de sobrevivência do tumor chamado STAT3 Como isso é aplicado fora do laboratório? O câncer de pâncreas tem baixa sobrevida e poucas respostas duráveis. Se o problema é a resistência cortar o benefício cedo, combinar com lógica desde o começo pode mudar como os ensaios clínicos são desenhados. Menos tentativa e erro, mais estratégia baseada em mecanismo. Só que precisamos prestar atenção em um detalhe… Tudo isso ainda é pré-clínico. Foi testado em laboratório e em animais. O salto para pacientes envolve dose segura, efeitos colaterais, interação entre drogas e escolher quem realmente tem o perfil molecular certo para se beneficiar. 📩 Jornal FitFeed Para acompanhar o mundo de saúde e bem-estar pelo nosso jornal 🧬 👉 Inscreva-se aqui
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