Hershey abandona o chocolate de massa e aposta no bem-estar premium

Esqueça o chocolate barato empilhado no caixa do supermercado como motor de crescimento. A Hershey, dona de Reese’s, Twizzlers e Jolly Rancher, passou os últimos cinco anos afiando uma estratégia improvável para uma marca construída sobre volume e preço acessível. A companhia está migrando para o premium, e o bem-estar é a porta de entrada. As aquisições da Lily’s, em 2021, e da LesserEvil, em 2025, colocaram a empresa dentro do segmento better-for-you, o território do chocolate com menos açúcar e ingredientes de qualidade superior. Por que a dona do Reese’s decidiu virar o jogo agora? Não é apenas desejo do consumidor. É matemática de margem. A alta dos custos de insumo, com destaque para o cacau, criou um argumento de negócio difícil de ignorar. Vender menos volume a um preço maior virou a forma mais direta de proteger o lucro em uma categoria madura e altamente penetrada. Sandra Ahrens, jornalista de dados de bens de consumo da Statista, descreve o movimento como uma estratégia de portfólio de nova geração. A Hershey constrói sobre marcas icônicas enquanto abre frentes em premium, better-for-you e snacks salgados e funcionais, tudo apoiado em um pipeline de inovação de cinco anos. A prateleira já entrega a pista, com formatos sazonais e de presente como os Reese’s Seasonal Shapes e os pacotes de Hershey’s Kisses. E a Hershey não está sozinha em quadra. Mars, Nestlé e Mondelez também aceleraram investimento em linhas premium. Quando toda a indústria muda de faixa ao mesmo tempo, ficar parado deixa de ser conservadorismo e vira risco. O território em disputa se chama premium acessível Aqui está a sacada estratégica. O foco da Hershey não é luxo de verdade, é premium acessível, segundo a análise da Statista. Produtos como Nuggets e Symphony, somados a edições limitadas das marcas centrais, entregam uma experiência mais indulgente sem virar chocolate de vitrine. Esse posicionamento explica o alvo das aquisições. A Lily’s mira um consumidor urbano, com renda e escolaridade mais altas, exatamente o público que a Hershey historicamente teve dificuldade de conquistar. E o calendário joga a favor. A empresa gera uma fatia desproporcional de vendas e lucro nas datas comemorativas, quando o chocolate deixa de ser lanche e vira presente. As vendas do Dia dos Namorados de 2026 cresceram cerca de 3,5% e a Páscoa cumpriu as expectativas altas da companhia. O campo minado de premiumizar sem perder a base Os produtos premium ainda representam uma fatia pequena do faturamento total. Enquanto isso, Reese’s e as barras Hershey’s existem porque são acessíveis e falam com famílias de renda média e baixa. Puxar a marca para cima sem soltar a base que sustenta o volume é o desafio real. Não é um problema exclusivo da Hershey. É o dilema de toda a confeitaria neste momento, e quem errar a dosagem entrega mercado de largada para o concorrente que souber ocupar os dois andares ao mesmo tempo. O recado para quem opera no setor de bem-estar é direto. Menos açúcar deixou de ser concessão para um nicho de dieta e virou alavanca de precificação. Quando uma das maiores fabricantes de chocolate do mundo usa saúde como argumento para cobrar mais caro, o bem-estar sai da categoria de tendência de consumo e entra na planilha de margem, transformando a forma como a indústria de alimentos define valor. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Corantes artificiais em alimentos podem piorar a saúde mental de crianças, diz estudo

Um estudo publicado em setembro de 2025 analisou quase 40 mil alimentos e bebidas industrializados vendidos nos Estados Unidos e revelou um dado preocupante: quase 1 em cada 5 produtos contém corantes sintéticos, com prevalência muito maior justamente nos itens direcionados às crianças. Confeitos, bebidas açucaradas, cereais matinais e produtos de panificação lideram essa estatística. Esses corantes não têm função nutricional. Eles existem para tornar o alimento mais atraente visualmente. O problema é que há décadas de evidências associando esses aditivos a alterações comportamentais, como hiperatividade, dificuldade de atenção e pior autorregulação emocional em crianças suscetíveis. Não por acaso, muitos desses efeitos são observados com maior intensidade em crianças com TDAH ou maior sensibilidade neurológica. O estudo também mostrou outro ponto crítico: os alimentos com corantes artificiais tinham, em média, 141% mais açúcar do que os produtos sem corantes. Essa combinação (corantes + picos glicêmicos) cria um ambiente neurobiológico desfavorável, com maior excitação do sistema nervoso, flutuações de energia, piora do foco e impacto no humor. O cérebro infantil ainda está em formação. Isso significa maior plasticidade, mas também maior vulnerabilidade. Exposição repetida a aditivos artificiais, excesso de açúcar, sono inadequado e inflamação metabólica pode não “causar” um transtorno isoladamente, mas piora os sintomas, reduz a resiliência emocional e dificulta o desenvolvimento cognitivo saudável. Isso não é terrorismo nutricional. Não se trata de demonizar um alimento isolado ou gerar culpa nos pais. Trata-se de consciência. Quanto mais natural a alimentação da criança, menor a carga inflamatória, melhor o equilíbrio do eixo intestino-cérebro, da microbiota e dos neurotransmissores envolvidos em atenção, aprendizado e comportamento. Enquanto a regulação não acompanha totalmente a ciência, o papel da família é simples e poderoso: ler rótulos, reduzir ultraprocessados e priorizar comida de verdade! Ref.: DOI: 10.1016/j.jand.2025.05.007 Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

A musculação pode salvar o seu intestino!

O seu intestino também precisa que você treine. A atividade física ajuda a reduzir a inflamação, melhorar a função imunológica e até auxiliar no reparo de danos na barreira intestinal, protegendo contra doenças autoimunes e metabólicas. E isso importa mais do que parece. A inflamação crônica está por trás de doenças como artrite, Hashimoto, psoríase e até depressão. Estudos mostram que praticar exercícios de maneira regular e controlada reduz significativamente essa inflamação, ajudando o corpo a se reequilibrar. O exercício não atua só no músculo Exercícios moderados e bem ajustados modulam a função imunológica, tornando as defesas mais eficientes sem causar exageros que poderiam levar a ataques autoimunes. Além disso, ajudam a regular a microbiota intestinal, peça central para o funcionamento da imunidade. Quando você se exercita, especialmente nos treinos de força como a musculação, os músculos liberam miocinas, substâncias que atuam em diversos sistemas do corpo. Entre elas, a irisina ganha destaque por ajudar a reparar a permeabilidade intestinal, o chamado leaky gut, comum em quadros de disbiose. Com o intestino mais íntegro, menos toxinas e partículas inflamatórias vazam para a corrente sanguínea, reduzindo a inflamação sistêmica. O impacto vai além do intestino Além da irisina, outras miocinas liberadas durante o exercício também: ✔ Melhoram a sensibilidade à insulina, ajudando na prevenção da resistência à insulina e do diabetes✔ Protegem o cérebro, reduzindo o risco de doenças como Alzheimer e Parkinson✔ Aceleram a recuperação muscular, importante para preservar força e mobilidade✔ Aumentam a queima de gordura, auxiliando na composição corporal saudável O básico continua sendo decisivo Além do exercício, o intestino também depende de alguns pilares básicos para funcionar bem: ✔ Alimentação anti-inflamatória, evitando ultraprocessados e excesso de açúcar✔ Hidratação adequada, essencial para a mucosa intestinal✔ Sono de qualidade✔ Gerenciamento do estresse Seu intestino e seus músculos estão mais conectados do que muita gente imagina. E o movimento pode ser uma das ferramentas mais importantes para manter essa relação funcionando de forma saudável. Ref.: DOI: 10.1111/jcmm.14811 Quer continuar por dentro do que realmente está apostando no bem-estar? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Inscreva-se em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

A alimentação moderna e o aumento do autismo

Os números de autismo cresceram nas últimas décadas, e isso levanta uma pergunta inevitável: o que está por trás desse aumento? Se antes a estimativa era de poucos casos a cada dez mil crianças, hoje, nos Estados Unidos, já se fala em cerca de uma a cada 36 diagnosticada com transtorno do espectro autista. Dentro desse cenário, um novo olhar começa a ganhar espaço: a relação entre nutrição materna e desenvolvimento neurológico. Pesquisadores identificaram uma associação entre metabólitos de ácidos graxos presentes no cordão umbilical e a gravidade do autismo em crianças, com destaque para compostos ligados ao ácido araquidônico, derivado do ômega-6. O ponto central está na mudança alimentar das últimas décadas. O consumo de óleos vegetais ricos em ômega-6 aumentou de forma relevante e hoje ocupa uma parcela muito maior das calorias diárias. Esse excesso pode estimular a produção de moléculas inflamatórias, que influenciam o ambiente de desenvolvimento do feto. Alguns estudos associam níveis mais altos desse tipo de gordura durante a gestação a maior gravidade de sintomas do espectro autista, além de possíveis impactos em atenção e cognição. Ainda assim, é importante separar associação de causa direta e entender que o tema é complexo e envolve múltiplos fatores. O que começa a aparecer como tendência é a busca por equilíbrio: menos extremos e mais qualidade nas fontes de gordura, com maior presença de ômega-3 e redução do excesso de ultraprocessados. A discussão não é sobre eliminar grupos alimentares, e sim ajustar proporções dentro da rotina. No fim, essa linha de pesquisa reforça um ponto que vem ganhando força na saúde: a alimentação não impacta só o presente, ela também influencia o desenvolvimento das próximas gerações. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/ Referências: https://doi.org/10.1111/pcn.13710https://www.cdc.gov/mmwr/volumes/72/ss/ss7202a1.htmDOI: 10.3390/nu17010170doi: 10.3390/ijms23020700

Você sabia que não é só o que você come que importa, mas também QUANDO você come?

Um estudo publicado na Clinical Nutrition ESPEN em abril de 2024 mostrou que pessoas que fazem do jantar a maior refeição do dia têm 67% mais risco de obesidade. Já aquelas que colocam o almoço como refeição principal apresentam 29% menos risco. E quem faz mais de três refeições menores ao longo do dia tem até 32% de proteção contra obesidade. O nosso corpo é guiado pelo ritmo circadiano. Pela manhã e início da tarde, temos maior sensibilidade à insulina, melhor digestão e uso mais eficiente da energia. À noite, esses processos diminuem: o metabolismo fica mais lento, a resposta hormonal é pior e a chance do excesso virar gordura é maior. E é aqui que entra o jejum intermitente como uma estratégia poderosa. Ao alinhar a janela de alimentação com o momento em que seu corpo está mais preparado para receber nutrientes (geralmente entre manhã e tarde) você não só reduz a inflamação e melhora a sensibilidade à insulina, como também respeita a biologia natural do corpo, acelerando os resultados no emagrecimento. 👉 Comer pesado à noite atrapalha.👉 Comer cedo e dar espaço ao corpo para descansar à noite potencializa. Link do estudo: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/38479908 📩 Jornal FitFeed Para acompanhar o mundo de saúde e bem-estar pelo nosso jornal 🧬 👉 Inscreva-se aqui

Caminhar faz mesmo o cérebro crescer?

Sim.E a ciência já mostrou que o oposto também é verdadeiro: o sedentarismo encolhe. Um estudo publicado em 2021 analisou o impacto da atividade física na massa branca cerebral, a estrutura responsável por conectar neurônios e sustentar funções como memória, foco e velocidade de raciocínio. É, literalmente, a infraestrutura do cérebro. O que o estudo observou Cerca de 250 adultos mais velhos e sedentários foram acompanhados por seis meses. Parte deles passou a caminhar três vezes por semana. Outros fizeram alongamento, exercícios de equilíbrio ou aulas de dança. O resultado foi claro:quem caminhou regularmente apresentou melhora da aptidão física e da integridade da massa branca, com fibras nervosas mais preservadas e menos sinais de lesão cerebral. Já os grupos sem estímulo aeróbico consistente mostraram afinamento da massa branca e piora em testes cognitivos. Por que caminhar afeta tanto o cérebro Caminhar ativa dois processos-chave:• Neurogênese, a formação de novas células nervosas• Neuroplasticidade, a capacidade do cérebro de criar e reorganizar conexões Na prática, isso significa um cérebro mais adaptável, com melhor memória, foco mais estável e maior resiliência ao envelhecimento. Não é sobre performance.É sobre manutenção estrutural. O custo silencioso de ficar parado Quando o corpo entra em modo sedentário, o cérebro acompanha. Menos estímulo aeróbico significa menos oxigenação, menos conexão neural e maior risco de declínio cognitivo ao longo do tempo. O corpo humano não foi projetado para a imobilidade prolongada.E o cérebro sente isso antes de qualquer outro sistema. Principal insight aplicável pra você Você não precisa de intensidade extrema para proteger o cérebro.40 minutos de caminhada, três vezes por semana, já foram suficientes para gerar mudanças mensuráveis na estrutura cerebral. Movimento simples.Impacto profundo. O cérebro cresce quando o corpo se move. 📩 Jornal FitFeed Para acompanhar o mundo de saúde e bem-estar pelo nosso jornal 🧬 👉 Inscreva-se aqui

Você vive com a mente acelerada, ansiedade constante e dificuldade para relaxar?

Talvez o problema esteja em algo que você nunca deu muita importância: o GABA. Ansiedade constante, dificuldade para relaxar, sono leve e a sensação de que a mente nunca desliga têm se tornado queixas cada vez mais comuns. Para além do estresse do dia a dia, especialistas apontam para um fator pouco lembrado, mas essencial para o equilíbrio mental: o GABA. O GABA (ácido gama-aminobutírico) é um dos principais neurotransmissores inibitórios do cérebro. Na prática, ele funciona como o “freio” do sistema nervoso, reduzindo a excitabilidade neural e ajudando o corpo a sair do estado de alerta permanente. Quando está em níveis adequados, favorece calma, foco, relaxamento muscular e um sono mais profundo. Quando está baixo, o organismo tende a operar em excesso. Esse desequilíbrio pode se manifestar de várias formas: ansiedade crônica, agitação mental, insônia ou despertares frequentes durante a noite, irritabilidade, dificuldade de concentração, tensão muscular, bruxismo e até episódios de compulsão alimentar, especialmente por doces. Não se trata apenas de um estado emocional, mas de uma resposta neuroquímica. A produção de GABA acontece naturalmente no cérebro a partir do glutamato, com a participação de cofatores importantes como magnésio, zinco, vitamina B6 e taurina. Por isso, fatores como estresse crônico, alimentação pobre em nutrientes, inflamação intestinal e privação de sono podem comprometer esse processo e reduzir a disponibilidade do neurotransmissor. Felizmente existem formas naturais de estimular o GABA. Uma alimentação que inclua ovos, peixes, castanhas e frutas como a banana pode ajudar, assim como estratégias de suplementação orientada com magnésio, vitamina B6, L-teanina ou o próprio GABA, quando indicado por um profissional. Práticas como meditação, exercícios de respiração profunda, atividade física leve, yoga e acupuntura também demonstram impacto positivo na regulação do sistema nervoso. Dormir bem, aliás, é peça central: o GABA influencia o sono e, ao mesmo tempo, depende dele para se manter equilibrado. A discussão reforça um ponto cada vez mais claro na saúde mental contemporânea: bem-estar não é apenas psicológico, é também bioquímico. Quando o corpo permanece preso ao modo “alerta máximo”, pode não ser falta de força de vontade ou resiliência, pode ser um pedido fisiológico por mais GABA, mais pausa e mais recuperação. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Quais sintomas de TDAH que as pessoas ignoram?

O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) voltou ao centro das conversas na internet e não é à toa. Embora muita gente associe o transtorno apenas à desatenção, hiperatividade ou impulsividade, profissionais de saúde reforçam que o quadro é bem mais amplo e pode afetar todas as fases da vida. Sintomas mudam da infância para a vida adulta Em crianças, os sinais mais comuns envolvem dificuldade de manter a atenção, impulsividade e hiperatividade física. Mas, na vida adulta, o TDAH se manifesta de forma diferente: problemas de organização, lapsos de foco, inquietação constante, dificuldade em controlar impulsos e desafios para manter rotinas. Além disso, a presença de outros diagnósticos é frequente. Adultos com TDAH apresentam maiores índices de ansiedade, depressão, instabilidade profissional, dificuldades em relacionamentos, procrastinação e baixa autoestima. Comorbidades exigem uma abordagem mais ampla O transtorno também costuma vir acompanhado de alterações hormonais, distúrbios do sono e intolerâncias alimentares, além de sensibilidades que podem piorar sintomas. Por isso, especialistas defendem um tratamento holístico, que vai muito além do controle dos sintomas imediatos. A abordagem inclui ajustar hormônios e avaliar tireoide e cortisol, revisar a alimentação para reduzir ultraprocessados, glúten, lactose, óleos vegetais, corantes e outros alimentos inflamatórios, além de corrigir possíveis deficiências nutricionais. Também entram como pilares fundamentais a melhora da qualidade do sono, o gerenciamento do estresse e a prática regular de exercício físico, pontos que, juntos, ajudam a estabilizar o organismo e minimizar o impacto do TDAH no dia a dia. Alguns suplementos podem ser utilizados com orientação profissional, como ômega-3, complexo B, ferro, magnésio, vitamina D, creatina, crocus sativus, melatonina, CBD e zinco. Causas envolvem múltiplos fatores A origem do TDAH ainda não é totalmente compreendida, mas estudos apontam para uma combinação de elementos genéticos, neuroquímicos, envolvendo alterações em neurotransmissores como dopamina e norepinefrina e fatores ambientais, como exposição a metais pesados (alumínio e chumbo). Embora não exista cura, o manejo adequado com intervenções comportamentais, acompanhamento multidisciplinar e, quando indicado, medicação, permite que pessoas com TDAH levem uma vida estável, produtiva e plenamente funcional. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Sauna faz bem para a saúde?

Sabia que a sauna pode ser uma verdadeira aliada da saúde e não só um ritual de relaxamento? Mais do que aliviar o estresse, ela ajuda a reduzir dores e inflamações, melhora o humor, fortalece o coração e ainda impulsiona a imunidade. Com apenas 5 a 10 minutos dentro da sauna, o corpo começa a suar e é nesse momento que ocorre a eliminação de toxinas. A partir dos 15 minutos, o organismo entra em um ritmo mais intenso: a frequência cardíaca aumenta, há maior produção de leucócitos e um pico no hormônio do crescimento (GH), responsável pela regeneração celular e pelo ganho de massa muscular. Com cerca de 20 minutos, os benefícios cardiovasculares aparecem: estudos mostram uma queda no peptídeo natriurético tipo B (marcador de sobrecarga cardíaca) e uma melhora na função do ventrículo esquerdo, essencial para o bombeamento de sangue. Depois de 30 minutos, a sauna também pode ajudar no controle glicêmico, reduzindo o açúcar no sangue e melhorando a sensibilidade à insulina. Mas atenção: passar de 45 minutos já pode causar desidratação e perda de minerais importantes, o que torna esse tempo o limite ideal de exposição ao calor. O segredo por trás de tudo isso está no nosso “termostato interno”: o hipotálamo. É ele quem ajusta a temperatura corporal e comanda os vasos sanguíneos a dilatarem, permitindo a dissipação do calor. Nesse processo, cerca de 2,5 milhões de glândulas sudoríparas entram em ação e suar, nesse caso, é sinônimo de saúde. Quem aí é do time da sauna?Dica final: prefira a sauna seca e, se optar pela a vapor, verifique se há filtro de cloro na água. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/