24 - 26 de Abril

Expo Center Norte - SP

Russia anúncia vacina 100% efetiva contra o câncer

A Rússia anunciou que sua vacina contra câncer chamada Enteromix apresentou 100% de eficácia e segurança em ensaios clínicos iniciais para câncer colorretal. Segundo os dados divulgados, os pacientes tiveram redução dos tumores e nenhum efeito colateral grave. Mas ainda não é nada definitivo. O que é a Enteromix? A Enteromix usa a mesma base tecnológica das vacinas de covid: mRNA. Em vez de atacar o tumor diretamente como a quimioterapia, a proposta é outra: treinar o sistema imunológico para reconhecer e destruir as células cancerígenas. Mas aqui está o diferencial: Ela é personalizada. Cada paciente recebe uma vacina feita sob medida, baseada no perfil genético do próprio tumor. Ou seja, não é “uma vacina para todos”. É uma vacina desenhada para aquele câncer específico. O estudo envolveu 48 voluntários e foi conduzido pelo Centro Nacional de Pesquisa Radiológica da Rússia, em parceria com o Instituto Engelhardt de Biologia Molecular. O anúncio aconteceu no Fórum Econômico Internacional de São Petersburgo de 2025. Por que isso chama atenção? Vacinas terapêuticas contra câncer existem há anos, mas historicamente tiveram desempenho limitado. O que muda aqui são dois pontos: É a combinação entre precisão genética e tecnologia escalável. Isso coloca a Enteromix dentro de uma tendência maior da oncologia: sair do tratamento amplo e agressivo para terapias direcionadas e inteligentes. Se estudos maiores confirmarem os resultados, estamos falando de uma possível mudança estrutural: Mas aqui entra o ponto que pouca gente lê nas manchetes: Foi um estudo inicial com só 48 pessoas e ainda precisa de validação em ensaios maiores, de longo prazo e com diversidade populacional. Além disso, vacina personalizada exige:

Cientista de Stanford desenvolve injeção que regera articulações e reverte atrite

Cientistas de Stanford testam injeção que bloqueia uma proteína do envelhecimento e fazem cartilagem voltar a crescer em animais. E até tecido humano respondeu no laboratório. Por décadas, a conversa sobre joelho foi a mesma: cartilagem gasta não volta, no máximo, você administra dor. No limite, troca a articulação. Agora, um estudo liderado pela Stanford Medicine colocou uma ideia bem diferente na mesa: e se o problema não fosse só “desgaste”, mas um programa biológico ligado ao envelhecimento que dá para desligar? O que eles fizeram? Os pesquisadores testaram uma pequena molécula que inibe a 15-PGDH, uma proteína que aumenta com a idade e vem sendo tratada pela equipe como uma espécie de “enzima do envelhecimento” (eles usam o termo gerozyme). Em camundongos idosos, o bloqueio dessa proteína levou a um resultado raro: a cartilagem do joelho, que estava mais fina e disfuncional, engrossou de novo. E não foi “qualquer cartilagem”: os testes apontaram cartilagem hialina, a versão lisa e funcional que a gente quer para articulação. E o ponto que chama atenção de atleta e de quem treina por saúde A equipe também simulou lesões no joelho parecidas com ruptura de LCA, um clássico de esportes com salto, giro e mudança brusca de direção. O que aconteceu: camundongos que receberam o inibidor no período pós lesão tiveram menor chance de desenvolver osteoartrite no modelo experimental. Em outras palavras, o tratamento não só “recuperou” tecido em joelho envelhecido, como também protegeu contra a artrite que costuma aparecer depois do trauma. Quando a gente fala em regeneração, quase sempre aparece “célula tronco” na mesma frase. Aqui, não. O estudo sugere que a cartilagem pode voltar a funcionar porque os próprios condrócitos (as células da cartilagem) mudam o padrão de atividade dos genes, saindo de um “modo velho e inflamatório” para um “modo mais jovem e construtor”. E em humanos, já funciona? Ainda não é tratamento para pessoas. Mas tem um sinal importante: amostras de cartilagem humana retiradas de cirurgias de substituição do joelho, quando expostas ao inibidor em laboratório, mostraram marcadores iniciais de regeneração e redução de sinais ligados à degradação do tecido. Hoje, osteoartrite é um jogo de controle de sintomas e, quando piora, cirurgia. Os autores batem numa tecla: não existem medicamentos aprovados que revertam a perda de cartilagem. Se essa linha funcionar em humanos, ela muda a regra do jogo: menos foco em “aguentar a dor”, mais foco em atacar o mecanismo. O que vem agora? Existe um ponto de conexão com outro tema quente do envelhecimento: massa e força muscular. Segundo Stanford, uma versão oral do inibidor de 15-PGDH já foi testada em fase 1 para fraqueza muscular relacionada à idade, com resultados de segurança em voluntários saudáveis, e a expectativa é avançar para estudos específicos em cartilagem. Importante também: o estudo menciona patentes e licenciamento relacionados à inibição da 15-PGDH e ligação com a Epirium Bio, o que é padrão em ciência translacional, mas vale transparência.

Pepsi vai eliminar todos os seus ingredientes artificais até o final de 2026

Dois dias depois de autoridades federais dos Estados Unidos anunciarem medidas contra corantes sintéticos em alimentos e bebidas, a PepsiCo afirmou que vai acelerar a eliminação gradual de ingredientes artificiais do seu portfólio. Em teleconferência sobre os resultados do primeiro trimestre fiscal de 2025, o CEO Ramon Laguarta reforçou que a empresa já vinha reduzindo sódio, açúcar e ajustando o perfil de gorduras. Agora, a pressão regulatória e o novo humor do consumidor colocam os corantes no centro da discussão. Hoje, segundo a companhia, mais de 60% do portfólio de alimentos nos EUA já não contém corantes artificiais. Marcas como Lay’s e Tostitos devem deixar de usar corantes artificiais até o fim deste ano. O que está acontecendo nos bastidores regulatórios A fala de Laguarta veio logo após um anúncio liderado por Robert F. Kennedy Jr., secretário do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA, e por Marty Makary, comissário da Food and Drug Administration. O plano prevê a eliminação gradual dos seis corantes sintéticos restantes derivados do petróleo até o fim de 2026, incluindo: Além disso, a agência já havia determinado a retirada do Vermelho nº 3 até 2027, prazo que agora pode ser antecipado. Laguarta foi direto. Os produtos são considerados seguros, mas a empresa entende que a demanda por ingredientes mais naturais deve crescer. A promessa é que, nos próximos dois anos, todo o portfólio migre para cores naturais ou ofereça versões com essa opção. O debate não para nos corantes. Estados americanos discutem restringir o uso do programa de assistência alimentar SNAP para doces e bebidas açucaradas. Segundo a empresa, o impacto estimado é limitado, mas o tema está no radar. No mesmo evento, Kennedy chamou o açúcar de veneno no contexto da epidemia de diabetes nos EUA. A discussão sobre aditivos alimentares deve ganhar novos capítulos científicos e regulatórios. E o efeito GLP-1 Tem outro vetor pressionando o portfólio: os medicamentos para perda de peso baseados em GLP-1. Segundo Laguarta, consumidores que utilizam essas terapias estão buscando mais: A PepsiCo afirma estar bem posicionada em fibras e hidratação, mas reconhece que ainda precisa evoluir em proteínas. Novas inovações nessa frente devem aparecer no fim do ano ou início do próximo. Além disso, embalagens menores e controle de porção passaram a ser estratégicos. Não é que o consumidor abandone a marca. Ele consome menos de cada vez.

Subway lança nova linha proteica com Ramon Dino e provoca Mc Donald’s

Proteína virou novo “selo de confiança” da comida moderna. E o Subway decidiu surfar essa onda do jeito mais barulhento possível: lançou uma linha proteica chamada Séries Dobro de Frango e escalou Ramon Dino para apresentar a novidade em uma campanha criada pela AlmapBBDO, com tom provocativo e bem humorado, conectando performance, proteína e atitude. A jogada é simples de entender e bem esperta para o momento. Em vez de vender só “frango”, a marca vende a ideia de alimentação funcional dentro do fast food. A promessa é que os lanches de 15 cm vêm com o dobro de frango, entregando a mesma densidade proteica que um sanduíche de 30 cm (o tradicional footlong). E tem número para ancorar a narrativa:cada item oferece pelo menos 40g de proteína e menos de 500 calorias. O que vem na linha “Dobro de Frango” A série é composta por três opções: Segundo a marca, o lançamento responde à demanda crescente por produtos com alto teor proteico e reforça o posicionamento do Subway como uma alternativa mais “equilibrada” dentro do segmento. A campanha No filme, Ramon Dino aparece em close e provoca com a frase:“Não é porque o assunto é frango, que você vai dar ouvidos a esses frangos aqui”. Depois, a peça abre para uma referência bem humorada a mascotes que remetem a redes concorrentes, mantendo o tom irreverente. A estratégia inclui veiculação em TV, desdobramentos em redes sociais (execução digital da Jotacom) e presença offline com OOH e materiais de ponto de venda desenvolvidos pela Streetwise.

Paciente paraplégico faz academia 15 dias após receber a polilaminina

Um vídeo mexeu com a internet esta semana: Pedro Rolim, diagnosticado com paraplegia após uma lesão medular em T12, aparece fazendo exercícios em aparelhos de musculação 15 dias depois de receber uma aplicação de polilaminina, em 2 de fevereiro (segundo os perfis que divulgaram o caso). Só que aqui vale o “freio de mão” que a saúde exige: vídeo não é estudo clínico. Ele pode ser um registro real de reabilitação e progresso, mas não prova sozinho que uma terapia funciona para todo mundo, nem explica o quanto dessa evolução vem do tratamento, do timing da lesão, do protocolo de fisio, ou de fatores individuais. A polilaminina é uma proteína baseada em laminina, associada a pesquisas da UFRJ para ajudar a regenerar conexões nervosas em lesões de medula espinhal. É uma linha de pesquisa brasileira que ganhou tração justamente por tocar num ponto crítico: hoje, para muitas lesões medulares, as opções ainda são limitadas. E tem um detalhe importante: a Anvisa autorizou o início de estudo clínico (fase 1) para avaliar segurança da substância, com um número pequeno de voluntários, como é padrão nessa etapa. Ou seja, é começo de caminho regulatório, não “cura liberada”. O conteúdo publicado nas redes mostra Pedro realizando exercícios com movimentos voluntários das pernas, acompanhado por profissionais, e os perfis que divulgaram dizem que antes não havia resposta motora ou sensitiva abaixo do nível da lesão. O que a FitFeed consegue dizer com responsabilidade aqui é:

Três pacientes morrem durante a fase de testes da Polilaminina

Quando uma substância vira sinônimo de esperança, qualquer notícia em volta dela ganha peso dobrado. Foi o que aconteceu com a polilaminina, um produto que está em fase inicial de testes clínicos acompanhados pela Anvisa e que ficou conhecida por relatos de melhora de movimentos em pessoas com lesão medular. Nos últimos dez dias, três pacientes que receberam a polilaminina morreram, segundo informação confirmada pelo laboratório Cristália, responsável pela produção do produto. Os casos aconteceram em sequência e em estados diferentes. A primeira morte foi registrada no Espírito Santo, em 28 de janeiro. A segunda, no Paraná, em 1º de fevereiro. A terceira ocorreu no Rio de Janeiro, em 9 de fevereiro. Em comum, os três pacientes receberam o medicamento por decisão judicial e ainda estavam internados, sem alta hospitalar. A Cristália afirma que não há relação entre os óbitos e a polilaminina. De acordo com a empresa, as mortes decorreram de complicações clínicas dos próprios quadros: embolia pulmonar, pneumonia e septicemia, respectivamente. Em nota, a farmacêutica reforçou a gravidade do perfil desses pacientes e citou que, dependendo do nível da lesão, dos cuidados e de comorbidades, a literatura médica aponta taxas de desfechos fatais que podem chegar a 40% em algumas estatísticas. A empresa também informou que os dois primeiros casos já foram notificados à Anvisa e que a comunicação do terceiro estava sendo realizada. Por que isso importa? A polilaminina está na fase I de estudos clínicos. E aqui tem um detalhe que quase sempre passa batido no debate público: fase I não é o momento de provar eficácia. O objetivo principal dessa etapa é avaliar segurança e observar como o produto se comporta em humanos. Especialistas têm alertado que, apesar do potencial terapêutico, é cedo para criar expectativas clínicas definitivas. Depois da fase I, o caminho normalmente envolve avançar para etapas que avaliam eficácia, dose ideal e relação risco benefício. Em outras palavras: por mais que existam relatos e narrativas fortes, a ciência ainda está no começo do filme.

Brasil registra casos de varíola dos macacos após o carnaval

Porto Alegre confirmou um novo caso de Mpox e acende alerta. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, o paciente é morador da capital, mas teria contraído a infecção fora do Rio Grande do Sul. A prefeitura não divulgou a variante nem o estado de saúde da pessoa diagnosticada. E aqui entra o ponto que importa para quem vai circular, abraçar, beijar, dividir copo, glitter, fantasia e camarote: a administração municipal reforçou as orientações de prevenção porque a transmissão acontece principalmente por contato direto com lesões de pele e secreções corporais, incluindo saliva. Também pode ocorrer por gotículas respiratórias em situações de proximidade prolongada e pelo contato com objetos contaminados. O que é a varíola dos macacos? Mpox é uma infecção causada pelo vírus monkeypox, da mesma família do vírus da varíola. A transmissão ocorre principalmente por: Também pode ocorrer por animais infectados, especialmente roedores. Sintomas e janela de incubação Os sintomas mais comuns incluem: O período de incubação pode variar de 3 a 21 dias, com média entre 10 e 16 dias. Em 2025, Porto Alegre contabilizou 11 casos. E 2026 já começou com registro no Brasil. Em janeiro, o estado de São Paulo confirmou 43 casos a partir de 161 notificações suspeitas, distribuídos por cidades como Campinas, Santos, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto e a capital. No cenário global, a Mpox ganhou projeção durante o surto de 2024, quando a Organização Mundial da Saúde declarou emergência de saúde pública de importância internacional. Esse status foi suspenso em setembro de 2025 após queda consistente no número de infecções globais. Se aparecerem lesões na pele, febre e sintomas estranhos, a orientação geral de saúde pública é evitar contato próximo e procurar atendimento para avaliação. E, no bloco, vale reduzir situações de risco óbvias: contato direto com lesões, compartilhar objetos que tenham contato com boca e saliva, e ignorar sinais do corpo.

Novo pacote de Doritos com proteina acaba de ser anunciado

A PepsiCo acabou de confirmar que vem aí um Doritos inédito: Doritos Protein, uma versão “proteica” do chip mais icônico da marca, prevista para chegar às prateleiras em 2026. O que a empresa sinalizou até agora é que o Doritos Protein entra dentro de um pacote maior de mudanças na divisão de Foods na América do Norte, com foco em simplificar ingredientes e puxar o portfólio para itens com mais apelo de “better for you”, incluindo mais proteína, fibra e grãos integrais. Ao mesmo tempo, a PepsiCo vem falando em melhorar desempenho e margem a partir de 2026, com uma agenda mais agressiva de produtividade e ajuste de portfólio. O que ainda não foi detalhado publicamente: Por que isso importa? Porque Doritos não está tentando virar um suplemento, está tentando não perder espaço cultural. Hoje, uma porção de Doritos tradicional tem pouca proteína (algo como 2g por porção, dependendo do sabor e porção), e o público já vem “hackeando” isso em casa com receitas proteicas inspiradas no snack. A marca entendeu o recado e decidiu disputar esse território na gôndola, não no TikTok. Isso encaixa perfeito no movimento maior de 2026:

Adidas cria macarrão em formato de tênis para ajudar atletas a se recuperarem

Em Dubai, a adidas decidiu entrar no running de um jeito que foge do óbvio. Em vez de só aparecer com logo, ativação genérica e foto bonita, a marca entrou no ritual que todo corredor já faz. O famoso carb loading. Nasceu aí a Adizero Pasta. Um ravioli em edição limitada, criado em parceria com a Sagra Italian pastificio, um laboratório artesanal de massas da cidade, inspirado no Adizero EVO SL e na cultura de abastecer o corpo nos dias que antecedem a prova. Carregar carboidrato é uma das poucas coisas que conecta todo mundo antes de uma maratona. Do iniciante ao sub 3h. Do metódico ao caótico. Cada um do seu jeito, mas todo mundo faz. A adidas entrou nesse hábito já existente e deu forma, lugar e narrativa para ele. Um dia antes da corrida, corredores foram convidados a retirar a Adizero Pasta de graça apresentando o número de peito ou um runner ID. Vira um ponto de encontro. Um check in emocional. Um “agora é sério”. Você senta, come, respira e entende que está na reta final. A marca também ampliou a experiência para fora do evento físico. Fechou com a Careem para disponibilizar a massa em Dubai por tempo limitado, levando o ritual para a cidade inteira com o que mais importa em ativação bem feita: acesso e conveniência. O resultado é simples de explicar e difícil de executar. Em vez de tratar alimentação pré prova como “necessidade funcional”, a adidas reposicionou como cultura. Um momento compartilhado. Um símbolo da semana de corrida. 📩 Jornal FitFeed Para acompanhar o mundo de saúde e bem-estar pelo nosso jornal 🧬 👉 Inscreva-se aqui

Marcas americanas se juntam para criar o “smoothie mais saudável do mundo”

A Function se uniu à Erewhon para lançar o “The World’s Healthiest Smoothie?” Em vez de começar com uma promessa genérica de “super saudável” e depois montar a lista de ingredientes, eles fizeram o caminho inverso. Olharam para dados reais da base de membros da Function e formularam a receita a partir daí. A assinatura técnica leva o nome de Mark Hyman, médico e cofundador da Function. O que vem no produto? O smoothie vem em garrafa de vidro e foi pensado para funcionar como uma refeição completa. São 20 ingredientes escolhidos para apoiar função metabólica, estabilidade de açúcar no sangue, saúde do microbioma e equilíbrio inflamatório. A fórmula puxa forte para suporte glicêmico e cardiovascular. Canela do Ceilão e suco de beterraba prensado a frio entram como aliados metabólicos. Óleos ricos em ômega ajudam na qualidade das gorduras consumidas. A base de fibras vem de linhaça, chia e banana verde. A proteína é de chocho, uma leguminosa cultivada em grandes altitudes nos Andes, combinada com BCAAs e creatina para suporte muscular. Mirtilos silvestres, romã e cranberry reforçam o perfil antioxidante. Rúcula, ervas frescas e gengibre completam o pacote com micronutrientes adicionais. Por que esses ingredientes? A Function analisou dados da própria base e identificou dois padrões recorrentes. Mais de 65% dos membros estão fora da faixa ideal de insulina em jejum, muitas vezes relacionada ao padrão alimentar. E 54% apresentam Apolipoproteína B elevada, marcador associado à qualidade da gordura consumida e ao risco cardiovascular. A lista de ingredientes foi montada mirando exatamente esses marcadores. Não é wellness genérico. É tentativa de intervenção direcionada. Se o smoothie, de fato, muda marcadores metabólicos, é uma conversa mais longa. Mas o método chama atenção. É um produto formulado a partir de dados clínicos reais, não apenas tendência. O que está por trás da estratégia Cada garrafa vem com um QR code oferecendo 25 dólares de desconto na assinatura da Function, que custa 365 dólares por ano e dá acesso a mais de 160 exames laboratoriais, incluindo hormônios, tireoide, fígado, rins, metais pesados, níveis nutricionais e marcadores inflamatórios. Ou seja, o smoothie é porta de entrada. O produto maior é entender sua própria biologia. 📩 Jornal FitFeed Para acompanhar o mundo de saúde e bem-estar pelo nosso jornal 🧬 👉 Inscreva-se aqui