24 - 26 de Abril

Expo Center Norte - SP

NikeSKIMS: a fusão bilionária que redefine o athleisure

A Nike, gigante do sportswear, e a SKIMS, marca de Kim Kardashian avaliada em US$ 4 bilhões, acabam de anunciar a collab mais esperada do ano: a NikeSKIMS. A parceria promete agitar o mercado ao unir a tecnologia de performance da Nike com o design inclusivo que virou a assinatura da SKIMS, criando uma nova força no universo do bem-estar e do lifestyle ativo. Mas o que vem nessa coleção? Esqueça o básico. A linha de estreia chega com nada menos que 7 coleções e 58 peças diferentes, permitindo mais de 10 mil combinações personalizadas. A ideia é atender a todos os corpos e rotinas, seja para um treino intenso ou para o dia a dia. A coleção “Matte” aposta na compressão média com tecnologia Dri-FIT, enquanto a “Shine” oferece suporte estrutural para alta performance. Para quem busca leveza, a linha “Airy” traz peças respiráveis ideais para atividades de baixo impacto. Com preços que variam de US$ 48 a US$ 148, a collab busca ser ao mesmo tempo premium e acessível. Por que essa parceria é um game-changer? Para a Nike, a jogada é estratégica. Sob o comando do CEO Elliott Hill, a marca busca reconquistar market share no competitivo mercado de athleisure, reforçando seu foco em inovação. Já para a SKIMS, a parceria é um acelerador. A marca de Kim Kardashian usa a expertise e a estrutura da Nike para escalar de vez no segmento de activewear. Como disse a própria Kim, a união faz todo o sentido para expandir o design focado no corpo feminino para o universo da performance, criando um novo padrão no mercado. O futuro é multifuncional O lançamento, marcado para 26 de setembro e divulgado com a campanha “Bodies at Work”, estrelada por atletas como Serena Williams, não é apenas sobre vender roupas. A NikeSKIMS materializa a grande tendência do mercado de wellness: a busca por produtos que transitam entre a academia e a vida cotidiana. Esta colaboração mostra como parcerias estratégicas podem acelerar a inovação e dita um novo ritmo para o futuro do activewear, onde estilo, conforto e desempenho não são mais negociáveis. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Proteína: por que as mulheres viraram o jogo e o mercado correu atrás?

Acabou o monopólio masculino no universo da proteína. Pela primeira vez, as mulheres representam 51% dos consumidores que buscam suplementos, segundo a Euromonitor. Esse movimento não é só um número: é uma revolução no wellness que está forçando marcas, investidores e até o Starbucks a repensarem suas estratégias, impulsionada por uma nova visão sobre saúde e força feminina. Adeus, “whey de maromba”: a nova busca é por força e bem-estar A mudança vai muito além do consumo. Existe uma transformação cultural em andamento, que valoriza corpos femininos pela força e capacidade, não apenas pela estética. Mitos como o de que levantar peso “deixa a mulher grande” foram derrubados pela ciência, e as redes sociais impulsionam essa nova narrativa com influenciadoras e atletas que tornam o treino de força mais acessível. O resultado? Mais mulheres buscando proteína para construir massa muscular, fortalecer os ossos e otimizar a saúde metabólica, um fator crucial para o envelhecimento saudável. De refrigerante a café: o mercado se reinventa A indústria finalmente entendeu o recado. A proteína deixou de ser exclusividade de shakes pós-treino e invadiu o dia a dia com inovações que miram o consumidor comum. A Nestlé lançou o Milo Pro, a Keurig Dr Pepper apostou no refrigerante proteico Don’t Quit, e a Bulletproof criou um café instantâneo com 12g de proteína por dose. Até celebridades como Khloe Kardashian entraram no jogo com linhas exclusivas que já chegaram a gigantes do varejo como a Target. Bilionário e acessível: a proteína virou pop O dinheiro seguiu a tendência. Mais de US$ 2 bilhões já foram injetados em startups de proteína, com aportes que chegam a US$ 75 milhões, como no caso da marca David. Esse boom financeiro está democratizando o acesso ao produto. Hoje, é possível encontrar opções com alta proteína no cardápio de redes como Subway, Starbucks e Smoothie King, provando que o movimento é mainstream e veio para ficar. O recado é claro: o futuro da proteína é inclusivo e personalizado. Marcas que ignorarem a força demográfica e as necessidades específicas das mulheres ficarão para trás. Para executivos e empreendedores, a oportunidade é gigante: investir em inovação, criar parcerias estratégicas e comunicar de forma autêntica com um público que não busca apenas um produto, mas um aliado para seu estilo de vida e bem-estar. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Saúde Integrativa: A tendência que une bem-estar e negócios

A saúde integrativa deixou de ser um nicho alternativo para se tornar um pilar da saúde moderna. A ideia é simples e poderosa: combinar tratamentos convencionais com terapias complementares, olhando para o indivíduo de forma completa, corpo, mente e espírito. Mas a grande virada é que essa abordagem holística se transformou em um modelo de negócio altamente eficaz, redefinindo como consumimos bem-estar. De onde veio essa onda? A jornada começou lá no século XVIII com práticas de cura não tradicionais, ganhou força com a naturopatia no início do século XX e explodiu com o movimento de contracultura dos anos 1960, que trouxe à tona uma visão mais humanizada da saúde. O que era alternativo foi se profissionalizando e, nos anos 2000, a abordagem já estava sendo integrada em centros acadêmicos e ganhando reconhecimento formal, mostrando que o futuro do cuidado é centrado no paciente. A fórmula do sucesso: Educação + Produto A nova regra do jogo no setor de wellness é clara: não basta vender um produto, é preciso educar o consumidor. Empresas como a mindbodygreen entenderam isso perfeitamente. A estratégia é usar conteúdo baseado em ciência, muitas vezes criado por especialistas como nutricionistas, para explicar a importância de certos hábitos, como a ingestão de proteína. Especialistas apontam que um consumo abaixo de 100 gramas diárias pode derrubar a energia, afetar o metabolismo e desregular hormônios. Com a necessidade estabelecida, a solução aparece de forma natural: suplementos de alta qualidade, como um whey protein isolado com ingredientes limpos, que preenchem essa lacuna nutricional de forma prática e confiável. O futuro é tech e personalizado A integração entre informação e comércio direto ao consumidor é a grande tendência que está impulsionando o mercado. A demanda por soluções personalizadas e convenientes só cresce, abrindo um oceano de oportunidades para empreendedores que sabem alavancar autoridade e engajamento. O futuro é promissor, com a tecnologia, como plataformas de telessaúde e apps, tornando o cuidado integrativo mais acessível e permitindo intervenções cada vez mais precisas. Para o consumidor, o resultado é o empoderamento. Para o mercado, é a prova de que o negócio mais saudável é, de fato, a saúde. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

São Silvestre 100 anos: Como a corrida mais tradicional do Brasil virou um case de business

A São Silvestre vai fazer 100 anos e a comemoração promete ser gigante. Marcada para 31 de dezembro de 2025, a corrida mais icônica do país espera um recorde de 50 mil pessoas na Avenida Paulista, provando que é muito mais que um evento esportivo: é um case de inovação em business e wellness. Da tradição à monetização: qual é a fórmula? A organização, a cargo da Fundação Cásper Líbero e da Vega Sports, está capitalizando o marco histórico para ir além da pista. A estratégia de monetização é clara, com pacotes que vão do básico (R$ 319,90) ao premium (R$ 990,90), que oferece uma experiência exclusiva com itens como corta-vento e boné. Essa diversificação de receita, apoiada por uma robusta estrutura digital na plataforma Ticket Sports e parcerias estratégicas como a da Asics, mostra como escalar o evento e maximizar o engajamento, servindo de lição para negócios do setor. Inclusão e performance para todos os ritmos Refletindo as tendências do mercado de bem-estar, a São Silvestre aposta na diversidade para crescer. O evento oferece inscrições gratuitas para pessoas com deficiência (PCDs) e organiza as largadas por ritmo, personalizando a experiência para corredores de todos os níveis. Essa abordagem não apenas democratiza o acesso ao esporte, mas também atrai segmentos de público antes sub-representados, uma tática inteligente para qualquer marca de wellness que busca expandir sua base de clientes. Ao completar um século, a São Silvestre prova que tradição e inovação correm juntas. O evento evoluiu de 48 participantes em 1925 para um fenômeno global, abraçando a participação feminina em 1975 e a tecnologia com chips de cronometragem em 1998. Agora, na 100ª edição, consolida-se como um laboratório de tendências, ensinando ao mercado como escalar operações, monetizar experiências e abraçar a inclusão. O futuro dos grandes eventos de bem-estar passa por aqui: uma combinação de performance, propósito e um modelo de negócio inteligente. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Epic Padel: startup que levantou US$ 10 milhões para transformar o padel na nova febre do wellness

A Epic Padel, startup fundada por Maryam Al Muslehi e Hala Sarkis, acaba de levantar US$ 10 milhões para acelerar a expansão do esporte que virou sinônimo de comunidade e bem-estar. Com investidores que vão de estrelas da NFL a jogadores de hóquei, o movimento deixa claro: o padel não é só um jogo, é o próximo grande negócio do lifestyle. Afinal, de onde veio essa febre? Nascido quase por acaso em Acapulco, em 1969, o padel combina o melhor do tênis e do squash em uma quadra menor e mais dinâmica. A grande sacada? É fácil de aprender, jogado em duplas e muito social, o que reduz o esforço físico e aumenta a diversão. Essa combinação explica por que o esporte já conquistou mais de 25 milhões de pessoas em 90 países e agora mira o mercado americano, onde a projeção é saltar de cerca de 450 para 30 mil quadras até 2030. Mais que quadras, um ecossistema completo A estratégia da Epic Padel vai além de simplesmente construir lugares para jogar. A empresa aposta em um modelo verticalmente integrado que transforma espaços subutilizados, como galpões e estacionamentos, em verdadeiros hubs de bem-estar. A plataforma inclui desde a operação dos clubes até um aplicativo para agendamento de aulas e uma futura linha de produtos, criando uma experiência completa que fortalece a lealdade da comunidade. O plano de jogo: dominação nacional Os US$ 10 milhões recém-captados serão o combustível para levar a Epic Padel da sua base na Carolina do Norte para pelo menos mais quatro estados, incluindo Virgínia e Utah. Mas o plano é ainda maior. A empresa está investindo na Pro Padel League e até incubando uma liga universitária para garantir que o esporte crie raízes e se desenvolva de forma sustentável, da base ao nível profissional. O case da Epic Padel é uma aula sobre como identificar e escalar uma tendência de lifestyle. Ao focar em acessibilidade, comunidade e tecnologia, a empresa não está apenas popularizando um esporte, mas construindo um modelo de negócio que redefine o que significa investir em bem-estar. Para o mercado, fica a lição: a próxima grande oportunidade pode estar em uma quadra de vidro. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Dua Lipa agora é dona de startup de Pilates

A estrela pop global Dua Lipa não está mais só nos palcos. Ela acaba de ser anunciada como cofundadora e Chief Creative Officer da Frame Fitness, uma marca de wellness que quer tirar o Pilates do nicho e levá-lo para o mundo. A parceria, costurada ao longo de dois anos, é a grande aposta da empresa para acelerar sua expansão global. Por que essa parceria faz todo o sentido? O movimento é estratégico. Em um mercado de bem-estar cada vez mais competitivo, trazer uma celebridade do calibre de Dua Lipa para o time de fundadores é uma forma de escalar rapidamente, reduzir custos de marketing e criar uma conexão emocional instantânea com o público. A missão da Frame, liderada pela bailarina e instrutora de Pilates Melissa Bentivoglio, é tornar a prática mais acessível, e a influência da cantora é o atalho perfeito para isso. Da sua casa para o mundo A Frame Fitness começou com um reformador de Pilates compacto, projetado para uso doméstico e vendido a US$ 4.999. Mas a visão vai muito além. Com um aporte de US$ 5 milhões levantado em 2021, com investidores de peso como os fundadores da 24 Hour Fitness e da Crunch Fitness, a empresa está partindo para o mundo físico. O plano inclui a abertura de estúdios próprios e a presença em hotéis de luxo, combinando a conveniência da tecnologia com a experiência presencial. Fitness com uma pegada holística Para a Frame, bem-estar é mais do que apenas exercício. Em seus eventos de lançamento, a marca oferece experiências integradas que vão de aulas de Pilates a massagens e sessões de acupuntura. Essa abordagem reforça a tendência de um fitness mais completo, que cuida do corpo e da mente de forma integrada. A parceria com Dua Lipa não é só um endosso; é um blueprint de como unir influência, tecnologia e uma experiência de bem-estar 360º para dominar um mercado. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Trail Running: Como o esporte de nicho virou um negócio de US$ 20 bilhões

O que antes era um hobby para poucos virou um fenômeno global. O trail running deixou de ser apenas uma corrida na montanha para se transformar em um mercado bilionário, impulsionado por uma nova geração que busca conexão, bem-estar e comunidade. Os uploads de corridas em trilha no Strava dobraram em três anos, e a participação em eventos como a série UTMB cresceu 2.4 vezes desde 2022. A corrida de aventura está oficialmente no centro do ecossistema de wellness. A trilha virou a nova pista de decolagem Os números não mentem. No primeiro semestre de 2025, mais de 800 mil pessoas ao redor do mundo participaram de eventos de trail running, e um detalhe chama a atenção: 42% delas eram estreantes. Isso mostra que o esporte está se democratizando, com dois terços dos corredores optando por distâncias de maratona ou menores. A corrida média registrada no Strava, de aproximadamente 9,6 km, reforça a ideia de que a barreira de entrada está cada vez menor, tornando a modalidade mais acessível e inclusiva. Geração Z e mulheres estão redefinindo o jogo Quem está puxando essa transformação? A Geração Z e as mulheres. A participação feminina no esporte aumentou 2.6 vezes, mas o crescimento mais explosivo vem das mulheres da Geração Z, com um aumento de 6.5 vezes nos uploads de corridas em três anos. Para elas, o trail running vai além do físico: 65% buscam a melhoria da saúde mental, e 66% encontram na atividade uma forma de fazer novos amigos. É a união perfeita entre performance, bem-estar e vida social. Correr junto é o novo normal A solidão da corrida de rua está dando lugar à força da comunidade. Mais da metade dos corredores do UTMB participa com amigos ou família, e as corridas em grupo no Strava cresceram 20%. Plataformas digitais e redes sociais como Instagram e TikTok transformaram o esporte em uma experiência compartilhada, onde a inspiração e o senso de pertencimento (ou até o FOMO) incentivam cada vez mais gente a calçar o tênis e explorar a natureza. A lição para o mercado é clara O boom do trail running é um recado direto para executivos e empreendedores do setor de wellness: o futuro é acessível, comunitário e digital. Empresas que souberem criar produtos, apps e eventos que incentivem a participação inicial e fortaleçam o senso de comunidade sairão na frente. A oportunidade está em transformar uma atividade individual em uma experiência coletiva, alinhada aos valores de um público que não quer apenas se exercitar, mas se conectar. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Quer ter sonhos mais vívidos? Talvez seja hora de largar o café.

Aquele cafezinho da tarde pode parecer inofensivo, mas a ciência tem um recado: ele está sabotando seu sono de formas que você nem imagina. Ao atuar como um bloqueador da adenosina, o neurotransmissor que sinaliza cansaço ao cérebro, a cafeína não só adia o sono, mas bagunça toda a arquitetura do seu descanso, impactando diretamente a qualidade das suas noites. O que acontece quando a cafeína entra em cena? Basicamente, a cafeína hackeia seu sistema nervoso. Com uma meia-vida de 3 a 6 horas, ela permanece ativa no organismo por um bom tempo, diminuindo o sono profundo (NREM), essencial para a recuperação física, e atrasando a entrada no sono REM, a fase onde os sonhos acontecem. O resultado? Um sono mais superficial, fragmentado e menos restaurador, mesmo que você não perceba. O efeito rebote: por que largar o café pode turbinar seus sonhos? Paradoxalmente, quem decide reduzir ou cortar a cafeína costuma relatar um aumento de sonhos intensos e vívidos. Isso acontece por causa de um “efeito rebote”. Sem a cafeína para suprimir o sono REM, o cérebro compensa, aumentando o tempo gasto nessa fase. Estudos, inclusive com veteranos, já associaram uma maior porcentagem de sono REM a relatos de sonhos mais memoráveis. É o seu corpo, finalmente, restaurando o equilíbrio perdido. Do copo à startup: o bem-estar como modelo de negócio A tendência de um lifestyle com menos estimulantes está ganhando força, abrindo um novo filão no mercado de wellness. A demanda por um sono de qualidade está criando oportunidades para o desenvolvimento de suplementos que ajudam na transição para uma vida com menos cafeína e até parcerias com aplicativos de monitoramento de sono, focados em otimizar a rotina e os hábitos dos usuários. Para quem busca essa mudança, a recomendação é clara: evite cafeína por pelo menos oito horas antes de dormir. A decisão de repensar o último café do dia pode ser o primeiro passo para destravar noites mais reparadoras e, quem sabe, uma vida onírica muito mais interessante. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Startup brasileira transforma gergelim em arma contra o AVC

Uma startup brasileira está transformando um ingrediente milenar em uma potencial revolução contra o AVC. A Neuroprotect, com um investimento inicial de R$ 3,6 milhões da Embrapii, desenvolveu o ST-165, um extrato de óleo de gergelim que promete minimizar os danos cerebrais causados por acidentes vasculares cerebrais, que afetam cerca de 400 mil pessoas por ano no Brasil. Ciência ou hype? Os resultados falam Em testes pré-clínicos, os resultados são animadores. O ST-165 demonstrou um potencial neuroprotetor significativo, reduzindo o volume do infarto cerebral em até 40% e melhorando os escores neurológicos dos animais em aproximadamente 30%. O mais interessante é que o extrato também mostrou um forte efeito preventivo quando administrado antes do evento isquêmico, reforçando seu potencial para o mercado de longevidade e bem-estar. A jogada de mestre: nutracêutico antes do remédio A grande sacada da Neuroprotect está na estratégia de mercado. Antes de lançar o fármaco, que exige ensaios clínicos estimados entre R$ 10 e 15 milhões, a empresa planeja introduzir um nutracêutico preventivo já no próximo ano. Essa abordagem inteligente permite uma entrada mais rápida em um mercado menos regulado, gerando receita e validando o produto enquanto a pesquisa farmacêutica avança. É uma forma de alinhar-se à crescente demanda por soluções fitoterápicas que integram prevenção e tratamento. Do laboratório para o mercado global O caso da Neuroprotect é um verdadeiro playbook para o setor de healthtech. Utilizando resultados pré-clínicos sólidos para atrair investidores e parcerias estratégicas, a startup mostra como transformar pesquisa acadêmica em um negócio viável e escalável. Ao unir ciência, biodiversidade e uma estratégia comercial afiada, a empresa não só busca tratar, mas também prevenir, provando que o futuro do bem-estar pode estar em ingredientes que já fazem parte da nossa rotina. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/

Seu Sono Não Está Ruim: Você só não aprendeu a usar a luz a seu favor.

Esqueça os suplementos caros. A chave para mais energia durante o dia e um sono reparador à noite pode estar na forma como você gerencia sua exposição à luz. A ciência mostra que a luz azul no timing certo funciona como um interruptor para o seu bem-estar, enquanto no horário errado, ela sabota seu relógio biológico. Por que seu cérebro ama o sol da manhã? Nosso corpo opera com um “master clock” no cérebro, que precisa ser sincronizado diariamente. A luz azul pela manhã, especialmente a do sol, é o sinal natural que ativa esse sistema. Ao atingir receptores nos olhos, ela dispara um comando para alinhar seu ritmo circadiano, ajustando hormônios e funções metabólicas para um dia de alta performance. O resultado é mais energia, estabilidade e um sono que chega na hora certa. O lado sombrio: a armadilha das telas à noite Se a luz da manhã é o “play” do seu dia, a luz azul à noite é o “pause” no seu descanso. A exposição noturna, principalmente de telas, suprime a produção de melatonina, o hormônio que te prepara para dormir. Isso não só atrasa o início do sono, como diminui sua eficiência. A longo prazo, esse desequilíbrio pode aumentar os riscos de problemas metabólicos, cardiovasculares e até declínio cognitivo. A próxima fronteira da longevidade é a luz? O gerenciamento da luz está se tornando uma peça central na ciência da longevidade. O mercado já está de olho nisso, com o surgimento de apps e dispositivos que monitoram sua exposição para otimizar o ritmo circadiano. A lógica é simples: alinhar seu estilo de vida ao seu relógio biológico é uma das estratégias mais eficazes para prolongar a saúde e a vitalidade. A lição é direta: busque a luz natural assim que acordar — até 10 minutos já fazem diferença — e limite o uso de telas antes de dormir. Dominar o timing da luz azul não é apenas sobre dormir melhor, é sobre assumir o controle da sua biologia para viver com mais energia e saúde. Quer continuar por dentro do que realmente está acontecendo no wellness? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Se inscreva em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/