24 - 26 de Abril

Expo Center Norte - SP

Coca-Cola lança versão Triple Z: zero açúcar, zero calorias e zero cafeína

A The Coca-Cola Company começou 2026 testando um novo movimento na Europa. A Coca-Cola Triple Z chega prometendo manter o sabor clássico, mas eliminando três elementos que sempre estiveram no centro da conversa sobre refrigerante: açúcar, cafeína e calorias. O que está por trás da Triple Z? A Triple Z amplia o portfólio da marca dentro da lógica que já vinha sendo construída com a linha Zero. Só que agora o foco não é apenas reduzir açúcar. É entregar uma versão que elimina também a cafeína e qualquer traço calórico. O discurso é simples. Manter o sabor, tirar os “vilões” da equação. Na prática, isso conversa com um consumidor que quer continuar consumindo refrigerante, mas com menos culpa nutricional e mais controle sobre o que está ingerindo. Quando uma marca do tamanho da Coca-Cola mexe no portfólio, ela está lendo comportamento. Não é coincidência que a inovação seja incremental. A indústria de alimentos e bebidas tem feito exatamente isso. Reformula, testa, observa aceitação e depois escala. Design minimalista e estratégia de prateleira A lata aposta numa identidade mais limpa, pensada para se diferenciar no ponto de venda sem romper com o reconhecimento da marca. É quase um recado visual. Continua sendo Coca-Cola, mas com outra proposta. E o Brasil? Por enquanto, a Triple Z estreia em mercados europeus selecionados. A expansão para outros países vai depender da resposta do consumidor. Se chegar ao Brasil, entra num território já consolidado de refrigerantes zero. A pergunta não é se existe demanda. É se existe espaço. No fim, o lançamento reforça algo maior. As grandes marcas não estão abandonando categorias tradicionais. Elas estão adaptando essas categorias ao novo olhar do consumidor.

Desafio do paracetamol: nova modinha de tomar remédio até passar mal interna jovens na Europa

Autoridades de saúde em Portugal acenderam o alerta para um aumento de intoxicações em jovens ligado ao chamado “desafio do paracetamol”, que vem circulando nas redes. A mensagem do governo foi direta: isso pode causar lesão grave no fígado, evoluir para insuficiência hepática e, em casos extremos, levar a transplante ou morte. O que esse “desafio” incentiva? A lógica é tão absurda quanto perigosa: jovens competirem para ver quem aguenta mais depois de tomar uma quantidade exagerada do medicamento, como se o corpo fosse um videogame com barra de vida. Em Lisboa, profissionais do Hospital de Santa Maria relataram preocupação com a escalada de intoxicações voluntárias com medicamentos em adolescentes, com aumento importante nos últimos anos. A leitura dos médicos é que não dá para reduzir isso a “brincadeira de internet”: tem camada de acesso fácil a remédios em casa, impulsividade e, muitas vezes, sofrimento emocional por trás. O recado para pais e cuidadores O próprio governo português pediu exatamente isso: guardar medicamentos em local seguro e falar com crianças e adolescentes sobre o risco. E se alguém tomou uma quantidade acima do recomendado? Isso aqui é importante: não espere “ver se passa”. Procure ajuda imediatamente: Por que esse assunto importa? Porque essa é a cara da nossa era: o que é “conteúdo” para uns vira “consequência” para outros.

Cachorro com paralisia volta a andar depois de receber Polilaminina

Teodoro, um cãozinho da zona oeste do Rio de Janeiro, voltou a mexer as patas traseiras depois de perder os movimentos por causa de uma lesão na medula. Ele é um dos seis animais que participaram de um estudo clínico inédito no Brasil usando uma proteína chamada polilaminina para estimular a regeneração de conexões nervosas. O estudo é liderado por Tatiana Sampaio, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro, e acaba de ser publicado em uma das principais revistas científicas veterinárias do mundo. O que aconteceu com os cães? No teste, os seis cães receberam uma injeção de polilaminina diretamente na coluna vertebral. Durante seis meses, passaram por avaliações técnicas da marcha. Quatro deles, incluindo Teodoro, apresentaram melhora nos índices que medem a capacidade motora. Em outras palavras, voltaram a se movimentar melhor. Segundo a pesquisadora, a laminina já faz esse trabalho naturalmente no corpo. O que a equipe está tentando fazer é observar como a natureza resolve o problema e reproduzir isso de forma controlada no laboratório. E agora vem a parte mais delicada O projeto começou no início dos anos 2000. Depois de mais de duas décadas de pesquisa, o próximo passo é solicitar autorização da Anvisa para iniciar testes clínicos em humanos. A expectativa é que, no futuro, uma injeção possa ajudar na recuperação de movimentos em casos de lesão medular. Ainda é cedo para promessas. Mas os dados em animais abriram uma porta que parecia fechada há muito tempo. O tutor de Teodoro conta que já havia tentado diversos tratamentos antes. Agora, vê o cachorro reagindo e superando expectativas. Para quem vive a realidade da paralisia, cada pequeno movimento é gigante. A ciência brasileira ainda precisa provar segurança e eficácia em humanos. Mas o fato de um estudo nacional avançar nessa direção já coloca o tema no radar.

Vacina brasileira contra cocaina e crack evolui e pode iniciar testes em humanos

Imagina uma vacina que não “cura” a dependência por mágica, mas cria um bloqueio físico contra a droga antes que ela chegue no cérebro. É nessa lógica que a Calixcoca, vacina desenvolvida na UFMG contra a dependência de cocaína e crack, avançou para uma nova fase de estudos após resultados considerados promissores em animais. Nos testes com camundongos, a pesquisa mostrou produção de anticorpos e, além disso, um dado que chamou atenção: em ratos expostos à droga, houve redução de abortos espontâneos. Segundo a Secretaria de Saúde de Minas Gerais, os filhotes também nasceram mais saudáveis e resistentes, o que acende um sinal de esperança principalmente quando o assunto é gestação e exposição a substâncias como crack e cocaína. A fala do secretário de Saúde de Minas, Fábio Bacheretti, reforça esse ponto: a preocupação é com gestantes usuárias e com bebês que podem nascer prematuros e já impactados pela exposição ainda no útero. A ideia da vacina, nesse cenário, seria reduzir os efeitos da droga no organismo e, por consequência, diminuir danos associados. O que muda agora? A fase que começou agora deve durar cerca de quatro anos, com chance de extensão. Primeiro vêm novas verificações em laboratório e etapas pré-clínicas adicionais para confirmar eficácia e segurança. Depois, entra a parte mais esperada e mais delicada: os ensaios clínicos em humanos. De acordo com o pró-reitor de Pesquisa da UFMG, Fernando Reis, a expectativa é que os testes em humanos comecem entre o terceiro e o quarto ano do projeto. O financiamento, segundo ele, já está garantido pelo governo de Minas Gerais, com outras fontes de apoio. Até aqui, o Governo de Minas informou investimento de R$ 18,8 milhões no projeto, e novos aportes devem seguir até 2027, em parceria com a Fapemig. Como essa vacina funciona A Calixcoca não é uma “vacina que tira vontade” e não é uma solução instantânea para dependência, que é um quadro complexo e multifatorial. O mecanismo proposto é outro: ela induz o corpo a produzir anticorpos que se ligam à cocaína no sangue, impedindo que a substância alcance o cérebro. Em tese, isso bloqueia ou reduz os efeitos que reforçam o ciclo de uso. É uma abordagem diferente de outras tentativas já testadas fora do Brasil e entra no grupo de estratégias que tentam “fechar a porta” do prazer imediato que mantém a dependência girando. O projeto já recebeu prêmios e reconhecimentos, como o Prêmio Euro Inovação na Saúde e o Prêmio Veja Saúde & Oncoclínicas de Inovação Médica. Mas o ponto central continua sendo o mesmo: o que vale, no fim, é o resultado em humanos, com segurança e efeito real. Até lá, a Calixcoca segue como uma das apostas mais interessantes da ciência brasileira na interseção entre imunologia e saúde pública, com um caminho longo pela frente e um tema grande na mesa: dependência química não precisa de discurso moral, precisa de ferramenta que funcione.

Zara anúncia nova coleção fitness para quem treina em casa

A marca (que faz tempo deixou de ser só roupa) lançou uma nova coleção focada em treinos dentro de casa, com a promessa clássica do momento: funcionalidade + visual bonito o suficiente pra ficar à mostra. Pelo que eles colocaram na linha, tem um kit completo de quem quer transformar um canto da sala num mini estúdio. O que vem na coleção: A peça que a marca empurra como chave é um par de sapatilhas de pele que custa mais de R$400, em branco ou castanho. E aqui entra o detalhe que entrega o apelo real: alguns tamanhos já estão a esgotar. O móvel de R$5.000 que organiza o seu treino A peça mais cara custa mil euros e é basicamente um móvel de arrumação + suporte para halteres, em madeira de carvalho escura. Ele vem com um desenho assimétrico: O discurso é “mais capacidade de organização”. Na prática, é a Zara dizendo: se o treino mora na sua casa, ele também pode parecer decoração. Treinar em casa ficou mais comum. Mas o que está crescendo agora é outra coisa: o desejo de deixar o treino com cara de rotina premium, sem a bagunça visual de academia improvisada. É o fitness virando parte do ambiente. Como uma cafeteira bonita. Como uma luminária. Só que com halteres.

Fim da insulina? chineses revertem pela primeira vez diabetes em paciente

Imagina passar a vida contando carboidrato, monitorando glicose e vivendo com a insulina como “plano A, B e C”. Agora imagina seu corpo voltar a produzir insulina sozinho. Foi isso que pesquisadores na China relataram em um caso que virou manchete na ciência: uma mulher de 25 anos com diabetes tipo 1 voltou a produzir insulina após receber um transplante de células feitas em laboratório a partir de células dela mesma. O estudo saiu na Cell e é descrito como um marco por ser o primeiro registro de controle glicêmico independente de insulina com esse tipo de abordagem autóloga, do próprio paciente. O que os cientistas fizeram? Os cientistas pegaram células da paciente, “resetaram” essas células para um estado parecido com o embrionário, pluripotente, e a partir daí treinaram essas células para virar algo que se comporta como ilhotas pancreáticas, que são as estruturas que produzem insulina. Depois, essas ilhotas foram transplantadas no corpo. Quando o corpo voltou a produzir insulina Em cerca de 2,5 a 3 meses, a paciente começou a produzir insulina suficiente para parar de depender de aplicações externas, mantendo a glicose estável na maior parte do tempo no acompanhamento. Teve até a frase que viralizou pela simplicidade do impacto: “Agora consigo comer açúcar.” Por que isso é tão grande no tipo 1 Diabetes tipo 1 é uma doença autoimune: o próprio sistema imunológico destrói as células que produzem insulina. Então, a ideia de criar “peças novas”, as ilhotas, e recolocar no corpo é quase como dizer: ok, vamos reconstruir a função que foi perdida. E tem outro ponto importante: por serem células do próprio paciente, a chance de rejeição pode ser menor do que em transplantes tradicionais. Mas isso não elimina o problema principal: o ataque autoimune pode voltar. É por isso que muitos grupos ainda estudam estratégias para proteger essas células e entender quando, e se, será preciso imunossupressão. E os outros pacientes O time menciona avanço em mais casos no mesmo programa e a linha geral do campo é acelerar testes com mais gente, porque um caso histórico ainda não vira tratamento de prateleira. Ensaios maiores são o que vai dizer segurança, repetibilidade e durabilidade. Isso serve para diabetes tipo 2 Ainda é cedo para cravar. Tipo 2 não é, em geral, destruição autoimune das ilhotas. É principalmente resistência à insulina e, com o tempo, pode haver queda de produção. Então o “conserto” pode ser diferente. Existe pesquisa usando ilhotas derivadas de células reprogramadas em tipo 2 também, mas é outra história clínica e biológica.

Anvisa investiga mais 65 mortes suspeitas relacionadas a Mounjaro e Ozempic

As canetas de GLP 1 viraram o símbolo da nova era do emagrecimento. Só que junto com o boom, vem o outro lado da história: a Anvisa registrou 65 óbitos suspeitos no VigiMed após o uso desses medicamentos, no período de dezembro de 2018 a dezembro de 2025. Antes de virar pânico, entende a palavra mais importante do texto: suspeitos. Suspeito não é confirmado, é um registro feito depois do uso, que entra no radar da agência para monitoramento. O que é o VigiMed e por que isso existe? O VigiMed é o sistema que recebe relatos de eventos que aconteceram após o uso de remédios em circulação no Brasil. Ele não é um tribunal que bate o martelo e diz “foi o remédio”. Ele é um radar. Tudo entra. Depois a Anvisa olha o conjunto e tenta entender se o perfil de segurança de um medicamento mudou na vida real. E isso vale para qualquer remédio aprovado. Quais canetas entram nessa conta O levantamento inclui os principais análogos de GLP 1: No total, foram 2.436 reações suspeitas notificadas em sete anos. E um dado chama atenção: 1.128 eventos, quase metade, foram notificados só no último ano. Isso costuma acompanhar o aumento de uso. Mais gente usando, mais relatos aparecem. Quais efeitos aparecem mais As queixas mais comuns são as que já aparecem nas bulas: E tem um ponto sensível: pancreatite. Foram 145 notificações de pancreatite no VigiMed.A Anvisa acrescenta que, somando notificações de testes clínicos, esse número sobe para 225. Sobre os óbitos, foram 65 registros suspeitos no período. Entre eles, seis já divulgados anteriormente que podem ter relação com quadros de pancreatite. A frase que muda a leitura da matéria A Anvisa diz que a relação risco benefício desses medicamentos segue sem alterações, considerando as indicações aprovadas. Ou seja: o monitoramento existe, os dados entram, mas até aqui a agência não apontou mudança oficial nessa balança. Então por que não investigam caso a caso? Porque o objetivo do VigiMed não é investigar individualmente cada história. É observar o conjunto. É assim que farmacovigilância funciona: olhar padrões, tendências, sinais repetidos.E se aparecer um sinal consistente, aí a régua muda. Pode virar alerta, atualização de bula, restrição de uso, novas exigências. Além do VigiMed, a Anvisa lembra que existem outras ferramentas para confirmar segurança: estudos controlados, pesquisas independentes e estudos pós mercado.

O mercado de suplementos descobriu que complicar demais afasta o consumidor

Nos últimos anos, suplementação virou sinônimo de protocolo. Creatina pós-treino, termogênico antes, colágeno à noite. O consumidor passou a precisar de um manual só pra cuidar da saúde. E aí chegou o ponto de ruptura. A maioria das pessoas não para de tomar suplemento por falta de resultado. Para por monotonia, por confusão, por sentir que virou obrigação. O que era hábito vira tarefa. O que era tarefa vira abandono. O modelo que o mercado construiu tem um problema clássico: pote grande, um sabor fixo, repetição por semanas até acabar. Se enjoar no meio do caminho, as opções são três: aguentar, comprar outro pote ou parar de tomar. Nenhuma delas é boa. O que os dados dizem O mercado global de suplementos está avaliado em US$ 88 bilhões em 2025 e deve chegar a US$ 132 bilhões até 2035, segundo a Business Research Insights. O Brasil é o terceiro maior consumidor do mundo, atrás só dos EUA e da Austrália. Muito dinheiro entrando, mas também muito consumidor saindo pela porta dos fundos por cansaço. Uma pesquisa da Vesta com mais de 5.500 consumidores mostrou que 58% têm alto interesse em suplementos personalizados. Entre a Geração Z, esse número chega a 71%. A era do “tamanho único” ficou para trás no wellness. A maior tendência atual é oferecer experiências adaptadas ao estilo de vida e aos objetivos individuais de cada pessoa. Mas há uma nuance que boa parte das marcas ainda está ignorando. O consumidor não quer fazer um teste genético pra escolher o sabor do whey. Ele quer poder mudar quando sentir vontade, sem burocracia e de uma forma simples. A marca que entendeu isso É exatamente nesse espaço que a Flyvor chegou. Lançada em dezembro de 2025, a marca brasileira trouxe um sistema com dois produtos: o Flypro, whey protein de alta qualidade, e o Flyvor, um saborizante que o consumidor mistura na hora. A ideia central é separar o que o mercado sempre vendeu junto: a proteína e o sabor. Você mantém a base. Troca a experiência quando quiser. Hoje quer morango. Amanhã, chocolate. Depois, nenhum sabor. Sem trocar de produto, sem gastar mais, sem complicar. A lógica não é nova no mundo do consumo. A Nespresso fez isso com o café décadas atrás. Separou a máquina da cápsula e criou um sistema onde a base permanece, mas a experiência varia. No mercado de suplementos, ninguém tinha feito isso com o whey. As marcas que estão crescendo entenderam que conveniência não é preguiça, é inteligência de produto. Quando algo é fácil de manter, as pessoas mantêm. A Flyvor conecta três pilares que fazem sentido pra quem quer resultado de verdade: E isso conversa com uma tendência maior: a transformação da suplementação em experiência. Você já parou de tomar algum suplemento por cansaço da rotina?

Morre aos 53 anos famoso ator de Grey’s Anatomy por ELA; entenda a doença

O ator norte americano Eric Dane, conhecido por viver o médico Mark Sloan (McSteamy) em Grey’s Anatomy e também por Euphoria, morreu aos 53 anos por complicações da esclerose lateral amiotrófica (ELA), cerca de 10 meses após tornar público o diagnóstico. E aqui entra o ponto que muita gente não sabe explicar direito, mas precisa entender com clareza. A ELA é uma doença que não “ataca um órgão”. Ela desliga, aos poucos, o comando dos músculos. O que é ELA? A ELA é uma doença neurodegenerativa que compromete os neurônios motores, responsáveis por controlar os movimentos. Na vida real, isso costuma começar com algo aparentemente “simples”: fraqueza em um braço ou perna, perda de força, dificuldade em movimentos finos. No caso de Dane, ele contou em entrevistas que já tinha perdido movimentos no braço direito, e depois foi fotografado em cadeira de rodas, o que aumentou a preocupação dos fãs com a progressão do quadro. Com o avanço da doença, a perda muscular pode atingir funções básicas como falar, engolir e, no estágio mais crítico, respirar. Por que a ELA acontece? Existe um componente genético em parte dos casos, mas a maioria não tem histórico familiar e a causa exata muitas vezes não é identificada. Ou seja: em muitos pacientes, ela aparece como uma “pane” sem uma explicação única e direta. A ELA costuma se tornar fatal quando a paralisia afeta os músculos responsáveis pela respiração. Por isso, ela é considerada uma doença progressiva e, no fim, letal. A velocidade dessa progressão, porém, não é igual para todo mundo. A referência mais citada é que muitos pacientes vivem de 3 a 5 anos após o diagnóstico, mas há exceções raras com sobrevida muito maior, como Stephen Hawking.

Cristiano Ronaldo acaba de investir milhões em gigante da nutrição

Cristiano Ronaldo investiu US$ 7,5 milhões (cerca de R$ 39 milhões) na HBL Protocol Software LLC, subsidiária da Herbalife focada em tecnologia de saúde e nutrição. O movimento deu ao jogador 10% de participação na empresa. As ações da Herbalife subiram mais de 15% após o anúncio. O que ele comprou, de fato? A HBL Protocol desenvolve uma plataforma digital que coleta dados de saúde e estilo de vida para montar planos personalizados de nutrição e bem-estar. Ou seja, menos produto genérico e mais personalização baseada em dados. Ronaldo já é parceiro da Herbalife desde 2013, mas essa é a primeira vez que ele investe diretamente no negócio. Segundo comunicado divulgado pela empresa, ele vê o aporte como uma “evolução natural” da relação. Nos últimos cinco anos, as ações perderam cerca de dois terços do valor. Em 2016, a empresa pagou US$ 200 milhões para encerrar acusações da Comissão Federal de Comércio dos EUA sobre seu modelo de negócios. Além do investimento de Ronaldo, a companhia reportou crescimento de 1% nas vendas totais de 2025 em relação a 2024 e alta de 6,3% no último trimestre. O movimento estratégico Ronaldo não é só o jogador mais bem pago do mundo, ele é uma máquina de audiência. Em 2025, lidera a lista da Forbes com ganhos de US$ 280 milhões no ano. Cerca de US$ 50 milhões vêm de negócios fora do campo. Ele soma quase 1,04 bilhão de seguidores nas redes sociais. Isso não é influência, é distribuição global. Ao investir numa plataforma de nutrição personalizada, ele conecta três pilares que fazem sentido para a marca pessoal dele: E isso conversa com uma tendência maior: a transformação da nutrição em tecnologia.