Ozempic pode cair até 80% de preço com novo site do governo americano

O presidente dos Estados Unidos lançou o TrumpRx.gov, um site direto ao consumidor que promete descontos agressivos em medicamentos prescritos. Entre eles estão as canetas emagrecedoras que hoje simbolizam a nova era do tratamento da obesidade, como Ozempic e Wegovy. Segundo a plataforma, os descontos para medicamentos voltados ao tratamento da obesidade podem chegar a 85%. Na prática, isso colocaria o custo mensal dos tratamentos à base de GLP-1 em uma faixa média entre US$ 149 e US$ 350, um valor muito abaixo do que o mercado americano costuma praticar. O movimento não veio do nada. Ele acontece após 16 das maiores farmacêuticas do mundo assinarem acordos de “nação mais favorecida” com o governo. A lógica foi simples: menos tarifa e mais corte de preço. Em troca de isenções tarifárias, as empresas aceitaram reduzir os valores cobrados do programa Medicaid e, agora, também de consumidores que pagam do próprio bolso por meio do TrumpRx. Entre os acordos mais simbólicos estão os firmados com Eli Lilly e Novo Nordisk, gigantes por trás dos principais medicamentos de GLP-1. A Casa Branca vende a iniciativa como uma virada tecnológica e econômica. Em publicação na rede X, a porta-voz Karoline Leavitt afirmou que o site será de última geração e deve economizar milhões de dólares para os americanos. A promessa é de acesso mais simples, menos intermediários e preços mais próximos do resto do mundo desenvolvido. Mas nem todo mundo sai ganhando do mesmo jeito. Especialistas chamam atenção para um ponto importante: compras feitas pelo TrumpRx não contam para a franquia dos planos de saúde. Para quem depende do seguro, o alívio pode ser menor do que parece. Ainda assim, o gesto escancara um problema antigo. Nos Estados Unidos, pacientes pagam quase três vezes mais por medicamentos do que em outros países ricos, diferença que Trump vem usando como argumento para pressionar a indústria. 📩 Jornal FitFeed Para acompanhar o mundo de saúde e bem-estar pelo nosso jornal 🧬 👉 Inscreva-se aqui
Uso de fio dental pode ajudar a reduzir o risco de AVC

Você passa fio dental pensando em tártaro, gengiva sangrando e “vergonha no dentista”. Só que um dado novo jogou esse hábito pra outra prateleira: prevenção cardiovascular. Segundo uma análise apresentada na American Stroke Association International Stroke Conference 2025, pessoas que usavam fio dental pelo menos 1x por semana tiveram: A base veio do ARIC (Atherosclerosis Risk in Communities), com 6.278 participantes acompanhados por 25 anos. Tá, mas qual é a ponte entre boca e cérebro? Quando a gengiva vive irritada, com placa e doença periodontal, você tem mais inflamação no corpo e mais porta de entrada pra infecção. Os próprios autores levantam que o fio dental pode reduzir infecções e inflamação oral, o que faria sentido com menor risco de eventos vasculares. E tem um detalhe importante: o achado apareceu mesmo controlando outros hábitos de cuidado, como escovar os dentes e ir ao dentista. O “porém” que deixa a história honesta Esse estudo é associação, não prova de causa e efeito. E a própria AHA trata como preliminar, porque foi apresentado em congresso e ainda não saiu como artigo completo revisado por pares. Além disso, existe o “efeito pessoa cuidadosa”: quem passa fio dental pode também ser quem cuida melhor do resto (sono, alimentação, check-ups). A neurologista entrevistada pela AHA levanta exatamente esse ponto. 📩 Jornal FitFeed Para acompanhar o mundo de saúde e bem-estar pelo nosso jornal 🧬 👉 Inscreva-se aqui
Brasil deve ter 781 mil novos casos de câncer por ano

O INCA acabou de soltar a Estimativa 2026–2028 com um número que muda o tamanho da conversa: o Brasil deve registrar cerca de 781 mil novos casos de câncer por ano entre 2026 e 2028. O que mais aparece no Brasil? Por que os casos continuam crescendo? O INCA aponta um combo que ajuda a entender bem o cenário: a população está envelhecendo e, quanto mais idade, maior tende a ser o risco; ao mesmo tempo, seguimos expostos a fatores de risco no dia a dia; e, pra completar, o diagnóstico tardio ainda é realidade pra muita gente, o que pesa no número de casos e no desfecho. Durante a apresentação, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, defendeu que ampliar diagnóstico e tratamento tem que andar junto com prevenção. E jogou uma meta bem objetiva: ter pelo menos um centro de radioterapia em cada estado em 2026. Por que isso importa? Porque hoje o tracking do câncer no Brasil cai em dois extremos: quem consegue descobrir cedo e tratar com rapidez e quem só entra no sistema quando o corpo já tá gritando. A estimativa do INCA é um lembrete desconfortável: prevenção e diagnóstico cedo não são “bônus”. São estratégia de sobrevivência do sistema. 📩 Jornal FitFeed Para acompanhar o mundo de saúde e bem-estar pelo nosso jornal 🧬 👉 Inscreva-se aqui
Serena Williams vira garota propaganda da Mounjaro

Serena Williams, 23 vezes campeã de Grand Slam e aposentada desde 2022, acabou de fazer algo que muita celebridade evita: falou abertamente que usou um GLP-1 para emagrecimento e ainda virou rosto de campanha. O medicamento em questão é o Mounjaro (tirzepatida), que nos EUA também aparece no papo de perda de peso como Zepbound. E a parceria é com a Ro, empresa americana de telemedicina que vende tratamento com GLP-1 com acompanhamento clínico. Porque ela teve que usar a caneta? Segundo a própria Serena, ela treinou pesado, manteve dieta “limpa” e, depois de ter filhos, o corpo “não respondia” do jeito que respondia antes. A virada veio quando ela entendeu que o bloqueio não era moral, era biológico e que o caminho seria GLP-1 + suporte clínico. Em peça da campanha, ela diz que perdeu cerca de 14 kg em 8 meses e bate na tecla de que “não é atalho, é ciência”. A Ro anunciou uma campanha de marketing grande, com mídia digital, TV e OOH, e posicionou a parceria como um esforço de normalização do uso desses medicamentos para perda de peso. E tem um detalhe que muda a leitura do público: Alexis Ohanian, marido da Serena, é investidor e conselheiro da Ro. Ou seja, não é só publicidade, é também alinhamento de interesses. Isso não começou com ela A Ro já vinha montando esse “time” de celebridades. Em 2025, a empresa anunciou Charles Barkley como primeiro embaixador de GLP-1, também com narrativa de jornada, peso, recaída e recomeço. O que essa história sinaliza pro mercado? Aqui é onde a notícia fica interessante de verdade. o GLP-1 está saindo do “segredo” e virando identidade pública. Quando uma celebridade assume, ela muda o clima do assunto, tira do submundo da fofoca e leva para o território de tratamento, com menos vergonha e mais conversa aberta. Ao mesmo tempo, o marketing também está mudando de pele: sai a promessa de “corpo perfeito” e entra a narrativa de “saúde com suporte”, batendo em estigma, cuidado contínuo e acompanhamento, não só em estética. E tem mais um detalhe que explica por que isso está escalando tão rápido: a telemedicina está virando a porta de entrada do emagrecimento medicamentoso. Não é só a farmacêutica vendendo uma caneta, é um ecossistema inteiro rodando junto, com prescrição, acesso, acompanhamento e recorrência. 📩 Jornal FitFeed Para acompanhar o mundo de saúde e bem-estar pelo nosso jornal 🧬 👉 Inscreva-se aqui
Cientistas criam chiclete feito de plantas que mata vírus na boca

Pensa no seguinte: em vez de tentar barrar vírus só com vacina, remédio ou “fica em casa”, a ciência começa a brincar com uma ideia bem simples. Se a transmissão acontece muito pela boca, por que não reduzir o vírus dentro da própria boca? É exatamente isso que um time da Penn Dental Medicine (Universidade da Pensilvânia) e parceiros da Finlândia testou: uma goma de mascar “clínica” com uma proteína antiviral capaz de derrubar a carga viral de influenza A e herpes simples em modelos experimentais. O problema que ninguém vê A gente vive num mundo conectado e as ameaças “grandes” já deixaram trauma coletivo: COVID-19, H1N1, SARS, Ebola, Zika, H5N1. Mas tem um ponto que o estudo martela: as infecções comuns também custam caro e pegam geral. E aqui entra a dor do sistema: vacinação para gripe ainda é baixa em muita gente, e não existe vacina para HSV. Então o raciocínio é: “ok, e se a gente reduzir a carga viral no lugar em que o vírus pega carona pra passar adiante?” E como funciona esse chiclete? O ingrediente-chave vem de um feijão chamado lablab (Lablab purpureus), que naturalmente carrega uma proteína antiviral descrita como FRIL. A goma foi desenhada para liberar FRIL de forma consistente bem no local onde o vírus está ativo ( na cavidade oral ) Nos testes, eles avaliaram: E viram uma queda maior que 95% na carga viral usando 40 mg do componente ativo dentro de um tablete de goma de 2 g. Por que isso chama atenção em 2026? Porque não é a primeira vez que esse grupo brinca com essa lógica. Eles citam um trabalho anterior (que já estaria em ensaio clínico) em que uma abordagem parecida teria reduzido SARS-CoV-2 em saliva/amostras de swab em mais de 95%. Agora, a aposta é: se funciona tão bem em laboratório e o produto é “grau clínico”, dá pra ir pra testes em humanos pensando em redução de transmissão. E tem mais: eles montaram a goma como produto compatível com especificações da FDA e reportaram que, nesse formato, foi considerada segura no que foi avaliado até aqui. Tudo isso ainda é um modelo experimental para gripe e herpes, reduzir a “carga viral” é promissor, mas a transmissão real depende de vários outros fatores, como dose, tempo, comportamento e ambiente. Mesmo que avance, isso entra como camada extra, não substituto de vacina (quando existe), higiene, cuidado e políticas de saúde. 📩 Jornal FitFeed Para acompanhar o mundo de saúde e bem-estar pelo nosso jornal 🧬 👉 Inscreva-se aqui
Bob’s anuncia whey no sabor milk shake de morango

Sabe aquele Milk Shake de Morango clássico do Bob’s, que tem cara de “infância no shopping”?Ele acabou de ganhar uma versão bem 2026: sabor de fast food, formato de suplemento. A jogada é uma collab entre Bob’s + Atlhetica Nutrition, que pegou o gosto do milk shake e colocou dentro da linha Best Whey. A promessa é simples: unir nutrição funcional com memória afetiva, sem parecer que você está tomando “whey com gosto de laboratório”. O porquê disso fazer sentido O Bob’s vem empurrando forte o projeto Bob’s em Casa, que é basicamente levar a marca para fora do balcão e para dentro do varejo, em novos momentos do dia. Hoje, essa linha já tem:molhos (tipo Big Bob e outros) e até batata frita congelada. Agora, o whey entra como mais um “pedaço” dessa estratégia: estar presente quando a pessoa não está no restaurante, mas ainda quer a experiência. O detalhe que eles estão vendendo como diferencial A Atlhetica diz que o produto foi pensado para imitar a sensação do milk shake, não só o sabor. Por isso, eles colocaram pedaços desidratados de morango que “voltam” no preparo, além de focar na cremosidade. E na parte funcional, a entrega que aparece na embalagem é direta: 25 g de proteína por porção. Essa collab bate numa tendência clara: suplemento deixando de ser só performance e virando experiência.A ideia é diminuir a barreira mental do “preciso me cuidar, então preciso sofrer”, e colocar o cuidado em algo mais prazeroso e fácil de manter no dia a dia. Onde compra e como chega O whey está sendo vendido em potes de 900g e 450g, além de sachês de dose única, com foco em praticidade. A distribuição está acontecendo pelos canais oficiais da fabricante e lojas especializadas. 📩 Jornal FitFeed Para acompanhar o mundo de saúde e bem-estar pelo nosso jornal 🧬 👉 Inscreva-se aqui
Jovem de 22 anos vende app fitness por US$ 400 milhões

Kayla Itsines construiu um império digital com o app Sweat, virou milionária cedo e vendeu a empresa por US$ 400 milhões. Mas o detalhe mais inteligente da história não é o app. É o que bancou o app quando ele ainda era só risco: um posto de gasolina. Como uma personal virou um fenômeno global No começo, Kayla percebeu um buraco simples no mercado: faltava programa de treino pensado pra mulheres, com linguagem acessível, rotina real e sensação de comunidade. Ela começou mostrando a evolução das alunas no Instagram e sua demanda explodiu A partir daí, com o então sócio Tobi Pearce, ela empacotou o método no Bikini Body Guide (BBG) e depois transformou tudo em plataforma com o app Sweat, criando uma base gigantesca de gente treinando junto, com estrutura e constância. Antes do sucesso virar inevitável, ela fez uma escolha bem anti-hype: colocou parte do dinheiro em um ativo físico e previsível, um posto de gasolina. Tudo isso porque um posto representa um fluxo de caixa recorrente Esse posto gerava um fluxo de renda estável que cobria despesas básicas e tirava o peso das costas do digital, que é ótimo, mas instável por natureza. Sua história vai muito além desse exit A venda do Sweat pra iFIT consolidou o tamanho do mercado de fitness tech. Mas a lição principal dela vai além do exit. Mesmo depois de vender, Kayla continuou diversificando em ativos tradicionais com geração de caixa. Porque a conta é simples: comunidade é poderoso, tecnologia escala, mas sustentabilidade gosta de previsibilidade. Por que isso importa pro mercado wellness Muita marca e creator do wellness vive uma monocultura digital: um produto, um canal, um lançamento, uma audiência e isso funciona até o dia que o vento vira. A história da Kayla é um lembrete: dá pra construir inovação com cabeça de fundador raiz. O digital cresce mais forte quando tem um chão financeiro firme embaixo que te da estabilidade. 📩 Jornal FitFeed Para acompanhar o mundo de saúde e bem-estar pelo nosso jornal 🧬 👉 Inscreva-se aqui
Anvisa proibe a “sucessora” do ozempic

A retatrutida começou a circular nas redes como “o próximo passo depois do Ozempic” e foi exatamante aí que a Anvisa entrou em cena. A agência determinou a apreensão imediata de qualquer produto com retatrutida, proibindo venda, divulgação, importação e uso no Brasil. O motivo é simples: a substância não tem registro e ainda está em fase experimental. O que é a retatrutida? A retatrutida é uma molécula que ainda está em testes clínicos. Ela chama atenção porque atua como triplo agonista, imitando três hormônios ligados ao metabolismo e ao apetite: GLP-1, GIP e glucagon. Para você ter uma noção– Ozempic atua em um– Mounjaro atua em dois– Retatrutida tenta atuar em três Na teoria, isso ajudaria a explicar resultados iniciais que apontam perda de peso de até 28% em estudos controlados. É aqui que o problema começa Apesar de estar só em fases 2 e 3 de testes, a retatrutida passou a ser vendida no mercado paralelo, como se já fosse um produto validado e pronto para uso, mesmo sem aprovação, controle e acompanhamento A Anvisa agiu justamente para conter esse atalho perigoso entre laboratório e consumidor final. Usar uma droga experimental fora de estudo clínico não é só “antecipar o futuro”. É assumir uma série de riscos que ainda não foram mapeados. Primeiro, porque ninguém garante o que tem dentro do frasco. Pode ser dose errada, contaminação ou nem ser a substância prometida. Segundo, porque os efeitos colaterais de longo prazo ainda não são totalmente conhecidos, nem mesmo em ambientes controlados, quanto mais fora deles. 📩 Jornal FitFeed Para acompanhar o mundo de saúde e bem-estar pelo nosso jornal 🧬 👉 Inscreva-se aqui
Empreendedoras investem em ingredientes amazônicos para criarem bebidas autorais

Um grupo de empreendedoras amazônidas está transformando ingredientes locais em bebidas premium e puxando uma nova lógica de negócio: valor não vem só do rótulo bonito, vem do território, da cadeia e da história por trás. Pensa na floresta como um “laboratório vivo” de insumos. Agora pensa em marcas usando isso com inteligência, sem apagar a origem. É daí que saem cases como: Hilary GinCriada por três amazonenses, a marca aposta em insumos regionais para fazer um gim premium e registrou crescimento de 270% em 2025. Jambu SinimbuAqui o protagonista é o jambu, a erva que dá aquela sensação de “boca tremendo”. A empresa usa o ingrediente como assinatura de produto e viu o faturamento crescer 50% em quatro meses. E não é só startup ganhando holofote. Tem organização de base e produção local raiz entrando no jogo com força também, como a Associação Semeando Juntas (PA), que faz licores com mel de cacau, e a Fazenda Bacuri, com produtos orgânicos e aquela ambição saudável de levar a história da Amazônia pra fora do Brasil sem diluir a origem. Os números chegam a assustar Segundo dados do Sebrae, são mais de 180 mil mulheres donas de negócios no Amazonas e quase 400 mil no Pará. E o detalhe que interessa pra economia do wellness é o seguinte: quando essas marcas priorizam ingrediente local, elas puxam junto cooperativas, comunidades e cultura. Ou seja, não é só vender bebida. É fortalecer cadeia, gerar renda e manter identidade. No fim, é um modelo que conversa com o consumidor de hoje: gente que quer produto bom, mas também quer origem, autenticidade e impacto. O futuro é high-context. O recado é simples: o futuro do wellness e dos negócios com propósito pode estar menos em promessas genéricas e mais em produtos com raiz. Quando uma marca conecta o consumidor a um território real, ela vende narrativa, pertencimento, e significado. 📩 Jornal FitFeed Para acompanhar o mundo de saúde e bem-estar pelo nosso jornal 🧬 👉 Inscreva-se aqui
Dormir tarde pode estar sabotando seu coração

Se você rende melhor à noite, vive empurrando o horário de dormir e acorda sempre “no modo soneca”, talvez o impacto vá além do cansaço. Um estudo recente com mais de 320 mil adultos encontrou um sinal consistente: pessoas com perfil noturno apresentam pior saúde cardiovascular e até 16% mais risco de infarto ou AVC ao longo do tempo. O que esse estudo analisou? Os pesquisadores cruzaram hábitos de sono com exames clínicos e histórico médico usando o Life’s Essential 8, um índice que junta os oito pilares da saúde do coração: sono, alimentação, atividade física, tabagismo, pressão arterial, colesterol, glicemia e IMC. Depois disso, os participantes se classificaram como:• matutinos• noturnos• intermediários O resultado foi claro: quem se identifica como noturno tende a pontuar pior no conjunto geral. Não em um detalhe específico, mas no sistema inteiro. O problema não é dormir tarde, é viver fora do seu relógio corporal. O estudo não coloca a noite como vilã absoluta. O risco aparece quando existe desalinhamento crônico entre o relógio biológico e a rotina social. Na prática, isso costuma vir acompanhado de:• menos horas de sono nos dias úteis• compensação exagerada no fim de semana• horários irregulares de refeição• mais ultraprocessados, nicotina e estímulos noturnos• menos consistência pra se exercitar Esse combo é conhecido como jetlag social.E o coração não gosta de viver em fuso horário trocado. É possível reduzir esse risco mesmo dormindo tarde? Segundo os próprios autores, sim. o caminho é mais simples do que parece: deixar o sono mais previsível, evitar a virada de noite no fim de semana, cortar o excesso de nicotina e ultraprocessados e manter a atividade física rodando com regularidade, mesmo que os horários não sejam perfeitos. 📩 Jornal FitFeed Para acompanhar o mundo de saúde e bem-estar pelo nosso jornal 🧬 👉 Inscreva-se aqui