Anvisa aprova primeiro remédio não hormonal para tratar menopausa

A Anvisa aprovou o primeiro medicamento não hormonal desenvolvido especificamente para tratar fogachos da menopausa o remédio será comercializado no Brasil com o nome Veoza pela farmacêutica Astellas e é um comprimido diário que oferece alternativa para mulheres que não podem ou preferem não usar hormônios seja por histórico de câncer de mama contraindicações cardiovasculares ou escolha pessoal Como funciona e por que os fogachos acontecem O hipotálamo funciona como o termostato do corpo antes da menopausa os estrogênios mantêm equilíbrio com a neurocinina B garantindo que a temperatura corporal seja regulada de forma estável quando a produção de estrogênio cai esse equilíbrio se rompe e a neurocinina B age intensamente sobre os neurônios do hipotálamo disparando falsos alarmes e provocando ondas de calor rubor e suores que interrompem o sono O fezolinetanto bloqueia o receptor específico onde a neurocinina B se liga nesses neurônios permitindo que o hipotálamo volte a regular a temperatura de forma mais estável reduzindo frequência e intensidade dos fogachos ou seja o remédio atua diretamente no circuito cerebral que dispara os sintomas em vez de repor o estrogênio que falta Chegada às farmácias O medicamento foi aprovado em 22 de junho de 2026 pela Anvisa mas ainda depende da avaliação da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos CMED que define os preços finais e a data de lançamento comercial ainda não foi divulgada Quer continuar por dentro do que realmente está apostando no bem-estar? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Inscreva-se em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/
Novo Nordisk quer trazer a semaglutida para o SUS com 59% de desconto

A Anvisa acaba de aprovar o Ozivy, a primeira versão nacional da semaglutida, fabricada pela farmacêutica EMS. Com o fim da patente do princípio ativo do Ozempic cada vez mais próximo, o jogo do tratamento da obesidade no Brasil virou, dando início a uma disputa bilionária que pode democratizar o acesso ao medicamento. Por que o mercado está em pé de guerra? O fim da exclusividade da Novo Nordisk abre as portas para a concorrência e, consequentemente, para a queda de preços. A expectativa é que as famosas “canetas emagrecedoras” fiquem de 30% a 40% mais baratas. De olho nesse cenário, gigantes nacionais como EMS, Hypera e Eurofarma já estão se movimentando, com a Anvisa analisando mais 16 pedidos de registro. O mercado, que hoje movimenta R$ 11 bilhões, tem potencial para dobrar até 2026, mostrando que essa é uma briga de gente grande. Consultório de luxo para posto de saúde? Uma grande virada, no entanto, pode acontecer na saúde pública. A própria Novo Nordisk, numa estratégia para manter sua relevância, protocolou um pedido para incluir a semaglutida no SUS com um desconto de 59%. A iniciativa preenche uma lacuna gigante, já que hoje a principal alternativa para tratar a obesidade – que afeta 25% dos brasileiros – é a cirurgia bariátrica, conhecida por seus longos filas de espera. Um estudo piloto para avaliar o uso do medicamento no sistema público já está em andamento em Porto Alegre. A chegada de versões nacionais como o Ozivy não é apenas sobre competição. É um movimento que reflete uma tendência global de ampliar o acesso a tratamentos inovadores por meio de medicamentos biossimilares. Para o paciente, significa a chance de tratar uma doença crônica com uma terapia moderna e eficaz, que atua na redução do apetite e da ingestão calórica. A disputa dos laboratórios pode ser o primeiro passo para uma nova era no combate à obesidade no Brasil, transformando um tratamento de nicho em uma política de saúde pública. Quer continuar por dentro do que realmente está apostando no bem-estar? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Inscreva-se em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/
Amazfit anuncia dispositivo que monitora o treino de quem faz Hyrox

A Amazfit acaba de subir a aposta no universo do fitness de alta performance. A marca anunciou o lançamento do Helio Strap Pro, um sensor de movimento sem tela projetado especificamente para atletas híbridos e participantes da competição HYROX, mostrando que seu foco é quem leva o treino a sério. Esqueça a tela, foco sem movimento Diferente dos smartwatches tradicionais, o Helio Strap Pro é um dispositivo discreto, usado na cintura, focado em uma única missão: monitorar a qualidade do movimento e a carga muscular conforme a fadiga aumenta. Ele funciona como um complemento para os relógios Balance 3 e Balance Ultra, criando um ecossistema multidevice que integra IA para analisar força, resistência e recuperação de forma completa. A jogada de mestre: por que a parceria com a HYROX muda o jogo? Ao se tornar parceira oficial de wearables da HYROX, a Amazfit não apenas ganha, mas se posiciona no epicentro de uma das modalidades que mais crescem no mundo. Essa aliança estratégica cria uma barreira competitiva e conecta a marca diretamente a um público que exige soluções e dados contextualizados, indo muito além da contagem de passos. A briga dos gigantes ficou mais séria O mercado de wearables de alta performance já tem nomes de peso como Fitbit e WHOOP. A estratégia da Amazfit para se diferenciar é clara: apostar na precisão dos sensores e medições que realmente fazem sentido para o treino híbrido. Enquanto outras empresas de fitness digital ampliam seus serviços de coaching, a Amazfit aposta no hardware para fornecer insights que otimizem o desempenho. O recado é claro: o futuro do bem-estar está em soluções integradas e personalizadas que atendem necessidades complexas. O Helio Strap Pro não é apenas um novo produto, é um movimento que sinaliza o fim da era dos wearables genéricos e o início de uma nova fase focada em performance real. Quer continuar por dentro do que realmente está apostando no bem-estar? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Inscreva-se em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/
Assistir à copa do mundo pode fazer bem para o seu cérebro

A Copa do Mundo está no ar, e com ela uma conta que divide opiniões: enquanto uma consultoria prevê uma perda global de US$ 17 bilhões em produtividade, a neurociência mostra que o evento pode ser um investimento poderoso em nossa saúde mental. A grande questão é: qual placar é realmente importante? No escritório: O jogo entre produtividade e engajamento Vamos aos fatos. Um estudo da UKG com 8 mil trabalhadores revelou o que todo mundo já suspeitava: muitos planejam faltar, chegar mais tarde ou assistir aos jogos durante o expediente. O impacto financeiro estimado é bilionário, mas parece apenas a perda de produtividade é apenas um lado do campo. Empresas visionárias já enxergam a Copa como uma oportunidade única para fortalecer a cultura interna, usando o clima de união para renovar a energia das equipes e criar estratégias de engajamento que vão muito além dos 90 minutos. Por que seu cérebro ama um gol? A ciência explica a euforia. Pesquisas da Anglia Ruskin University e estudos mostram que assistir a esportes coletivos ativos os centros de recompensa do cérebro de forma intensa, ajudando a reduzir sintomas de depressão e solidão japonesa. O sentimento de pertencimento e identidade compartilhada gerado por um evento global como este está diretamente ligado a uma maior satisfação com a vida e até mesmo a um aumento na longevidade. É a prova de que a conexão social, mesmo através da tela, tem um impacto real no nosso bem-estar. A Copa como estratégia de bem-estar corporativo A discussão sai do campo e entra na sala de reunião. Reconhecer que o bem-estar dos funcionários impacta diretamente o desempenho do negócio é uma nova regra do jogo. A Copa do Mundo se transforma, então, em uma plataforma para promover um ambiente mais saudável e colaborativo. A lição é clara: talvez a “perda” de produtividade seja, na verdade, um investimento de curto prazo em capital humano, com retornos valiosos em saúde mental, liderança e trabalho em equipe. Quer continuar por dentro do que realmente está apostando no bem-estar? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Inscreva-se em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/
O Frio pode sobrecarregar o coração e aumentar o risco de infarto e AVC

Com a chegada do inverno, especialistas alertam que a queda da temperatura aumenta a sobrecarga do coração e eleva o risco de problemas cardiovasculares graves, como infarto e acidente vascular cerebral. Estudos mostram que em dias com termômetros abaixo de 14°C, os casos de infarto podem subir até 30% e os registros de AVC até 20%, principalmente em pessoas com histórico de doenças cardíacas, hipertensão, diabetes ou colesterol elevado. Alterações fisiológicas e impacto no coração O frio provoca vasoconstrição, estreitamento dos vasos sanguíneos, o que eleva a pressão arterial e faz o coração trabalhar mais. A viscosidade do sangue também aumenta com a desidratação, favorecendo a formação de coágulos que podem obstruir artérias e causar infarto ou AVC. Além disso, placas de gordura presentes nas artérias podem se romper mais facilmente no frio, desencadeando eventos graves. Infecções respiratórias comuns no inverno como gripe e Covid-19 podem piorar ainda mais a situação ao aumentar a inflamação e instabilizar placas de gordura nas artérias. Mudanças de hábitos e prevenção O inverno costuma reduzir a prática de exercícios físicos e a ingestão de água, além de aumentar o consumo de alimentos gordurosos e calóricos, elevando ainda mais o risco cardiovascular. Manter a hidratação, praticar atividades físicas em horários adequados, usar roupas que protejam o corpo e seguir corretamente tratamentos médicos são medidas essenciais para reduzir a chance de infarto e AVC. Vacinação em dia contra influenza, Covid-19 e pneumococo também contribui para proteger o coração durante o inverno. Sinais de alerta Os sintomas de infarto incluem dor no peito, queimação, dor irradiada para braços, costas ou mandíbula, falta de ar, suor frio, palidez e náusea. Para AVC, sinais comuns são fraqueza ou formigamento em um lado do corpo, confusão mental, dificuldade para falar, rosto torto, alterações na visão, perda de equilíbrio e dor de cabeça súbita. O acionamento imediato do Samu é decisivo para reduzir danos e salvar vidas. Estudos indicam que até 80% dos casos de AVC podem ser evitados com controle da pressão, diabetes, colesterol e hábitos saudáveis. Recomendações práticas Especialistas recomendam manter o corpo aquecido com roupas adequadas e proteção para mãos e pés, não descuidar da hidratação, continuar praticando exercícios físicos, tomar medicamentos prescritos e moderar o consumo de álcool e tabaco. Essas medidas simples ajudam a reduzir os riscos e garantir que o inverno seja enfrentado com mais segurança para o coração. Quer continuar por dentro do que realmente está apostando no bem-estar? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Inscreva-se em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/
Danone compra empresa por mais de US$ 1 bilhão para entrar no mercado de proteínas

A Danone não está para brincadeira. A gigante francesa acaba de desembolsar cerca de US$ 1,4 bilhão (o equivalente a 2 bilhões de dólares australianos) para adquirir o Made Group, uma potência australiana em bebidas e laticínios saudáveis. O movimento é um sinal claro de que a estratégia da empresa é dobrar a aposta no universo de saúde e bem-estar, com foco total em um mercado que não para de crescer: o de proteínas. O que tem do outro lado do mundo? A Made Group não é uma empresa qualquer. Dona de marcas queridinhas como a água de coco Cocobella e os shakes proteicos Rokeby, ela é a porta de entrada perfeita para a Danone acelerar sua presença na Ásia-Pacífico. A aquisição, que inclui a compra total de uma joint venture com a Saputo Dairy, visa consolidar a operação na Austrália e Nova Zelândia e servir como plataforma de lançamento para a região Sudeste Asiático, com enorme potencial. Para garantir uma transição suave, a CEO da Made, Amanda Butler, continua no comando. Essa compra não é um fato isolado. Ela faz parte da estratégia “Renew” da Danone, que coloca saúde, saúde intestinal e, principalmente, proteínas no centro das atenções. A demanda por iogurtes proteicos já é tão alta que a empresa tem dificuldades para abastecer o mercado. A recente aquisição da Huel, marca britânica de substitutos de refeição, reforça essa tendência. A lógica é simples: fugir da volatilidade do setor de alimentação tradicional e investir em segmentos de alta margem e campo público. O mapa do tesouro está na Ásia O foco na Ásia-Pacífico é altamente estratégico. A região já responde por mais de 40% das vendas globais de leite vegetal, um mercado que deve dobrar de tamanho e atingir US$ 9 bilhões até 2034. Com marcas como a Alpro e agora todo o portfólio da Made, a Danone ganha uma vantagem competitiva brutal para explorar esse crescimento, com planos de expansão focados no Sudeste Asiático e na Índia. No fim das contas, o movimento da Danone é uma aula de visão de futuro. Ao investir pesado em um portfólio ligado à saúde e longevidade, a empresa não está apenas comprando marcas, mas construindo um negócio mais resiliente e alinhado às novas demandas do consumidor. É uma combinação de expansão global com inovação baseada em ciência, provando que o futuro da alimentação é funcional, nutritivo e, claro, muito lucrativo. Quer continuar por dentro do que realmente está apostando no bem-estar? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Inscreva-se em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/
Balenciaga entra no mundo wellness anunciando linha focada na academia

A Balenciaga estreou de vez no mundo do wellness com a coleção Outono 2026 batizada de Body & Being a marca espanhola, sob direção criativa de Pierpaolo Piccioli, apostou em tecidos tecnológicos que combinam performance para prática de atividades físicas com luxo e estética de alta moda A linha oferece uma gama completa de roupas pensadas para exercícios como corrida, pilates e treino funcional incluindo bodies casacos estruturados tops bermudas hot pants leggings meias e calçados a identidade visual é marcada pela nova linha Balenciaga Bodies com motivo em looping que simboliza movimento contínuo refletindo luz e garantindo alta visibilidade Tecidos avançados e versatilidade Materiais como tafetá tricô couro e nylon aparecem em versões mais técnicas com propriedades de absorção de umidade respirabilidade antibacteriana repelência à água secagem rápida e proteção UV os designs foram pensados para unir funcionalidade e estética mantendo conforto e liberdade de movimentos tanto em treinos intensos quanto em atividades do dia a dia Além das roupas a Balenciaga firmou parceria com uma rede internacional de academias de luxo com unidades nos Estados Unidos França Itália Emirados Árabes Austrália Inglaterra e Singapura promovendo aulas personalizadas e eventos exclusivos para clientes até julho durante a Semana de Moda Masculina a marca abrirá uma loja pop-up na Place des Vosges em Paris oferecendo aos visitantes a oportunidade de conhecer a coleção e experimentar receitas exclusivas e saudáveis desenvolvidas pela maison barrinhas de proteína smoothies com cubos de colágeno marinho matcha de manga e infusão de ashwagandha compõem o menu Concorrência e tendência A Balenciaga segue a tendência iniciada por grifes como Burberry e Dior que também lançaram linhas de activewear recentemente a Burberry apresentou sua primeira coleção voltada para exercícios com peças funcionais para atividades ao ar livre mantendo a tradição da marca enquanto a Dior criou itens para exercícios suaves com foco em atenção plena e sono estampados com o design Cannage conceito desenvolvido pela designer de interiores Cordelia de Castellane O movimento mostra como a indústria de moda de luxo percebe o crescimento do interesse por saúde e bem-estar e como marcas premium estão criando experiências integradas que vão além do vestuário incluindo alimentação saudável aulas e produtos de lifestyle A coleção da Balenciaga já está disponível no e-commerce da marca e em revendedores selecionados consolidando a entrada da maison no mercado de wellness com abordagem completa que combina moda, performance e experiência sensorial Quer continuar por dentro do que realmente está apostando no bem-estar? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Inscreva-se em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/
Nova caneta emagrecedora reduz a gordura no fígado em mais de 50%

No último congresso da Associação Americana de Diabetes em Nova Orleans a disputa entre as canetas para obesidade ganhou um novo protagonista a survodutida da Boehringer Ingelheim chamou atenção por algo além da balança ao apresentar redução significativa da gordura acumulada dentro do fígado dos pacientes A molécula foi testada em um estudo de fase 3 envolvendo 216 adultos com obesidade e gordura hepática quase 60% deles apresentaram redução do acúmulo de gordura no órgão 84% tiveram pelo menos 30% de queda da gordura hepática contra 24% do grupo placebo e seis em cada dez pacientes finalizaram o estudo com o fígado dentro da faixa normal além disso marcadores de inflamação e enzimas de lesão hepática como ALT também apresentaram melhora O destaque não é apenas estético a gordura no fígado é metabolicamente ativa inflamada e está associada a maior risco de diabetes doenças cardiovasculares e morte em casos avançados leva à fibrose cirrose e aumento da probabilidade de câncer a condição é classificada como MASLD na forma inflamada MASH e especialistas reforçam que controlar esse acúmulo é tão importante quanto perder peso Enquanto outras canetas atuam exclusivamente no GLP-1 regulando apetite e saciedade a survodutida adiciona a ativação do receptor do glucagon que auxilia na utilização da gordura hepática como fonte de energia e contribui para a queima de gordura visceral e hepática Fernando Valente da Sociedade Brasileira de Diabetes destaca que o efeito sobre o fígado não é apenas consequência da perda de peso mas um efeito direto do glucagon que estimula receptores hepáticos e aumenta o gasto energético Além de reduzir a gordura no fígado a survodutida manteve a massa magra a gordura visceral caiu cerca de 34% contra 12% do placebo e a gordura hepática reduziu em 63% o estudo de 76 semanas mostrou emagrecimento médio de 16,6% nos pacientes que completaram o protocolo abaixo de alguns concorrentes mas com redistribuição favorável da gordura e melhora de pressão arterial triglicerídeos e circunferência abdominal Apesar dos números expressivos ainda não há comparações diretas entre moléculas todos os estudos usam populações e critérios diferentes Clayton Macedo da SBEM lembra que semaglutida e tirzepatida não foram avaliadas histologicamente no fígado nesse estudo portanto a superioridade não pode ser afirmada os eventos adversos seguem o padrão da classe náusea em 60% vômito em mais de 40% quase sempre leves ou moderados concentrados no início do ajuste de dose não houve mortes A survodutida simboliza uma mudança de mentalidade a obesidade deixa de ser apenas consequência e passa a ser o centro das atenções é ela que provoca diabetes hipertensão dislipidemia e doenças cardiovasculares nos congressos de diabetes médicos discutem moléculas que combinam diferentes hormônios para atacar múltiplas frentes da doença ao mesmo tempo Se a primeira geração de canetas venceu a batalha da balança a nova corrida foca nos órgãos e o fígado se tornou a vitrine dessa nova estratégia Quer continuar por dentro do que realmente está apostando no bem-estar? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Inscreva-se em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/
Bronzeamento intenso vira tendência entre a Geração Z, quais são os riscos?

A Geração Z nos Estados Unidos tem chamado atenção dos especialistas em dermatologia por priorizar o bronzeado intenso mesmo diante dos riscos de câncer de pele e queimaduras solares o fenômeno foi reforçado por um vídeo viral no TikTok em que Makai Wallace, de 19 anos, aparece dentro de uma câmara de bronzeamento artificial gerando alerta entre profissionais de saúde sobre a normalização desse hábito nas redes sociais O uso de câmaras de bronzeamento artificial está classificado como agente cancerígeno comprovado e estudos mostram que a exposição antes dos 35 anos aumenta significativamente o risco de melanoma o tipo mais agressivo de câncer de pele além disso vídeos de jovens expondo-se ao sol e mostrando técnicas para potencializar o bronzeado acumulam visualizações em plataformas como TikTok e Instagram reforçando a cultura do bronzeado rápido Pesquisas da American Academy of Dermatology indicam que apenas 25% da Geração Z se preocupam com o risco de desenvolver câncer de pele ao longo da vida enquanto entre a população geral esse índice chega a 39% cerca de 20% dos jovens priorizam estar bronzeados em vez de se proteger do sol e 14% dos demais participantes compartilham essa preferência A influência de tanfluencers e de conteúdos enganosos contribui para a percepção reduzida de risco muitos jovens acreditam em mitos como a proteção de bronzeados anteriores contra queimaduras ou supostos benefícios do excesso de exposição solar O conhecimento sobre os danos da radiação ultravioleta é amplamente disseminado mas a forma como a Geração Z consome informação digital altera a interpretação do risco a terapeuta Lindsay Fleming explica que o futuro distante reduz a relevância emocional das consequências e muitos adolescentes e jovens adultos não conectam a exposição com impactos a longo prazo As bonecas de alerta incluem informações de saúde pública sobre o câncer de pele e dados da Skin Cancer Foundation indicam que uma em cada cinco pessoas desenvolverá a doença ao longo da vida além disso múltiplas queimaduras solares aumentam o risco de melanoma Especialistas reforçam que o desafio não é apenas informar mas também tornar orientações médicas eficazes diante da influência digital jovens devem limitar a exposição direta ao sol nos horários de maior radiação usar roupas de proteção aplicar protetor solar diariamente e realizar acompanhamento dermatológico periódico A situação evidencia a necessidade de campanhas educativas que consigam alcançar o público jovem com mensagens claras e de fácil compreensão ao mesmo tempo em que promovem práticas de lazer e socialização seguras Quer continuar por dentro do que realmente está apostando no bem-estar? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Inscreva-se em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/
Anvisa entra em ação e manda recolher lotes de creatina e outros suplementos

A Anvisa deu o recado e colocou o pé no freio da IDNLABS. Foram 11 lotes de suplementos, incluindo queridinhos do público como creatina, BCAA e multivitamínicos, que foram entregues em suas negociações e uso suspensos em todo o país. A decisão, publicada no Diário Oficial, acendeu um alerta sobre o que realmente estamos consumindo em nome da performance e do bem-estar. Rótulo errado e promessa vazia: o que deu errado? A conta chegou para o IDNLABS por uma combinação de falhas graves. A Anvisa apontou irregularidades sanitárias que vão desde resultados de estabilidade abaixo do exigido até problemas de rotulagem, como a ausência de advertências obrigatórias e o uso de advertências de saúde não autorizadas. Na prática, o consumidor estava comprando um produto com informações incompletas e recomendações de uso fora dos padrões aprovados, um risco direto à segurança. Reputação em xeque e custo do erro O impacto vai muito além do recolhimento voluntário dos lotes, que a empresa já iniciou. A suspensão aba o ativo mais valioso de uma marca de bem-estar: a confiança. Esse tipo de evento pode levar a uma queda brusca nas vendas e exigir um reposicionamento completo para reconquistar o consumidor. Os custos de um recall e de uma campanha de gerenciamento de crise são altos, mostrando que o investimento em conformidade regulatória não é despesa, é estratégia de sobrevivência. O jogo mudou: fiscalização e responsabilidade O caso IDNLABS não é um ponto fora da curva, mas um sinal de tendência. A fiscalização da Anvisa sobre suplementos alimentares é cada vez mais rigorosa – dados mostram que quase dois terços dos processos de investigação sanitária da agência são focados nesse setor. Para os empreendedores, o recado é claro: em um mercado em plena expansão, a governança de qualidade e a transparência deixaram de ser diferenciais para se tornarem a regra do jogo. Investir em compliance e em comunicação clara é o único caminho para construir uma marca sólida e se destacar pela confiança. Quer continuar por dentro do que realmente está apostando no bem-estar? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Inscreva-se em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/